1.29.2013

simpatias


 Pelos poderes de São Cipriano: (felipe)se afastará agora, e se separará definitivamente, de (rodrigo). Que ele não queira mais vê-la, nem falar com ela. Que ele sinta nojo, sinta  desconfiança e angustia, fique contrariado, aborrecido, nervoso, com ódio, com raiva de(rodrigo) e esteja arrependido de estar com a (rodrigo). Que ele pense que ela (rodrigo)é louca e  que não serve para ficar com ele. Querido e poderoso São Cipriano:
vós que participais de forma infalível nas simpatias dos grandes magos do oriente e nos sortilégios fervorosos do Professor Michel, faça com que(tiago) não queira mais ver(rodrigo) nem transar com ela, nem mesmo falar com(rodrigo). Que (eva patricia) igualmente não queira mais falar com o (tiago), que quando(eva patricia)estiver ao lado dele,(felip)sinta-se muito mal, que(felipe)
fique angustiado, desejando desesperadamente sair da presença de(rodrigo e sobrinha ) e que esse casal perca o contato para sempre, definitivamente, de modo que nenhum dos dois jamais terão qualquer notícia do paradeiro um do outro. Que os caminhos deles se separem para sempre, pelas forças de São Cipriano! Oh! querido e poderoso São Cipriano, INTERCEDA POR MIM
JUNTO AO NOSSO SENHOR JESUS, confio em seu poder e tenho certeza de que este meu pedido foi e sempre será realizado, EM NOME DE JESUS CRISTO. Agradeço por estar trabalhando para mim e divulgarei seu nome em troca de atender ao meu pedido, de afastar e separar pra sempre(felipe) de (rodrigo) Que assim seja! ASSIM está feito! Pelos poderes do céu e da terra, das águas e das chamas! Amém!
(Publique essa oração exatamente como escrito acima durante 3 dias seguidos e verá
o milagre!!!AFASTARA E SEPARARÁ Eles do jeitinho que você pediu!) AMÉM

--> afasta rival

 Escreva num papel o nome de sua rival junto com o nome do seu amado. Em seguida, dobre o papel bem dobradinho. Coloque-o num pote junto com uma mistura de sal grosso e pimenta malagueta. Feche o pote e diga com bastante convicção:

"O amor de Fulano (nome do seu amado) por Beltrana (nome da rival) só irá para frente se essa pimenta brotar".
Guarde o pote num local escondido, de preferência, fora de casa.


Fazer na lua minguante!

hoje e o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

--> Você sabia que mesmo nos dias de hoje ainda há escravos ?pois é.
Tudo começa com uma oferta de trabalho, geralmente a pessoa e convidada a trabalhar em lugares onde terá moradia e alimentação um bom salario etc... MAS ao chegar ao local de trabalho tem seus documentos confiscados e começa adquiri dividas com o empregador pois tudo e cobrado. são ameaçados caso deixem o lugar , e assim a coisa vira uma grande bola de neve . 



 O trabalho escravo se caracteriza não só pela exploração da mão-de-obra, mas também pelo tráfico de pessoas e exploração sexual comercial. De acordo com estudo da Organização Internacional do Trabalho cerca de três em cada mil pessoas são vítimas de trabalho escravo em todo o mundo. Se considerado o número total, são 20,9 milhões de trabalhadores em condições degradantes.


 

O perfil típico do escravo brasileiro

 É um migrante maranhense, do norte de Tocantins ou oeste do Piauí, de sexo masculino, analfabeto funcional, que foi levado para as fronteiras móveis da Amazônia, em municípios de criação recente, onde é utilizado principalmente em atividades vinculadas ao desmatamento. É importante observar que existem fluxos, manchas e modalidades expressivas – e igualmente graves – de trabalho escravo em outras regiões – principalmente no Centro-Oeste e Nordeste – e em outros setores, mas o perfil acima referido é decididamente majoritário. (Théry et alii, p. 12)

 
veja o relato abaixo de umqa pessoa que foi escravidada


''preferia'' ser escravo a passar fome

16/11/2004 - 11h29
Andréia Araújo
Repórter da Agência Brasil

Barreiras (BA) – "Na falta de coisa melhor, virei escravo. É melhor trabalhar assim que passar fome na rua". A declaração é do jovem Ivanildo Gonçalves de Jesus, de 23 anos, que foi encontrado em uma fazenda na Bahia quando trabalhava em regime de escravidão. Ivanildo, como a maioria dos trabalhadores libertados, acredita que a falta de emprego e de qualificação profissional fazem com que exista esse tipo de trabalho.
Com as mãos queimadas pelo carvão, ele conta que todo o material de segurança que possui (bota e luvas) foi comprado por ele mesmo. A comida, a estadia e o transporte eram descontados do salário. "Já faz quatro anos que eu vivo desse jeito, dormindo em barraco de lona. O pessoal procura a gente na praça dizendo que o alojamento é bom, a comida é boa, tudo é maravilha. Então, caímos na conversa e já saímos endividados da cidade. Eu não sou daqui, sou de Salvador, não tenho parente aqui. Nos quatro anos em que estou aqui, nunca consegui juntar dinheiro para ir a Salvador. É sempre muito pouco o que pagam", relata.
Ivanildo conta que ele e seus três irmãos tiveram que trabalhar nas fazendas da região desde cedo. "Tivemos que largar o colégio e começar a trabalhar lá em Alagoinhas (BA). Lá começamos a trabalhar na roça. Daí em diante, minha vida só fez estragar. Se tivesse continuado na escola, a vida seria melhor", desabafa.
O jovem diz que a escravidão no Brasil começa pela falta de escola, passa por problemas de família e termina com a falta de assistência do Estado. Depois de libertado da "humilhação" - como ele mesmo define - de ser escravizado, Ivanildo volta à sua terra natal em busca de nova oportunidade.
Agência Brasil: Como você chegou a trabalhar nessas condições?
Ivanildo: Minha mãe faleceu quando eu ainda era bem pequeno. Foi aí que eu e meus irmão fomos morar num colégio interno, desses para meninos órfãos, durante nove anos. Somos quatro irmãos. Lá tive a oportunidade de estudar até o primeiro ano. Era bom. No Natal iam visitar a gente, levavam presentes, aquelas coisas que as crianças gostam. Mas meu pai, naquela época, bebia demais e não deu conta de olhar a gente, então tivemos que trabalhar. Saí de lá com 14 anos. Foi aí que começou a dificuldade. Tivemos que largar o colégio e começar a trabalhar lá em Alagoinhas (BA). Trabalhamos na roça. Daí em diante minha vida só fez estragar. Se tivéssemos continuado no estudo, teríamos uma vida melhor.
ABr: Você trabalha na roça há muito tempo?
Ivanildo: Sim. Mas desse jeito - como escravo - tem quatro anos, dormindo em barraco de lona. O pessoal (o aliciador ou contratante) procura a gente dizendo que o trabalho é bom, o alojamento é bom. É tudo maravilha. A gente acredita e já sai endividado da cidade. Eles pagam nossa pousada e o transporte. Eu não sou daqui, sou de Salvador. Não tenho parentes aqui. Nos quatro anos em que cheguei nessa terra não consegui nem juntar dinheiro para comprar uma passagem de ônibus para Salvador. É sempre muito pouco o que eles pagam.
ABr: Como você foi parar nessa fazenda da qual foi libertado?
Ivanildo: Nessa fazenda, eu e meu irmão chegamos já à noite. Não tinha colchão. Eu chamei, chamei e ninguém saiu. Ficamos uns 15 minutos batendo do lado de fora do barracão. Quando resolveram abrir, os outros trabalhadores arrumaram um pedaço de lona e dormimos no chão. No outro dia bem cedo, peguei um dinheiro emprestado e fui a São Desidério comprar dois colchões, um para mim e outro para o meu irmão. Eu tive que comprar também luvas e bota para trabalhar com carvão. Minhas mãos estão todas queimadas. Toda "pepinada" de pau.
ABr: Como é o alojamento em que vocês ficavam?
Ivanildo: Era horrível. Todo mundo amontoado num barraco sem janela. Muitas vezes aparecia escorpião. Nesses dias, meu irmão viu dois lá. Daquele preto. Quando alguém é picado, tratávamos com fumo. Isso era o remédio. A comida também era horrível. Passei fome lá.
ABr: Você já recebeu algum salário?
Ivanildo: Eu comecei a trabalhar no dia 1º de setembro e até agora só recebi R$ 200. Eles me descontaram um monte de coisa da cantina. Eu fui no sindicato reclamar disso, mas não resolveu nada. A gente sabe que isso é errado, mas ainda é melhor ficar assim que ficar na rua passando dificuldade. Fazendo dívida. Ruim por ruim, lá pelo menos tem comida.
ABr: O que você vai fazer a partir de agora?
Ivanildo: Eu pretendo voltar para Salvador, minha cidade. Eu quero uma vida mais digna, não quero mais ser enrolado.
ABr: Você se sentiu escravo lá?
Ivanildo: Sim, eu me senti escravo. Escravo para mim é a pessoa que não tem tratamento. Vive naquelas condições miseráveis. A mesma água que bebe, toma banho. Fossa aberta, sem privada. É muita sujeira. Escravidão para mim é isso aí.
fonte

veja esta materia

Publicado em 16/08/2011
Rafinha Bastos, Thaíde, Débora Vilalba e Sophia Reis abordam um dos temas mais impactantes e, infelizmente, ainda presentes na sociedade moderna: o trabalho escravo. Desde 1888 a escravidão está proibida no país, porém, isso não impediu que só nos últimos 6 anos mais de 42 mil trabalhadores tenham sido resgatados de condições parecidas com a de escravos.















trabalho escravo não caia nesta 


1.28.2013

Nós, mulheres! FAÇA VOCE MESMO: tour ao inferno incendio em boate. eu tambem passe...

Nós, mulheres! FAÇA VOCE MESMO: tour ao inferno incendio em boate. eu tambem passe...: -->   tour ao inferno Eu tambem fui vitima de um incendio aqui em bh , ha 10 anos em 2001 atras na de shows Canecão Mineiro. Eu fui ...

envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.comos relatos serão divulgado aqui-->

1.23.2013

O HOMEM QUE NÃO SABIA MENTIR

-->

Psicólogos dizem que mentimos em média 200 (?)vezes por dia. E você.. está dentro desta média?deixe seu comentario






 Mentir é coisa feia....
Considero que todos mentimos, pelo menos uma vez por dia.
Quando nos perguntam: Então? Está tudo bem contigo?
A maior parte das vezes a nossa resposta é: sim!
Porém, está tudo bem connosco? não!
Isto porque há sempre algo que não está bem, seja uma dor, falta de dinheiro, falta de emprego, zangas em casa, etc etc etc....
Posto isto, todos mentimos, mas é uma mentira pequenina e que não prejudica ninguém. eu acho


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