2.05.2012

Experimentos Científicos

Experimentos Científicos Bizarros
Cientistas malucos sempre foram muito bem exploradores pela literatura e filmes. Muitos deles são somente excêntricos, e acabam surpreendendo a todos positivamente por causa de suas manias e atitudes anormais. Entretanto, outros geralmente possuem um lado sombrio e são capazes de criar grandes atrocidades. Os pesquisadores da lista abaixo não necessariamente possuem má índole, mas seus métodos usados para provar teorias e realizar conquistas são no mínimo assombrosos. Confira 6 experimentos científicos bastante assustadores:

Executado pela Justiça; e pela Ciência

John W. Deering foi assassinado pelos cientistas em 1938. Ele já estava condenado à morte por ter assassinado uma pessoa durante um assalto e assim, teve o direito de concordar com a ideia de que os médicos monitorassem seus batimentos cardíacos durante sua execução a tiros.
No dia 30 de outubro de 1938, o condenado fez sua última refeição e seguiu para cumprir sua pena. Sensores eletromagnéticos foram instalados em seu pulso e Deering foi alvejado pelos tiros de 5 atiradores pago pela cidade de Salt Lake City, nos Estados Unidos
O resultado da experiência registrou um espasmo de 4 segundos no coração de Deering. Pouco tempo depois, o coração teve outro espasmo e o ritmo foi diminuindo lentamente até parar por completo 15 segundos após a vítima ter sido baleada.
Segundo os autores do experimento, os resultados poderiam ser úteis para especialistas em cardiologia, já que mostrava o efeito do medo sobre o ser humano. Os batimentos de Deering foram de 72 bpm para 180 bpm quando ele foi amarrado à cadeira de execução. Mesmo com a aparente calma do preso, a média de batidas por minuto ficou alta até o fim do experimento.



Edgar Hale e Marin Schein, ambos da Universidade da Pensilvânia, se intrigaram com uma questão bastante pertinente e não podia ficar sem resposta: qual seria o mínimo estímulo preciso para excitar um peru a ponto de que tente copular?  Obs.: estamos falando da ave, aquela que faz "gluglu" e sempre é servida como prato na ceia natalina
Tão surpreendente quanto a dúvida dos pesquisadores foi o resultado obtido. Eles usaram um modelo realista da perua e foram removendo partes de seu corpo aos poucos e mesmo sem asas, pés e causa, o modelo continuou sendo atraente para a ave, que tentou copular assim mesmo.
Ainda não satisfeitos, eles foram mais longe: puseram somente a cabeça da perua num palito de madeira e o peru demonstrou interesse por aquilo. Resumindo, a pesquisa de Edgar Hale e Marin Schein concluiu que a ave prefere a cabeça no palito do que um corpo sem cabeça. Cada uma...

O cão de duas cabeças

O terrível experimento de Vladimir Demikhov aconteceu em 1954, quando o mundo ficou chocado ao ver um cão de duas cabeças, criado cirurgicamente. E a monstruosidade do cientista não terminou aí. Ele não implantou somente a cabeça, mas sim toda a região dianteira de um filhote no pescoço de um pastor alemão adulto. Os jornalistas não acreditavam no que viam, ainda mais quando as duas cabeças no animal beberam leite ao mesmo tempo.
A URSS bradava o feito de Demikhov, alegando a superioridade deu seus médicos e durante um período de 15 anos, o cruel cientista criou 20 cães desse tipo e nenhum deles viveu muito tempo. O que mais conseguiu viver durou apenas um mês.
O médico foi pioneiro nas pesquisas de transplantes de órgãos vitais e desejava realizar o primeiro transplante de coração e pulmão em humanos, mas quem conseguiu primeiro foi o sul-africano Christian Barnard, que visitou o laboratório soviético duas vezes e considerava Demikhov  um professor.

Transplante de cabeça de macaco


Por razões óbvias, o feito de Demikhov irritou outra superpotência da época, os EUA. Como resposta, o governo norte-americano financiou Robert White em várias cirurgias experimentais que resultaram no primeiro transplante de cabeça de macaco, em 1970.
A cirurgia demorou horas para ser concluída. Eles conseguiram remover a cabeça de um macaco e a implantaram num novo corpo. Quando o animal acordou, ele passou a seguir o cirurgião com os olhos e demonstrou raiva. O cobaia sobreviveu por apenas 36 horas.

Eletrificação do corpo humano

No ano de 1780, o professor de anatomia Luigi Galvani descobriu que um pouquinho de eletricidade fazia com os membros de um sapo morto se contorcessem. Após essa descoberta, cientistas da Europa decidiram refazer o experimento, só que em cadáveres humanos.
Giovani Aldini saiu em turnê pelo continente europeu apresentando um dos mais bizarros espetáculos que o mundo já viu. O auge de suas apresentações foi em 1803, quando ele aplicou os polos de uma bateria de 120 volts ao corpo de um assassino executado.
Após encostar os fios elétricos na boca e em uma das orelhas do morto, os músculos da mandíbula se estremeceram e parecia que o cadáver estava sentindo muita dor. O olho esquerdo se abriu e parecia encarar seu torturador.
Para concluir, Aldini posicionou os fio na orelha e no reto do cadáver, o que resultou com que o morto se sacudisse inteirinho. Parecia estar se ressuscitando de um modo muito doloroso.

Tomando vômito pela Ciência


No começo do século XIX, o Dr. Stubbins Ffirth sem dúvida foi longe demais para provar sua teoria. Ele notou que a febre amarela era bastante comum no verão, mas sumia no inverno e concluiu que a doença não era contagiosa, e sim causada por uma série de fatores estimulantes.
Para provar isso, o médico de Pensilvânia tinha que expor o máximo possível da doença e mostrar que não havia sido infectado. Primeiramente, ele cortou seu braço e derramou sobre os cortes vômito com sangue dos enfermos. Após isso, ele continuava saudável.
Tempos depois, Ffirth pingou gotas do característico vômito da doença em seus próprios olhos, além de inalar o vapor gerado ao ferver um pouco da mesma substância. Por fim, ele também bebeu copos de vômito e ainda assim não contraiu a doença.
Como estava saudável após suas experiências, ele concluiu que a doença não era contagiosa e como sabemos, se enganou. Ele se esqueceu de colocar o vômito diretamente em sua corrente sanguínea, pois este é o único modo de infecção da febre amarela, o que geralmente acontece pela ação de mosquitos. Mesmo assim, é um milagre ele ter sobrevivido.

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