5.31.2012

pena de morte


Vasculhando algumas revistas antigas, encontrei no meio delas uma edição da Superinteressante de 2006. Sempre gostei muito dessa revista e possuo algumas comigo. Folheando a mesma, encontrei uma matéria com o título: Que tipos de pena de morte são usados atualmente? Essa matéria explica com detalhes quais são as formas de execução utilizadas pelo mundo, onde são aplicadas, como o ser humano morre e qual o grau de sofrimento. A matéria é um pouco longa, mas vale a pena conferir cada trecho.



Na manhã do dia 30 de dezembro de 2006, os carrascos do quartel militar de Jadimiya, bairro xiita de Bagdá, se preparavam para mais uma execução. A vitima, no entanto, não era um prisioneiro comum. Julgado pelo Tribunal Superior Penal do Iraque, o ex-presidente Sad­dam Hussein foi condenado por crime de guerra pelo massacre de 148 cidadãos de seu país em 1982. Morreu enforcado às 6 horas da manhã daquele sábado, destino igual ao de muitos de seus opositores nos 24 anos em que comandou o Iraque.
Usada por muitos governos e impérios para coibir crimes considerados hediondos – ou nem tanto -, a execução ordenada pelo Estado ainda é praticada em muitas nações, como Iraque e EUA. A condenação varia de acordo com as leis de cada país e inclui, em alguns casos, até menores de idade. O apedrejamento, prática comum, sobretudo em Estados do Oriente Médio, ainda é considerado legal no Irã e na Arábia Saudita, por exemplo. Conheça abaixo os principais métodos de execução usados atualmente e os países que mais matam cidadãos no mundo.


Apedrejamento




Como mata - A vítima é envolvida dos pés à cabeça em um tecido branco e colocada numa vala. Como em geral é aplicada em crimes de honra praticados por mulheres de países muçulmanos, os carrascos são homens – membros da família e da comunidade local. Eles fazem um círculo em volta da vítima e pegam as pedras, que não devem ser muito grandes (para evitar desmaios rápidos). Todo o ritual é conduzido para assegurar uma morte lenta e dolorosa. Quem começa o ritual é o juiz da sentença, seguido pelos jurados e pelo público.
Como morre - As pedradas geram um monte de traumas por todo o corpo do condenado, mas a morte se dá geralmente pelas pedradas na cabeça – que provocam fortes hemorragias intracranianas. Entre a primeira pedra atirada e a morte da vítima, costuma transcorrer mais de uma hora.
Grau de sofrimento - Máximo.
Onde é aplicada - Irã, Nigéria, Paquistão e Arábia Saudita, entre outros países.

Fuzilamento



Como mata - Um pelotão de fuzilamento fica disposto a cerca de 6 metros de distância da vítima e dispara simultaneamente tiros de armas de fogo contra ela, que é vendada e tem seus pés e mãos amarrados. A posição de morte pode ser sentado ou em pé. Nenhum membro do grupo armado pode deixar de atirar. É muito aplicada em execuções de crimes de guerra – até países que não aplicam a pena de morte em outras circunstâncias, como o Brasil, prevêem o fuzilamento militar.
Como morre - Pelo fato de os tiros partirem de diversas direções e alturas, a vítima sofre lesões em vários órgãos do corpo ao mesmo tempo. A morte se dá por hemorragia ou por lesão direta pelo projétil no sistema nervoso central, no caso de uma bala atingir a cabeça de imediato. O condenado leva cerca de dois minutos para morrer.
Grau de sofrimento - Médio.
Onde é aplicada - EUA, China, Somália, Taiwan, Uzbequistão, Guatemala e Vietnã, entre outros países.


Cadeira elétrica




Como mata - O condenado tem o corpo todo depilado (para evitar pêlos em chamas). Ele é preso com cintas na cadeira. Eletrodos com esponjas embebidas em solução salina são ligados às pernas e à cabeça – para fechar o circuito – e um capacete de metal é colocado no crânio para conduzir corrente elétrica. O prisioneiro é então vendado. Pelo menos dois choques de 500 a 2 mil volts são aplicados durante cerca de 30 segundos. Se o condenado sobrevive, o processo é repetido quantas vezes for necessário.
Como morre - A descarga interrompe funções vitais, como o controle dos batimentos cardíacos e do ritmo respiratório – e também deixa o condenado inconsciente. No momento do choque, todos os músculos do corpo da vítima se contraem e ocorre arritmia e parada cardíaca.
Grau de sofrimento - Variável. Se a morte ocorrer no primeiro choque, o sofrimento é médio. Se for preciso mais de uma descarga elétrica, o condenado sofre muito.
Onde é aplicada - Nos EUA.



Forca






Como mata - Primeiro, é feito um ensaio com um saco de areia do mesmo peso do condenado para saber que comprimento da corda causará uma morte rápida. Se ela for longa demais, poderá arrancar a cabeça. Muito curta, pode causar asfixia, o que prolonga a agonia por até 20 minutos. A corda é fervida e torcida para que não enrole ou fique torta. O nó é lubrificado com sabão para garantir o deslizamento. Um alçapão é aberto sob o prisioneiro, que cai e fica pendurado pela corda no pescoço.
Como morre - Há dois tipos de morte por enforcamento. Quando a corda que prende o condenado é longa, ocorre fratura das vértebras cervicais e lesão da medula espinhal. Nesse caso, a morte se dá em menos de um minuto. Na morte por asfixia, demorada, há convulsões – e o prisioneiro urina e defeca.
Grau de sofrimento - Baixo (em condições normais) a alto (em caso de corda muito curta).EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.
Onde é aplicada - EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.



Injeção letal






Como mata - A primeira etapa da execução é amarrar o condenado a uma maca. Depois, um membro do comitê de execução põe sensores de batimento cardíaco em seu corpo. Duas sondas são inseridas em veias dos braços. Uma injeta soro fisiológico, que depois será substituído por veneno. A outra só é acionada em caso de falha no sistema principal. Quando a execução é autorizada, a sonda injeta um sedativo. O condenado dorme, recebe curare e, por fim, cloreto de potássio.
Como morre - Quando recebe o curare, o corpo da vítima sofre paralisia em todo o sistema muscular, incluindo o diafragma, músculo responsável pela respiração. Após a injeção do cloreto de potássio, há a parada cardíaca e a morte. O tempo médio para o falecimento varia de 5 a 7 minutos, embora o procedimento todo dure uns 45 minutos.
Grau de sofrimento - Mínimo.
Onde é aplicada - EUA - 37 dos 38 estados que têm pena de morte usam esse tipo de execução –, China e Guatemala, entre outros países.


Decapitacão




Como mata - Nos países em que ainda é praticado, o método utiliza a espada para matar. O condenado é geralmente vendado e pode ficar sentado ou deitado. Quando apenas um golpe de espada é suficiente para decapitar a vítima, ela perde a consciência em segundos. No entanto, devido ao fato de os músculos e as vértebras do pescoço serem rijos, a decapitação pode exigir mais espadadas.
Como morre - A morte ocorre porque a medula espinhal, que abriga células que transmitem impulsos vitais do cérebro para os órgãos, é cortada. Assim, batimentos cardíacos e respiração cessam instantaneamente, e a consciência dura menos de 3 segundos.
Grau de sofrimento - Mínimo, se o carrasco mandar bem e cortar a cabeça num só golpe. Cada espadada extra aumenta o sofrimento.
Onde é aplicada - Arábia Saudita, China, Guatemala e Iraque.


AS CAPITAIS DA PENA CAPITAL
( Os 5 países que mais executaram em 2005)
China
Pelo menos 1 770 execuções por injeção letal ou fuzilamento. Lá, 68 tipos de crimes são passíveis de morte – até mesmo delitos não violentos, como fraude fiscal, desvio de verbas e tráfico ou consumo de drogas.
Irã
Ao menos 94 execuções por apedrejamento ou forca. As punições podem ser por crimes violentos, como assassinato, ou por não violentos, como adultério ou corrupção.
Arábia Saudita
As execuções foram pelo menos 86 – por decapitação, na maioria. Os crimes incluem assassinato, tráfico de drogas, roubo à mão armada, estupro, sodomia e negação da religião.
EUA
Os americanos executaram 60 pessoas – 59 por injeção letal e uma na cadeira elétrica. Os tipos de crime variam de estado para estado, mas os mais comuns são assassinato, conspiração para assassinato, pedofilia e estupro.
Paquistão
Houve 31 execuções – a maioria por forca. Os tipos de crime são: assassinato, estupro, motim e sodomia, entre outros.


(Fonte: Matéria adaptada a partir do texto de Giovana Sanchez, Superinteressante/2006.)



Lago Bodom

O Lago Bodom (Järvi Bodom em Finlandês)  é um lago da Finlândia, próximo a cidade de Espoo. O lago tem aproximadamente três quilômetros de comprimento e um quilômetro de largura.
O lago ficou conhecido pelos assassinatos ocorridos na noite de quatro de Junho de 1960, quando 4 adolescentes foram acampar no belo lago bodom, sendo 2 garotas de 15 anos : Maili Irmeli Björklund e Anja Tuulikki Mäki, e 2 garotos de 18 anos: Seppo Antero Boisman e Nils Wilhelm Gustafsson.

Era um dia comum, ensolarado como os  outros dias, quando os jovens chegaram no acampamento escolhido, que havia sido visitado previamente pelos garotos. Naquela época a região era calma, e quase inabitada.. Para passar a noite no lago, as garotas tiveram que argumentar com seus pais, porque anteriormente houvera um caso de assassinato, do outro lado da Finlândia (mas o assassino já havia sido capturado).

Depois de montar seu acampamento, os 4 jovens foram comprar chicletes e limonada, em um quiosque, próximo ao acampamento. Eles voltaram para o acampamento às 19:30, quando os últimos pescadores e aprendizes foram embora; eles foram os últimos a ver o quarteto vivo.
Assim que anoiteceu, os 4 jovens adormeceram. Entre 3 e 6 horas da madrugada, alguem atacou brutalmente os 4 jovens, pulando sobre suas cabana e os apunhalando através dela. Os principais ataques, foram na cabeça, pescoço e tronco. Uma das garotas foi atingida 11 vezes no pescoço. Nils tentou rastejar para fora da cabana, mas foi atingido por uma pedra. O assassino levou várias coisas dos garotos: carteiras, roupas de banho, documentos, identidade, etc; mas, certamente, nada que justificasse a pena e o risco.

 No dia seguinte, Erkki Johansson, pai de dois filhos, foi nadar numa praia próxima, com seus dois garotos. Acidentalmente, ele notou a cabana destruída e Nils, ensangüentado, ali perto. Desesperado, chamou a polícia. Quando os policiais e os médicos chegaram, Maili, Anja e Seppo foram declarados mortos, mas Nils ainda mexia os braços, apesar dos machucados causados pela arma do assassino e pela pedra com que fora antingido. Ele tinha 10 ferimentos graves, causados pela arma usada, e sua mandíbula estava fraturada. 

O motivo do crime era um mistério absoluto, e não havia pista alguma - a não ser uma fronha de travesseiro de 80cm x 40cm, onde provavelmente estava a arma do crime. Nils, todo machucado, foi levado a um hospital, e a polícia aguardava ansiosamente que ele acordasse, afinal, ele poderia ter alguma informação sobre o assassino. Mas foi uma grande decepção, pois a primeira coisa que ele disse ao acordar foi: "Como foi que eu fui parar num acidente de carro?!". Nils não se lembrava de nada sobre o assassinato. Mas um mês após do ocorrido ele foi hipnotizado, podendo, assim, dar alguns detalhes sobre o assassino, como o fato dos olhos do assassino brilharem. 

Nils foi o único sobrevivente do brutal e incompreensível ato de violência. Toda a Finlândia ficou horrorizada com o assassinato triplo e a história se tornou capa de jornais ao redor do mundo todo. A maior caçada da história dos crimes da Finlândia havia começado!

Conseguiram encontrar algumas outras testemunhas (que também foram hipnotizadas para dar mais detalhes), como Olavi Virtanen, que viu alguém indo embora do lago às 6 horas da manhã. Foram feitos retratos falados a partir da descrição destas testemunhas mas, infelizmente, estes não ajudaram em nada. A polícia estava sofrendo grande pressão por parte do público, insatisfeito com o resultado das investigações, entretanto ela apenas conseguiu centenas de pistas, mas que não levavam a resultado conclusivo algum.

Um dos maiores suspeitos era o dono do quiosque que vendeu as coisas para os 4 jovens , na mesma noite do assassinato, mas não existiam provas reais contra ele. Uma noite, ele estava bêbado em um bar e disse: "FUI EU!". Seus amigos não entenderam, mas no dia seguinte ele se afogou no lago. Existiam também alguns rumores de que ele havia proibido os garotos de acampar naquela área do lago, mas os jovens não se preocuparam com isso e acamparam lá, ignorando suas ameaças. Porém, mais tarde, a polícia chegou à conclusão de que não poderia ter sido ele.

Várias pessoas (testemunhas) viram algo, que podia ser o assassino. Alguns pescadores e um ciclista viram um homem de costas, mas nada além disto e acabaram se tornaram suspeitos também. Até Nils se tornou suspeito, mas ele tinha tantos ferimentos que não teria conseguido golpear a si próprio, continuamente, por tanto tempo. 

Último acontecimento


Em 2003, o mistério retomou a atenção da mídia finlandesa, porque um dos maiores suspeitos, o alemão Hans Assman, morreu. Isso encorajou um famoso professor finlandês, chamado Jorma Palo, a lançar um livro chamado Bodomin Arvoitus, que significa “O Mistério de Bodom”.

Em junho de 1960, Palo estava trabalhando como médico de apoio num hospital próximo ao lago. Entre 12-32 horas após o assassinato, o já citado Hans Assman foi ao hospital usando roupas ensangüentadas, e num estado psicológico conturbado. Os médicos logo perceberam que o sangue não era dele. Assman não falava finlandês, e eles não conseguiram se comunicar.

Hans Assman 
Palo e os outros médicos tentaram chamar a polícia ao hospital, mas não foram levados a sério, pois já haviam dado várias pistas parecidas. Pouco depois, Hans Assman saiu do hospital e a polícia nem ao menos quis interrogar Palo, que até hoje está convencido de que Assman era o assassino. Contudo, a polícia o interrogou em Março de 2003, chegando à conclusão de que Assman tinha um álibi muito bom.

Nils Wilhelm Gustafsson

No início de 2004, a polícia finlandesa surgiu com novas evidências e, surpreendentemente, prendeu Nils W. Gustafsson, o único sobrevivente do crime. Segundo a polícia, as evidências apontam Nils como o culpado pelos crimes. Agora, ele foi libertado e espera pelo julgamento em liberdade.

Mas será mesmo que Nils é realmente o culpado? Nils seria capaz de se golpear tantas vezes? Segundo vários relatos, após os crimes Nils teve sérios distúrbios mentais. Seria ele um psicopata? A polícia finlandesa acredita que sim, e vai tentar provar nos tribunais que tem razão.

As últimas informações que se têm, são de que Nils Gustafsson, trabalha como motorista de ônibus, em Espoo. Hoje ele tem mais de 60 anos e já deveria estar aposentado. 

O Mistério

Já se passaram mais de 40 anos, e o caso não foi resolvido. Há inúmeras teorias, 70 principais suspeitos, centenas de suspeitos menores, mais de 3700 pessoas interrogadas, e teorias sobre dois assassinos. Já se levou em consideração a possibilidade de um ritual, ou assassinatos seriais. Até hoje a polícia trabalha no caso, mas não há muita esperança de encontrarem uma solução, pois tanto o assassino, quanto possíveis testemunhas, provavelmente já faleceram.

 Os corpos

Os cadáveres dos garotos, hoje, descansam em túmulos localizados em Vantaa e servem como lembrança do crime brutal. Além disso, uma pequena cruz de madeira foi fincada na área de camping de Hästbergen, como uma homenagem às vítimas inocentes.
 
 
O Lago Bodom (Järvi Bodom em Finlandês)  é um lago da Finlândia, próximo a cidade de Espoo. O lago tem aproximadamente três quilômetros de comprimento e um quilômetro de largura.
O lago ficou conhecido pelos assassinatos ocorridos na noite de quatro de Junho de 1960, quando 4 adolescentes foram acampar no belo lago bodom, sendo 2 garotas de 15 anos : Maili Irmeli Björklund e Anja Tuulikki Mäki, e 2 garotos de 18 anos: Seppo Antero Boisman e Nils Wilhelm Gustafsson.

Era um dia comum, ensolarado como os  outros dias, quando os jovens chegaram no acampamento escolhido, que havia sido visitado previamente pelos garotos. Naquela época a região era calma, e quase inabitada.. Para passar a noite no lago, as garotas tiveram que argumentar com seus pais, porque anteriormente houvera um caso de assassinato, do outro lado da Finlândia (mas o assassino já havia sido capturado).

Depois de montar seu acampamento, os 4 jovens foram comprar chicletes e limonada, em um quiosque, próximo ao acampamento. Eles voltaram para o acampamento às 19:30, quando os últimos pescadores e aprendizes foram embora; eles foram os últimos a ver o quarteto vivo.
Assim que anoiteceu, os 4 jovens adormeceram. Entre 3 e 6 horas da madrugada, alguem atacou brutalmente os 4 jovens, pulando sobre suas cabana e os apunhalando através dela. Os principais ataques, foram na cabeça, pescoço e tronco. Uma das garotas foi atingida 11 vezes no pescoço. Nils tentou rastejar para fora da cabana, mas foi atingido por uma pedra. O assassino levou várias coisas dos garotos: carteiras, roupas de banho, documentos, identidade, etc; mas, certamente, nada que justificasse a pena e o risco.

 No dia seguinte, Erkki Johansson, pai de dois filhos, foi nadar numa praia próxima, com seus dois garotos. Acidentalmente, ele notou a cabana destruída e Nils, ensangüentado, ali perto. Desesperado, chamou a polícia. Quando os policiais e os médicos chegaram, Maili, Anja e Seppo foram declarados mortos, mas Nils ainda mexia os braços, apesar dos machucados causados pela arma do assassino e pela pedra com que fora antingido. Ele tinha 10 ferimentos graves, causados pela arma usada, e sua mandíbula estava fraturada. 

O motivo do crime era um mistério absoluto, e não havia pista alguma - a não ser uma fronha de travesseiro de 80cm x 40cm, onde provavelmente estava a arma do crime. Nils, todo machucado, foi levado a um hospital, e a polícia aguardava ansiosamente que ele acordasse, afinal, ele poderia ter alguma informação sobre o assassino. Mas foi uma grande decepção, pois a primeira coisa que ele disse ao acordar foi: "Como foi que eu fui parar num acidente de carro?!". Nils não se lembrava de nada sobre o assassinato. Mas um mês após do ocorrido ele foi hipnotizado, podendo, assim, dar alguns detalhes sobre o assassino, como o fato dos olhos do assassino brilharem. 

Nils foi o único sobrevivente do brutal e incompreensível ato de violência. Toda a Finlândia ficou horrorizada com o assassinato triplo e a história se tornou capa de jornais ao redor do mundo todo. A maior caçada da história dos crimes da Finlândia havia começado!

Conseguiram encontrar algumas outras testemunhas (que também foram hipnotizadas para dar mais detalhes), como Olavi Virtanen, que viu alguém indo embora do lago às 6 horas da manhã. Foram feitos retratos falados a partir da descrição destas testemunhas mas, infelizmente, estes não ajudaram em nada. A polícia estava sofrendo grande pressão por parte do público, insatisfeito com o resultado das investigações, entretanto ela apenas conseguiu centenas de pistas, mas que não levavam a resultado conclusivo algum.

Um dos maiores suspeitos era o dono do quiosque que vendeu as coisas para os 4 jovens , na mesma noite do assassinato, mas não existiam provas reais contra ele. Uma noite, ele estava bêbado em um bar e disse: "FUI EU!". Seus amigos não entenderam, mas no dia seguinte ele se afogou no lago. Existiam também alguns rumores de que ele havia proibido os garotos de acampar naquela área do lago, mas os jovens não se preocuparam com isso e acamparam lá, ignorando suas ameaças. Porém, mais tarde, a polícia chegou à conclusão de que não poderia ter sido ele.

Várias pessoas (testemunhas) viram algo, que podia ser o assassino. Alguns pescadores e um ciclista viram um homem de costas, mas nada além disto e acabaram se tornaram suspeitos também. Até Nils se tornou suspeito, mas ele tinha tantos ferimentos que não teria conseguido golpear a si próprio, continuamente, por tanto tempo. 

Último acontecimento


Em 2003, o mistério retomou a atenção da mídia finlandesa, porque um dos maiores suspeitos, o alemão Hans Assman, morreu. Isso encorajou um famoso professor finlandês, chamado Jorma Palo, a lançar um livro chamado Bodomin Arvoitus, que significa “O Mistério de Bodom”.

Em junho de 1960, Palo estava trabalhando como médico de apoio num hospital próximo ao lago. Entre 12-32 horas após o assassinato, o já citado Hans Assman foi ao hospital usando roupas ensangüentadas, e num estado psicológico conturbado. Os médicos logo perceberam que o sangue não era dele. Assman não falava finlandês, e eles não conseguiram se comunicar.

Hans Assman 
Palo e os outros médicos tentaram chamar a polícia ao hospital, mas não foram levados a sério, pois já haviam dado várias pistas parecidas. Pouco depois, Hans Assman saiu do hospital e a polícia nem ao menos quis interrogar Palo, que até hoje está convencido de que Assman era o assassino. Contudo, a polícia o interrogou em Março de 2003, chegando à conclusão de que Assman tinha um álibi muito bom.

Nils Wilhelm Gustafsson

No início de 2004, a polícia finlandesa surgiu com novas evidências e, surpreendentemente, prendeu Nils W. Gustafsson, o único sobrevivente do crime. Segundo a polícia, as evidências apontam Nils como o culpado pelos crimes. Agora, ele foi libertado e espera pelo julgamento em liberdade.

Mas será mesmo que Nils é realmente o culpado? Nils seria capaz de se golpear tantas vezes? Segundo vários relatos, após os crimes Nils teve sérios distúrbios mentais. Seria ele um psicopata? A polícia finlandesa acredita que sim, e vai tentar provar nos tribunais que tem razão.

As últimas informações que se têm, são de que Nils Gustafsson, trabalha como motorista de ônibus, em Espoo. Hoje ele tem mais de 60 anos e já deveria estar aposentado. 

O Mistério

Já se passaram mais de 40 anos, e o caso não foi resolvido. Há inúmeras teorias, 70 principais suspeitos, centenas de suspeitos menores, mais de 3700 pessoas interrogadas, e teorias sobre dois assassinos. Já se levou em consideração a possibilidade de um ritual, ou assassinatos seriais. Até hoje a polícia trabalha no caso, mas não há muita esperança de encontrarem uma solução, pois tanto o assassino, quanto possíveis testemunhas, provavelmente já faleceram.

 Os corpos

Os cadáveres dos garotos, hoje, descansam em túmulos localizados em Vantaa e servem como lembrança do crime brutal. Além disso, uma pequena cruz de madeira foi fincada na área de camping de Hästbergen, como uma homenagem às vítimas inocentes.

5.28.2012

Sereias (The Sea Maidens)


As Sereias (The Sea Maidens), de Evelyn de Morgan, 1885-6
Adicionada por Ictoon

Os Abismos do Mar, de Edward Burne-Jones (1887)
Adicionada por Ictoon
No folclore europeu medieval e moderno, as sereias são seres aquáticos com a cabeça e o torso de uma mulher e a cauda de um peixe. Romances modernos de fantasia às vezes fazem suas metades inferiores serem mais semelhantes à de um golfinho.
Índice [mostrar]
Etimologia Editar
A palavra portuguesa "sereia" e suas equivalentes em outras línguas latinas derivam do grego Σειρήν, Seirến, nome de um ser mitológico de aparência muito diferente, mas que também é chamado pelo mesmo nome. Este verbete refere-se ao conceito moderno de sereias, para o grego, veja Sereias gregas ou Sirenas.
Nomes dados à sereia medieval e moderna em outras línguas: mermaids (de mere, "mar" em inglês medieval, e maid, "moça" ou "virgem") em inglês; zeemeermin ou meermin em holandês; Meerjungfrau, Seejungfrau ou Fischweib em alemão; havfrue em dinamarquês e norueguês; sjöjungfru ou havsfru em sueco; merenneito ou vedenneito em finlandês; sirène em francês; sirena em castelhano e italiano.

No português, como em outras línguas latinas, os equivalentes masculinos das sereias são chamados de tritões nome de seres da mitologia grega que eram representados como homens-peixes e não estavam relacionados às antigas sirenas. Em inglês, o tritão é chamado merman; em holandês, meerman ou zeemeerman; em alemão, Wassermann; em dinamarquês, havman; e em finlandês, vetehinen.


Origem Editar

Uma Sereia, de John William Waterhouse (1905)
Adicionada por Ictoon
Ao longo da Idade Média, a começar pelas regiões do Mediterrâneo, a sereia como mulher-peixe suplantou a mulher-pássaro do mito grego como a criatura que supostamente levava à perdição dos marinheiros, como mostra a evolução do significado de Seirến no português e em outras línguas latinas. A transformação pode estar relacionada ao desenvolvimento da navegação (devido, entre outras coisas, à invenção do leme) que permitiu aos navios viajar pelo alto mar, onde se supõe que as novas sereias vivam, fora de vista das rochas costeiras onde as antigas sirenas supostamente se empoleiravam.
Tanto sirenas quanto sereias têm talentos musicais; as sirenas cantam e tocam flauta e lira, enquanto as sereias dependem apenas de suas vozes e seus únicos apetrechos são pentes e espelhos. Supõe-se que as sereias podem causar e acalmar tempestades à vontade e que, como a Esfinge, elas podem levar homens a armadilhas com questões e enigmas.

Na Idade Média e Moderna, as sereias foram vistas como criaturas naturais, como uma espécie de animal, não como seres sobrenaturais. Nos bestiários e nos sermões as sereias eram comparada com as atrações fatais da riqueza, do sexo e da bebida. Por essa razão, são relativamente comuns na arte sacra, como decoração de igrejas e altares. Freqüentemente, aparecem segurando um peixe, para simbolizar o cativeiro da alma do cristão arrastado para o pecado por encantos e pela adulação.

Foi como símbolos de vaidade que elas adquiriram pente e espelho, não vistos na arte clássica. Na heráldica, é comum a representação de "sereias em sua vaidade", segurando esses apetrechos, para simbolizar a eloqüência atribuída ao portador do brasão ou a seus antepassados.

Supunha-se que as sereias, embora tivessem inteligência humana, não tinham alma. Podiam, entretanto, conseguir uma alma se aceitassem ser batizadas ou, segundo algumas versões, se elas se casassem com um humano.

Oriente Médio Editar
Segundo Diodoro Sículo, Derketo, era uma deusa que amou um pastor mortal e teve com ele uma filha, a futura rainha Semíramis. Envergonhada, Atargátis pulou em um lago e tomou a forma de um peixe. Inicialmente, era representada como um peixe com cabeça e pernas humanas, como o deus babilônio Ea, mas mais tarde, segundo Luciano de Samósata, passou a ser representada com a forma de uma sereia.
Grécia Editar
Uma lenda popular na Grécia, provavelmente de origem medieval, diz que Thessalonike, irmã de Alexandre, o Grande, tornou-se uma sereia após a morte. Ela vive no mar Egeu e quando marinheiros a encontram ela lhes faz uma só pergunta: "O rei Alexandre vive?" (em grego: Ζει ο βασιλιάς Αλέξανδρος;), os marinheiros devem responder "Vive e ainda reina" (em grego: Ζει και βασιλεύει). Qualquer outra resposta a deixará furiosa e a transformará numa górgona, condenando o navio e todos os marinheiros a bordo.
Inglaterra Editar

O Bebê da Terra, de John Collier (1899)
Adicionada por Ictoon
As sereias aparecem no folclore britânico tanto para prever desastres quanto para provocá-los. Elas podem também ser um sinal de mau tempo. Às vezes, porém, mostram-se mais benéficas e dão meios de cura a humanos. Os tritões são também citados, como mais feios e selvagens que as sereias, mas com pouco interesse por humanos.
A julgar por crenças similares na Europa do Norte, o povo do mar do folclore inglês originalmente não tinha cauda de peixe, mas foi influenciado pelo desenvolvimento da concepção mediterrânea de sereia na Idade Média.

Diversas variantes da balada Sir Patrick Spens descrevem uma sereia que fala aos navios condenados; em algumas, ela lhes diz que nunca verão terra outra vez, e em outras, ela afirma que há uma costa próxima, o que eles são sábios o suficiente para compreender que significa a mesma coisa.

Cornualha Editar
Em Zennor, Cornualha, uma sereia apaixonou-se por um rapaz e o atraiu para o mar.
Perto da península de Lizard, também na Cornualha, um homem chamado Lutey ajudou uma sereia encalhada a voltar para a água. Ela lhe deu seu pente e disse que ele e seus descendentes seriam capazes de quebrar os feitiços das bruxas e controlar demônios, mas nove anos depois ela voltou e o arrastou para as ondas.

Na década de 1840, o folclorista Robert Hunt ouviu que várias famílias da Cornualha diziam ter poderes fantásticos por serem descendentes de uma sereia ou tritão. Por outro lado, uma sereia arruinou a baía de Padstow com bancos de areia, porque alguém ali atirou nela.

Gales Editar
As sereias da fronteira galesa não vivem no mar, mas em lagos e rios. Em Marden (Herefordshire) o sino de uma igreja caiu uma vez em uma poça profunda de um rio, onde uma sereia o agarrou. Em Child's Ercall (Shropshire) a sereia de um lago oferecia a alguns homens ‘um pedaço de ouro, grande como a cabeça de um homem, e estava bem perto’, quando um deles disse um palavrão de espanto e ela gritou e desapareceu.
Escócia Editar
Uma conhecida citação de sereias aparece em "O Senhor de Lorntie", que Robert Chambers narra em Popular Rhymes of Scotland:
"O jovem Senhor de Lorntie, em Forfarshire, regressava certo dia tarde da caça, acompanhado somente por um criado e dois cães galgos, quando, ao passar junto de um lago solitário situado a cerca de três milhas ao sul de Lorntie, e que naquela época estava completamente rodeado de bosque, ouviu os gritos de uma mulher que parecia estar afogando-se. {C Sendo de caráter intrépido, o jovem lorde pulou do cavalo e se dirigiu para a margem do lago, e ali viu uma bela mulher que lutava com a água e parecia estar afogando-se.

-"Socorro, socorro, Lorntie!", exclamou. {C "Socorro, Lorntie, socorro, Lor...."

E as águas, penetrando em sua garganta, pareceram afogar os últimos sons de sua voz. O Lorde, incapaz de resistir a um impulso de humanidade, se lançou ao lago, e quase ia agarrar os loiros cabelos da moça, que flutuavam como madeixas de ouro sobre a água, quando seu criado o segurou por trás e o obrigou a sair do lago. {C O servo, mais perspicaz que seu amo, se deu conta que aquela era um espírito aquático. {C "Espera, Lorntie, espera um instante!", exclamou o fiel servo, "aquela dama não era outra, Deus nos proteja! que uma sereia!" {C Lorntie, imediatamente reconheceu que ele falava a verdade, e quando montava no cavalo, se viu confirmada, pois a sereia, tirando meio corpo para fora da água, exclamou um voz de frustração e ferocidade diabólica:

"Lorntie, Lorntie, se não fosse por teu criado, teria seria sido uma presa muito fácil!".

Irlanda Editar

O Beijo da Merrow, de Liza Paizis
Adicionada por Ictoon
{C
Na Irlanda, sereias e tritões são chamados de merrows, murdhuacha, moruadh, moruach, muir-gheilt, samhghubha ou suire.
Da cintura para baixo, as sereias são peixes. Da cintura para cima, são belas jovens com pele pálida, olhos escuros e cabelos compridos. Os tritões são feios, com pele, dentes e cabelos verdes, nariz vermelho e adunco, e olhos pequenos e estreitos.

São geralmente de natureza pacífica e benévola para com os humanos, com os quais às vezes se casam. Os filhos desses casamentos têm membranas entre os dedos das mãos e dos pés e, às vezes, também uma pele escamosa.

Todos têm membranas entre os dedos e podem se transformar em humanos e animais terrestres com ajuda de uma capa mágica de penas vermelhas. Se a capa for roubada, serão incapazes de retornar a seu mundo subaquático. Nas lendas, esse é um recurso freqüentemente usado por mortais para conquistar uma noiva merrow [1].

Há uma lenda sobre uma jovem chamada Liban, filha de Eochaid e Etain, que foi surpreendida pela enchente de uma fonte sagrada que havia sido negligenciada. Ela foi carregada a uma caverna submarina junto com seu cão, enquanto o resto de sua comunidade, exceto Conang e Curman, foi destruído. Liban ficou presa por um ano até que ela rezou para que pudesse ser como os peixes. Foi então transformada, tornando-se como um salmão da cintura para baixo. Seu cão tornou-se uma lontra.

Como sereia, Liban ficou livre, mas permaneceu debaixo d'água até que, 300 anos depois, um clérigo chamado Beoc a ouviu cantar. Ela lhe pediu para que a tirasse d'água e a levasse para Saint Comgall. Liban foi batizada e foi-lhe dada a escolha entre mais 300 anos de vida ou entrar imediatamente no Céu. Ela escolheu a segunda opção e sua imagem foi esculpida em muitas das colunas e assentos das igrejas construídas na estrada que ela tomou para Saint Comgall [2].

Ilha de Man Editar

Um Bebê da Água, Herbert Draper, 1900
Adicionada por Ictoon
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Na ilha de Man, entre a Grã-Bretanha e a Irlanda, as sereias são chamadas ben varrey e os tritões, dinny-mara. Há uma lenda na qual um pescador carregou uma ben varrey encalhada de volta ao mar que, como recompensa, lhe disse como encontrar um tesouro. Mas o pobre e ignorante pescador não reconheceu o valor do ouro da Armada Espanhola e o jogou de volta ao mar.
Outra lenda fala de uma sereiazinha que quis a boneca de uma menina e a roubou. A mãe da sereiazinha lhe deu uma bronca e a fez devolver a boneca, junto com um colar de pérolas.

Uma história conta de uma ben varrey amistosa que vivia perto de Patrick. Durante uma estação de pesca, quando os barcos do porto de Peel pescavam além do promontório de Spanish Head, a sereia subitamente ergueu-se da água e grigou shiaull er thalloo! ("velejem para terra!"). Os pescadores que haviam aprendido a confiar nos conselhos dessa sereia imediatamente levaram seus botes para os abrigos. Aqueles que não atenderam ao aviso perderam todo o equipamento e alguns perderam a vida [3].

Dinamarca Editar

A Dama do Mar, de Edvard Munch (1896)
Adicionada por Ictoon
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Na Dinamarca, as havfruen são muito belas e podem ser vistas a pentear os longos cabelos loiros na superfície do mar, a apascentar seu gado branco como leite nas dunas, ou ainda em meio às brumas que flutuam sobre o mar no início do verão. Essas aparições geralmente prenunciam tempestades e mau tempo.
Essas sereias podem tanto ser benévolas quanto malévolas e têm o dom da profecia. O nascimento do rei dinamarquês Cristiano IV foi previsto por uma sereia.

Há histórias de sereias que visitam as fogueiras feitas por pescadores no litoral, à noite, na forma de uma bela jovem molhada e sofrendo com o frio. Qualquer um que se deixe seduzir pode ser arrastado por ela a seu mundo subaquático, junto com todos os outros corpos de afogados que jamais retornam à superfície [4].

O havman ou havmand (havstrambe na Groenlândia) é descrito como tendo a forma de um belo homem, às vezes com pele azul e tendo cabelo e barba negros ou verdes. Quando não está em seu lar subaquático, pode ser visto nas escarpas e cavernas rochosas da costa. Geralmente é considerado benigno enquanto não for perturbado [5].


A Pequena Sereia, de Edvard Eriksen (1913)
Adicionada por Ictoon
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Modernamente, as sereias dinamarquesas são conhecidas principalmente pelo conto A Pequena Sereia (Den lille havfrue, no original dinamarquês), de Hans Christian Andersen. Ela vive no fundo do mar com o pai, rei do mar; sua avó e suas cinco irmãs mais velhas. Quando uma sereia chega aos 15 anos, permitem-lhe nadar à superfície para olhar o mundo exterior. Quando as irmãs chegam à idade apropriada, uma a a cada ano, a Pequena Sereia ouve ansiosamente suas histórias sobre o mundo da superfície.
Quando chega a vez da Pequena Sereia ela chega à tona, vê um navio com um belo príncipe e se apaixona por ele. Uma grande tormenta chega e a Pequena Sereia salva o príncipe do afogamento e leva-o, inconsciente, à costa, perto de um tempolo. Ali espera até que uma jovem encontra o príncipe, que não chega a ver sua salvadora.

A Pequena Sereia pergunta à avó se humanos podem viver para sempre, caso não se afoguem. Ela explica que eles têm uma vida muito mais curta que os 300 anos do povo do mar, mas quando as sereias morrem, desfazem-se em espuma e deixam de existir, enquanto os humanos têm uma alma imortal que vive no Céu. A Pequena Sereia, ansiando pelo príncipe e por uma alma imortal, visita a Bruxa do Mar, que lhe vende uma poção que lhe dá perna em troca de sua língua; e a Pequena Sereia tem a mais bela voz do mundo. Beber a poção a fará se sentir como se uma espada a atravessasse e andar sobre seus pés lhe parecerá como andar sobre facas. E ela só conseguirá uma alma se o príncipe a amar e casar-se com ela, pois então uma parte de sua alma fluirá para ela. De outra forma, ao amanhecer do primeiro dia depois que ele csar-se com outra mulher, a Pequena Sereia morrerá de coração partido e se tornará espuma do mar.

A Pequena Sereia bebe a poção e encontra o príncipe, que se sente atraído por sua graça e beleza mesmo se ela é muda. Mais que tudo, gosta de vê-la dançar e ela dança para ele, apesar de sentir dores horríveis. Quando o pai do príncipe ordena ao filho que se case com a filha do rei vizinho, o príncipe diz à Pequena Sereia que ele não pode fazer isso, porque não ama aquela princesa. Prossegue e diz que só amará a jovem do templo, mas diz que a Pequena Sereia está começando a tomar o lugar da garota do templo em seu coração. Acontece que a princesa é a jovem do templo, ao qual havia sido enviada para ser educada. O príncipe a ama e o casamento é anunciado.

O príncipe e a princesa se casam e o coração da Pequena Sereia se parte, quando ela pensa em tudo de que desistiu e em toda a dor que sofreu. Ela se desespera, mas antes do nascer do Sol, suas irmãs lhe dão uma faca que a Bruxa do Mar lhes deu em troca de seus cabelos. Se a Pequena Sereia matar o príncipe com a faca, ela se tornará de novo uma sereia e viverá sua vida plena.

Mas a Pequena Sereia não consegue se decidir a matar o príncipe que dorme com sua noiva. Ao nascer do Sol, ela atira-se no mar e seu corpo se dissolve em espuma, mas em vez de cessar de existir, ela sente o calor do Sol. Ela transformou-se em um espírito, uma filha do ar. As outras filhas do ar lhe dizem que ela se tornou como elas porque se esforçou de todo coração para ganhar uma alma imortal. Se fizer por merecer sua própria alma fazendo boas ações, um dia alcançará o reino de Deus.

Brasil Editar
Segundo Câmara Cascudo[6], a presença das sereias no folclore brasileiro é produto de um processo de convergência com as lendas européias que se deu no século XIX. Aparecem para seduzir pelo canto os navegadores e pescadores e fazê-los naufrager e morrer. Mostram-se, às vezes, aos pescadores, que se apaixonam e atiram-se n'água, morrendo afogados. Confundem-na com a Mãe-d'água, que originalmente era a Cobra-grande e não tinha processo algum de sedução, e também como Iemanjá, freqüentemente representada como uma sereia européia, loura e de olhos azuis.
Sereias na Idade Moderna Editar

Anúncio da "Sereia de Fiji" do circo de P.T. Barnum
Adicionada por Ictoon

Desenho contemporâneo da "Sereia de Fiji", de 1850
Adicionada por Ictoon

Robert Ripley apresenta uma "sereia" no seu programa "Acredite se Quiser" (Believe it or Not)
Adicionada por Ictoon
Ao contrário de outros seres semi-humanos do mito e do folclore, como os centauros, as sereias continuam a ser alegadamente vistas até nossos dias. É como se houvesse o desejo de provar que são reais. Outra expressão desse desejo de acreditar é o aparecimento de sereias falsificadas e exibidas em feiras e circos, geralmente feitas com o torso superior de um macaco e a cauda de um salmão.
Alguns animais lendários do folclore e da criptozoologia supostamente podem se mostrar como sereias: é o caso de Morag, o monstro do lago Morar.

Na era dos Descobrimentos, ver uma sereia era quase obrigatório para os exploradores. Mapas dos séculos XVI e XVII comumente apresentam sereias nos mares pouco explorados. Cristóvão Colombo viu três perto do Haiti. Sir Richard Whitburne viu uma quando descobria a Terra Nova em 1610, e a tripulação de Henry Hudson viu outra. Em todos os casos, os relatos comparam o que foi visto com as imagens da arte - Colombo achou suas sereias menos bonitas e mais masculinas do que esperava.

Em 3 de novembro de 1523, o médico Ambrosius Paré relatou ter visto um tritão do tamanho de um menino de cinco anos e era "como um homem até o umbigo, exceto pelas orelhas; no resto do corpo se assemelhava a um peixe.

Os homens de Hendrik [Henry] Hudson viram uma sereia em 15 de junho de 1608: "do umbigo para cima, suas costas e seios eram como os de uma mulher (...) sua pele era muito branca e o longo cabelo, de cor negra, caía para trás. Ao mergulhar, viram sua cauda, que era como a cauda de um golfinho, mas pintada como a de uma cavala.

Em 1620, o capitão Richard Whitbourne viu uma sereia quando estava à beira da baía de St. John, na Terra Nova. Seu rosto era belo, mas tinha listras azuis na pele no lugar de cabelo. As proporções de sua cauda eram "como uma flecha de farpas largas".

Em 1614, o capitão John Smith, navegando nas Índias Ocidentais, viu uma sereia "nadando com toda a graça possível perto da costa". Como Paré, observou que as orelhas eram muito longas, mas que de resto ela era bela. Seu cabelo era verde e ela era um peixe da cintura para baixo.

Em 1717, uma sereia foi capturada perto da ilha de Bornéu. "Tinha 59 polegadas (1,5 metro) de comprimento e suas proporções eram como as de uma enguia." Teria vivido quatro dias em cativeiro. Recusou-se a comer e fez e sons lastimosos como os de um camundongo. O relato desses eventos, de 1754, sugere que sereias mortas nunca eram encontradas porque sua carne apodrece muito rapidamente. Nas proximidades, em 1652, mais de 50 pessoas haviam visto um tritão e uma sereia, ambos cinza-esverdeados com corpos afilados, nadando lado a lado.

Em 1739, pescadores perto da cidade de Exeter viram um tritão com pés palmados e uma cauda como a de um salmão. Seu nariz era "algo deprimido" e tinha cerca de 4 pés (1,2 metro) de comprimento.

Em Campbelltown, Escócia, em 1811, um agricultor andava à beira-mar quando viu algo branco sobre uma rocha negra a alguma distância da costa. Ele escalou as rochas até poder vê-lo: era um tritão de pele branca com uma cauda cinza-avermelhada. Tinha cabelo comprido e entre 4 e 5 pés (1,2 a 1,5 metro) de altura. Dias depois, uma jovem da vila viu um tritão mergulhar de uma rocha no mar. Tinha cabelo escuro e comprido, pele branca e uma cauda castanho-escura e afilada.

Em Port Gordon, Escócia, pescadores viram um tritão com braços notavelmente compridos, boca grande e cabelo encaracolado curto e verde-acinzentado. Mergulhou para fora da vista e então retornou com uma sereia para ver os pescadores.

Em 1842, o conhecido diretor de circo P. T. Barnum apresentou a "Sereia de Fiji" e a anunciou como algo digno de se ver. Era uma fraude feita com uma cabeça de macaco, o torso de um bebê organgotango e a cauda de um peixe. Seus anúncios davam a impressão de que se poderia ver a sereia viva, mas obviamente o que se mostrava era esse grotesco espécime preservado. Esse exemplar foi perdido em um incêndio do circo de Barnum na década de 1860, mas foi amplamente imitado por montagens semelhantes de outros circos e espetáculos de monstruosidades, até os dias de hoje.

Em 1931, na ilha escocesa de Benbecula, uma sereia morta foi encontrada e enterrada perto da costa pelo xerife. "A parte superior da criatura era do tamanho de uma criança bem-alimentada de três ou quatro anos, com um seio anormalmente desenvolvido". Ela tinha cabelo escuro e longo e pele branca. "A parte inferior do corpo era como a de um salmão, mas sem escamas".
Adicionada por Bruno SM
Em 1938, um Dr.Donnelly pescava perto das Ilhas Virgens quando viu uma sereia. Todos os dias, por uma semana, ela seguiu seu barco, agarrando-se à sua linha de pescar e então, quando ele puxava o anzol vazio, aparecia à superfície e ria. Seu cabelo era curto e penugento. Sua pele era branca como a barriga de um peixe. Não era bela, mas o médico relatou que parecia ter inteligência humana [7].
É possível que muitas dessas sereias tenham sido peixes-bois e outros mamíferos aquáticos semelhantes, hoje classificados cientificamente como "sirenídeos" ou ainda focas e outros pinípedes.

Entusiastas da criptozoologia também costumam especular (alguns com seriedade, outros ironicamente) sobre a possibilidade de um ramo hominídeo evoluído a partir de "macacos aquáticos", levando em conta a hipótese de Alister Hardy, que especulou sobre a possibilidade de a ausência de pelos nos humanos, em comparação aos seus parentes mais próximos entre os macacos, estar relacionada a uma etapa semi-aquática de sua evolução.


5.24.2012

A terra vista do espaço



5.16.2012

2012 - Fim do Mundo é Adiado

2012 - Fim do Mundo é Adiado

Cientistas descobrem calendário astronômico Maia mais antigo
já documentado

Washington, 10 mai (EFE).- Uma equipe de pesquisadores dos
Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira a descoberta do calendário Maia mais
antigo documentado até o momento, que data do século IX, pintado nas paredes de
um habitáculo encontrado na cidade de Xultún (Guatemala).
O calendário documenta ciclos lunares e o que poderiam ser planetários,
explicaram em entrevista coletiva os arqueólogos William Saturno, da
Universidade de Boston, e David Stuart, da Universidade do Texas-Austin.
A descoberta, publicada nesta semana pela revista "Science", desmonta a
teoria dos que preveem o fim do mundo em 2012 baseando-se nos 13 ciclos do
calendário Maia, conhecidos como "baktun", já que o sistema possui, na verdade,
17 "baktun".
"Isto significa que há mais períodos que os 13 (conhecidos até agora)",
ressaltou Stuart, para quem o conceito foi "manipulado". Ele disse que o
calendário Maia continuará com seus ciclos por mais milhões de anos.
Os hieróglifos pintados no que poderia ser um templo da megacidade de Xultún,
na região guatemalteca de Petén, é vários séculos mais antigo que os Códices
Maias escritos em livros de papel de crosta de árvore do período Pós-clássico
tardio.
Os especialistas destacam que há glifos e símbolos que, segundo Stuart, só
aparecem em um lugar: o Códice de Dresden, que os maias escreveram muitos
séculos mais tarde" e que se acredita ser do ano 1.250. (UFA!)
"Nunca tínhamos visto nada igual", assinalou Stuart, professor de Arte e
Escritura Mesoamericana, encarregado de decifrar os glifos. Ele destacou que se
trata das primeiras pinturas maias encontradas nas paredes de um habitáculo.
O quarto, segundo os especialistas, faz parte de um complexo residencial
maior. Os pesquisadores lamentam que parte do quarto tenha sido danificada por
saqueadores, mas foi possível conservar várias figuras humanas pintadas e
hieróglifos negros e vermelhos.
Em uma delas aparece a figura do rei com penas azuis e glifos perto de seu
rosto que, segundo decifraram, significam "Irmão Menor".
A parede contém uma série de cálculos que correspondem ao ciclo lunar,
enquanto os hieróglifos da parede norte acreditam que poderiam se relacionar com
os ciclos de Marte, Mercúrio e, possivelmente, Vênus.
Os autores indicam que o objetivo de elaborar esses calendários, segundo os
estudos realizados a partir dos códices maias encontrados previamente, era o de
buscar a harmonia entre as mudanças celestes e os rituais sagrados, e acreditam
que essas pinturas poderiam ter tido o mesmo fim.
"Pela primeira vez vemos o que podem ser registros autênticos de um escrivão,
cujo trabalho consistia em ser o encarregado oficial de documentar uma
comunidade maia", assinalou Saturno. Em sua opinião, parece que as paredes
teriam sido utilizadas como se fossem um quadro-negro para resolver problemas
matemáticos.
De acordo com os cientistas, poderia se tratar de um lugar onde se reuniam
astrônomos, sacerdotes encarregados do calendário e algum tipo de autoridade,
pela riqueza na decoração das pinturas nas paredes, que também utilizaram para
fazer suas anotações.
A pesquisa continua aberta para determinar que tipo de quarto se trata, se
era uma casa ou um habitáculo de trabalho e se era utilizado por uma ou várias
pessoas.
"Ainda nos resta explorar 99,9% de Xultún", lembrou Saturno, que afirmou que
a grande cidade maia descoberta em 1915 proporcionará novas descobertas nas
décadas vindouras. EFE

Na verdade, era Jackie, a estripadora

Na verdade, era Jackie, a estripadora
O historiador John Morris lançou um livro com uma tese polêmica:
Jack, o estripador era, na verdade, uma mulher. Na obra Jack the Ripper: The
Hand of a Woman
(Jack, o Estripador: a Mão de uma Mulher), ele
afirma que Lizzie Williams (foto) era a autora dos crimes cometidos na cidade
inglesa de Whitechappel em 1888.
Lizzie matava e arrancava o útero das vítimas por não poder ter filhos. Sir
John Williams, marido de Lizzie, era médico e também participou de alguns desses
crimes. A alegação do autor é que os objetos de uma das vítimas foram deixados
de "maneira feminina" na cena do crime.
Morris também dá ênfase a outros indícios: botões de um sapato feminino na
cena de um dos crimes e resquícios de uma capa, uma saia e um chapéu femininos
nas cinzas de uma das vítimas - que não vestia nenhuma dessas peças. As
pesquisas foram feitas por Morris e seu pai em diversos registros médicos e
policiais da época.
No total, cinco mulheres foram assassinadas - todas eram prostitutas na
região de East End, em Londres. Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth
Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly foram mortas em um período de dez
semanas e todas tiveram o útero arrancado - para Morris, um índicio crucial e
sempre ignorado na elucidação dos crimes.

5.14.2012

WZOU


Tudo sobre WZOU
O WZOU é

O Krav Maga dos Anjos, é outra forma de meditação
que reune Gade e Simeão, todas estas tribos mas estas duas tem papel
fundamental.

Neste treinamento nosso corpo e nossa alma se ligam
as hierarquias celestes de Abrãao e são importantes para o conhecimento
que a pessoa adquire destas hierarquias

queridos irmãos


hoje nossa luta é espiritual, oração, jejum, meditação

mas naquele dia quando a igreja for levada irmãos

os que ficar aqui vão ter que lutar

o Krav Maga será usado tanto pelo povo de Dã
como pelo povo 144.00 que depois voltará de lá
do paraiso

para lutar contra os escorpiões

lembrem que eles so ficarão 3 anos e meio lá;

O WZOU é um nome cósmico que não tem explicação terrena, pode significar
tanto a arte dos animais ou principios fundamentais do cosmos como a
arte dos querubins, é mais ou menos isso.





São 144 principios cosmicos que podemos chamar de estruturas ou querubins.


50 animais terrestres.
50 principios de mundos paralelos
44 de mundos celestes superior ou etéricos, no caso dos escorpiões estes 44 são do abismo.

O WZOU dos anjos tem seu oposto no Wzou do escorpião que vem do abismo.





O abismo cosmico de fora da galaxia.

para
entender mais facilmente temos que juntar o Kung Fu com seus muitos
animais e estilos e o Krav Maga com a arte de auto defesa e desarme
junto e chegaremos um pouco mais perto do WZOU.





A
diferença é que quando for praticado por 144.000 e por escorpiões o
combatente tera poderes, tipo saltos fenomenais, para eles não existe a
lei da gravidade, invisibilidade, teleportação e a possibilidade de
entrar em mundos paralelos.

GADE
A tribo dos guerreiros, os que farão a confusão mesmo, na luta com os escorpiões.

São treinados nas artes marciais, serão treinados.

guardiães, guerras, enviados para luta em outros mundos, planetas da barreira ou fronteira.

SIMEÃO TRABALHA MAS É NOS MUNDOS PARALELOS, NÃO NOS ESPAÇOS DE
TUNEIS COMO RUBENS E SIM COMANDA MUNDOS PARALELOS, CHAMADOS DE TORRES.

TORRES SÃO MUNDOS PARALELOS QUE INFLUENCIAM O NOSSO.

mestres do Wzou, vão ensinar a arte marcial dos anjos ao mundo e vão defender a terra de
qualquer invasão.

impedindo que novos seres do espaço, aliens, invadem a terra
contato com Bnei Elohins


5.08.2012

O Diabo de Nova Jersey - 350 anos de misterio

O Diabo de Nova Jersey - 350 anos de misterio....
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O diabo de Jersey causa intrigante mistério há mais de 350 anos em Nova Jersey, e muitos tentam esclarecê-lo.


As aparições do Diabo de Jersey tem ocorrido para vários tipos de pessoas, tais como para médicos, advogados, policiais e cidadãos respeitáveis.
Particularmente, em 1.800 um anormal insight ocorreu quando o comandante Stephen Decatur estava operando com um canhão com seus homens.
Repentinamente uma abominável criatura ficou voando direto no fogo do canhão, mas nada aconteceu.
Joseph Bonaparte, rei da Espanha, e seu irmão Napoleão, estavam caçando, viu o Diabo de Jersey, em 1.816 e em 1.839.
Particularmente, 1.840 foi um período de estranhas aparições. Grandes quantidades de carneiros e galinhas foram mortas por criatura não identificada. Muitas pessoas viram as pegadas de criaturas desconhecidas, e ouviram gemidos na vizinhança.
Uma das aparições ocorreu em 1.899, que o jornal de Filadelfia publicou, envolve o senhor George Saarosy, o qual, através da janela, o viu voando.
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As aparições são classificadas em pré-1.909; 16 e 23 de janeiro; e pós 1.909.
As aparições em torno do ano de 1.909, durante a semana de 16 a 23 de janeiro, todo o estado de Nova Jersey foi aterrorizado por um estranho habitante, que ninguém se atrevia a sair mesmo durante o dia. As escolas ficaram fechadas, as fábricas suspenderam o trabalho, porque os empregados não queriam sair de casa. Os cães, galinhas e gatos foram encontrados completamente mutilados. Havia pegadas bizarras em tôda Nova Jersey, Filadelfia e região de Delaware.

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O zoológico de Filadelpia, pilheriando, ofereceu $10,000 em prêmio pela captura da criatura.
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Essas aparições foram noticiadas no The Philadelphia Record.
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Thack Cozzens, em 16 de janeiro, um sábado, em Woodbury, Nova Jersey, o viu no acostamento da estrada. Esse fato está no livro de James Maloy e Ray Miller, The Jersey Devil, "I first heard a hissing sound. Then, something white flew across the street. I saw two spots of phosphorus--the eyes of the beast... It was as fast as an auto."
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Mr. and Mrs. Nelson Evans, de Gloucester, foram despertados tarde da noite por alguma coisa em seu quintal, porque ouviram um som sibilante na soleira da porta; quando abriu a porta, encontrou pegadas de casco de animal na neve.
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Mrs. Cassidy, de Clayton, acha que era um pássaro chamado Scrowfoot Dick. Porém, há um problema nessa descrição, são muito pequenos. Outros acham que era um Sand Hill Crane, porém, ele não mata animais.
O professor Bralhopf acredita que seja um animal pré-histórico the tracks were made by some prehistoric animal form the Jurassic period, possivelmente um Pterodactyl.
Outros, acreditam que o animal seja o filho deformado da senhora Leeds, que nasceu em 1.735, o qual perdeu sua natureza humana.
Desde então, de quando em quando, a criatura foi vista por várias pessoas em locais diferentes, e dizem que Pine Barrens, conhecido por Leeds Point é a sua atual residência. As pessoas ali residentes respeitam esse fato... ou lenda.
Desenho do diabo de Jersey publicado em 1.920
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Loren Coleman também dedicou um capítulo ao Diabo de Jersey em seu livro Mysterious America: The Revised Edition.
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O Diabo de Jersey foi objeto dos filmes The Last Broadcast, com David Beard, Lance Weiler, Jim Seward e Stefan Avalos e The 13th child, legend of the Jersey devil, com Michelle Maryk, Cliff Robertson e Robert Guillaume.
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Tal como o homem mariposa, essas criaturas ''parecem rondar'' a terra, alguem duvida ?

5.02.2012

Dia das Mães

No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa. Vamos entender um pouco mais sobre a história do Dia das Mães.
História do Dia das Mães
Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os  gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem  homenagens à deusa.
Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele,  mãe dos deuses.
Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada  em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.
Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”.  Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.
Nos Estados Unidos, a idéia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A idéia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional,  foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário. 
Após estes eventos, a data espalhou-se pelo mundo todo, porém ganhando um caráter comercial. A essência da data estava sendo esquecida e foco passou a ser a compra de presentes, ditado pelas lojas como objetivos meramente comerciais. Este fato desagradou Anna Jarvis, que estava muito desapontada em ver que o caráter de solidariedade e amor da data estavam se perdendo. Ela tentou modificar tudo isso. Em 1923, liderou uma campanha contra a comercialização desta data. Embora com muita repercussão, a campanha pouco conseguiu mudar

Cinco de Mayo

O “Cinco de Mayo”, que significa cinco de maio em espanhol, é muitas vezes confundido como a celebração da independência do México. Esse feriado é na verdade chamado de Grito de Dolores, ou El Grito de la Independencia, e é celebrado em 16 de setembro. Cinco de Mayo é o aniversário da Batalha de Puebla, que ocorreu entre o México e a França em 5 de maio de 1862. Quando o México deixou de fazer pagamentos de sua dívida externa para a França em 1861, Napoleão Bonaparte enviou soldados franceses para o México para obter o dinheiro devido pela força. Em Puebla, que fica a cerca de 130 quilômetros a leste da Cidade do México, 4.000 mal-equipados soldados mexicanos lutaram contra cerca de 6.000 soldados franceses liderados pelo comandante Charles Ferdinand Latrille. Sob as ordens do general Ignacio Zaragoza, as forças mexicanas conseguiram matar cerca de 1.000 soldados franceses e recuar o resto para a costa do Golfo do México. Ponto para os hermanos!

libertação das drogas (relato)

Trailer do DVD Das drogas para Jesus Cristo
Meu
http://www.youtube.com/watch?v=4SIx5KEOCpo&feature=related
Testemunho d libertação das drogas

Minha infância foi muito conturbada, pois cresci num ambiente que por tradição familiar quase todos consumiam álcool, gerando em minha vida muitos problemas e traumas. Isso me causou um grande vazio em minha vida. Esse vazio foi preenchido de uma maneira errada, pois conheci o mundo das drogas com o qual me envolvi profundamente. A primeira droga que usei foi à cocaína e depois a maconha. Por ser uma pessoa de muitas amizades influenciei muitas pessoas a usarem drogas também, no começo o vazio que sentia parecia ter sido preenchido, mas depois de alguns meses vi que tinha caído em uma emboscada. Por acreditar desde criança que tinha um chamado espiritual e um forte desejo de ajudar as pessoas, Procurei na umbanda, um dia perguntei ao pai-de-santo se ali tinha algo para mim, ele disse que não, que ali para mim não tinha nada. Então procurei o espiritismo, recebi passes muitas vezes achando que iriam me dizer algo, mas nunca me disseram nada, isso me decepcionou.
Aconteceram algumas tragédias em minha vida, meu pai se suicidou e tive desilusões amorosas, foi ai que me aprofundei mais nos vícios, comecei a me aprofundar e a consumir álcool e cigarro, somado quatro vícios: cocaína, maconha, álcool e cigarro.
O primeiro vicio que fui liberto foi à cocaína, pois começou a estrgar os meus dentes, então me preocupei e decidi a largar a cocaína, hoje sei que já era Deus trabalhando em minha vida. Como larguei a cocaína para compensar a falta me aprofundei ainda mais nos outros vícios, e comecei a me distanciar da família. As dificuldades financeiras começaram a surgir, neste período fiquei desempregado, foi então que comecei a tatuar e aplicar piercing.
Quando eu estava no fundo do poço resolvi procurar ajuda, e comecei a assistir um programa evangélico meio que por acaso. Minha mãe ficava muito triste por eu consumir álcool, por ser um problema que vários anos atormentou nossa família e nessa época eu chorava pedindo a Deus para me libertar do álcool, e Ele atendeu. Fui convidado por amigos para assistir um culto, eu disse que iria só depois que largasse o cigarro e a maconha, foi então que um dia tive uma experiência com Deus e larguei o cigarro.
Comecei a trabalhar na câmara de vereadores e conheci um irmão que começou a falar de Jesus para mim, eu no inicio achava que era tudo loucura, ele me falava da alegria dos irmãos nos retiros e eu pensava que alegria que teriam de ir para retiros e não consumir nada de drogas ou álcool. Passando uns oito meses, numa tarde de segunda-feira, dia 19 de junho de dois mil e seis, tive uma experiência muito linda com Deus, foi quando senti pela primeira vez a Glória de Deus, e no outro dia senti um forte desejo de ir a um culto, pois nunca tinha ido a uma igreja evangélica, eu queria conhecer aquEle Deus rapidamente, porque senti que naquele momento teria total apoio de Deus para me libertar do vício da maconha, pois consumia diariamente.
Já no primeiro culto tive um encontro com Deus, e tive a certeza que era isso que faltava em minha vida, um encontro verdadeiro com Deus.
Hoje sou totalmente liberto de todos os vícios, sou uma pessoa que tenho paz e alegria em minha vida, e digo que só Jesus pode preencher o vazio de seu coração.
As pessoas até podem se livrar das drogas com tratamentos convencionais, mas segue sempre faltando algo e quando acontece algum problema sério acabam recaindo novamente. Mas com Jesus é diferente, quando Ele liberta é por completo, porque Ele tira a vontade, Ele age na fonte, isso só Jesus pode fazer. Quando vêm os problemas você tem a quem recorrer, busca dEle e Ele te dá a força para vencer e isso reforça sua fé e certeza da salvação.Toda a honra e glória é do Senhor sem Ele eu não conseguiria, hoje congrego na 1ª Igreja do Evangelho Quadrangular de Caçapava do Sul. Que Deus abençoe você ricamente em Nome de JESUS

Jesus


"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." João 14:6

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