11.30.2011

ORBS

ORBS
Existem várias teorias de explicação das orbs, desde serem extraterrestres até aqueles que pura e simplesmente negam a sua evidência chamando-lhes reflexos, falsificações ou qualquer outra explicação que a sua pobre mente ceptica, incapaz de encarar qualquer coisa nova, lhe envia para negar tudo que não conheça.
Como disse no inicio do site, este não se destina a especulações religioso-filosóficas e sim a promover a investigação paranormal, logo para nós as Orbs são manifestações de carácter espiritual, aparecendo com muita frequência em locais ditos assombrados, cemitérios, igrejas antigas, junto a cadáveres, mas tambem em reuniões familiares, casamentos,rituais e em todos os locais que essas energias considerem interessantes.
Conforme teoria vigente, as orbs seriam o veículo energético, energia fornecida pelas transferências de cabos eléctricos, nuvens, terra, baterias, e até pessoas, que os espiritos se aproveitam para se manifestarem, assim ficaria explicada a forma redonda que geralmente é a forma que a energia adquire ao ser transferida. Conforme a quantidade de energia assim a orb será mais ou menos densa, poderá estar parada ou em movimento, neste caso aparecendo como um risco de luz nas fotos, embora nos filmes se possa ver bem a forma redonda a movimentar-se, como no caso dos filmes do castelo Craig Y Nos onde uma orb circunda as pessoas e outra sobe a escadas a uma velocidade enorme, tendo sido detectada a nivel mediúnico por Joe Power que nos aconselhou a virar as máquinas para lá, como se pode ver na foto na seção de fotos da investigação psiquica ao castelo.



CUIDADOS A TER NA REALIZAÇÃO DAS FOTOS :

Muitas vezes os detractores da fotografia psíquica têm uma certa razão pois em vez de Orbs de carácter psiquico são reflexos de superficies brilhantes, outras vezes é o luz do flash que encontra poeiras em suspensão ou esporos, assim para que os criticos não possam apontar defeitos e julgar todas as fotos pelo exemplo de meia dúzia, devemos verificar os reflexos, não tirar fotos em locais onde a poeira seja muita , especialmente em locais ou casas arruinadas, devemos andar com cuidado para que no caso de haver fotos com manifestações podemos ter a certeza em relação a essas mesmas fotos .
Pessoalmente gosto de levar 2 máquinas uma digital outra convencional, e tirar uma foto com cada ao mesmo assunto, pois é vulgar uma apanhar uma orb e a outra não, devido muitas vezes ao movimento das orbs e até ao angulo utilizado bem como a distância e potência do flash

.
FOTOS DE ORBS
Assim alêm das precauções acima mencionadas nunca tire fotos :

Nunca fumar nem permitir que alguem fume se estiver a tirar fotos, o fumo do cigarro, com o flash poderá parecer uma manifestação ectoplasmatica

Não segure mais nada nas mãos alem da camera

Tire a correia da camera ou a pega, (tambem cabelos) pois se sem querer forem para a frente da lente, o flash fa-las-à parecer manifestações

Em tempo frio, suspenda a respiração quando tirar as fotos, o vapor da respiração quente poderá contaminar a foto.

Cuidado com os dedos em frente à objectiva

MANTENHA AS LENTES LIMPAS !!!!!!!


Os chamados cépticos, reacionários que tentam a todo o custo denegrir as vanguardas da investigação, especialmente no campo paranormal, e que através da história têm sido ridicularizados, como no caso da anestesia que afirmavam ser fraude, o fonógrafo de Edison, os aviões mais pesados que o ar, e até a simples higiene (lavagem de mãos durante os partos) tudo foi contestado e tentado destruir com pseudos argumentos científicos, pelos tais senhores que se intitulam cépticos.
Ñeste caso utilizam a capacidade de fazerem fotos parecidas ou iguais com a das verdadeiras energias psiquicas, como "prova" da falsidade das mesmas. Hollywood faz tubarões, ursos, e toda a especie de animais nos seus filmes, bem como descidas na Lua, aviões Zero japoneses etc.... e será isso prova que não existem tubarões, ursos, descida na lua ou Zeros????????'
A capacidade de reproduzir fotos, filmes ou sons criados a partir de um computador ou de técnicas de truncagens, não pode invalidar nunca, as experiências de pessoas honestas que apenas procuram aprofundar assuntos que possam contribuir para a espiritualidade individual ou colectiva
http://rasgandoveu.homestead.com/orbs.html

11.23.2011

Ferramenta que lhe colocará na 4ª dimensão ,CORPO ETÉRICO - USEO AGORA

CORPO ETÉRICO - USEO AGORA


Ferramenta que lhe colocará na 4ª dimensão

O corpo etérico é o 4ª corpo, é o que o alinhará com a 4ª dimensão (4ªD). Porque ?
Ele é o que alinha nossos outros 3 corpos (físico, emocional e mental). Nós o usamos, mais ainda muito pouco, isso porque nos prendemos a nosso corpo mental, o da 3ª dimensão, e essa é a que nos prende a noção de tempo, no passado e futuro.

Hoje nossa atenção se concentra mais nos corpos físico, emocional e mental. Nosso corpo físico, nosso emocional e nossa mente. O físico correspondendo a 1ª dimensão, o emocional a 2ªD e o mental a 3ªD.

Com o nosso corpo mental, ou seja, empregando o uso da mente nós ‘dominamos’ o físico e o emocional, os 2 primeiros corpos alinhando os 3 e isso nos coloca na 3ªD. e nós com esses 3 nos prendemos a noção de tempo e espaço.

Temos o Corpo Etérico para acessarmos a 4ªD e quanto mais o usarmos mais adentramos a 4ªD.

O que acontecerá será semelhante ao que aconteceu quando o Corpo Físico da 1ªD começou a usar o Corpo Emocional da 2ªD e assim entrar na 2ªD.

Ou seja: A evolução do mineral, vegetal para o animal.

Eram apenas físicos e desenvolveram o emocional que proporcionou a evolução.
Vejam que os animais são seres mais ligados a emoção, não descontroladas porque ainda não puderam fazer isso usando o mental que ainda vão desenvolver e isso dará a eles a noção de tempo, espaço e estarão também na 3ªD, por enquanto vivem com a noção 2D.
Na 2ªD, eles estão identificados com os 2 primeiros corpos e acontecerá de ‘ganharem’ o terceiro, o Corpo Mental, e com o uso deste vão entrar na 3ªD.

Assim somos nós hoje, identificados com os 3 primeiros corpos por isto estamos ‘presos’ na 3ªD.

Nosso objetivo é usarmos mais nosso quarto corpo que já nos é conhecido e assim termos 4 corpos alinhados e não apenas 3.

Teremos alinhado o Corpo Físico, Corpo Emocional,Corpo Mental e Corpo Etérico.

O Corpo Etérico é o que nos dá a noção de Ser, do que realmente somos, "EU SOU", quando isto estiver feito estaremos na presença do "EU SOU".

Os 4 primeiros corpos pertencem a essa dimensão praticamente física, alinhados nos permitirá a começar a adentrar na 5ª dimensão para trabalharmos os outros 3 corpos superiores.

Estamos a eons identificados com a mente, pensamos que somos a mente, quanto está, é apenas uma ferramenta de nosso Ser, o que realmente Somos, "EU SOU".
Mentalmente nos comportamos como se fossemos um ser separado do "EU SOU", então com a mente criamos nosso pequeno “eu”, nosso ego.

A principio quando se começa a usar com mais intensidade o Corpo Etérico, a mente e os outros corpos tendem a oferecer certa resistência, pois estamos acostumados a oferecer resistência a tudo que é novo e desconhecido.
Presos a 3ªD ‘eles’ usaram este fato como resistência, buscando no passado e futuro argumentos que lhe manterá preso a está dimensão de tempo e espaço.

Devemos trabalhar aliando estes 3 primeiros corpos fazendo a mente cooperar com o quarto Corpo Etérico.

Vamos a parte prática


O uso do quarto corpo é consciente e muito simples, ele é a Luz da consciência e esta, torna Luz a tudo quanto se sobre recai.

O Corpo Físico existe, o Corpo Emocional sente, o Corpo Mental pensa e o Corpo Etérico sabe, É.
Então com este corpo que sabe e É, você observa. A ferramenta do Corpo Etérico é observar, é se manter presente, manter a Presença presente, aqui, no agora. Os 3 corpos estão presos no tempo, o Agora, está livre do tempo.

Na realidade não existe tempo, tudo que existe é o eterno Agora, onde todas as coisas acontecem, é impossível fugir do agora. Até o passado e o futuro estão no agora, pois é no agora que você usa a mente da 3ªD para acessar nos arquivos de seu próprio ser o passado e o futuro, tudo isto você faz no agora. Não no passado nem no futuro, e sim agora.

Sinta que é impossível existir algo mais que o agora, não há, faça isso e você estará observando, com o quarto corpo. A mente que existe para a 3ªD dará um tempo, parando de pensar você se sentira o que realmente você É, seu Ser.

A partir daí você poderá empregar o uso da mente para tentar explicar a experiência, mas usando a mente a tendência é sair do agora estando mais na 3ªD.

Para quebrar a resistência da mente então você passa a observar a própria mente, observando seus próprios pensamentos, como são, bons ou ruins, se estão no passado ou no futuro, se são repetitivos, se são julgadores ou condenadores, apenas observe, não converse com eles, não os alimente, observe, apenas observe. Veja que fazendo isto você estará além da mente, além da 3ªD. você estará fortalecendo seu Corpo Etérico na 4ªD, e tudo melhora com a pratica.

Seu Ser lhe envia muita energia, pensar gasta quase toda essa energia e então sobra pouca para seu Corpo Etérico, o Corpo Mental consome quase tudo.
Observando a mente você acabará com aqueles pensamentos repetitivos e isto dará mais espaço para o Corpo Etérico. É como um computador estando cheio de pastas e arquivos repetidos, você estará limpando e deixando só o necessário.

Veja que a maioria dos pensamentos são inúteis, são coisas que já aconteceram que ficam martelando na sua cabeça ou coisas que nunca vão acontecer mais você pensa nelas dezenas de vezes, está é a mente presa ao passado ou futuro, no tempo, na 3ªD.

Observando você limpará tudo isto e se livrará de muitas ou todas preocupações o que te proporcionará um sentimento de alivio e de Paz, você estará entrando em sua presença de seu Ser, o "EU SOU".

Se você já pensou sobre um assunto, já se decidiu, então não há motivo para continuar repetindo varias vezes este processo com o mesmo assunto, mais a mente faz isso, só observe e logo você vai gastar energia para fazer isso uma só vez e não dezenas. Se é preocupação com o futuro, apenas observe e se mantenha presente, em seu "EU SOU" pois essa presença sabe, e saberá o que fazer melhor que a mente, pois tudo é determinado pelo Ser, o "EU SOU". Qualquer duvida, qualquer questão, não busque na mente, silencie e observe que a presença "EU SOU" lhe trará a resposta. As maiores descobertas, as maiores soluções são obtidas em estado alternado de consciência, geralmente quando a pessoa acorda ou naqueles rápidos momentos de abstração, quando a mente está sem pensar, ai então depois ela faz o trabalho dela que é organizar a idéias, é para isto que serve essa ferramenta e não para tentar ser o Ser tomando seu lugar. Observe.

Veja que essa ferramenta de observar e se manter presente aliviando aflições é a mesma utilizada pelos terapeutas de regressão.
Eles não fazem a pessoa regressar no tempo e sim usam o agora e acessam os arquivos desta pessoa trabalhando com seu Corpo Etérico que indicará no agora, onde estão as situações ditas mal resolvidas, dali se alivia a carga de aflição emocional, mental, digamos de alguma dor ou problema causado no corpo físico pelos corpos emocional e metal.

É o que você estará fazendo agora, use seu Corpo Etérico, o observador e veja o que você está pensando, sentindo, veja se é bom, se é ruim, se lhe causa aflição, não alimente com a mente, apenas continue a observar que toda essa aflição tente a desaparecer porque está sendo jogada Luz sobre ela, a luz da consciência que esclarece tudo.

Você estará conhecendo a verdadeira causa de suas aflições e o Mestre já nos disse que a verdade liberta.

Ao observar você notará que a mente tende a fazer julgamentos, você então agora está a observar o ego, pois ele usa a mente para digamos, tirar conclusões das coisas baseado em sua experiência de vida temporal, então a mente vai julgar, julgar e julgar, cuidado para não alimentar esses julgamentos se não você estará se identificando com a mente voltando a 3ªD. apenas observe, não discuta com a mente, só observe e logo ela perderá força e se tranquilizará.

Caso você tenha dificuldade em se observar, o que você pode fazer de inicio é observar a própria respiração, sem alterar nem nada, apenas observar, sinta o ar entrar e sair, note como é sua respiração, curta, longa, sinta também os batimentos cardíacos. Nesse exercício varias vezes você perderá o fio da meada, é como ficar inconsciente do que se estava a fazer, pois você terá voltado aos 3 primeiros corpos. Percebendo isso observe o que te fez perder a concentração de si mesmo, repare o que estava pensando e depois pode voltar a reparar a respiração. Sempre que se distrair e se der conta disso, observe o pensamento.
A respiração e os batimentos cardíacos são controlados pelo Ser, observando isto você estará em maior contato com o Ser, ou seja, consigo mesmo.

A mente é apenas uma ferramenta de seu Ser, não o Ser, você não é sua mente e sim o Ser que a utiliza neste plano físico. Saiba disso e impedirá que a mente, o Corpo Mental continue a lhe dominar, assim como o Corpo Emocional domina os animais e o Corpo Físico os minerais e as plantas. Estes estão inconscientes assim como você também estará inconsciente no Corpo Mental. Por isso estamos no maya, no mundo de sonhos, devemos usar todo nosso empenho no emprego do Corpo Etérico para acordarmos e ficarmos conscientes.

Seu Corpo Físico é como seu computador, o Corpo Mental é apenas o sistema operacional, ele não é a energia que o faz funcionar e nem é o que escolhe o conteúdo, tudo isto quem faz é o Ser, o mental apenas organiza no computador, mas ele pode pegar todas essas informações e pensar que ele fez tudo isso e que é o próprio computador. É isso que tem acontecido com nosso Corpo Mental no maya terreno, as informações aqui são mínimas e sofre, sente aquele vazio quem pensa ser apenas isto. Por isto vive buscando algo que nunca sabe o que é. Nunca encontra porque sempre tem buscado no mundo material, tentando satisfazer os 3 primeiros corpos inferiores, e aos extremos pode de tudo para conseguir o que quer.

Veja quantas barbaridades praticaram o ser humano estando apenas nos seus 3 primeiros corpos, todos inconscientes, se não der o próximo passo a raça se auto eliminará.

Portanto não devemos julgar essa inconsciência porque assim estaríamos nos identificando com elas e vibrando de acordo. Não vibre com o que é imperfeito, desarmonioso, esses crimes e corrupção. Tire sua emoção desses fatos para que não vibre de acordo alimentando-os e para que essa energia também não venha se aderir a seu Corpo Emocional. Se você desejar a morte de um criminoso cruel, saiba que isso envia uma energia de morte que tende a retornar a sua origem, a pessoa já está muito inconsciente e isto a prejudicará ainda mais. Apenas observe em você todos esses sentimentos gerados por ter que conviver com essas situações.
É importante saber que nós escolhemos estar aqui vivendo essas experiências, e assim aprendemos, crescemos com tudo isto, observar é a forma de aceitar o agora como ele é, aceitar a nós mesmos como somos e assim estar em Paz.

Nosso Ser, vê apenas a perfeição em tudo que existe, pois está conectado a Tudo, é a própria Perfeição.
Se mantenha apenas observando no Corpo Etérico e assim conquistará sua liberdade, seu Autocontrole, seu Autodomínio como diz Saint Germain:

“quando se obteve suficiente autocontrole, o individuo pode manter seu pensamento fixo em qualquer desejo, qual como uma chama de acetileno que se mantém imóvel sobre uma soldadura. Assim, quando se mantém a consciência irremovível a qualquer desejo, sabendo que a presença "EU SOU" é a que está pensando, ou seja, que é Deus em ação, então se compreenderá que se pode trazer a visibilidade, ou precipitar, o que quer que se necessite. Não que não se possa pensar em outra coisa; se assim fosse, como alguém poderia realizar os mil e um deveres que ocupam nossos dias? É que a cada vez que é preciso recordar o ponto em questão, recorda-se imediatamente que é Deus, ou a Presença "EU SOU" com todo o seu poder, que está atuando para precipitarmos o desejo.”

“’ Amado discípulo, se pudesses compreender o esplendor magnificiente que se manifesta em ti, quando assim afirmas teu autocontrole ante a atividade exterior, duplicarias todos os teus esforços para conseguir esse autocontrole e mestria sobre toda expressão exterior. Assim é que a Magma Presença ‘EU SOU’ me permite liberar seu Poder em nossa consciência e uso exterior’”.
- O Livro de Ouro de Saint Germain

Na pratica do observar você tende a se sentir relaxado, leve, presente e essa sua Presença lhe deixa em Paz. Se você sentir alguma tensão corporal - geralmente isso acontece na face - é sinal de interferência dos outros 3 corpos, principalmente o mental, porque pensar desnecessariamente causa aflição, apenas observe e ela logo desaparece, se mantenha presente no agora. Está é a chave para harmonização de seus 4 corpos dito inferiores. Use essa chave para sua liberdade.

Seja o que você É. "EU SOU O QUE EU SOU"
“Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou. É preciso ir mais longe. Eu penso 99 vezes e nada discuto. Deixo de pensar, mergulho num grande silêncio, e a verdade me é revelada.”

- Albert Einstein
O que me possibilitou estes esclarecimentos foram os livros “O PODER DO AGORA – Eckhart Tolle” e o “Um Manual para Ascensão – Seraphis Bay” , recomendo muito a leitura destes livros, principalmente O Poder do Agora que lhe dará mais esclarecimentos de como e porque estar presente.
O livro “Um Manual para Ascensão – Seraphis Bay” pode ser baixado neste link
http://www.eusouluz.iet.pro.br/biblioteca/pafiledb.php?action=file&id=55

O livro “O Poder do Agora – Eckhart Tolle ” pode ser baixado neste link:
http://www.pedro.coelho.nom.br/downloadslivros/livros/pg01.htm

E o livro “Um Manual para Ascensão – Seraphis Bay” neste:
http://www.eusouluz.iet.pro.br/biblioteca/pafiledb.php?action=file&id=55

Se por algum motivo não conseguirem fazer o download me passe um e-mail solicitando os livros. Não esqueça de falar o nome do livro que deseja

Anciãos Hopi

Vocês andaram dizendo às pessoas que esta é a Décima Primeira Hora.
Agora vocês precisam voltar e dizer a essas pessoas que a Hora é agora.
E que há coisas a serem consideradas:
Onde vocês estão morando?
O que vocês estão fazendo?
Quais são os seus relacionamentos?
Vocês estão em boas relações?
Onde está a água de vocês?
Conheçam o seu quintal.
É o momento de falarem a sua Verdade.
Formem as suas comunidades.
Sejam bons uns com os outros.
E não procurem fora de vocês pelo líder.
Este poderia ser um tempo muito bom!
Há um rio que agora está correndo muito rápido.
Ele é tão grande e ágil que chegará a assustar alguns.
Esses vão tentar ficar na margem,
e se sentirão como que deixamos de lado, e vão sofrer muito.
Saibam, o rio tem o seu destino.
Os anciãos dizem que precisamos deixar a margem,
saltar para o meio do rio,
manter os olhos bem abertos e as cabeças acima da água.
Veja quem está lá dentro com vocês e celebrem.
Neste momento da história, não devemos fazer nada sozinhos,
no mínimo entre nós mesmos.
Quando fazemos, nosso crescimento e jornada espiritual tem uma parada.
O tempo do lobo solitário acabou. Reunam-se!
Abandonem a palavra luta, conflito, da sua atitude e do seu vocabulário.
Tudo o que fizermos agora, precisa ser feito de uma maneira sagrada
e em celebração.
Nós somos aqueles que estávamos esperando".
Os Anciãos
Oraibi, Arizona
Nação Hopi
(Os Hopi são nativos americanos da região de Sedona no Arizona. Eles têm muita sabedoria e conhecimentos e são muito respeitados pelas suas tradições, profecias e curas) .

Eckhart Tolle Ensinamentos praticos

Ensinamentos praticos e profundos de Eckhart Tolle

Eckhart Tolle é um homem com uma historia de vida que convida todos a conhece-la...

Alguns pensamentos e frases desse autor de livros muito edificantes...

“O Poder do Agora é uma reafirmação, para o nosso tempo, daqueles ensinamentos espirituais atemporais, da essência de todas as religiões”.

“A coisa mais significativa que pode acontecer a um ser humano é o processo de separação do pensamento e da consciência. A consciência é o espaço onde tudo existe”.

“A causa primária do sofrimento nunca é a situação, mas seus pensamentos sobre ela”.

Bo Yin Ra“Um verdadeiro professor espiritual não tem nada para ensinar no sentido convencional da palavra. Não tem nada para te dar ou acrescentar como nova informação, crenças ou regras de conduta. A única função de tal professor é te ajudar a remover aquilo que te separa da verdade. As palavras não são nada mais que placas sinalizadoras”

“Sempre que houver silêncio à sua volta, ouça-o. Isso significa apenas percebê-lo. Ouvir o silêncio desperta a dimensão de calma que já existe dentro de você, porque é só através da calma que se pode perceber o silêncio. Nesses momentos você se liberta de milhares de anos de condicionamento humano coletivo.”

“Qualquer barulho perturbador pode ser tão útil quanto o silêncio. Basta abolir sua resistência interior ao barulho, deixando-o ser como é. Essa aceitação também leva você ao reino da paz interior que é a calma.”

“A calma é o lugar onde a criatividade e a solução dos problemas são encontrados”

“A calma e o silêncio são a própria inteligência. A consciência básica da qual provêm todas as formas de vida. A forma de vida que você pensa que é, vem dessa consciência e é sustentada por ela”.

“Quando você olha num estado de calma para uma árvore ou uma pessoa, quem está olhando? É algo mais profundo do que você. A consciência está olhando para a sua própria criaçao. A Bíblia diz que Deus criou o mundo e viu que era bom. É isso que você vê quando olha num estado de calma, sem pensar em nada.”


GENÉTICA EXTRATERRESTRE

GENÉTICA EXTRATERRESTRE

Há alguma correspondência entre linhas raciais e extraterrestres?
Sim. Falando de modo geral, houve projetos genéticos no mundo todo em áreas diferentes: África, as Américas, Oriente e assim por diante. Grupos extraterrestres diferentes trabalhavam em áreas diferentes tocando seus próprios projetos. Isto explica a diversidade racial. Vocês são todos basicamente humanos, mas grupos extraterrestres diferentes puseram códigos genéticos ligeiramente diferentes em raças diferentes. Muitos dos extraterrestres que os observam ficam estupefatos ao ver os problemas raciais de seu mundo, mas isso não é muito surpreendente, pois eles os tinham entre si. Não passa de um espelho. Infelizmente, eles foram seus antepassados, não lhes ensinando nada além de desarmonia racial desde o começo. Vocês ainda estão resolvendo isso, mas em termos genéticos vocês são todos basicamente iguais. Algumas raças são mais fortes numa área e outras raças em outras áreas. Trata-se simplesmente de adaptações ambientais do mesmo modelo genético.


O ETs que vivem na Terra neste momento — por que estão aqui?
Refere-se aos que encarnaram, ou está falando de visitantes físicos?

Entidades físicas tais como as pessoas ou seres que estavam em Marte e agora estão aqui no Novo México.
A resposta a essa pergunta é tão diversa quanto cada um deles que está aqui. Alguns estão aqui para supervisionar ou proteger os seres humanos, proteger seus próprios projetos genéticos, certificar-se de que os seres humanos detenham a administração. Outros estão aqui pelas razões diametralmente opostas. Alguns são simplesmente curiosos.


Então por que eles não se mostram a nós humanos à plena luz do dia e conversam abertamente?
Agem assim com muita gente. Sabemos que isto é de certa forma muito irônico, mas muitas pessoas com as quais eles entram em contato não precisam divulgar isto. Há contatos acontecendo o tempo todo. A maioria dos que estão vivendo aqui não está aqui para provar que existe, então não se preocupa em ser aberta. Não é a missão deles, por assim dizer. Eles sabem o que isso implicaria, o que aconteceria se agissem desse modo.Vocês todos já têm muitas dificuldades uns com os outros!

11.22.2011

Passarela de Vidro à Beira de Penhasco de 1200m

Passarela de Vidro à Beira de Penhasco de 1200m na

China
a chamada ‘walk of faith’ ou caminhada da fé
Fica num Parque Florestal na cidade de Zhangjiajie, província de Hunan, China.

 Você teria coragem de atravessar essa passarela???


Descobertas Arqueologicas- Tibete

No meio de um deserto aterrorizante no norte do Tibete, arqueólogos chineses escavaram um extraordinário cemitério. Os ocupantes morreram quase quatro mil anos atrás, mas seus corpos foram bem preservados pelo ar seco. O cemitério fica em território hoje pertencente à província de Xinjiang, noroeste da China, mas os restos encontrados são de pessoas com traços europeus, cabelos castanhos e narizes longos.Cemitério encontrado na província de Xinjiang - acredita-se que os mastros sejam símbolos fálicos

O povo há muito desaparecido não tem nome, porque sua origem e identidade ainda são desconhecidas. Mas estão surgindo muitas pistas sobre sua proveniência, modo de vida e até mesmo sobre o idioma que falava. Os sepulcros, conhecidos como Pequeno Cemitério Fluvial Número 5, ficam perto do leito seco de um rio na bacia de Tarim, região cercada por inóspitas cadeias de montanhas. A maior parte da bacia é ocupada pelo deserto de Taklimakan, uma terra tão árida que os viajantes posteriores da Estrada da Seda sempre optavam por contorná-lo ao norte ou ao sul.


Todos os homens que foram analisados portavam um cromossomo Y hoje mais comumente encontrado no leste da Europa, centro da Ásia e Sibéria, mas raramente na China. O DNA mitocôndrico, que é transmitido pela linhagem feminina, consistia de uma linhagem da Sibéria e duas comuns na Europa. Já que tanto o cromossomo Y quanto as linhagens de DNA mitocôndrico são antigas, o Dr. Zhu e sua equipe concluíram que as populações europeia e siberiana provavelmente já haviam começado a se combinar antes de chegar à bacia de Tarim, por volta de quatro mil anos atrás.
A múmia de uma criança - um dos 200 corpos escavados do cemitério
A múmia de uma criança - um dos 200 corpos escavados do cemitério
O cemitério foi redescoberto em 1934 pelo arqueólogo sueco Folke Bergman, mas passou 66 anos ignorado até que uma expedição chinesa voltou a localizá-lo, usando o GPS. Os arqueólogos começaram a escavar o sítio entre 2003 e 2005. Os relatórios dos pesquisadores foram traduzidos e resumidos por Victor Mair, professor de chinês na Universidade da Pensilvânia e especialista na pré-história da bacia de Tarim.
Enquanto os arqueólogos chineses escavavam as cinco camadas de túmulos, conta Mair, encontraram cerca de 200 estacas, cada qual com quatro metros de altura. Muitas tinham lâminas lisas, pintadas de vermelho e negro, como os remos de alguma grande galera que tivesse naufragado por sob as ondas de areia.
E por sob as estacas existiam de fato barcos, de cascos revestidos de couro animal e posicionados de cabeça para baixo. Os corpos que os barcos abrigavam ainda vestiam as roupas com que foram sepultados – toucas de feltro com penas enfeitando as abas, muito parecidas com chapéus montanheses do Tirol. As múmias portavam grandes mantos de lã com borlas, e botas de couro. Uma espécie de Victoria’s Secret da Idade do Bronze parece ter fornecido as roupas de baixo – tangas sumárias para os homens e saias feitas de fios soltos para as mulheres.
Dentro de cada barco usado como caixão haviam oferendas de sepultamento, entre as quais cestos de palha muito bem trançados, máscaras rituais entalhadas e ramos de efedra, uma erva que pode ter sido usada em rituais ou como medicamento.
Nos caixões femininos, os chineses arqueólogos encontraram um ou mais falos de madeira em tamanho natural, postados sobre ou ao lado dos corpos. Ao observar de novo o formato das estacas de quatro metros que se estendiam da proa dos barcos femininos, os arqueólogos chegaram à conclusão de que se tratava de gigantescos símbolos fálicos.
Os barcos dos homens todos estavam sob estacas em estilo remo. Mas na verdade não era essa sua função, concluíram os arqueólogos chineses: as peças no topo das estacas eram uma representação simbólica de vulvas femininas, o complemento dos símbolos encontrados nos barcos das mulheres. “O cemitério todo estava decorado com símbolos sexuais explícitos”, escreveu Mair. Em sua interpretação, a “obsessão com a procriação” refletia a importância que a comunidade atribuía à fertilidade.
Arthur Wolf, antropólogo da Universidade Stanford e especialista em fertilidade em culturas leste asiáticas, disse que as estacas talvez sirvam como marcos de status social, um tema comum nas tumbas e nas estátuas encontradas em cemitérios. “Ao que parece o que a maioria das pessoas deseja levar é o seu status, se esse status é motivo de orgulho”, disse.
Mair disse que a interpretação dos arqueólogos chineses que definiram as estacas como símbolos fálicos é “uma análise crível”. A evidente veneração das pessoas sepultadas no local pela procriação pode indicar que estavam interessadas tanto nos prazeres quanto na utilidade do sexo, se levarmos em conta que os dois são difíceis de separar. Mas parecia haver respeito especial pela fertilidade, disse Mair, porque muitas mulheres estavam enterradas em caixões duplos, com oferendas especiais de sepultamento.
Dada a vida em um ambiente hostil, “a mortalidade infantil deve ter sido muito grande, e a necessidade de procriar, especialmente devido à situação isolada em que viviam, muito intensa”, disse Mair. Outro possível risco para a fertilidade poderia ter surgido caso a população praticasse procriação consanguínea. “As mulheres capazes de gerar crianças e garantir sua sobrevivência até a idade adulta devem ter sido especialmente reverenciadas”, disse Mair.
Diversos dos itens identificados no cemitério se assemelham a artefatos ou costumes familiares na Europa, ele apontou. Barcos para sepultamento eram comuns entre os vikings. Saias de fios e símbolos fálicos também foram localizados em locais de sepultamento da era do bronze no norte da Europa.
Não há assentamentos populacionais conhecidos perto do cemitério, e portanto é provável que as pessoas vivessem a alguma distância e chegassem ao cemitério de barco. Não foram encontradas ferramentas para trabalho em madeira no local, o que sustenta a ideia de que as estacas tenham sido entalhadas em outro lugar.
A Bacia de Tarim já era bastante árida quanto os moradores responsáveis pelo cemitério chegaram, quatro mil anos atrás. Eles provavelmente viveram lutando arduamente para sobreviver até que os lagos e rios dos quais dependiam por fim secaram, por volta do ano 400. Sepultamentos acompanhados por objetos como chapéus de feltro e cestos de palha eram comuns na região até dois mil anos atrás.
Não se sabe que idioma os moradores da região falavam, mas Mair acredita que possa ter sido tocariano, uma antiga intrigante na família dos idiomas indoeuropeus. Manuscritos em tocariano foram localizados na bacia de Tarim, onde o idioma era falado entre os anos 500 e 900. A despeito de sua presença no leste, o tocariano parece mais aparentado aos idiomas “centum” da Europa que aos idiomas “satem” da Índia e Irã.
A divisão se baseia nas palavra usadas para centena em latim (centum) e sânscrito (satam).
Os moradores da região já estavam presentes dois mil anos antes das primeiras provas quanto ao uso do tocariano, mas “existe uma clara continuidade de cultura”, disse Mair, comprovada pelo uso dos chapéus de feltro em sepultamentos, uma tradição preservada até os primeiros séculos depois de Cristo.
Uma exposição sobre as múmias da bacia de Tarim será aberta em 27 de março no Bowers Museum, em Santa Ana, Califórnia – a primeira ocasião em que elas são vistas fora da Ásia.


Jazigo da Familia Chase

O Mistério do Jazigo da Familia Chase

Estava-se no final do século XVIII e em Christ Church, nos Barbados, quando a abastada família de plantadores Wallrond mandou construir um mausoléu de família, escavado na rocha e fechado com uma maciça pedra de mármore.
barbados
Em 1807 foi a enterrar o primeiro e único elemento da família Wallrond a ser depositado no jazigo: Thomasina Goddard, fechada num simples caixão de madeira.
O jazigo foi vendido a outra família de plantadores, os Chase, no ano seguinte.
O Coronel Thomas Chase era o patriarca dessa família e, corriam rumores, era considerado um homem bastante cruel.
Nesse mesmo ano, a pequena Mary Ann, filha mais nova de Thomas Chase, com dois anos de idade, foi colocada no jazigo, num caixão de chumbo. Algumas fontes relatam que a morte de Mary Ann teve origem num ataque violento de seu pai e que Dorcas, a irmã mais velha de Mary Ann, se deixou morrer de fome - empurrada para uma depressão precoce, também por Thomas Chase - e em 1812 foi também depositada no jazigo, ao lado da irmã, num caixão de chumbo.
Como sempre, o jazigo foi fechado (sendo necessária a força de vários homens para colocar a pedra no sitio) e selado com cimento.

Ainda em 1812, Thomas Chase morreu. Foi feito um caixão trabalhado, pesando cerca de cem quilos, que teve de ser transportado por oito homens, e o jazigo de família mandado abrir para colocar o pai das meninas. O interior surpreendeu toda a gente: os caixões estavam fora do sitio, desarrumados, e os acompanhantes do funeral ficaram indignados com a perspectiva do jazigo ter sido atacado por ladrões de sepulturas. Rapidamente, a ausência de valores no interior do jazigo, o facto dos caixões não terem sido violados e da pedra da entrada se encontrar selada com cimento, fez com que a população pusesse de lado essa hipótese.
Em 1816 o túmulo foi de novo aberto: todos os caixões tinha sido movidos; os das duas meninas estavam voltados com a tampa para baixo e até o pesado caixão de Thomas Chase estava fora de sítio, encostado verticalmente numa das paredes da cripta.
Os caixões voltaram a ser colocados nos seus locais iniciais e a enorme pedra mármore descida sobre a entrada do túmulo.
Em menos de dois meses o túmulo voltou a ser aberto para nova inumação; reuniu-se uma multidão em torno do talhão da família Chase e a pedra e o cimento foram demoradamente examinados, em busca de sinais de arrombamento. Aberto o túmulo, a desordem reinava no seu interior. O caixão de madeira de Thomasina Goddard estava dramaticamente danificado.
Parecia impossível encontrar uma explicação: não havia sinais de inundação no interior da cripta, tremores de terra teriam afectado também os jazigos vizinhos (o que não tinha acontecido) e se a cripta tivesse sido aberta e violada teriam sido encontrados vestígios.
Mais uma vez, o jazigo foi arrumado e fechado.
Em 1819, ao ser novamente aberto, todos os caixões - com excepção do decrepito caixão de madeira de Goddard - tinha sido movidos.
Foi chamado um padre para investigar o túmulo e até Sir Arthur Conan Doyle abordou o assunto, dizendo que se tratavam de forças sobrenaturais que moviam as urnas por estas serem feitas de chumbo, o que impedia a natural decomposição dos corpos.
Os caixões foram, mais uma vez, arrumados nos seus devidos lugares e o Governador de Barbados, Lord Combermere mandou cobrir o chão do jazigo com areia fina e selar a pedra com cimento, onde gravou o seu selo pessoal.
Algum tempo depois foram-se relatadas histórias de ruídos estranhos, vindos do interior da cripta e em 1820 o Governador mandou abrir o túmulo para ver o que se passava no seu interior.
A pedra não tinha sido movida, pois os selos do Governador encontravam-se intactos, e a areia continuava lisa e intocada, mas os caixões estavam, mais uma vez, fora do sítio, alguns deles voltados ao contrário.
O Governador mandou esvaziar a cripta e enterrar os caixões noutro local.
A cripta ainda se encontra vazia e, até agora, ninguém conseguiu encontrar a solução para o mistérios dos caixões dançarinos da família Chase.
Fonte:taphophilia.blogspot.com

BILLY MEIER

  BILLY MEIER

Billy Meier, nascido em 3 de fevereiro de 1937, é um cidadão da Suíça que afirma ser um dos contatados UFO. Ele também é a fonte de muitas fotografias controversas de UFOS, ele afirma que são a prova de seus encontros. Meier tem relatórios dos contacto regulares com os extraterrestres que transmitem sabedoria espiritual e filosófica.
Ele descreve o Plejaren (extraterrestres das Plêiades), como humanóides.

O agricultor nascido na cidade de Bulach na Baixada Suíça, Eduard “Billy” Meier alegou que seu primeiro contato extraterrestre ocorreu em 1942 na idade de cinco anos com um homem idoso humanoide, extraterrestre chamado Sfath.Os Contatos com Sfath duraram até 1953.
De 1.953 a 1.964 os contatos de Meier continuaram com uma mulher humanóide extraterrestre chamado Asket, Meier diz que após uma pausa de onze anos, retomou os contatos novamente (com início em 28 de janeiro de 1975) com uma mulher humanóide, extraterrestre chamada Semjase, a neta de Sfath.
Em sua adolescência, Meier se juntou a Legião Estrangeira Francesa, mas diz que logo ele saiu e voltou para casa. Ele viajou ao redor do mundo perseguindo a exploração espiritual, cobrindo cerca de quarenta e dois países ao longo de doze anos. Em 1965, ele perdeu o braço esquerdo num acidente de carro na Turquia.
Em 1966, ele conheceu e se casou com uma mulher grega, Kalliope, com quem tem três filhos. O apelido de “Billy” veio por meio de um amigo americano que disse que o estilo de se vestir de Meier,fez lembrar de “Billy the Kid”. Esta anedota foi contada pelo próprio Meier em uma entrevista com Bob Zanotti da Rádio Suíça Internacional, em junho de 1982
Meier acumulou uma grande coleção de fotografias mostrando controversas naves (chamadas beamships), bem como os extraterrestres (humanóides chamada de Plejaren). Meier diz que o Plejaren lhe deu permissão para fotografar e filmar suas naves, a fim de produzir alguns dos elementos de prova da visitação extraterrestre.






Meier agora se diz um Profeta, é uma figura controversa no meio ufológico,acusado de fraldar suas fotos,ele mesmo reconheceu algumas fraldes,mas disse que a maioria das fotos e filmagens são verdadeiras!!!
Tire suas proprias conclusões!!

Manuscrito Voynich–Mistério Indecifrado

Manuscrito Voynich–Mistério Indecifrado

Varias questões levantam pontos interessantes sobre a possível história do Manuscrito e a data em que ele teria sido escrito. De fato, quanto mais nos afastamos dos dias atuais, mais a sua história parece ser feita de lacunas. Os dois principais dados que ajudariam a datar o texto, seu autor e a língua em que está escrito, permanecem um mistério, nem mesmo o alfabeto utilizado é conhecido ou foi identificado. Assim a primeira forma que utilizaram para se datar o livro foi estudar suas ilustrações, em especial as roupas, cortes de cabelo e arquitetura dos castelos retratados em suas páginas. Todos estes detalhes apontam para a Europa como berço de origem do material e, tendo isso em mente, grande parte dos especialistas dataram o texto do período entre os anos de 1450 e 1520. Em 2009 a universidade do Arizona realisou um processo de datação por radiocarbono no pergaminho utilizado para compor o manuscrito. Quatro amostras de diferentes lugares do códice foram testadas individualmente e as curvas de probabilidade dos resíduos de carbono-14 foram extremamente consistentes umas com as outras, chegando a uma data provável  o período entre os anos de 1404 e 1438, com uma probabilidade de acerto de 95%.



O Manuscrito Voynich tem sido apelidado de “O manuscrito mais misterioso do mundo”. Tem o nome de seu descobridor, o vendedor de livros antigos e colecionador americano, Wilfrid M. Voynich, que o descobriu em 1912, entre uma coleção de manuscritos antigos mantidos em Villa Mondragone, em Frascati, perto de Roma, e se transformou em um Colégio dos Jesuítas (fechado em 1953).
Ninguém sabe a origem do manuscrito. Especialistas acreditam que é europeu baseado nos desenhos. Eles acreditam que ele foi escrito entre os séculos 15 e 17. O manuscrito é pequeno, sete a dez polegadas.


.Manuscrito Voynich
Suas páginas estão cheias de texto escrito e desenhado a mão grosseiramente com ilustrações.
As ilustrações retratam plantas, diagramas astrológicos, e as mulheres nuas.
As mulheres poderiam representar a criação e o renascimento da consciência.
Estas ilustrações são estranhas, mas muito mais estranho é o próprio texto,
porque o manuscrito está escrito inteiramente em um misterioso

alfabeto desconhecido que tem desafiado todas as tentativas de tradução.
Manuscrito Voynich
É uma escrita alfabética, mas de um alfabeto de várias linguas, contado a ter de dezenove a vinte-oito letras, das quais nenhuma tem qualquer relação com qualquer sistema de carta Inglês ou europeu. O texto não tem correções aparentes. Há evidência de dois diferentes idiomas (investigada por Currier e D’Imperio) e mais de um escrivão, provavelmente indicando um esquema de codificação ambígua.

Aparentemente, Voynich queria ter decifrado o manuscrito misterioso e forneceu cópias fotográficas a um número de peritos. No entanto, apesar dos esforços de muitos conhecidos cryptologistas e estudiosos, o livro continua indecifrado. Há algumas reivindicações de decifração, mas até à data, nenhum desses pode ser justificados com uma tradução completa. O livro foi comprada pela HP Kraus (um antiquário de New York) em 1961 pela soma de 24.500 dólares. Mais tarde, ele avaliou em 160.000 dólares, mas foi incapaz de encontrar um comprador. Finalmente, ele doou à Universidade de Yale, em 1969, onde permanece até hoje no Beinecke Rare Book Library com número de catálogo MS 408. Sabe-se (de uma carta de Johannes Marcus Marci de Atanásio Kircher datado de 1666) que o manuscrito foi comprado pelo Imperador Rudolph II da Boêmia (1552-1612).

Historicamente, ele aparece pela primeira vez em 1586 no Tribunal de Rudolph II da Boêmia, que foi um dos monarcas mais excêntricos, europeu desse ou de qualquer outro período. Rudolph recolhia anões e tinha um regimento de gigantes em seu exército. Ele estava rodeado por astrólogos, e ele era fascinado por jogos e códigos e música. Ele era típico do ocultismo-orientado, nobres protestantes deste período, sintetizou o príncipe do norte europeu libertados. ele foi um patrono da alquimia e suporte a impressão de literatura alquímica.

A conspiração Rosacruz estava sendo fomentada calmamente durante este mesmo período. Para corte de Rudolph veio uma pessoa desconhecida que este manuscrito foi vendido ao rei por trezentos ducados de ouro, que, traduzido em modernas unidades monetárias, é de cerca de catorze mil dólares. Esta é uma incrível quantidade de dinheiro para ter pago por um manuscrito em que o tempo, que indicou que o Imperador deve ter sido muito impressionado por ele.

Acompanhando o manuscrito foi uma carta em que dizia que era o trabalho do inglês Roger Bacon, que floresceu no século XIII e que foi uma pré-assinalar o astrónomo Copérnico. Apenas dois anos antes do aparecimento do Manuscrito Voynich, John Dee, o grande navegador Inglês, astrólogo, mago, agente de inteligência, e ocultista tinha lecionado em Praga,para Bacon.
O manuscrito de algum modo passado para Jacobus de Tepenecz, o diretor do jardim botânico de Rudolph (a sua assinatura está presente no fólio 1r) e especula-se que este deve ter acontecido após 1608, quando Jacobus Horcicki recebeu o título ‘de Tepenecz’. Assim, 1608 é a mais antiga data definida para o manuscrito.

Códigos a partir da década século XVI na Europa eram todos oriundos da Stenographica de Johannes Trethemius, Bispo de Sponheim, um alquimista que escreveu sobre o encripherment de mensagens secretas. Ele tinha um número limitado de métodos, e nenhum código militar, alquímico, religiosa ou política foi composta por quaisquer outros meios ao longo de um período que durou até o século XVII. No entanto, o manuscrito Voynich não parece ter qualquer relação com os códigos de derivados de Johannes Trethemius, Bispo de Sponheim.
Em 1622, o manuscrito  passou para a posse de um indivíduo não identificado, que deixou o livro na sua vontade de Marci. Marci devem ter sabido sobre este manuscrito antes de 1644, como a informação sobre o preço que o Imperador pagas veio do Dr. Raphael Missowski (1580-1644) (conforme mencionado em sua carta).

Marci enviou imediatamente o manuscrito com a letra de Atanásio Kircher (um padre jesuíta e erudito em Roma) em 1666 que, aparentemente, também sabia disso e tinha cartas trocadas e porções transcritas com o anterior proprietário não identificado.
Entre esse momento e 1912 (quando descobri que Voynich) especula-se que o manuscrito pode ter sido armazenado ou esquecido em alguma biblioteca e, finalmente, mudou-se para o Colégio dos Jesuítas na Villa Mondragone. Marci carta de Kircher ainda estava anexado ao manuscrito Voynich quando foi comprado.

Nessa carta, Marci mencionou o nome de Roger Bacon (1214-1292) como um possível autor, embora não haja evidências conclusivas de autoria está disponível. A possível ligação entre Rudolph e Bacon é John Dee (um matemático e astrólogo Inglês, colecionador da obra de Bacon) que visitou o Tribunal de Rudolph em 1582-86.
Alguns acreditam que ele seja um livro sobre alquimia.



Aleister Crowley,o Ultimo Mago?


Primeiros anos, 1875-1894
Edward Alexander Crowley Nasceu na rua Clarendon Square, número 30, em Royal Leamington Spa, Warwickshire, Inglaterra, entre as 11:00 p.m e meia-noite do dia 12 de Outubro de 1875. Seu pai, Edward Crowley, era um engenheiro formado mas, de acordo com Aleister, nunca trabalhou como um. Ele entretanto era um rico dono de cervejaria, que permitiu a ele se aposentar antes que Aleister nascesse. Através do negócio de seu pai ele conheceu o ilustrador Aubrey Beardsley. Sua mãe, Emily Bertha Bishop, vinha de uma família com origens em Devon e Somerset. Ambos seus pais eram da Irmandade Reservada, uma facção mais conservativa de uma denominação Cristã conhecida como Irmãos de Plymouth, e seu pai costumava ser um missionário para a seita. Deste modo o jovem Crowley foi criado para ser um Irmão Plymouth, sujeito a leitura diária de um capítulo da Bíblia.
Em 29 de Fevereiro de 1880, uma irmã, Grace Mary Elizabeth, nasceu mas sobreviveu apenas cinco horas. Crowley foi levado para ver o corpo, em suas próprias palavras em As Confissões de Aleister Crowley, o qual escreveu em terceira pessoa:
O incidente criou uma curiosa impressão nele. Ele não entendia o porque de ser perturbado tão inutilmente. Ele não poderia fazer nada; a criança estava morta; aquilo não era de sua conta. Essa atitude continuou com o passar de sua vida. Ele nunca vistara outro funeral a não ser o do próprio pai, que ele não se importou em fazer, pois sentiu que ele na verdade era o centro de interesse.
Em 5 de Março de 1887, quando Crowley tinha apenas onze anos, seu pai morreu de câncer de língua. Ele iria mais tarde descrever isso como um ponto decisivo em sua vida, e a partir desse momento ele mais tarde começa a se descrever em primeira pessoa em suas Confissões. Ainda sendo rico, ele posteriormente foi enviado a uma escola da Irmandade Plymouth, mas foi expulso por "tentar corromper outro garoto." Após isso ele atendeu a Escola Tonbridge e o Colégio Malvern, ambas a qual desprezava. Ele se tornou continuamente cético sobre o Cristianismo, e foi contra a moralidade Cristã da qual foi ensinado.



Universidade, 1895-1897

Em 1895 ele começou um curso de três anos no Trinity College, Cambridge, onde ele entrou para estudar Filosofia, mas com permissão de seu tutor pessoal, ele trocou o curso para Literatura inglesa, que até então não era parte do currículo oferecido.[15] Foi aqui que ele criou uma visão mais severa sobre o Cristianismo, posteriormente dizendo:
A Igreja da Inglaterra parecia uma estreita tirania, tão detestável quanto a dos Irmãos de Plymouth; menos lógica e mais hipócrita… Quando eu descobri que a capela era obrigatória eu imediatamente revidei. O reitor júnior me repreendeu por não estar comparecendo a capela, o que eu certamente não estava, pois isso envolvia acordar cedo. Eu me desculpei com o fundamento de que tinha sido criado entre os Irmãos de Plymouth. O reitor pediu para que eu viesse vê-lo ocasionalmente e falar sobre o assunto, e eu tive a surpreendente ousadia de escrever a ele: 'A semente plantada pelo meu pai, regada com as lágrimas de minha mãe, teriam crescido profundas de mais para que pudessem ser arrancadas até mesmo por sua eloquência e aprendizagem'.
Também foi na universidade que ele fez a decisão de mudar o nome Edward Alexander para Aleister. Sobre isso ele declarou:


Por muitos anos eu me aborreci sendo chamado de Alick, em parte devido ao som desagradável e a visão da palavra, e em parte pois esse era o nome que minha mãe me chamava. Edward não parecia se ajustar a mim e os diminutivos Ted ou Ned eram ainda menos apropriados. Alexander era muito longo e Sandy sugeria ser loira com sardas. Eu tinha lido em um livro ou outro que o nome mais favorito a se tornar famoso era composto de um dátilo seguido por um espondeu, como no fim de um hexâmetro: por exemplo Jeremy Taylor. Aleister Crowley preenchia essas condições e Aleister é a forma gaélica de Alexander. Adotar este nome satisfaria meu ideal romântico. A ortografia atroz A-L-E-I-S-T-E-R foi sugerido como a forma correta pelo Primo Gregor, que deveria saber melhor. De qualquer modo, A-L-A-I-S-D-A-I-R cria um dátilo muito ruim. Por essas razões eu decidir ficar com meu pseudônimo presente—Eu não posso dizer que tenho certeza que facilitei o processo de ficar famoso com isso. Eu deveria ter feito isso sem dúvida, qualquer que tivesse sido o nome que eu escolhesse.



Crowley passou bastante de seu tempo de universidade em seus passatempos, entre eles o alpinismo; ele iria em feriados para os Alpes todo ano de 1894 até 1898, e vários outros alpinistas que o conheciam nesse tempo o identificavam como "um alpinista prometedor, entretanto um tanto quanto errático". Outro de seus passatempos era o de escrever poesia, algo que ele fazia desde os dez anos de idade, e em 1898 ele publicou privadamente cem cópias de um de seus poemas, Aceldama, mas não foi um sucesso em particular. Apesar disso, no mesmo ano ele publicou uma série de outros poemas, o mais notável deles sendo White Stains (literalmente Manchas Brancas), uma obra erótica que tinha que ser impressa no exterior, em caso de haver problemas com as autoridades britânicas. Um terceiro passatempo seu era o xadrez, e ele entrou no clube de xadrez da universidade, onde, segundo ele mais tarde descreve, derrotou o presidente do clube no seu primeiro ano e praticava duas horas por dia para se tornar um campeão—"Minha ambição mundana séria era a de se tornar o campeão mundial de xadrez." Ele também relata ter derrotado os famosos jogadores de xadrez Joseph Henry Blackburne e Henry Bird e estar em seu caminho para se tornar um mestre no xadrez, até que ele visitou um importante torneio em 1897 em Berlim onde "Eu vi os mestres — um, velho, rabugento e cegueta; outro, de um jeito respeitoso de dizer seria malfeito; o terceiro, uma mera paródia da humanidade, e assim em diante para o resto. Essas eram as pessoas de qual a posição eu estava buscando. "Ali, mas pela graça de Deus, se vai Aleister Crowley", eu exclamava para mim com desgosto, e naquele momento eu fiz um voto de nunca mais jogar outra partida séria de xadrez." Na universidade, ele também alegou manter um vida sexual vigorosa, da qual era grandemente conduzida com prostitutas e garotas que ele conhecia em bares e tabacarias. Em 1897, Crowley conheceu um homem chamado Herbert Charles Pollitt, e posteriormente tiveram um relacionamento, mas se separaram pois Pollitt não compartilhava dos interesses de Crowley no esoterismo. Como o próprio Crowley descreveu, "Eu disse pra ele francamente que eu tinha devotado minha vida a religião e que ele não se enquadrava no esquema. Agora eu vejo como eu fui imbecil, como terrivelmente errado e fraco é rejeitar qualquer parte da personalidade de uma pessoa.
Foi em dezembro de 1896 que ele teve sua primeiro experiência religiosa significante da qual mais tarde ele afirma, "essa filosofia nasceu em mim." A partir dessa experiência, Crowley começou a ler sobre ocultismo e misticismo, e no próximo ano, ele começou a ler livros de alquimistas e místicos, e livros em magia. Em outubro uma breve doença lhe trouxe questões sobre a mortalidade e "a futilidade de toda atividade humana," ou pelo menos a futilidade da carreira diplomática que Crowley tinha anteriormente considerado - ao invés ele decidiu devotar sua vida ao oculto. Em 1897 ele deixou Cambridge, sem conquistar diploma algum.



A Aurora Dourada, 1898-1899

Em 1898, Crowley estava de estadia em Zermatt, Suíça, onde ele encontrou o químico Julian L. Baker, e os dois começaram a falar sobre seus interesses em comum sobre alquimia. No seu retorno a Inglaterra, Baker apresentou Crowley a George Cecil Jones, um membro da sociedade oculta conhecida como Ordem Hermética da Aurora Dourada. Crowley foi posteriormente iniciado na "Ordem Externa" da Aurora Dourada, no dia 18 de novembro de 1898, pelo líder do grupo, S. L. MacGregor Mathers. A cerimônia foi realizada no Salão de Mark Mason em Londres, onde Crowley aceitou seu lema e seu nome mágico de Frater Perdurabo, significando "Eu devo resistir até o fim." Por volta desse mesmo tempo, ele se moveu de uma acomodação elegante no Hotel Cecil para o seu próprio apartamento de luxo em Chancery Lane. Ali, Crowley prepararia duas acomodações diferentes; uma para a prática de Magia Branca e outra para a prática de Magia Negra. Pouco tempo depois ele convidou seu companheiro da Aurora Dourada, Allan Bennett, para viver com ele, e Bennett se tornou seu tutor pessoal, ensinando a ele mais sobre magia cerimonial e o uso de drogas para rituais. Entretanto, em 1900, Bennett se mudou para Ceilão (Sri Lanka de hoje) para estudar Budismo, enquanto em 1899 Crowley adquiriu Mansão Boleskine, em Foyers na margem do Lago Ness na Escócia. Ele desenvolveu um amor pela cultura escocesa, se descrevendo como "Senhorio de Boleskine" e começou a vestir o tradicional vestido das montanhas, até mesmo durante visitas de volta a Londres.


Variante do círculo e triângulo de Aleister Crowley, usado na evocação dos setenta e dois espíritos do Ars Goetia.
Entretanto, uma dissidência havia sido desenvolvida ao redor da Aurora Dourada, com MacGregor Mathers, o líder da organização, sendo deposto por um grupo de membros que estavam infelizes com seu regime autocrático. Crowley tinha inicialmente contatado esse grupo pedindo para ser iniciado em ordens superiores da Aurora Dourada, mas eles negaram a ele. Imperturbado, ele foi a MacGregor Mathers, que por uma grande quantia iniciou ele na Segunda Ordem. Agora leal a Mathers, ele (com sua então amante e companheira iniciada, Elaine Simpson) tentaram ajudar a interromper a rebelião, e sem sucesso tentaram tomar o espaço de um local conhecido como a Abóbada de Rosenkreutz dos rebeldes. Crowley também desenvolveu mais contendas pessoais com alguns dos membros da Aurora Dourada; ele não gostava do poeta W.B. Yeats, que tinha sido um dos rebeldes, pois Yeats não era particularmente favorável a um de seus poemas, Jephthat. Ele também era antipático a Arthur Edward Waite, que despertava a ira de seus companheiros da Aurora Dourada com seu pedantismo. Crowley defendia o ponto de vista que Waite era um chato pretensioso através de críticas aos escritos deles e editoriais das escritas de outros autores. Em seu periódico O Equinócio, Crowley intitulou uma de suas críticas de, "Wisdom While You Waite" (interpretado como Sabedoria Enquanto Você Espera, sendo Wait em inglês esperar), e sua nota sobre o falecimento de Waite tinha o título de, "Dead Waite" (interpretado como "Peso Morto", aproximando a pronúncia de "weight", que significa peso).


Viagens ao redor do mundo, 1900-1903

Enquanto isso, em 1900, Crowley tinha viajado ao México através dos Estados Unidos por uma veneta, onde ele pegou uma mulher local como sua amante, e junto com seu amigo Oscar Eckenstein foram escalar diversas montanhas, incluindo Ixtaccihuatl, Popocatepetl e até Colima, da qual a ultima tiveram que abandonar devido a uma erupção vulcânica. Durante esse período Eckenstein revelou suas próprias tendências místicas. Crowley tinha continuado por si próprio experimentos mágicos após deixar Mathers, e seus registros indicam que durante esse tempo ele descobriu o significado da palavra Abrahadabra. Eckenstein disse a ele que precisava melhorar o controle de sua própria mente, e recomendou a prática de raja yoga. Depois de deixar o México, um país do qual ele se tornara um grande apreciador, Crowley visitou São Francisco, Havaí, Japão, Hong Kong e Ceilão, onde ele se encontrou com Allan Bennett e se devotou ainda mais a ioga, na qual ele afirma ter alcançado o estado mental de dhyana. Foi durante esta visita que Bennett decidiu se tornar um monge budista da tradição Theravada, viajando à Burma, enquanto Crowley tinha ido a Índia, estudar várias práticas Hinduístas. Em 1902, Eckenstein se juntou a ele na Índia com alguns outros alpinistas: Guy Knowles, H. Pfannl, V. Wesseley, e Dr Jules Jacot-Guillarmod. Juntos, a expedição Eckenstein-Crowley tentaram escalar o monte K2, que até então nenhum outro europeu tinha tentado escalar. Nessa jornada, Crowley se infectou com influenza, malária e cegueira de neve, enquanto os outros membros também estavam com doenças similares. Eles finalmente alcançaram os 20.000 pés de altura antes de decidirem retornar. Ao retornar à Europa, ele visitou MacGregor Mathers em Paris, e apesar de terem sido amigos uma vez, os dois se separaram logo; Crowley afirmou que Mathers estava roubando dele enquanto ele esteve fora (ele posteriormente roubou os itens de volta), e como o biógrafo de Crowley John Symonds notou, ambos se consideravam os esoteristas superiores e se recusavam a se submeter ao outro. Em 1903 Crowley se casou com Rose Edith Kelly, que era irmã de um amigo de Crowley, o pintor Gerard Kelly, em um casamento de conveniência. Entretanto, um pouco depois do casamento, Crowley se apaixonou de verdade por ela e começou a namorá-la. Gerard Kelly era de fato um grande amigo de W. Somerset Maugham, que mais tarde usaria Crowley como modelo para sua novela O Mágico, publicada em 1908.



Morte.

Seus últimos anos, a partir de 1945, são vividos em Hastings, onde uma série de novos discípulos continuam recebendo instruções. E assim Kenneth Grant, John Symonds, Grady McMurty, conhecem-no. Desta época, vem sua última obra, consistindo numa coletânea de cartas dirigidas a uma jovem discípula, que foram publicadas bem mais tarde, após a sua morte, como Magick Without Tears.[carece de fontes]
No primeiro dia de dezembro de 1947, aos 72 anos, Aleister Crowley, serenamente segundo alguns, exultante segundo outros, e ainda perplexo, segundo terceiros, falece, vítima de bronquite crônica e complicações cardíacas.[carece de fontes]
Quatro dias depois, no crematório de Brighton, é realizada a cerimônia que ficou conhecida como "O Último Ritual", com a leitura de trechos da Missa Gnóstica, e de seu famoso Hino, a Pã.


Fonte:Wikipédia

MOTHMAN – O Homem Mariposa

MOTHMAN – O Homem Mariposa


Será que uma criatura alienígena apareceu na Virginia Ocidental? Este nome foi dado a uma criatura que alegadamente apareceu em Point Pleasant, área da Virginia Ocidental. Os avistamentos ocorreram em meados de novembro de 1966 a meados de dezembro de 1967, o que faz de 1996 o trigésimo aniversário do aparecimento da criatura. Poderia ela ser um alienígena deixado por um UFO? Uma estranheza da natureza? Algum tipo de ave mal identificada? Ou foi simplesmente uma farsa bem preparada?

Infelizmente não existem fotografias da criatura – exatamente como um filme de monstro mal estraga a câmera ou o filme não é exposto apropriadamente. Segundo as narrativas das testemunhas oculares, Mothman fica de pé [bípede] mais alto do que um homem, de altura entre 1.82 metros e 2.13 metros, talvez mais alto. Suas características mais proeminentes são as enormes asas sem penas cuja envergadura é de aproximadamente três metros; até mesmo mais não usual são os enormes olhos vermelhos brilhantes em uma face geralmente sem feições. Algumas testemunhas oculares foram incapazes de se recordar de terem visto uma cabeça; estes relatos afirmam que os olhos estavam realmente na área dos ombros, onde um pescoço e a cabeça deviam estar. Poucos, se algum, podem se lembrar de detalhes sobre a presença ou tipo de pés que a criatura possuia. As testemunhas oculares alegaram que o Mothman podia voar sem bater as asas e podia alcançar a velocidade de um autmóvel que tentava fugir a 100 milhas por hora. A criatura nunca foi vista bater as asas quando se elevava do solo – ela evidentemente era capaz de se elevar e flutuar acima da superfície da terra com pouco ou nenhum esforço, não fazendo qualquer som ou barulho.



Um mapa e uma descrição da área onde foi pela primeira avistada a criatura foi na Usina de Energia Elétrica de Ordnance Works North da Virginia Ocidental por dois casais que passeavam em meados de novembro de 1966. Este usina foi criada durante a segunda guerra mundial para fornecer TNT para o esforço de guerra dos EUA. Localizada a aproximadamente seis milhas ao norte de Point Pleasant, na Virginia Ocidental, a área agora serve como uma área pública para caça e pesca e é conhecieda localmente como “a área TNT” ou apenas “TNT.” Construida durante a guerra, a usina era ostensivamente preparada para evitar um possível ataque japonês ou alemão. O armazenamento de explosivos perigosos foi realizado por uma série de bunkers de concreto construidos sobre o solo. Estes bunkers, ou “iglus,” eram enormes estruturas de concreto em forma de domos, cobertas com um pé ou mais de terra e espaçados em um padrão de grade para reduzir as chances de todos os iglus serem destruídos em uma reação em cadeia de uma bomba inimiga. A porta em cada iglu é sólida e de um pé de espessura. A cobertura de terra também servia como camuflagem já que a grama pôde crescer sobre o inteiro complexo embora do ar a instalação deve ter parecido estranha. Foram construídas usinas elétricas gêmeas para fornecer energia para a istalação manufatureira. Uma série de bunkers subterrâneos, túneis e esgotos tambem ligavam o inteiro complexo. Algum tempo depois da guerra, as plantas do layout da fábrica foram destruídas em um ato de típica eficiência de Washington, DC. A fábrica deixou de operar em 1945. Os iglus mais tarde foram usados para armazenamento de explosivos comerciais [talvez ainda sejam] e há rumores que isto tenha nos níveis inferiores resíduos nucleares. Virtualmente todos os iglus são fechados e inacessíveis, a menos que alguém que tenha transpassado e tente abrir; e isto não é aconselhável e potencialmente muito perigoso, até mesmo um risco de vida, por causa das cobras, ratos, gambás, possivel resíduo nuclear, explosivos [e mais tarde resíduo de explosivos mais perigosos do que o TNT] mais os resíduos industriais das usinas até hoje. Na década de 1980 algumas camaradas estavam pescando em um dos designados lagos de pesca quando perceberam um líquido vermelho borbulhando para a superfície. Isto mostrou ser um composto de tolueno. Testes subsequentes determinaram que a área é dos lugares mais poluídos nos EUA. Ele tem seu lugar garantido no “Top 10 Superfundo para Limpeza”. Durante a operação da fábrica os produtos residuais eram permitidos serem depositados em reservatórios para “evaporação”; estes poços eram cavados sob a vegetação que eventualmente cresciam novamente. Esta ação, acoplado com os possíveis esgotos, levaram a um envenenamento da área. Os Corpos do Exército estão ocupados remediando o local; o monitoramento perpétuo e permanente da água do solo será necesário agora e até para sempre! Os lagos afetados tem sido drenados, encapados com uma cobertura de revestimento interno e poços de monitoramentos tem sido instalados. Por causa da destruição das plantas da fábrica, os Corpos do Exército tem tido que anunciar publicamente por informação de qualquer um com experiência de trabalho na fábrica. Isto foi feito para tentar e recuperar alguma informação sobre os locais dos esgotos e dos túneis. É desconhecido se todas as instalações remanescentes serão encontradas.




Mais ocorrências não usuais ao redor de Point Pleasant, Virginia Ocidental. Point Pleasant tem visto sua parte de enchentes e incêndios devastadores; alguns atribuem isto a uma praga durante a agonia do antigo chefe Shawnee, Cornstalk. Em 10 de outubro de 1774 uma grande batalha aconteceu entre os homens da milícia da Virginia liderados por Andrew Lewis, e uma confederação multi-tribal liderada pelo guerreiro Shawnee, Cornstalk; esta batalha aconteceu na confluência dos rios Kanawha e Ohio, mais tarde incorporados em 1794 como a cidade de Point Pleasant. Os homens tribais nativo-americanos foram enganados pelo governador da Virginia [leal aos britânicos], Lord Dunmore, para acreditarem que os homens da milícia estavam vindo para assinar um tratado de paz. A confederação sofreu uma maciça derrota e nunca voltou a área para lutar novamente; os homens da milícia também sofreram pesadas baixas. O intento de Dunmore era desviar a atenção dos colonialistas para longe da independência da Bretanha ao estimular o ódio entre os colonos e os nativo-americanos. Por causa dos interesses britânicos na batalha, alguns tem declarado que esta batalha foi a primeira da revolução americana; os detratores rotulam esta batalha como a última das guerras de fronteira com os índios. Depois da derrota de Cornstalk como resultado de uma emboscada, ele relatadamente com sua respiração agonizante amaldiçoou a área por 200 anos. Suas palavras despertam muita discussão depois de cada ocorrência desafortunada na cidade durante este período, incluindo enchentes e incêndios severos que pareceram praguear o centro da cidade durante anos, além da situação de refém covarde e assassina da Côrte do Condado de Mason em 1976. O desastre do desabamento da Ponte Silver em 15 de dezembro de 1967 que atingiu o Rio Ohio entre Point Pleasant e Kanauga, Ohio; 46 pessoas morreram na tragédia. Os viajantes da hora do rush estavam indo em suas vidas diárias, se preparando para os feriados do Natal quando a estrutura desabou sobre eles. A ponte foi construída em 1928 como uma ponte suspensa significando que tinha cabos como aqueles encontrados na ponte Golden Gate. Nos meses depois do desabamento, as peças da ponte foram recuperadas e postas como um grande quebra-cabeças em um campo exatamente ao sul de Point Pleasant; tudo, menos o leito da estrada foi recuperado. A análise final realizada pelo Departamento de Transportes dos EUA disse que a falha foi no pino 13 da barra reta sobre o lado norte da ponte e a oeste da torre de Ohio, tinha falhado e feito a cadeia de barra reta cair sob a rodovia. A cadeia de barra reta rio abaixo ao sul foi incapaz de suportar o peso da inteira estrutura o que resultou na falha completa e imediata. Levando a rota 35 dos EUA naquele tempo, a ponte tinha duas estruturas gêmeas: uma exatamente no rio acima em St. Marys, Virginia Ocidental e uma no Brasil. A de St. Mary foi imeditamente fechada, destruída e substituida. Em 1969, uma nova ponte foi completada exatamente ao sul de Point Pleasant e a Rota 35 foi relocada para o lado sul do Rio Kanawha, seguindo o caminho da antiga Rota Estadual 17. A antiga Rota 35 foi renomeada Rota Estadual 62.


MOTHMAN e o Fator C.U.T.E.

de Robert A. Goerman

Relatos de testemunhas oculares, realmente de mais de cem pessoas, de novembro de 1966 a dezembro de 1967, descreveram uma criatura alada que permanecia em pé, mais alta e mais larga que um homem, andando com pernas de aparência humana, decolando reto como um helicóptero, caçando carros, e emitindo sons de zumbido e guinchos. Os olhos vermelhos brilhantes, colocados nos ombros, pareciam ainda mais aterrorizantes do que o tamanho da criatura ou a envergadura de três metros de suas asas.

Os incidentes começaram em 15 de novembro de 1966. As 11:30 p.m., um clássico chevrolet 1957 dirigia vagarosamente ao redor de uma área abandonada da segunda guerra mundial, conhecida localmente como área TNT, a seis milhas ao norte de Point Pleasant, Virginia Ocidental.

O fácil acesso e o isolamento desta área de TNT a tornaram um lugar popular para a juventude local. Dentro do chevrolet 1957 estavam dois jovens casais casados, Roger, 18, e Linda Scarberry e Steve, 20, e Mary Mallette. Eles estavam procurando amigos que também podiam estar fora naquela noite. A busca deles fez uma pausa na Usina de Energia Norte.

“Era a forma de um homem, mas muito maior. Talvez de 1.90 a 2.13 metros de altura. E ele tinha grandes asas dobradas em suas costas”, disse Roger Scarberry.

“Mas foram os olhos que nos atrairam. Isto tinha dois olhos como faróis de um carro”, acrescentou Linda Scarberry. “Eles eram hipnóticos. Por um minuto, apenas podiamos encara-los. Não podia tirar meus olhos disso.”

Roger Scarberry, que estava dirigindo, pisou no acelerador e fugiu, dizendo que a um ponto o chevrolet tenha alcançado cem milhas por hora. Para horror de todo mundo, a criatura abriu as asas e voou atrás do carro. Ela não parecia bater as asas e a envergadura era de uns três metros.

A criatura seguiu o carro deles até os limites da cidade de Point Pleasant antes de parar a perseguição.

Os casais aterrorizados relataram a experiência deles ao Xerife substituto Millard Halstead.

Linda estava em um tal estado que foi levada a um hospital.

O Xerife do condado de Mason George Johnson chamou uma conferência de imprensa no dia seguinte. Os repórteres entrevistaram todas as testemunhas. A história foi captada pelos serviços de cabo. Um homem do notíciário apelidou a criatura de “Mothman.”

Os céus ajudem os inocentes que se deparam com monstros. Muitos cultos homens de ciência apenas sabem que estes fenômenos estão relacionados a delírios ou uso de álcool. O autor rotula esta reação perpétua de Fator da Necessidade Compulsiva de Explicar (C.U.T.E.). A despeito do acrônimo, isto não é bonito.

Embora o Xerife do condado de Mason George Johnson admitisse que as testemunhas tinham “visto algo” incomum o suficiente para aterroriza-las, ele rapidamente teorizou [sem o menor traço de evidência] que isto possa ter sido um “Shitepoke” exagerado, possivelmente uma estranheza da natureza.”

Segundo a história do “Point Pleasant Register” da quinta-feira, 17 de novembro de 1966: “Este pássaro é também conhecido como um Shagpoke’ e realmente é uma grande ave com pernas finas e estreitas, asas longas e amplas, pés membranosos e vive perto da água e faz um barulho rouquenho,’ eles dizem. A ave… é algumas vezes referida como uma garça verde que descansa de dia e se alimenta de noite.”

Uma outra divulgação da United Press International, com data e local de Point Pleasant, esclareceu as coisas: “Johnson disse que ele sente que seja o que for que alguém viu nada mais é que um ’estranho shitepoke,’ um grande pássaro da família das garças. O shitepoke, ou corvo marinho como ele algumas vezes é conhecido, é a menor garça do hemisfério ocidental”.



Vamos estabelecer o registro direto. Estes “especialistas” estão confundindo duas aves inteiramente diferentes. A Graça Verde é o anão da família das garças geralmente diurnas, medindo terríveis até meio metro de comprimento. A Graça noturna Negra Coroada é o suspeito noturno a que estão se referindo estes “especialistas”. Ela é descrito como tendo uma constituição pesada, com um capacete preto e as costas e a barriga branca, asas de um cinza pálido, e olhos vermelhos que não piscam e que brilham como brasas esmaecidas. Seu nome científico, Nycticorax, significa “corvo da noite.” e em muitos lugares, esta garça noturna é conhecida como ” squawk” por causa de seu grito curto e rouquenho. Aborde esta ave tímida e ela escapole com um frenético bater de asas e seus gritos rouquenhos. A garça noturna negra coroada mede no máximo setenta centimetros de comprimento. Uma coisa muito distante de algo tão “maior do que um homem” no livro de qualquer um.

Ralph Turner, um professor de jornalismo e comunicações de massa da Universidade Marshall, era um repórter do The Herald-Dispatch (Huntingdon, Virginia Ocidental) quando apareceu a história do Mothman. Ele veio com a brilhante idéia que um repórter deve passar a noite na área TNT onde pela primeira vez foi relatado o Mothman. o editor da cidade Bill Wild concordou com o plano e entregou a história para Turner e o repórter/fotógrafo Mike Hoback.

“Lembro-me de falar com as pessoas nas primeiras horas da manhã”, disse Turner. “Também me lembro de me sentir frio e úmido e ligeiramente tolo. Isto não era uma “coisa quente” naquele tempo, Turner explicou. “Não sei se muitas pessoas pensavam nisso seriamente, mas era uma boa peça de conversa. Queríamos levar isto a alguma conclusão. Realmente nunca acreditei que houvese algo como o Mothman.” Turner confessou.



Quatro dias depois do avistamento inicial do Mothman em 15 de novembro de 1966, seu artigo de notícias começou: “o caso do monstro do condado de Mason pode ter sido resolvido sexta-feira por um professor da Universidade da Virginia Ocidental. O Dr. Robert L. Smith, professor associado de biologia da vida selvagem na divisão da universidade de florestas, disse ao Xerife de Mason George Johnson em Point Pleasant que ele acredita que a “coisa” que tem estado assustando pessoas na área de Point Pleasant desde terça-feira é uma grande ave que fez uma parada enquanto migra para o sul. ‘De todas as descrições que tenho lido sobre esta “COISA’ isto combina perfeitamente com o grou-canadense”, disse o professor Smith. “Acredito definitivamente que isto é o que estas pessoas estão vendo”.

Duane Pursley, biólogo de vida selvagem e gerente da Estação de Vida Selvagem McClintic disse que ele não acredita que uma ave grande, se ela existiu, estivesse na área com toda a comoção de centenas de pessoas procurando por ela. Ele sugeriu que talvez a ‘coisa”, grou, ou seja o que for que as pessoas relataram terem visto, não era tão grande como elas pensaram em sua excitação. ‘Temos montes de gansos canadenses por aqui durante os períodos de migração”.

Um recorte do “The Athens (Ohio) Messenger” terminou um relato de má vontade sobre o Mothman com “um número de caçadores tem relatado ter visto corujas, maiores que do tamanho normal, na área do condado de Mason.”

“Coruja? Ganso? Brincadeira: Ou Faça Sua Escolha” diz uma outra manchete do The Herald-Dispatch. Ele elaborou, “A despeito da confusão, os relatos são divertidos, disse hoje um assistente do xerife. Ele disse que quase todo mundo tinha expressado sua opinião sobre o que eles acreditavam que as pessoas realmente viram. Elas incluiam: uma grande coruja, um ganso migrante e garotos pregando peças com algum tipo de aparelho falsificado.”

Edward Pritchard, conselheiro do Clube de Interesse em Ciências na Escola Secundária de Proctorville , disse aos repórteres dos jornais que o Mothman podia apenas ser um dos balões atmosféricos liberados pelos estudantes dele. “Os ventos prevalecentes os levariam sobre o condado de Mason”, riu Pritchard . “A luz pega estas coisas em ângulos estranhos e a imaginação faz o resto.”

“Autoridades aqui tem concluido que o chamado monstro do condado de Mason era uma grande ave de algum tipo…” relatou o “The Herald-Dispatch”, esperando colocar um fim nisto.

Certamente é tempo de colocar um fim nesta falta de lógica.

Nunca este autor até mesmo momentaneamente confundiria uma marmota ereta com um Sasquatch ou uma Grande Garça Azul com algum ameaçador pterodactito ou com o pássaro do trovão.

Muitos anos de experiência pessoal ditam o reconhecimento de pequenas e fugidias criaturas [raposas, coelhos, gambás, racuns] brevemente entrando nos raios do farol do carro e isso nem toma mais que um esforço muito pequeno. Até mesmo dirigindo ao longo de mais de cinquenta milhas por hora, a identificação animal é mais fácil ainda com espécies maiores, como cervos e ursos.

Algumas dessas testemunhas oculares deram uma boa olhada no Mothman.



Uma das famílias vivendo na desolada área TNT era a Ralph Thomas. Por volta das 9:00 p.m., 16 de novembro de 1966, Mr. Raymond Wamsley, 19, e Mrs. Cathy Wamsley, 18, com Mrs. Marcella Bennett, 21, levando sua jovem filha estavam terminando uma visita social e andavam de volta para seu carro quando foram perturbadas por algo muito perto delas na propriedade de Thomas ao longo da Estrada White Church

“Isto se levantou vagarosamente do solo. Uma coisa grande e cinza. Maior que um homem, com terríveis olhos vermelhos brilhantes”, relatou Marcella Bennett, que gritou e tomada pelo pânico deixou cair seu bebê e caiu no chão em choque. Na medida em que a criatura desdobrava suas asas, Raymond Wamsley agarrou a criança e orientou as testemunhas a correrem de volta para a segurança da casa, onde elas foram deixadas entrar por Ricky Thomas, 15, e as irmãs Connie e Vickie. A figura arrastou-se atrás deles, chegando a entrada e espiando pela janela. Eles chamaram a polícia, mas a criatura tinha desaparecido quando a polícia chegou. Marcella Bennett estava tão traumatizada que precisou de atenção médica. Convidando a ridicularização e a zombaria, estas testemunhas oculares contaram a todo mundo o que viram.

O que elas encontraram não era algum grou canadense de pernas finas, visto como um dos mais cautelosos pássaros da vida selvagem americana.

“Maior que um homem… olhos vermelhos que brilhavam como fogo quando as luzes os atingiam… asas enormes.”

Que gansos canadenses!

Até mesmo décadas mais tarde, pessoas supostamente inteligentes e educadas ainda sugerem explicações completamente ridículas para o inexplicável. Uma tal “explicação lógica” foi recentemente oferecida: ´

Os clássicos avistamentos do Mothman foram inspirados por uma comum coruja de celeiro.

A Coruja de Celeiro (também conhecida variadamente como “Coruja Branca,” “Coruja Fantasma,” “Coruja Espírito,” “Coruja Dourada,” e “Cujua Cara de Macaco”) é facilmente reconhecida. Estas espécies distintas de corujas chegam ao comprimento de meio metro com uma envergadura de 1,10 metro. Pesa por volta de uma libra. As fêmeas são maiores do que os machos. Ela tem longas pernas emplumadas e fazem um assovio irritante e alto, muito mais que uma buzina. Ele chega a ter 40 centimetros de altura.

40 centímetros altura mal alcança os joelhos da maioria das pessoas.

O Encontro com o Homem-Mariposa [Mothman]
uma criatura desconhecida que aterroriza dois jovens em um campo de milho da Virginia

de Stephen Wagner

Em meados da década de 1960, uma criatura misteriosa que se tornou conhecida como Mothman assustou os residentes ao redor da cidade de Point Pleasant, Virginia Ocidental. Descrita como tendo grandes olhos vermelhos e asas enormes e silenciosas, a criatura tem se tornado uma lenda na área, e os avistamentos são declarados até hoje. No verão de 2005, Matt e sua meio-irmã encontraram algo desconhecido e eles supuseram que fosse o monstro Mothman. Esta é a história de Matt:

Minha meia-irmã Lynn e eu estávamos visitando os avós dela na Virginia. A casa dos avós dela é no interior com um campo de milho de 20 acres próximo a ela. Aproximadamente a 50 jardas por trás da casa ficam milhas de floresta.

Na primeira noite que estávamos lá, desfaziamos as malas e ficavamos prontos para dormir. Havia uma cama beliche no quarto de hóspedes que nossos irmãos mais novos iriam dormir. Havia um sofá e uma cama de puxar na sala de estar, que eu e Lynn decidimos dormir lá. Ficamos trocando os canais da televisão e chegamos a um show de lendas urbanas nos EUA. Já que minha meia irmã e eu sempre estivemos interessados em acontecimentos paranormais, decidimos assistir por alguns minutos. Era algo sobre uma criatura chamada “Mothman.” Segundo o show, os avistamentos do Mothman eram ditos ocorrerem principalmente na Virginia (onde nós estávamos) e no Kentucky. Assim minha meia irmã e eu nos olhamos de queixo caido porque sempre pareciamos acreditar neste tipo de coisas.

Na manhã seguinte, estavamos brincando por lá com uma bola de futebol. Minha irmã é de um time de futebol e ele leva sua bola onde quer que vá. Ela apontou a bola para o campo de milho.

“Oops,” ela sorriu.

Procuramos por horas e horas mas não pudemos encontrar a bola, não importa o quanto procuramos. Minha irmã estava muito desapontada porque era sua bola favorita.

Algo devolve a bola




Na noite seguinte, Lynn, nossos irmãos e eu estávamos asistindo televisão na sala de estar. Repentinamente, ouvimos uma tremenda queda no teto da casa. Nós todos gritamos de medo e nos lançamos sob o esconderijo das cobertas da cama. Então ouvimos passos; passos altos, como se algo anormalmente grande estivesse andando sobre nosso teto. Nossos pais vieram com olhos assustados e perguntaram se nós tinhamos deixado cair alguma coisa, mas gelaram quando eles também ouviram os passos no telhado. .

Meu padrasto foi até a janela e olhou para o campo de milho que por alguma razão parecia particularmente sinistro naquela noite. Enquanto ele olhava, ele viu a bola de minha irmã cair do telhado!

Ele olhou para baixo, agora sabendo bem porque ela tinha caido tão rapidamente. Ele correu lá para fora e trouxe a bola para dentro. Minha irmã agarrou a bola, rindo feliz por te-la de volta. Meu padrasto e minha mãe voltaram para o outro quarto depois de nos darem boa noite.

Repetinamente, minha irmã olhou a bola e ficou zangada. Furiosa, ela gritou, “olhe!”. Todos olhamos e vimos quatro furos perfeitamente redondos nela. Dois muitos grandes aproximadamente do tamanho de um quarto e meio de uma polegada e os dois menores do tamanho da moeda de dez centavos de dólar. Isto me deu arrepios. E subitamente tive uma lembrança do show que haviamos assistido na noite passada.

Olhei para Josh e Ashley (nossos irmãos mais novos) e disse a eles para sairem da sala. Eles sairam reclamando. Olhei para Lynn e disse: “não pode ter sido o Mothman?”

Ela fez um muchocho e disse, “não seja tolo”

Nada mais de peculiar aconteceu naquela noite. Mas coisas mais estranhas ainda viriam. Por uma semana, as coisas foram pacíficas. Pela próxima quinta e sexta-feiras todos já tinhamos esquecido o inteiro incidente com a bola de futebol. De manhã, acordamos, tomamos café, lavamos os pratos e fomos passear no campo de milho.

Depois de andar por uns quinze minutos, começamos a ouvir barulhos farfalhantes nas plantações de milho vizinhas. Olhamos um para o outro, intrigados. Dentro de mais uns poucos segundos, ouvimos um som guinchante e de raspagem, de alguma forma similar a unhas em um quadro negro. Ficamos de joelhos, cobrindo os ouvidos. Depois que isto parou, Lynn estava tão assustada que as lágrimas corriam pelo rosto dela. Ele dizia em pãnico, “temos que voltar”.

Ouvimos o barulho começar novamente e ela gritou e caimos novamente de joelhos. O barulho parecia vir de cima de nós, e antes que qualquer um de nós tivesse tempo para pensar duas vezes sobre isso, olhamos para cima e vimos algo se lançar nos ultrapassando, rápido como um flash. Estado de joelhos em um campo de milho, não demos uma boa olhada nisso. Isto tinha que ter tido um comprimento de asas de ao menos dez pés [três metros]! Mais tarde ambos concordamos que isto tinha uma figura de tipo humano e asas enormes.

Enquanto corriamos de volta para casa, encontramos um bebê cervo, mal vivo. Nos inclinamos mais perto do cervo e repentinamente Lynn gritou “oh, meus Deus!” e ficou pálida. Eu perguntei o que era e olhei para onde ela estava apontando e vi quatro buracos perfeitamente redondos na barriga do cervo, exatamente iguais aos buracos na bola de Lynn.

Corremos de volta para casa e contamos a história para nossa família. Eles não acreditaram em nós. E provavelmente nunca acreditarão. Mas penso que tudo isso foi real demais para que não acreditemos e isto ainda assombra a mim e a Lynn desde aquele dia.



Fonte:CONSPIRE ASSIM


Seguidores

Follow by Email