2.10.2015

Ilha Ramree crocodilos gigantes

Ilha Ramree, é o nome da ilha situada na costa do Estado de Rakhine, na Birmânia. A área da ilha é de cerca de 1350 km² e o principal centro populoso é Ramree, mas o que chama a atenção na ilha são os centros populacionais e sim seus pântanos.

Durante a Segunda Guerra Mundial ocorreu um confronto entre tropas inglesas e japonesas no local, a Batalha ficou conhecida como "A batalha de Ramree". Foi travada durante janeiro e fevereiro de 1945, como parte do avanço do Décimo Quarto Exército britânico 1944-1945 na ilha, com o intuito de acabar com o domínio japonês no local..
A batalha começou com a Operação Matador, um assalto anfíbio para capturar o porto estratégico de Kyaukpyu  (localizado no extremo norte de Ramree Island) ao sul de Akyab. Em Ramree a guarnição japonesa continuava com sua resistência heroica. Mas quando os marines ingleses flanquearam os redutos japoneses, os novecentos defensores dentro deles abandonaram suas bases e recuaram para dentro dos pântanos inamistosos ao redor da ilha. A rota de fuga obrigou os japoneses a atravessarem 16 quilômetros de manguezais, seu intuito era se juntarem com outro batalha japonês que ficava mais ao sul e nas extremidades da ilha, mas infelizmente ele não contavam com a lama profunda, bem como as doenças tropicais e seu maior algoz, o crocodilo de água salgada. Crocodilos esses que infestavam os pântanos da ilha.

Repetidas chamadas pelos britânicos para os japoneses se render foram ignorados: os Marines segurando os perímetros conquistados disparavam nos japoneses tentando escapar, enquanto dentro dos pântanos os soldados morriam ao longo de vários dias, vítimas dos crocodilos gigantes. Alguns, incluindo naturalista Bruce Stanley Wright (que participou da batalha), afirmou que os crocodilos atacaram e comeram a maioria de seus companheiros. A descrição de Wright se encontra em seu livro "Sketches Vida Selvagem Perto e Longe" e assusta os que ousam se imaginar na pele desses infelizes japoneses.
 
Trecho do livro:  "Essa noite (de 19 de fevereiro, 1945) foi a mais horrível que qualquer membro do exército japonês já experimentou. Os tiros de fuzil espalhados no pântano escuro como breu perfurado pelos gritos dos feridos esmagados nas garras de enorme répteis, e o som de crocodilos girando feito uma cacofonia do inferno que raramente tem sido repetido na terra. Ao amanhecer, os urubus chegaram para limpar o que os crocodilos tinham deixado .... Dos cerca de mil soldados japoneses que entraram nos pântanos de Ramree, apenas cerca de vinte foram encontrados vivos. "
O Guinness Book of World Records (livro dos Recordes) listou essa tragédia como o "O maior desastre sofrido por humanos, causado por animais". 
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O Jardim Venenoso ( plantas venenosas )

O Jardim Venenoso de Alnwick (The Poison Garden)



Você deve conhecer o Castelo de Alnwick e nem sabe. Ele foi cenário da Escola de Agia e Bruxaria de Hogwarts nos dois primeiros filmes da franquia Harry Potter. Só que Alnwick também é conhecido como ponto turístico por causa de um jardim com mais de 100 espécies das plantas mais venenosas do mundo.
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O jardim é chamado de The Poison Garden (“O Jardim Venenoso”) e é lar de plantas que podem matar só de tocar a pele. O portão preto, com uma caveira atravessada por ossos, traz um aviso que não deve ser levado na brincadeira: “Estas plantas podem matar”.



O jardim foi inspirado em similares italianos, em Pádua, em que os Medicis brincavam de Farmville com a morte. Ele fica na Inglaterra, em Nirthumberland, e é propriedade de uma duquesa que quis plantar nele apenas plantas que fossem narcóticas ou venenosas (ou ambas, na maioria das vezes). O jardim recebe visitas monitoradas em que guias explicam a natureza mortal de vários vegetais.

As plantas venenosas são famosas. A cicuta, que foi usada na execução do filósofo Sócrates, é plantada nos limites do Poison Garden. Há também a beladona, a mandrágora, noz-vômica (de onde se tira a estricnina) e drogas conhecidas como a maconha, ópio e a coca.

- Não toque em nenhuma das plantas, nem mesmo respire perto delas. Existem plantas aqui que podem matar vocês, dizem os guias.

"Proprietária do lugar era uma pessoa normal até virar duquesa, em 1995"


Fotos do Jardim Venenoso
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O jardim chamado de Poison Garden (“O Jardim Venenoso”) é lar de plantas que podem matar só de tocar a pele. O portão preto, com uma caveira atravessada por ossos, traz um aviso que não deve ser levado na brincadeira: “Estas plantas podem matar”… O jardim foi inspirado em similares italianos, em Pádua, em que os Medicis brincavam de Farmville com a morte. Ele fica na Inglaterra, em Nirthumberland, e é propriedade de uma duquesa que quis plantar nele apenas plantas que fossem narcóticas ou venenosas (ou ambas, na maioria das vezes). O jardim recebe visitas monitoradas em que guias explicam a natureza mortal de vários vegetais.
lugares perigosos 7
As plantas venenosas são famosas. A cicuta, que foi usada na execução do filósofo Sócrates, é plantada nos limites do Poison Garden. Há também a beladona, a mandrágora, noz-vômica (de onde se tira a estricnina) e drogas conhecidas como a maconha, ópio e a coca. No local, os cientistas credenciados podem pesquisar e aprender mais sobre os efeitos de diversas drogas e venenos em nosso organismo.
– Não toque em nenhuma das plantas, nem mesmo respire perto delas. Existem plantas aqui que podem matar vocês, dizem os guias.

A Porta do inferno, Turcomenistão



 A Porta do inferno, Turcomenistão

A chamada Porta do Inferno (ou Porta para o Inferno) é uma cratera situada próxima de Darvaz. A imensa cratera recebeu este nome em virtude das labaredas constantes que nela flamejam, propiciando um cenário que faz lembrar a descrição popular do acesso principal ao mitológico Reino de Hades. Trata-se de um projeto de mina de 60 metros de diâmetro por 20 metros de profundidade.

Em 1971 (ou na década de 1950, segundo outros relatos), geólogos soviéticos efetuaram estudos de viabilidade para a extração de gás natural no lugar e efetivamente encontraram o que estavam procurando. Durante as escavações, porém, foi descoberta uma caverna subterrânea de grande profundidade, repleta de gás tóxico. Por causa dessa substância, as perfurações foram suspensas e fogo foi ateado no local, a fim de que o conteúdo tóxico fosse consumido pelo processo de combustão, já que havia o receio de consequências para a população.
Entretanto, o fogo jamais se extinguiu, e a cratera continua flamejante atualmente. Não há nenhuma previsão de quando as labaredas vão finalmente cessar, já que ninguém tem noção da quantidade de gás que ainda existe nas profundezas da cratera.


 A pergunta que todos fazem ao ver essa cratera é: até quando estas chamas continuarão flamejando?
Chamada de "porta do inferno" pelos habitantes de Darvaza, no Turcomenistão, a combustão teve início em 1971, quando geólogos soviéticos buscavam uma fonte de gás natural e encontraram uma caverna subterrânea repleta de gases tóxicos.
Por causa disso, as perfurações foram suspensas, e fogo foi ateado ao local para que a substância se extinguisse, porém isso nunca aconteceu. Ninguém tem ideia de quantas toneladas de gás já foram consumidas pelas chamas. Darvaza é uma pequena aldeia e está 260 quilômetros ao norte de Ashgabat, no meio do deserto de Karakum. Resultado de imagem para A Porta do inferno, Turcomenistão
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