11.05.2014

Escavação encontra “menina-bruxa” enterrada de bruços há 1,6 mil anos

Escavação encontra “menina-bruxa” enterrada de bruços há 1,6 mil anos

 

Uma escavação no norte da Itália encontrou a ossada de uma menina de cerca de 13 anos que foi enterrada de bruços, um sinal de que ela não era bem aceita pela sociedade da época. Os restos mortais da jovem, que ficou conhecida como “menina-bruxa”, estavam em uma cova localizada no complexo de San Calocero.
Os cientistas, que fazem parte de um instituto de pesquisa do Vaticano, estimam que a adolescente tenha sido enterrada no final da Antiguidade ou no começo da Idade Média, entre os séculos 4 e 5, mas ainda é necessário fazer uma datação com carbono-14.
Segundo o arqueólogo Stefano Roascio, enterrar uma pessoa de bruços era um costume que significava punição e tinha como objetivo evitar que o morto se levantasse da cova. “O que o falecido fez não era aceito pela comunidade”, explicou ele. O hábito estava ligado à crença de que a alma do falecido saía pela boca.

A posição dos ossos da menina-bruxa indica que sua morte não foi violenta – pelo menos isso! – e que ela estava mesmo morta quando foi enterrada. Sim: em alguns casos, uma pessoa que tivesse feito algo condenável pela comunidade era colocada sob a terra ainda viva.
Além de mostrar que a morte da “menina-bruxa” não foi assim tão horrorosa, a ossada dá pistas de o que ela pode ter feito de tão grave. Conforme observado pela antropologista Elena Dellù, o crânio e as cavidades dos olhos da adolescente tinham uma aparência muito porosa, indicando que ela pode ter sofrido com uma anemia severa.
Assim, as “bruxarias” da menina que tanto assustaram a comunidade da época eram, provavelmente, sua palidez, alguns hematomas e os desmaios frequentes, todos sinais de uma dieta pobre em ferro.
Via Em Resumo
Fonte(s)

 

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haitiano zumbi que voltou para casa 21 anos depois de morto

Zumbis existem de verdade? Nem tente bancar o cientificamente correto aqui e dizer que eles não existem, porque a história que vamos contar para você a seguir pode mudar suas convicções. Portanto, antes de qualquer coisa, abra a cabeça – não precisa ser literalmente.
O haitiano Clairvius Narcisse ficou muito doente em 1962, tendo vivido momentos de febre, dor intensa e relatado a sensação de mosquitos perfurando sua pele. Isso sem falar na extrema dificuldade que sentia para respirar. Ele então foi levado ao hospital, onde foi atendido por dois médicos, mas, pouco tempo depois, foi declarado morto. O velório foi breve e o enterro foi logo realizado.
Narcisse, no entanto, disse nunca ter morrido de verdade. O que aconteceu foi que ele acordou, meio perturbado, dentro de um caixão e enterrado. O haitiano acredita que foi envenenado e vítima de algum tipo de feitiço. Na noite seguinte, ele foi exumado por um shaman vudu e levado a um lugar desconhecido. Detalhe: ele recebeu uma mistura que o deixava em estado de zumbi.

Escravo

Fonte da imagem: Reprodução/queromedo
Depois disso, Narcisse afirma ter se tornado um escravo, sendo forçado a trabalhar dia e noite em uma plantação de cana-de-açúcar – todos os dias, ele e os outros presos recebiam a mesma mistura que os transformavam em trabalhadores-zumbis. Seria esse o plano mais macabro de todos os tempos?
O fato é que os presos foram liberados em determinado momento e Narcisse afirma ter passado 18 anos vagando pelas ruas, procurando sua família, que a essa altura tinha absoluta certeza de sua morte. Em 1981, enquanto vagava por um vilarejo, Narcisse reconheceu sua irmã e ela também o reconheceu – pelo menos foi isso o que deu para entender pelos gritos assustados e altos que ela deu. Ele convenceu a irmã de que era ele quando usou um apelido que apenas a família conhecia.

Reencontro

Narcisse aponta para o próprio nome em seu túmulo. Fonte da imagem: Reprodução/Kreyolicious
Os vizinhos também reconheceram Narcisse e logo um médico psiquiatra foi chamado para ajudar a entender o acontecido. O haitiano respondia a todas as perguntas pessoais e da família sem o menor problema. Quando todos confirmaram mesmo que Narcisse era Narcisse, a imprensa internacional logo apareceu para cobrir a história mais do que bizarra.
Além do médico e da imprensa, um pesquisador de Harvard, Wade Davis, demonstrou muito interesse em estudar o caso. Davis, um especialista no uso de plantas por seres humanos, afirmou que o haitiano poderia mesmo ter sido obrigado a usar alguma substância que o deixasse sedado e subordinado.
O pesquisador explicou ainda que uma toxina conhecida como TTX pode deixar o corpo de uma pessoa em estado de morte – quando alguém ingere essa toxina, fica catatônico e com pouquíssimos sinais vitais. No Haiti, o TTX pode ser encontrado em uma espécie de sapo.
Davis acredita que a substância responsável por deixar Narcisse alucinado e trabalhando como escravo por tanto tempo é uma toxina conhecida como Datura stramonium. E aí, o que você acha dessa história completamente maluca? O caso nunca foi completamente desvendado.
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