9.19.2011

maior casa da árvore do mundo

maior casa da árvore do mundo

Ter uma casa na árvore, um simples sonho de criança, tornou-se o objetivo grandioso de um homem norte-americano. De acordo com o jornal USA Today, Horace Burgess, um cidadão de Crossville, no Tennessee, acredita ter ouvido um chamado divino para construir o edifício mais alto do mundo sustentado por árvores. O trabalho começou em 1993 e, em 2011, conta com dez andares, distribuídos em 295 metros de altura. De acordo com o proprietário, a obra ainda não terminou.


Para aguentar o peso do “prédio”, foram necessários seis enormes carvalhos. Apesar de grande parte do material ser reciclada, Burgess estima que já gastou cerca de R$ 12 mil com o projeto. Confira as imagens:

Rosalia Lombardo

O mistério de Rosalia Lombardo

Isso não é uma escultura. É um cadáver mesmo. Trata-se do corpo de Rosalia Lombardo, uma menina de dois anos de idade que morreu de pneumonia na Itália em 1920. Rosalia Lombardo é a mais famosa múmia descoberta numa catacumba de um monastério Siciliano em Palermo. Os monges apelidaram o corpo de “beleza adormecida”.



Descobriu-se que o preparador do corpo havia injetado na menina uma mistura de formol, sais de zinco, álcool e acredite se quiser: ASPIRINA, além de glicerina.

Aparentemente foram os sais de zinco que a mantiveram bem preservada, e adicionalmente petrificaram seu corpo como uma estátua de carne e ossos.






Berkeley Pit?

O poço mais contaminado do mundo

Você já ouviu falar em Berkeley Pit? Não?




Trata-se de um poço enorme, onde tem uma água tão horrivelmente contaminada que os pássaros que entram em contato com a água rapidamente morrem. Praticamente nada habita o poço, além de microorganismos super-resistentes.

A esta altura você já está com a sensação de que tem dedo da poluição humana no lugar, né? Se pensa assim, você está certo.

Foi do cobre extraído desta mina a céu aberto que muitas das linhas elétricas dos EUA foram erguidas. Agora o buraco está preenchido com mais de 181.844.000.000 litros de água ácida, metais pesados, e sua limitada fauna microscópica.

O buraco de Berkeley fica em Butte, Montana, e atualmente é um dos únicos lugares no mundo onde você pode pagar para ver resíduos tóxicos; (custa dois dólares por cabeça).

A própria escala do buraco é algo bizarro de se ver. Nas fotos aéreas, ele aparece simplesmente como uma mancha negra.

Com impressionantes proporções, o poço mais contaminado do mundo tem mais de 1,6 km de comprimento por um quilômetro de largura e mais de 540 metros de profundidade, dos quais 300m estão preenchidos com água ácida contendo altíssimas concentrações de metais pesados e produtos químicos tóxicos, incluindo o cobre, ferro, arsênio, cádmio, zinco e ácido sulfúrico.


A água rica em ferro fica perto da superfície e é avermelhada, cedendo a uma tonalidade verde-limão vibrante não muito abaixo da superfície, onde as concentrações de cobre são mais elevadas. Se você fosse retardado o suficiente para beber um copo dessa água aí, ela iria matá-lo por corrosão através de seu sistema digestivo.

Estas águas residuais estão tão saturadas de cobre que a mina Montana Resources Inc., que opera a mina de cobre nas proximidades da margem, é capaz de minerar o cobre diretamente da água.Para isso, a água de Berkeley Pit é retirada numa taxa de 13 milhões de litros por dia, que são bombeados a partir do canto mais profundo. Apenas com esta operação de filtragem, os caras retiram cerca de um milhão e oitenta e sete mil reais de cobre ao mês.

A água rica em ferro é bombeado de volta para o Pit Berkeley, criando uma cachoeira contaminada que pode ser vista na borda nordeste.




O bagulho é tão tóxico que em novembro de 1995, um bando de gansos desavisados que vinham migrando resolveram dar uma parada no Pit Berkeley. Após vários dias de tempestade e neblina que impedia que as aves saíssem, cerca de 342 foram encontradas mortas. Após uma análise dos laboratórios do Estado de Montana, ficou determinado que as aves morreram em decorrência da água do poço, que tinha corroído o esôfagos das aves. Desde então, os administradores do buraco tem um programa de observação de aves por 24 horas, para impedi-las de pousar na água por mais de algumas horas.

Obviamente que com o grau de contaminação do poço, as aves não são a única coisa que o Estado de Montana tem que se preocupar. O nível da água no buraco está em constante elevação. Se chover muito no local e a água se elevar, há um grande risco do poço contaminar o lençol freático nas proximidades do vale de Butte, onde vivem mais de 30.000 pessoas. Através de fluxos de águas subterrâneas, a contaminação poderia potencialmente se espalhar por rios da região atingindo uma enorme área. O medo fez com que a comunidade dos arredores já começasse a instalar bombas de água potável para obter o recurso a partir de reservatórios em torno das montanhas, já que o histórico de exploração e mineração do local já podem ter contaminado o aquífero do vale.

Para evitar uma calamidade ambiental, uma estação de tratamento de água foi construída em 2003 para evitar que a água do poço Berkeley chegasse perto do nível crítico.

Curiosamente, novas espécies de fungos e bactérias foram encontrados em um processo de adaptação às duras condições no interior do poço. A intensa competição pelos recursos limitados obrigou estas espécies a evoluir a produção de compostos altamente tóxicos para melhorar a capacidade de sobrevivência. Cientistas estão usando esses fungos e bactérias para estudos que podem contribuir para uma futura cura do câncer.

A mina de Berkeley esteve em operação desde 1955 a 1982, quando várias minas subterrâneas foram combinados para criá-lo.

Em 1982, a mineradora ARCO encerrou as operações e desligou as bombas subterrâneas que retiravam a água do poço, levando ao lago tóxico que vemos hoje. Ao longo da vida ativa dessa mina, cerca de 320 milhões de toneladas de minério de ferro e mais de 700 milhões de toneladas de resíduos de rocha foram extraídos.

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