2.24.2011

O Diário de Anne Frank

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Annelisse Maria Frank, mais conhecida como Anne Frank (Frankfurt am Main, 12 de Junho de 1929 — Bergen-Belsen, 31 de Março de 1945) foi uma adolescente alemã de origem judaica, que foi morta aos 15 anos em um campo de concentração.

Seu diário foi publicado pela primeira vez em 1947 e é atualmente um dos livros mais traduzidos em todo o mundo.


DIÁRIO DE ANNE FRANK

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Diário de Anne Frank (em alemão: Das Tagebuch der Anne Frank. em holandês, a língua do diário original: HET ACHTERHUIS - Dagboekbrieven 14 juni 1942 - 1 augustus 1944. em inglês: The Diary of a Young Girl, como dizem no livro, ou The Diary of Anne Frank, como é no filme.) é um diário escrito por Anne Frank entre 12 de junho de 1942 a 1 de agosto de 1944 durante a Segunda Guerra Mundial.

Escondida com sua família e outros judeus em Amsterdam durante a ocupação Nazista na Holanda, Anne Frank com 13 anos de idade conta em seu diário a vida deste grupo de pessoas.

Em 4 de agosto de 1944, agentes da Gestapo detém todos os ocupantes que estavam escondidos em Amsterdam e levam-nos para vários campos de concentração. No mesmo dia da prisão dos pais de Anne, entregam o diário dela para o pai Otto Heinrich Frank. Anne Frank faleceu no campo de concentração Bergen-Belsen no fim de fevereiro de 1945.

Otto foi o único dos escondidos que sobreviveu no campo de concentração. Em 1947 o pai decide publicar o diário, como Anne desejava em vida. O diário está no Instituto Holandês para a Documentação da Guerra. O Fundo Anne Frank (na Suíça) ficou como herdeiro dos direitos da obra de Anne Frank. O pai Otto Heinrich Frank faleceu em 1980.
Na apresentação à primeira edição americana do diário, Eleanor Roosevelt descreveu-o como "um dos maiores e mais sábios comentários da guerra e seu impacto no ser humano que eu jamais lí". O Soviético escritor Ilya Ehrenburg mais tarde disse: "uma voz fala para seis milhões; a voz não de uma sálvia nem um poeta, mas de uma menininha costumeira." Hillary Rodham Clinton, em sua fala para o Elie Wiesel Humanitarian Award em 1994, lê o diário de Anne Frank e o relaciona com acontecimentos contemporâneos como em Sarajevo, Somália e Ruanda.

Depois que receber um prêmio humanitário da Fundação Anne Frank em 1994, Nelson Mandela chamou uma multidão em Johannesburgo, dizendo que ele tinha lido o diário de Anne Frank enquanto estava na prisão e que o "derivou muito estímulo." Sua luta contra o nazismo e o apartheid, explicando o paralelo entre as duas filosofias: "porque estas crenças são patentemente falsas, e porque eram, e sempre serão, desafiados por gente como Anne Frank, eles estão no limite do fracasso."

CONTROVÉRSIAS SOBRE A AUTENTICIDADE DO DIÁRIO DE ANNE FRANK

Quando morreu, em 1980, Otto Frank deixou os manuscritos da filha para o Instituto Estatal Holandês para Documentação de Guerra, em Amsterdã. Como a autenticidade do diário fora questionada desde a sua primeira publicação, principalmente pelo revisionista francês Robert Faurisson (autor de Le Journal d'Anne Frank est-il authentique?, de 1980), o Instituto para Documentação de Guerra ordenou uma investigação total. Assim que foi dado como autêntico, sem qualquer sombra de dúvida, o diário foi publicado em sua totalidade, juntamente com os resultados de um estudo exaustivo, artigos sobre o passado da família Frank, as circunstâncias relativas à sua prisão e deportação e o exame da caligrafia de Anne, do documento e dos materiais usados.[1] As alegações segundo as quais diversas páginas do diário teriam sido escritas (após a guerra ou não) por outra(s) pessoa(s), encontraram assim uma refutação decisiva.
BIOGRAFIA



Nasceu em Frankfurt am Main (Hesse), sendo a segunda filha de Otto Heinrich Frank (12 de maio de 1889 - 19 de agosto de 1980) e de Edith Frank-Holländer (16 de janeiro de 1900 - 6 de janeiro de 1945), uma família de patriotas alemãs que teriam participado da Segunda Guerra Mundial. Tinha uma irmã Margot Frank (16 de fevereiro de 1926 - março de 1945). Ela e a sua família (Edith, Margot e Otto Frank), juntamente com mais quatro pessoas (Peter, Pfeffer,sr. e sra. van Pels) viveram 25 meses, durante a Segunda Guerra Mundial, num anexo de quartos por cima do escritório do pai dela, em Amsterdã, nos Países Baixos, denominado Anexo Secreto. Enquanto vivia no Anexo Secreto, Anne escrevia em seu diário (que ganhou de aniversário), a que ela deu o nome de Kitty. No diário escrevia o que sentia, pensava e o que fazia. Kitty e, logo depois Peter eram seus únicos amigos dentro do Anexo Secreto. Os longos meses de silêncio e medo aterrorizante, acabaram ao ser denunciada aos nazistas e deportada para campos de concentração nazistas.
Primeiro foi levada juntamente com a família para uma escola e depois para Westerbork, nos Países Baixos, antes de serem deportados para o leste da Europa. Anne Frank foi deportada inicialmente para Auschwitz, juntamente com os pais, irmã e as outras pessoas com quem se refugiava na casa de Amesterdã (onde hoje existe o museu Casa de Anne Frank). Depois levaram-na para Bergen-Belsen, juntamente com a irmã, separando-a dos pais. Em 1945, nove meses após a sua deportação, Anne Frank morre de tifo em Bergen-Belsen. A irmã, Margot Frank, tinha falecido também vítima do tifo e da subnutrição dias antes de Anne. Sua morte aconteceu duas semanas antes de o campo ser libertado. O seu diário, guardado durante a guerra por Miep Gies, foi publicado pela primeira vez em 1947. O diário está atualmente traduzido em 68 línguas e é um dos livros mais lidos do mundo.

O local onde a família de Anne Frank e outras quatro pessoas viveram para se esconder dos nazistas ficou conhecido como Anexo Secreto e tornou-se um famoso museu após a publicação do diário. Nesse há uma reprodução das condições em que os moradores do Anexo Secreto viviam e é apresentada a história de seus oito habitantes e das pessoas que os ajudaram a se esconder durante a guerra. Um dos itens apresentados ao público é o diário escrito por Anne, que viria a se tornar mundialmente famoso após sua morte, devido a iniciativa de seu pai, Otto, de publicá-lo. Hoje, é um dos mais famosos símbolos do Holocausto. Dos oito habitantes do Anexo, o único sobrevivente após a guerra foi Otto, pai de Anne (que veio a falecer em 1980).






http://pt.wikipedia.org/wiki/Anne_Frank

 

Karen Carpenter

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Karen Carpenter

Karen Carpenter, Uma verdadeira artista,que cantava música,música de verdade.

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Ela é lembrada por muitos artistas como uma das melhores cantoras de todos os tempos. Madonna e K.D. Lang, entre outros, citaram-na como influência musical.
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·Biografia
Karen nasceu em New Haven, Connecticut, no nordeste dos Estados Unidos, filha de Harold Bertram Carpenter (1908-1988) e Agnes Reuwer Tatum (1915-1996). Seu irmão Richard desenvolveu um grande interesse pela música desde cedo, tornando-se um virtuose no piano. A família mudou-se em 1963 para Downey, subúrbio de Los Angeles, Califórnia, sede de várias gravadoras, com o objetivo de facilitar a vida de Richard em sua carreira musical.

Em 1968, John Wayne encontrou os Carpenters em um show de talentos chamado "Your All American College Show." Ele pediu a Karen que tentasse um papel em seu filme,"True Grit." Karen fez o teste, mas foi Kim Darby quem recebeu o papel.

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·Carreira Musical

De 1965 a 1968 Karen fez parte do Richard Carpenter Trio, com o irmão Richard e o amigo Wes Jacobs, um baixista e tocador de tuba. O trio tocava jazz em casas noturnas e no programa de TV "Your All American College Show", embora quem tocasse o baixo nas aparições televisivas fosse Bill Sissyoev e não Wes Jacobs. Karen, Richard, e outros músicos (inclusive o letrista John Bettis) participaram do conjunto Spectrum (1967-1968).
Karen e Richard Carpenter assinaram seu contrato como "Carpenters" no início de 1969. Ela cantou a maioria das músicas no primeiro álbum, Offering (mais tarde renomeado para Ticket to Ride). "Ticket to Ride" viria a ser o maior sucesso desse álbum, atingindo a posição 54. O álbum seguinte, Close To You, levou os Carpenters ao estrelato, com duas canções na posição 1: "(They Long to Be) Close To You" e "We've Only Just Begun".

http://www.youtube.com/watch?v=6inwzOooXRU
Karen raramente escolhia as canções cantadas por ela e frequentemente sentia ter pouco controle sobre sua própria vida. A imprensa especializada também acabava escrevendo resenhas desfavoráveis à dupla. Ela fazia dietas obsessivamente e desenvolveu anorexia nervosa, cuja primeira manifestação foi em 1975, quando uma exausta e enfraquecida Karen Carpenter foi forçada a cancelar apresentações na Inglaterra e no Japão. Ao mesmo tempo, Richard desenvolveu dependência de soníferos, o que o levou a interromper sua carreira no final daquela década para se tratar, o que interrompeu as apresentações públicas da dupla entre 1978 e 1981

·Morte.

Em 4 de fevereiro de 1983, pouco antes de seu 33° aniversário, Karen Carpenter teve uma parada cardíaca na casa de seus pais em Downey e foi levada a um hospital próximo, falecendo 20 minutos depois. Naquele dia, Karen iria terminar seu divórcio

A autópsia declarou que sua morte foi resultado de uma cardiotoxicidade (em função dos eméticos, como o xarope de ipecac) por causa da anorexia nervosa. No sumário anatômico, o primeiro item foi parada cardíaca, com anorexia em segundo. O terceiro foi a caquexia, em função de seu baixo peso e fraqueza corporal associadas a uma doença crônica. Richard e a mãe de Karen discordam do uso de eméticos, mas não dos laxantes.
Seu funeral foi realizado em 8 de fevereiro de 1983, na Igreja Metodista de Downey. Karen, colocada com uma roupa rosa, foi levada em caixão aberto. Mais de mil pessoas foram às exéquias, suas amigas inclusas. Seu ex-marido esteve no funeral, retirou sua aliança e lançou-a sobre o caixão.


- REPAREM NA ÙLTIMA APARIÇÂO DELA,EM TV NACIONAL.

http://www.youtube.com/watch?v=geD1eg4Qsd8




E agora,fazem 28 anos que a Voz de "Anjo" De Karen Carpenter, deixou nosso mundo

Paul Lung - Hiper-realismo com lápis 0,5mm

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Paul Lung - Hiper-realismo com lápis 0,5mm

Paul Lung - Hiper-realismo com lápis 0,5mm

É difícil de acreditar, mas todas essas belas fotos não são fotos, mas desenhos a lápis. O autor da arte é incrível é o artista gráfico de Hong Kong Paul Lung. Lápis 0,5mm e papel A2 técnicos são os únicos atributos destas obras-primas. Ele NÃO usa borracha e passa até 60 horas esboçando seus quadros. Como muitas vezes ele admite que as pessoas não acreditar nele e ele tem de fazer vídeos de seus trabalhos para provar que estas obras de arte não são fotografias. Confira essas belas obras de arte por si mesmo.

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Bem, o cara é apaixonado por felinos, mas aí vai um desenho dele que todos aqui devem conhecer :B

2.22.2011

in italia Portofino

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Portofino é uma comuna italiana da região da Ligúria, província de Génova, com cerca de 529 habitantes. Estende-se por uma área de 2 km², tendo uma densidade populacional de 265 hab/km². Faz fronteira com Camogli, Santa Margherita Ligure.

Deve haver algo de muito inspirador na Riviera Italiana. Monet dizia que era o sol. Para ele, o sol do Mediterrâneo deveria ser pintado com ouro e pedras preciosas. E tão logo você desembarque em algum dos vilarejos pesqueiros da costa da Ligúria vai perceber que o sol daqui tem mesmo vocação de pintor. Em cada parede das casinhas verticais dos moradores, a luz rebrilha num tom diferente entre o vermelho-sangue e o amarelo-palha, oferecendo uma ampla gama de cores solares que nem a mais avantajada caixa de lápis de cor poderia ter. As aldeias da Ligúria são tão iluminadas que até o pior humor pode mudar de rumo diante delas.

italia germania 2011
A água cor de esmeralda faz um belo contraste com os terraços prateados de olivas e avermelhados pelos vinhedos. Os pinos marítimos com suas copas frondosas ficam cada vez maiores com a aproximação do barco. A bela enseada de Portofino desponta entre a vegetação mediterrânea. A pequena baía em forma de ferradura é uma das pérolas da costa mediterrânea. Seja a remo, vela ou a motor, todos os caminhos levam a Portofino. Não por acaso ela é considerada patrimônio histórico da União Européia. Mas lá todo mundo parla italiano, è chiaro!

Portofino se projeta sobre o golfo de Tigullio, no Mar Mediterrâneo, a oeste de Gênova, na região da Ligúria. A fama do lugar atravessa os séculos. No início era um ponto de observação dos antigos romanos, como indicam manuscritos e restos de fortificações. Mais tarde, durante o período das repúblicas marinhas, no século 15, suas águas foram palco de batalhas navais entre genoveses e venezianos. Mas em nenhum destes períodos conturbados da história o encanto do lugar passou em branco. Não foi à toa que os monges beneditinos escolheram a região para fundar o mosteiro de San Fruttuoso.

Hoje, o velho burgo de pescadores é um dos locais mais sofisticados da riviera italiana e de toda a Europa. Ele cresceu muito pouco, continua com a sua forma de meia lua em torno da enseada, mas o prestígio ganhou o mundo. Mansões de época à beira mar e no alto das colinas não comprometem a paisagem. A orla da pequena baía é emoldurada por lojas de grife, cafés e restaurantes, galerias de arte, hotéis e pelas velhas casas com suas fachadas coloridas e desenhadas segundo a técnica do trompoeil.

Ilustres na Itália Medieval

A marina de Portofino pode abrigar até 237 barcos. Milionários e a classe média de todo o mundo lançam âncoras ou amarras na enseada. Mais do que um porto de chegada, a baía é um ponto de partida para descobrir porque Marlon Brando, Elizabeth Taylor, Cary Grant e Grace Kelly, entre tantos reis e rainhas, astros e estrelas, escritores, pintores passaram boas temporadas na região. O ex-primeiro ministro da Itália, Silvio Berlusconi, tinha uma mansão alugada “al mare”.

Ainda hoje Portofino é referência para a “dolce vita” do jet set internacional. Mas para escapar do mundanismo concentrado na Piazzeta, em frente ao cais, basta dobrar a esquina de uma viela qualquer e se deixar levar pelo aroma dos bosques de “lecce”, caminhar à sombra das roupas penduradas no varal das janelas para secar com o “scirocco” [vento seco que sopra da África], ou entrar na igreja de San Martino. Se for de noite, basta seguir a luz do farol.

A beleza natural emoldura atrações bem interessantes em terra firme. Um delas é o castelo Brown erguido no século 15. De fortificação medieval às mãos do Comune de Portofi no, ele passou por Napoleão [1725 — 28] e pelo proprietário inglês sir Montagne Yeats Brown, cônsul em Gênova. Rege a lenda que ele tinha Portofi no à seus pés. Ainda hoje o castelo tem uma das escadarias mais belas de toda a Itália, toda em mármore com azulejos originais em estilo mouro. A vizinha igreja de San Giorgio tem como fundação o costão rochoso de Portofino. Ela foi reconstruída depois de ter sido bombardeada durante a Segunda Guerra Mundial.

Dezenas de trilhas cruzam o monte da região e levam às cidades como Camoglie, Rapallo e Santa Margherita, todas espremidas entre os apeninos e o mar. As caminhadas cortam as plantações de azeitonas e de uvas. Para quem não quer perder de vista o barco um só instante, o parque marinho de Portofino oferece lagostas, polvos, chernes e outros habitantes do fundo do mar aos olhos dos mergulhadores. Em San Fruttuoso, a 15 metros de profundidade está a escultura em bronze do “Cristo dos Abismos”. A estátua é uma homenagem aos homens que o mar não devolveu. Em dias de muita visibilidade é possível vê-la da superfície.

As praias das redondezas são de pedra. A areia só se encontra no fundo do mar. Com pouco material em suspensão a água é sempre cristalina. Portofino é um daqueles lugares que já dá saudades de ir embora, antes mesmo de chegar. Içar velas e partir é quase um sacrilégio executado em nome da razão, porque se fosse da paixão... o final seria outro.

el abismo Macocha

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O Abismo Macocha, também conhecido como o Desfiladeiro Macocha, é um escoadouro no sistema Morávia Karst caverna da República Checa localizada ao norte da cidade de Brno, perto da cidade de Blansko. O rio flui através Punkva sumidouro it.The é de cerca de 455 pés (138,7 metros) de profundidade e também o mais profundo de seu tipo (tipo buraco de luz) na Europa Central. É uma popular atração turística para os visitantes casuais para a região, além de espeleólogos e avançado mergulhadores técnicos. abismo do medo 
O Abismo é uma obra cujo o autor nos mostra um mundo diametralmente oposto a tudo aquilo que conhecemos. Desespero, dor e angústia assombram os habitantes das regiões abismais. O Abismo desafia o leitor a capacitar-se na compreensão das Leis Soberanas que regem o universo infinito. À proporção que vai revelando os abismos e sub-abismos, novos e indescritíveis quadros se deparam, onde vivem seres horripilantes e com aspectos disformes que perderam a forma humana, degradados pela permanência no mal, não possuindo "corpo espiritual".

Seres descomunais, de múltiplos aspectos, perderam o controle da mente consciente e caminham na descida vertiginosa para os mais recuados abismos, onde vão cumprir as penas impostas pela prática do mal nas suas várias reencarnações.

É um livro muito esclarecedor, pois o orientador espiritual desta obra afirma que o Espírito não retrograda, mas a sua forma perispiritual sim. É uma advertência àqueles que ainda não compreenderam a razão da necessidade da prática do amor ao próximo e da caridade.

Uma das passagens muito relevantes em que Orcus, o orientador espiritual diz a seu discípulo que desceu com ele ao abismo a fim de estudar, é o seguinte: Os espíritos tal qual nós mesmos, ainda lutam entre "matéria e espírito". A batalha terrível da evolução se trava dentro de cada um e o progresso evolutivo é conquistado passo a passo. Há recuos e quedas mas a luta continua. Se aqui defrontamos os falidos de todas as espécies, em outras regiões superiores encontraremos os vencedores vestidos em gloriosas túnicas de luz. Há monstros e anjos na Criação Divina, todos, porém, um dia, se encontrarão na glória de Deus, redimidos e purificados. Não te recordas que antes de ir ao Pai, Jesus primeiro desceu aos infernos?

O livro ensina que todos os seres que estagiam no abismo e sub-abismo, são irmãos nossos que jazem aprisionados nas formas animalescas que criaram para si mesmos. As criaturas criam as prisões que as escravizam. Quando o homem compreender um dia o poder modelador da mente, compreenderá então que atingir as estrelas ou mergulhar nos mais profundos infernos é unicamente obra sua. O poder da mente, centelha divina e dádiva do Criador, conduz para os cimos ou para as regiões ditas infernais de acordo com a vontade de cada um que se opõe ou se adapta à Lei. O pensamento estabelece no ser as correntes vibratórias que organizam o próprio espírito. Vibrar é intensificar em si mesmo o amor de Deus ou o amor da matéria mais densa.
abismo negro
Mais sobre: O Abismo

praia

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Para muitas pessoas, a praia perfeita está longe do estereótipo consagrado em alguns cartões postais, onde se vê um cenário paradisíaco, de mar azul, águas transparentes e areia branquinha, emoldurado por coqueiros em toda a orla.
Para estes, a praia ideal é aquela onde se concentra muito agito, com festas, bares e casas noturnas, de preferência com shows ao vivo, tocando as músicas que vão marcar a estação.

Se o mar for azul, a água transparente e a areia bem branca, tanto melhor, mas o importante mesmo é encontrar gente bonita e muita diversão.

Para quem procura um lugar assim, com muita badalação, fizemos uma lista com as dez praias mais animadas do país, que, além do mais, também poderiam figurar entre as mais belas praias brasileiras.

As Dez Praias Mais Badaladas do Brasil:

1 – Copacabana (Rio de Janeiro)


2 – Geribá (em Búzios, Rio de Janeiro)


3 – Maresias (em São Sebastião, São Paulo)


4 – Joaquina (em Florianópolis, Santa Catarina)


5 – Camboriú (em Balneário Camboriú, Santa Catarina)


6 – Praia do Pepê (Rio de Janeiro)


7 – Taperapuã (em Porto Seguro, Bahia)


8 – Stella Maris (em Salvador, Bahia)


9 – Boa Viagem (em Recife, Pernambuco)


10 – Ponta Negra (em Natal, Rio Grande do Norte)

o caminho dos reis

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A rota conhecida como Caminho do Rei esta situada em um lugar para perto de Álora (Málaga), chamado O Chorro, no desfiladero dos Gaitanes. É um passo peatonal de uns 3 Quilómetro e é uma rota bem conhecida entre escaladores, se chegando a criar uma lenda negra depois de ter perdido a vida excursionistas tratando do cruzar. Faz parte da nova tendência turística de viver experiências de risco.

A história conta que no ano 1921, o rei Alfonso XIII passou por ali quando abriu as reservas de água do embalse e este acontecimento deu o nome ao caminho: “O Caminho do Rei”.

mapa
http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-br&q=Caminho%20do%20Rei&rlz=1B3MOZA_pt-BRBR413BR413&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wl

É uma senda aérea construída nas paredes do Desfiladero dos Gaitanes no Chorro. É um caminho adosado ao citado desfiladero com uma longitude de 3 quilómetro, que conta com longos trechos e com uma largura de mal 1 m., o alguns ponto têm até 400 metro de profundidade com paredes praticamente verticais. O caminho acha-se muito deteriorado e quase todo o percurso está sem corrimão, inclusive, e como poderemos ver no vídeo, há segmentos que se afundaram.

Encontra-se fechado desde o ano 1992 por causa de perigo por seu mau estado. Hoje em dia sozinho é atravessado por escaladores. Um caminho que só é apto para as pessoas mais experimentadas e atrevidas.










Pirineus turismo

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Pirenéus, Pireneus ou, menos corretamente, Pirineus são uma cordilheira no sudoeste da Europa cujos montes formam uma fronteira natural entre a França e a Espanha. Separam a Península Ibérica da França, e estendem-se por aproximadamente 430 km, desde o Golfo da Biscaia, no oceano Atlântico, até o cabo de Creus (extremo oriental da Espanha



Aneto


Face norte do Monte Aneto
Altitude 3.404 m (11.168 pés)
Proeminência 2.821 m
Coordenadas 42° 37′ N 0° 39′ E
Localização Província de Huesca, Espanha
Cordilheira Pirenéus
Primeira ascensão 20 de Julho de 1842 por Platon de Tchihatcheff e sua equipa
Rota mais fácil Escalada sobre neve e gelo

Vall Fosca-LLeida-ESP

Travesia

Murallas Carcasona




Refugio de Atmitges-LLeida-ESP



Festival de Musica Pirineusur

ESPOTE AVENTURA

Há uma região na França que é considerado o começo de um dos melhores roteiros religiosos de todo o país, ele se chama Pirineus, que é uma cordilheira no sudoeste da Europa cujos montes formam uma fronteira natural entre a França  e a Espanha. O termo Pirineus em grego parece ter como origem o nome de uma personagem da mitologia grega, Pirene (Πυρήνη), amante de Hércules, filha de Bébrix: Hércules, após a morte de Pirene, teria erguido uma tumba à altura de seu amor, isto é, a cordilheira, onde repousa sua amada.
Pirineus também é um local cheio de fé, com  belos monumentos e patrimônios que vão encantar todo e qualquer turista que procure um roteiro religioso para passar as férias ou apenas conhecer um pouco mais sobre a cultura da França e de Pirineus.
Ponte Românica - San Nicolau de Bujaruelo - Pirineus - Foto de Quique251 - Wikipédia
A localidade, aliás, é o segundo maior ponto de visitação da França depois de Paris. Além disso, Pirineus é o segundo destino preferido de peregrinação religiosa, só perdendo para Roma. O ponto de partida é o vilarejo de Lourdes, na região central de Pirineus.
Por Lourdes, cada ano passam mais de seis milhões de pessoas do mundo inteiro. Aqui está a imagem da Virgem Maria. Esse vilarejo já recebeu por 18 vezes a aparição da santa; isso aconteceu no ano de 1858 quando a Virgem apareceu na gruta de Massabielle para três crianças.
Vallee D'Ossau - Pirineus - Foto de Willtron - Wikipédia
Essa Gruta é uma das mais visitadas, juntamente com a Catedral de Lourdes. Há ainda a Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Lourdes que possui 15 capelas com quadros e mosaicos pintados nos tetos e nas paredes que contam a trajetória de Jesus Cristo na terra. Uma imagem e visão belíssima.
Mas há outros locais além de Lourdes nos Pirineus. Você pode visitar a vila mais alta da localidade, Rocamadour que fica no alto de um penhasco de mais de 150 metros de altura. A atração da localidade são as casas de telhados marrons e as sete capelas totalmente preservadas que datam do início da Idade Média. Essas capelas são em devoção a Virgem Maria Negra; ela é responsável por 126 milagres que aconteceram na região.
As melhores e mais visitadas capelas de Rocamadour são a de L´Hospitalet, a Voie Sainte o único local antigamente em que era possível ir até o santuário da Virgem Negra, Grand Escalier onde os peregrinos percorrem os 200 passos de penitencia e assim vão em direção da busca pela espiritualidade e a capela de Notre Dame de Rocamadour onde acontecem as missas.
Na região de Pirineus o turista ainda pode fazer o tour totalmente guiado e com guias trilingues que falam francês, inglês e alemão. Além da parte religiosa, não deixe de contemplar a bela arquitetura local, os moinhos de vento e as cavernas esculpidas na pedra calcária.
Em Pirineus a fauna é rica e pode-se facilmente encontrar marmotas, cervos, esquilos, camurças, ursos europeus e raposas vermelhas.
Prepare-se os preços não são baratos, mas a vantagem é de poder desfrutar da beleza natural local que é simplesmente deslumbrante, além disso você vai encontrar excelentes restaurantes que constam do famoso Guia Michelin onde a gastronomia local pode ser saboreada no seu melhor.
Os hotéis geralmente são de excelente qualidade e oferecem ao turista toda comodidade como sauna, spa, jacuzzi, aquecimento, esqui, e tudo mais que um turista pode sonhar. Além dos hotéis  também existem ‘quintas’ onde  se é possível alugar por alguns dias e ter total privacidade, o que  em se tratando de alguns locais  por vezes um pouco afastado da cidade  não acho muito aconselhável, pois numa emergência é melhor ter à quem pedir socorro rápido.

Principais localidades turísticas dos Pirineus (França):

- Rocamadour
- Luchon
- Cauterets
- Toulouse
- Lourdes
Site de turismo dos Pirineus em Francês: – Les Pyrénees

Visite Macchu Picchu em 3D

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Machu Picchu (em Portugal também denominado de Machu Pichu), em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha", também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas.

Consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais.

A disposição dos prédios, a excelência do trabalho e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes, destacando a grande capacidade daquela sociedade. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias. Segundo a histórica inca, tudo planejado para a passagem do deus sol.

O lugar foi elevado à categoria de Património mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interacção com o turismo por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru.



Visite Macchu Picchu em 3D







Visite Macchu Picchu em 360°



FONTE

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O Martelo das Bruxas

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Documentários National Geographic - O Martelo das Bruxas



Martelo das Bruxas(Malleus Maleficarum) é considerado um dos livros mais diabólico que a mente humana pôde criar. É o manual que a igreja católica mandou fazer para exterminar mulheres na idade média, conhecido como Santa Inquisição. Foi escrito em 1484 e publicado em 1486 (ou 1487), por dois monges alemães dominicanos, Heinrich Kramer e James Sprenger.

Pela primeira vez na história, uma equipe internacional de investigação tenta desvendar os mistérios do Malleus Maleficarum, ou "O Martelo das Bruxas", um famoso manual escrito em 1485 e que mudou a maneira como o mundo concebia o mal.

Com instruções detalhadas de como encontrar, perseguir e castigar as bruxas, o Malleus inspirou séculos de acusações e derramamentos de sangue em todo o mundo. Através de recriações e entrevistas com estudiosos, o NatGeo analisa a autoria, a legitimidade e a história do "Martelo das Bruxas".


Formato: Avi
Audio: Dublado
Qualidade: Boa
Tamanho: 300 MB
Duração:~50min
http://www.megaupload.com/?d=YFHP1JBT 

2.21.2011

Como sobreviver em aréas secas, como o deserto...

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selva seca

Como sobreviver em aréas secas, como o deserto...

se acaso alguem se perder num deserto ou em algum seco sem agua nem comida aqui vai umas dicas....

O melhor conselho para pessoas perdidas no deserto é procurar sombra e esperar por socorro. Ou podem enfrentar o deserto com seus próprios recursos naturais !!

• Os maiores perigos no deserto são a insolação e a desidratação, que podem matar rapidamente. Deve-se proteger a cabeça do calor. Preparar uma touca com material de cor clara protegerá a pele do sol.

• O Deserto contém rios – Encontrar um deles é o fator-chave para poder escapar. Além de conseguir água para beber, se acompanhar o rio eventualmente será levado à civilização.

• Plantas precisam de água; portanto, a existência de vegetação indica que a água está por perto.

• Desfiladeiros oferecem sombra e podem conter fontes de água que levam a rios maiores. Encontre um cânion descendente - é um bom sinal de que há água por perto.

• É essencial encontrar água corrente – é muito provável que a água estagnada esteja contaminada por animais mortos e outros detritos. 
mas sempre leve com vc, uma baioneta (faca) mapas se possivel, bombril e uma pilha para vc acender a fogueira, é só ligar o bombril nas ligações da pilha que vc obtem fogo!!

procure ser sempre objetivo, nunca se desespere seja sempre calmo, e se estiver cansado, descanse, se tiver fome, procure alimento!!!


boa sorte na sua aventura!!!

AVENTURA NA SELVA

• Um dos piores aspectos de uma selva tropical quando se está perdido é a densidade da sua vegetação, porque dificulta a localização. Suba em uma árvore o mais alto possível (para fazer isso vc junte os cadarços dos seus dois tênis, amarre-os bem firme e use para subir numa arvore, usa a força das coxas, o impulso dos pés e puxe com as maos, mas faça com calma pois gasta muita energia) – para obter melhor visão acima do dossel da floresta. Depressões na selva, onde um lado é mais alto do que o outro muitas vezes sugerem a existência de um rio, o que significa que a civilização estará por perto.

• Na selva tropical, não vale a pena gastar energia caçando animais ou preparando armadilhas porque existem muitas plantas comestíveis. Invista tempo estudando que plantas podem ser ingeridas antes de embarcar em uma viagem que pode deixá-lo numa situação de risco.

• Árvores e galhos que caem sobre as pessoas são os maiores causadores de morte nas selvas, portanto, ao preparar um acampamento, procure uma clareira.

• O pau-de-balsa (Ochroma pyramidale) é uma madeira leve, perfeita para improvisar uma balsa na selva

Mais uma dica de selva!!

procurem pela planta ''CUPUAÇÚ''

A polpa contém fósforo e vitamina C. As sementes apresentam por volta de 60% de gordura, com alto coeficiente de digestibilidade, como as do cacau, tendo a vantagem de não conter cafeína.

é o essencial para sobreviver!!
fiquem longe dos animais selvagens, caso visto um, nunca vire de costas a ele, vc apenas saia andando de costas fique uns 8 metros dele e depois siga o seu caminho...

sempre mantenha a calma antes de seguir, nunca fique desesperado na selva, procure entender os recursos, estudar sobre as plantas e sempre procurar sobre um rio, seguir sua correnteza levará a civilização, se for tomar a agua do rio, primeiro ferva, sempre com vc leve um bombril e uma pilha, uma baioneta (faca) e sempre procure se tratar!!!


boa sorte em sua aventura!!!! 
é também...
mas o bom que o bombril vem em grandes quantidades e mesmo ele molhado ele pega fogo, se molhar um esqueiro quero ver se ele acende denovo hehe

o bom do bombril também é que vc pode deixar em areas na sua mochila com grandes quantidades, e uma pilha carregada, assim facilita mais as coisas, esqueiro e uma pederneira é bom também!!!!

mas em experiencia que tenho de selva o bombril e uma pilha é tudo!!!!

Selva!!

2.19.2011

linha do equador

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QUAL O LUGAR MAIS FRIO, O QUENTE, O MAIS CHUVOSO E O MAIS SECO DO BRASIL?

O lugar mais frio do Brasil é o Morro da Igreja, situado no Parque Nacional de São Joaquim, em Santa Catarina. Com 1.822 metros de altitude, este ponto tem temperatura média anual variando entre 12ºC e 14ºC. No inverno, a temperatura pode chegar aos -13ºC e algumas vezes chega a nevar. Já o lugar mais quente do país, é uma incógnita. “São muitas as cidades brasileiras com médias anuais entre 25ºC e 27ºC. Seria difícil apontar uma mais quente entre todas. No caso das capitais, especificamente, Cuiabá, Rio de Janeiro, Teresina e Palmas estão entre as mais quentes, já tendo alcançado máximas absolutas equivalentes ou superiores a 40ºC”, explica Fábio Gonçalves, professor de Meteorologia da USP. O título de região mais chuvosa ficaria com uma área próxima a Paranapiacaba e Itapanhaú, na Serra do Mar, em São Paulo. Nesse lugar já foi registrado o maior índice pluviométrico anual do país: 4.457,8 mm. Para se ter uma idéia, nas regiões mais úmidas da Amazônia, este índice raramente ultrapassa os quatro mil. A cidade mais seca é Cabaceiras, no interior da Paraíba, onde o menor índice pluviométrico anual chegou

2.18.2011

maria schneider Último Tango em Paris

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Último Tango em Paris

Último Tango em Paris - 1972
 
titulo original: (Ultimo Tango a Parigi)
lançamento: 1972 (França)
direção: Bernardo Bertolucci
atores: Marlon Brando , Maria Schneider , Maria Michi , Giovanna Galletti , Gitt Magrini
duração: 123 min
gênero: Drama
sinopse:
Enquanto procura um apartamento em Paris, uma bela jovem (Maria Schneider) conhece um americano (Marlon Brando), cuja esposa recentemente cometeu suicídio. Instantaneamente um deseja o outro ardentemente e iniciam naquele momento um tórrido affair. Eles combinam que não revelariam nada de suas vidas, nem mesmo seus nomes, sendo que o objetivo dos encontros seria basicamente sexo. Mas gradativamente os acontecimentos vão fugindo do controle de ambos.

Hey, você, comente. dê sua opinião!

2.16.2011

azzurrina fantasma

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E baseada em fatos reais....
Bom, na Italia, na regiao de Emilia Romagna, nas redondezas de Rimini, no ano de 1325 existia um castelo, O Castelo De Montebello, Onde existia a familia Malatestiana, que tinha o sobrenome de Malatesta, eles eram nobres, tinha muito dinheiro, mas conseguiam o dinheiro roubando das pessoas, excravizando... O rei tinha uma filha, que se chamava Guendalina Malatesta, Guendalina era albina, tinha o cabelo todo branco e nao poida pegar sol, e quando ficava no reflexo da luz parecia azul, por isso o nome Azzurrina. E o pior, ela ia para a forca pq era daquele jeito, mas, Guendalina nao era vista com simpatizia.... Em 21 de junho de 1325, uma noite chuvosa, Guendalina brincava com sua bola no castelo, enquanto era cercada de relampagos e muitos trovoes, de repente a sua bola caiu no porao, Guendalina foi atras da bola..... Depois disso nunca mais vista por ninguem.  
Guendalina estava desaparecida. Mas um tempo depois.. Ela comecou a aparecer no castelo.. Em noites chuvosas.. Voce pode ouvi-la se for no castelo. O castelo ate esta la para receber milhoes de visitantes que querem conhecer e ver Azzurrina. Muitas pessoas que contactam espiritos com aquele instrumentos foram la, muitos mediums, e sim, todos os instrumentos contataram a presenca de espiritos..
Muitos ja viram Azzurrina....
Gente, eu vou la esse mes pra ver o castelo, todos que ja foram dizem que é espetacular, e da uma sensaçao estranha quando vc entra no castelo...... Tem visitas de tarde que sao das 14:30 as 17:30 e de noite, das 22:30 as 00:00.. Com guias que te acompanham.. é isso..

Espero que tenham gostado!
Comentem!

Tchau, e obrigado.
Aqui tem o link com fotos..
A primeira é de Azzurrina, a segunda, é o castelo, que fica bem no alto da montanha..

http://images.google.it/images?q=il+fantasma+di+azzurrina&hl=it

Lenda do site Blind Maiden

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Lenda do site Blind Maiden



É a lenda de um site macabro conhecido como Blind Maiden(Dama Cega).

www.blindmaiden.com


Talvez vc clique e não consiga entrar na página... Para entrar no site você tem q cumprir 3 requisitos:

1- Estar completamente sozinho

2- Tem que estar com todas as luzes apagadas

3- Entrar exatamente a Meia Noite (00:00)


Segundo a lenda, fazendo isso você consegue entrar em uma página bizarra, que vai te levar a uma experiência de absoluto TERROR.

Tem um boato de que um garoto apertou sim, e diz que viu uma garota muito linda se aproximando falando algo que ele não entendia, então quando a garota se aproximou ela ficou horrível, ele saiu correndo e caiu. A garota achou q ele havia morrido e foi embora...

Você deve ficar atento com os 5 sentidos e tomar muito cuidado para não clicar errado.
No site aparecem as palavras "Yes(sim) ou No(Não)".

Se você apertar NO(não), estará salvo da maldição, mas se apertar YES(sim) ai não tem mais saída...

Na tela do pc vai aparecer um video filmando ao vivo de dentro da sua casa. O video vai passar pela sua sala, cozinha, banheiro, quarto até chegar atrás de você. Você vai se ver, e pode até mexer o braço pra ver que é você mesmo.
Você vai encontrar a Dama Cega, ela vai arrancar os seus olhos e filmar sua cara de horror, e você passará a fazer parte da galeria de imagens do site.
Tem um boato de que um garoto apertou sim, e diz que viu uma garota muito linda se aproximando falando algo que ele não entendia, então quando a garota se aproximou ela ficou horrível, ele saiu correndo e caiu. A garota achou q ele havia morrido e foi embora...

Aqui tem um video demonstrativo da lenda em espanhol, pra quem souber:
http://www.youtube.com/watch?v=W4uStT8xEEI&feature=player_embedded

2.15.2011

culturas prehispanicas

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Cronologia das culturas da mesoamérica

A cronologia das culturas da Mesoamérica

A Mesoamérica distingue-se por ter sido a primeira região da América em que se desenvolveram civilizações complexas. Os primeiros sinais da presença humana na Mesoamérica foram encontrados num local de abate de mamutes em Santa Isabel Ixtapan, no vale do México, perto de Texcoco. Juntamente com os restos de um mamute desmembrado encontrou-se uma grande variedade de ferramentas de sílex e obsidiana, estimando-se que este local date de 7700 a 7300 a.C.

A primeira civilização complexa conhecida na Mesoamérica é a dos olmecas, que habitaram a região costeira do golfo do México durante o período pré-clássico inicial, a partir de 1300 a.C., com apogeu entre 1150 e 700 a.C. nos sítios de La Venta e San Lorenzo Tenochtitlan. Foram encontrados vestígios de outras culturas iniciais, possivelmente ligadas aos olmecas em Abaj Takalik e Izapa.

No período pré-clássico tardio e no sul da Mesoamérica, a civilização maia clássica evoluía em locais como Kaminaljuyú, Edzná,Cobá e Lamanai. A civilização maia clássica atingiu o seu apogeu em locais como Palenque, Tikal, Copán, entre outros. Entretanto, nas terras altas de Oaxaca floresciam os reinos zapotecas de Monte Albán.

Mais tarde, cerca de 100 a.C., Teotihuacan foi fundada, tornando-se dominante durante o período clássico até cerca do ano 900, influenciando grande parte da Mesoamérica.

Após a queda de Teotihuacan cerca do ano 500 a Mesoamérica entrou no período pós-clássico e vários centros emergiram: Xochicalco e Cholula, e mais tarde Tula no México central. As culturas totonaca e huasteca na costa do golfo, a cultura mixteca em Mitla e vários centros maias como Chichén Itzá e Mayapan no Iucatão e em Toniná nas terras altas de Chiapas. 
No período pós-clássico tardio ou terminal, deu-se o florescimento da cultura asteca no México central, dos maias quiché de Utatlán nas terras altas da Guatemala, dos tarascos no noroeste com a sua capital Tzintzuntzan. O período pós-clássico terminou com a derrota dos astecas pelos espanhois em 1519. No entanto, muitos grupos culturais só muito mais tarde cederam aos espanhois. Por exemplo, os grupos maias do Petén, incluindo os itza de Tayasal e os ko'woj de Zacpeten permaneceram independentes até 1697.

Algumas culturas da Mesoamérica nunca antigiram uma posição dominante, tampouco deixaram vestígios arqueológicos relevantes, mas não deixam por isso de ser dignas de nota. Por exemplo, os otomis, os cora e huichol (também chamados de chichimecas), os chontas, huaves, e os povos centro-americanos xincan e lencan.

A Mesoamérica continua a ser, ainda hoje, uma região extremamente rica do ponto de vista cultural e da diversidade linguística e os povos indígenas da Mesoamérica moderna mantêm muitas das tradições dos seus antepassados, apesar de 500 anos de grande pressão de parte da moderna civilização europeia. 
Pré-Clássico (Formativo) 2000-100 a.C. Cultura desconhecida em La Blanca e Ujuxte, cultura de Monte Alto.

Pré-clássico inicial 2000 a.C. - 1000 a.C. Reduto olmeca: San Lorenzo Tenochtitlan, La Venta, Chalcatzingo; Vale de Oaxaca: San José Mogote; Área Maia: Nakbé, Cerros.

Pré-clássico médio 1000 a.C. - 300 a.C. Reduto olmeca: Tres Zapotes; Área Maia: El Mirador, Izapa, Lamanai, Xunantunich, Naj Tunich, Takalik Abaj, Kaminaljuyú, Uaxactun; Vale de Oaxaca: Monte Albán.

Pré-clássico tardio 300 a.C. - 200 Área Maia: Uaxactun, Tikal, Edzná, Cival, San Bartolo, Altar de Sacrificios, Piedras Negras, Ceibal, Rio Azul; México Central: Teotihuacan; Vale de Oaxaca: Monte Albán I & II.

Clássico 200-900 Cidades clássicas maias, Teotihuacan, zapotecas

Clássico inicial 300-600 Área Maia: Calakmul, Caracol, Chunchucmil, Copán,
Naranjo, Palenque, Quiriguá, Tikal, Uaxactun, Yaxha; México Central: apogeu de Teotihuacan; Vale de Oaxaca: Monte Albán III; Costa do Golfo: El Tajín.

Clássico tardio 600-900 Área Maia: Uxmal, Toniná, Cobá, Waka', Pusilhá, Xultún, Dos Pilas, Cancuen, Aguateca; México Central: Xochicalco, Cacaxtla.

Pós-Clássico 900-1519 Astecas, tarascos, mixtecas, totonacas, pipiles, itzás, ko'woj, k'iche', kaqchikel, poqomam, mam

Pós-clássico inicial 900-1200 Área Maia: sítios puuc - Uxmal, Labna, Sayil, Kabah; Área Maia: Tulum, Topoxte, Kaminaljuyú, Joya de Cerén México Central: Cholula, Tula; Vales de Oaxaca: Mitla, Monte Albán IV; Costa do Golfo: El Tajín

Pós-clássico tardio 1200- 1519 Tenochtitlan, Cempoala, Tzintzuntzan, Mayapán, Ti'ho, Gumarcaj, Iximche, Mixco Viejo, Zaculeu, Monte Albán V

Pós-Conquista 1519- 1697 Maias do Petén, Tayasal, Zacpeten 
Características da civilização mesoamericana

Ao delimitar geograficamente a área mesoamericana, Paul Kirchoff propõe também uma série de características que definem as culturas desta região e que são comuns a todas elas. Entre estes traços culturais sublinha o uso de dois calendários (um ritual de 260 dias e outro de 365 dias), um sistema de numeração de base vinte e a escrita pictográfico-hieroglífica, o sacrifício humano, o culto a certas divindades (em que sobressaem os cultos às divindades da água, fogo e a Serpente Emplumada, entre outros.

Apesar de Paul Kirchoff haver dado uma definição geral da Mesoamérica, actualmente aquela vai mais além de simples critérios materiais (cultivo do milho, utilização do algodão, politeísmo, etc.), e inclui aspectos culturais que tem as suas raízes nas primeiras sociedades sedentárias da região. Christian Duverger argumenta que o expoente máximo da civilização mesoamericana foi a civilização mexica. No entanto, esta afirmação tem sido contestada por outros autores (como López Austin, López Luján e Florescano), os quais sustentam que a civilização mesoamericana é o resultado da participação de múltiplos povos com crenças diferentes. Apesar da diversidade étnica, a Mesoamérica alcançou um grau de relativa homogeneidade graças aos contactos existentes entre as diferentes regiões por meio de trocas comerciais ou campanhas militares. 
Calendário de 260 dias

O calendário de 260 dias, cuja aparição remonta a 1200 a.C., reflecte a evolução do costume de medir o tempo, não só para saber em que dias semear, que celebrações religiosas celebrar, ou como se movimentam os astros, mas também com fins divinatórios.

Os nomes utilizados para identificar os dias, os meses e os anos no mundo mesoamericano têm origem, em grande parte, na visão mágico-religiosa que os habitantes da Mesoamérica tinham do meio natural em que estavam inseridos no período pré-clássico: animais, flores, os astros e a morte. Este calendário está presente em todas as zonas culturais da Mesoamérica. 
Escrita glífica
A escrita glífica e o seu estudo têm passado por diversas etapas. Desde os primeiros estudos discute-se se o sistema glífico mesoamericano (excluindo o sistema maia) é evidência de um sistema de sinais que expressavam ideias, principalmente religiosas não utilizando a fonética. Relativamente ao uso de elementos pictográficos e sua relação com os ícones, a escrita mesoamericana sempre conteve uma grande variedade de significados, não apenas uma visão artística, mas também religiosa e cultural. Os glifos incluem personagens, animais, topónimos, entre outros, que estão presentes em todas as culturas mesoamericanas, incluindo Teotihuacan, onde as imagens são belas e artisticamente elaboradas. Predominam os glifos pictográficos e ideográficos.

A utilidade da escrita entre os mesoamericanos foi variada: serviu para permitir a interpretação de sinais enviados pelos astros relativamente ao nome e destino das pessoas, ou para explicar os mitos e histórias dos povos, que eram plasmados nos glifos, quer em pedras quer em manuscritos. Este trabalho era feito pelos sacerdotes, sendo eles os únicos capazes de entender as imagens.

No entanto, o uso da escrita como forma de legitimar o poder dos governantes foi talvez o mais importante. A escrita mesoamericana foi uma escrita exibida em monumentos públicos, pinturas murais, estelas e estruturas piramidais, que davam a todas as pessoas comuns uma explicação simples do poder dos seus senhores, como se de propaganda se tratasse. 
Oferendas à terra

O enterramento de ricas oferendas dadas à terra, nos centros cerimoniais, tem a sua origem no início da sedentarização de grupos outrora nómadas. Os espaços cerimoniais e seculares eram delimitados, como forma de estabelecer uma ordem cósmica na terra, que justificava o domínio das classes governantes sobre a restante sociedade.

Eram típicas as oferendas aos deuses originais, o antigo fogo do vulcão e a Mãe Terra. A oferta de todos os indivíduos duma comunidade consistia num montículo de terra, e mais tarde, na construção de pirâmides. Estas estruturas seriam depois utilizadas como altares para ofertas e outras cerimónias religiosas.

As oferendas eram importantes para os centros cerimoniais: davam-lhes os poderes ideológico e religioso. A ocorrência de saques das oferendas efectuadas indica algo mais que a busca de riquezas: era uma forma de debilitar e/ou erradicar o poder religioso e político dum centro cerimonial. O significado real das oferendas está ainda por esclarecer, mas pensa-se que cada objecto tivesse um poder mágico, independentemente da sua antiguidade.
Sacrifícios humanos

Quando se fala de sacrifícios humanos, não se trata simplesmente de matar por gosto. O acto de sacrificar tem um grande significado religioso-político. O sacrifício significa a renovação da energia cósmica divina pois os deuses deram a vida ao homem, sacrificando a sua própria. O homem deverá entregar a sua vida para manter a ordem divina estabelecida.

O sangue é sinónimo de vida na crença mesoamericana: o sangue humano é o líquido que sacia a sede dos deuses (neste caso o deus Sol), sendo parcialmente constituído de sangue dos deuses. Com o sangue revitalizam-se não só as divindades, mas também a própria terra, as plantas e os animais (como a águia e o jaguar). O sangue é, tal como a água, necessário à vida na terra e à vida celestial.

Esta obrigação de revitalizar a ordem cósmica está reflectida nas sociedades mesoamericanas através das imagens que evocam o sacrifício: águias e jaguares devorando corações humanos; a presença de círculos de jade ou chalchihuites que representam corações; imagens que por um lado reflectem pedidos de chuva e por outro de sangue, com um mesmo propósito: repor a energia divina; a presença de plantas e flores que simbolizam a natureza e ao mesmo tempo o sangue donde brota a vida. 
Qual a importância dos sacrifícios nos aspectos sociais e religiosos das culturas mesoamericanas? Em primeiro lugar, a presença da morte convertida em deus. A morte é a consequência do sacrifício do homem, mas não é o fim; é a continuação do ciclo cósmico. A morte gera vida, a energia divina é libertada depois da morte e devolvida aos deuses, para que estes gerem nova vida. Em segundo lugar, justificam a guerra, pois nesta actividade conseguem-se os sacrifícios mais valiosos: os guerreiros que possuem a energia necessária para fortalecer os deuses nas suas constantes actividades divinas. A captura de prisioneiros e a guerra convertem-se então num meio de ascensão social e ao mesmo tempo num jogo divino. Por último, justificam o controlo do poder real de dois sectores das sociedades mesoamericanas: os sacerdotes, que controlam a ideologia religiosa e os guerreiros, que fornecem os sacrifícios às cerimónias por meio da guerra e da conquista de territórios (com os respectivos tributos). 
Politeísmo


O aumento do número de divindades mesoamericanas deu-se graças à incorporação de elementos ideológico-religiosos novos na religião primitiva (cujas divindades eram Fogo, Terra, Água e Natureza) como as divindades astrais (Sol, estrelas, constelações, Vénus) e suas representações em esculturas antropozoomórficas, antropomórficas, zoomórficas ou formas de objectos quotidianos.

As qualidades dos deuses bem como os seus atributos mudaram através dos tempos e da influência cultural de outros grupos mesoamericanos. Deuses que são três entes cósmicos diferentes e ao mesmo tempo um só. A religião mesoamericana tem uma outra característica importante: a existência de dualismo entre as divindades, com o enfrentamento entre pólos opostos: positivo, exemplificado pela luz, o masculino, a força, a guerra, o sol, etc.; e o negativo, as trevas, o feminino, o sedentarismo, a paz, a lua, etc. 
Sistema dualista de pensamento

Entende-se por pensamento dualista a capacidade dos indígenas em pensar os contrários de um modo único, estando este modo de pensamento patente quer na religião quer na política, nas crenças populares e nos comportamentos quotidianos. Este tipo de pensamento nasceu da sobreposição entre os nahuas e os autóctones da Mesoamérica, isto é, duma fusão cultural entre ambos. Existem inúmeras manifestações deste tipo de pensamento, mas apenas se considerarão as mais representativas: o nagualismo e o jogo da bola.
O xoloitzcuintle é um dos naguales do deus Quetzalcóatl. Sob esta forma, ajuda os mortos a atravessar o Chicnahuapan, um rio que separa o mundo dos vivos do mundo dos mortos.
O xoloitzcuintle é um dos naguales do deus Quetzalcóatl. Sob esta forma, ajuda os mortos a atravessar o Chicnahuapan, um rio que separa o mundo dos vivos do mundo dos mortos.

Nagualismo

Entende-se por nagualismo a capacidade do ser humano em encarnar um aspecto animal ou a prática do nahual. Esta palavra designa a encarnação animal de um homem ou ainda o homem que tem o poder de encarnar-se nesse animal, mas no fundo esta crença é a afirmação de que se pode ser homem e animal ao mesmo tempo. Ao contrário do totemismo, que tem um valor colectivo, é algo estritamente individual. Existem naguales muito conhecidos como o jaguar ou a águia, mas também de animais mais modestos como o xoloitzcuintle, o armadilho, o tlacuache, etc. 
Dentro da arte pré-hispânica, o nagualismo é interpretado de diversas formas, sendo a primeira delas pouco inteligível para nós, uma vez que se tem a impressão de estar frente a um armadilho ou a um jaguar, mas na realidade o que é representado é um nagual de um deus ou de um soberano. A segunda forma apresenta-se mais directa, o homem e o seu duplo apresentam-se juntos, como uma só criatura antropozoomórfica, isto é, com uma parte de humano (a cabeça, os braços) e uma parte animal (patas, bico, cauda, etc.). O nagualismo é uma ideia típica da Mesoamérica, a qual designa exclusivamente a relação homem-animal.

Jogo de bola

O jogo de bola é um dos rasgos culturais mais importantes da Mesoamérica. Não se tratava de um desporto ainda que pelo seu nome seja muitas vezes entendido como tal. Deve ser entendido como um ritual e o terreno em que se jogava está sempre situado em centros cerimoniais. Este jogo tinha uma essência cósmica, estando relacionado com o movimento do sol e do universo, movimento este representado com o auxílio de uma bola, feita de borracha endurecida, extraída da seiva de uma figueira; este material era escolhido pelas suas características elásticas.

Existiam muitas regras neste jogo, variáveis de região para região. Em alguns lugares só se podia jogar com as mãos, noutros com a cintura e com os cotovelos ou ainda apenas com um bastão. Para cada tipo existiam diferentes tipos de campo: um com paredes laterais inclinadas para que a bola ressaltara à altura da cintura, outro com o solo removido. De um modo geral, todos os campos tinham uma forma de I e nas extremidades podiam ser vistas cabeças de aves, como em Copán ou grandes aros pelos quais tinha que passar a bola, como em Xochicalco. O jogo da bola terminava com um sacrifício humano, não se sabendo se o sacrificado era o capitão da equipa ganhadora ou aquele da perdedora; na maioria dos casos tratava-se de prisioneiros de guerra. 
Magia e lógica

Medicina


Relativamente ao saber mesoamericano, este pode ser visto segundo dois eixos principais: o espírito mágico e o espírito lógico, os quais, ainda que distintos, coexistiam. No âmbito da medicina, existiam duas escolas: uma de tradição xamânica, entendendo por xamã um sacerdote curandeiro que se ocupava de certas enfermidades, a mais frequente das quais era a perda da alma. Com vista à recuperação dos seus pacientes, o xamã recorria à utilização de vários psicotrópicos (peiote, tabaco, feijões vermelhos carregados de mescalina) e às manipulações mágicas (encantamentos, oferendas).

A outra medicina baseava-se num saber pragmático. Na Mesoamérica existiam curandeiros que sabiam tratar as fracturas, curar e fechar feridas; eram inclusivamente praticadas algumas intervenções obstétricas. Além disto, também utilizavam plantas (por exemplo a casca do salgueiro) para tratar doenças.

Aritmética

A aritmética não era vista como tratando-se apenas de números, sendo-lhe atribuído um valor e um conteúdo simbólicos, graças ao pensamento dualista. O sistema mesoamericano era vigesimal, ou seja, tinha base 20 e os números eram representados através de pontos que valiam um e de barras que tinham o valor de 5. Este tipo de aritmética combinava-se com uma numerologia simbólica: o 2 está relacionado com a origem, pois toda a origem é tida como desdobrável; o 3 com o fogo doméstico; o 4 ligado aos quatro cantos do universo; o 5 expressa instabilidade; o 9 faz referência ao mundo subterrâneo e à noite; o 13 é o número da luz; o 20 o da plenitude e o 400 o do infinito.

Uma das grandes contribuições para a aritmética, devida aos mexicas, foi a invenção do nepohualtzitzin, que é um ábaco utilizado para realizar operações aritméticas de forma rápida. Este dispositivo, fabricado com madeira, fios e grãos de milho, é também conhecido como calculadora asteca. 
Astronomia

No que respeita à astronomia, esta surge a partir da observação dos astros e da construção simbólica da vida cósmica. Os mesoamericanos compreenderam que o céu estava organizado segundo ciclos regulares originando uma sucessão de estações e fenómenos astronómicos. Associavam figuras de animais e plantas às diferentes constelações e os seus conhecimentos astronómicos foram-se acumulando ao longo de milénios. Este processo culminaria com a invenção do calendário, cujas origens se encontram no período pré-clássico médio, apoiada não tanto na observação dos astros, mas na aritmética.

Espaço-tempo simbólico


Estes dois termos estão associados aos quatro pontos cardeais e ligados ao calendário, assegurando assim a rotação das qualidades do espaço. Por outras palavras, na Mesoamérica, uma data ou um acontecimento estava sempre vinculado a uma direcção do universo e o calendário exprimia uma topografia simbólica, característica peculiar deste período. Os dias estavam associados, segundo o seu nome, a um ponto cardeal que lhes conferia um significado mágico.

* Os símbolos de oriente eram: crocodilo, serpente, água, cana-de-açúcar, movimento. Ao oriente estava associada a ideia de fecundidade vegetal ou, por outras palavras, a exuberância tropical; também estava associado com o mundo dos sacerdotes.
* Os símbolos do norte eram: vento, morte, cão, jaguar, sílex. Este ponto contrasta com o oriente porque em termos simbólicos é árido, frio e opressivo. Era considerado como a parte nocturna do universo, como morada dos mortos. O cão (xoloitzcuintle) tem aqui um significado singular, uma vez que é ele que acompanha o defunto durante a viagem e que o ajuda a cruzar o rio de além-túmulo, que o conduz ao nada.
* Os símbolos do ocidente eram: casa, veado, macaco, águia, chuva. Era um rumo associado com o ciclo da vegetação, mais especificamente com o ecossistema das terras altas temperadas, com pouca chuva e mudança de estações. 
* Os símbolos do sul eram: coelho, lagartixa, erva seca, urubu, flor. Por um lado estava relacionado com o sol luminoso e quente do meio-dia, por outro, com a chuva repleta de bebida alcoólica. O coelho, símbolo principal, era associado com os agricultores e o pulque.

Com isto pode dizer-se que uma característica mesoamericana é a geografia simbólica, a qual leva a qualidades imaginárias e não a um lugar específico; se assim fosse então estes símbolos não seriam aplicáveis à Mesoamérica em geral, mas existiria um sem número deles para cada zona geográfica.
O micaohtli, em Teotihuacan. As cidades mesoamericanas estão orientadas relativamente a certos pontos notáveis da observação astronómica.
O micaohtli, em Teotihuacan. As cidades mesoamericanas estão orientadas relativamente a certos pontos notáveis da observação astronómica.

Território e centros ceremoniais

Os centros cerimoniais são a base das povoações da Mesoamérica pois determinam a existência do urbanismo, que não é mais que uma porção de espaço que caracteriza os centros cerimoniais, os quais constituem o coração do espaço sagrado. Os centros têm como função orientar o espaço e transmitir esta orientação ao espaço que os rodeia. As cidades com os seus centros cerimoniais constituíam sempre a entidade política e cada um podia ser identificado segundo a cidade em que vivia. Os centros cerimoniais eram sempre construídos para serem vistos. As pirâmides eram construções que sobressaíam relativamente ao resto da cidade, para manifestar os seus deuses e as suas capacidades.

Todas as construções cerimoniais eram executadas em várias fases construtivas, cada uma delas sobre a anterior, de modo que é visível na actualidade a última etapa da construção. Em poucas palavras, os centros cerimoniais são a tradução arquitectónica da identidade de cada cidade projectada em veneração aos seus deuses e senhores. 
Viagem ao além
Neste período concebiam-se vários tipos de além, razão porque se praticavam vários tipos de funerais: simples ou múltiplos, fossas, câmaras construídas em alvenaria, urnas, etc. A cremação era também utilizada, sabendo-se hoje que a posição social que a pessoa ocupara ou o modo como se morrera eram dois factores que determinavam o tipo de enterro. Chega-se assim a uma conclusão: a ideia de uma viagem post-mortem e o túmulo como ponto de partida para uma viagem ao além. Os mesoamericanos criam em três destinos (designações em nauatle):

* Cincalco (a casa do milho), a que apenas acediam os que haviam sido mortos no campo de batalha, na pedra sacrificial ou as mulheres que morriam durante o trabalho de parto;
* Mictlan (lugar dos mortos), inframundo que consistia numa peregrinação subterrânea que conduzia os mortos ao extremo norte do mundo;
* Tonatiuhichan (a casa do sol), o paraíso do sol, situado na direcção este. Tratava-se de um sítio dominado pelo sol.

Em cada enterro eram colocados alimentos e bebidas depositados em objectos de barro para que o morto pudesse alimentar-se durante a viagem; eram também colocadas máscaras para protegê-los do frio. 

Arte político-religiosa

A expressão artística estava condicionada pela ideologia, que misturava ao mesmo tempo a religião e o poder; grande parte das obras que sobreviveram à conquista europeia eram monumentos públicos. Este tipo de arte foi criado sobretudo para ser visto, constituindo a chave para a contagem do tempo, a grandeza da cidade e a veneração dos deuses. Existe, além deste, outro tipo de arte pré-hispânica que tem a ver com o aspecto oculto; diferencia-se do primeiro no facto de não poder ser observado, estando o seu valor associado ao que representa, por exemplo, vasilhas de barro que eram utilizadas nos enterros ou as caras invisíveis das estátuas.

A arte permanecia no anonimato, pois nunca se encontrou qualquer assinatura de quem a realizava; além disto, era uma arte abstracta, não em termos figurativos, mas no sentido de que se encontra desligada de qualquer referência naturalista. Mais ainda, a arte pré-hispânica era também considerada hiperintelectual, capaz de libertar-se de toda obrigação realista.

Seguindo esta ideia surgem duas observações: a primeira refere-se à imagem austera que lhe foi conferida pela arqueologia: geralmente, tinha-se preferência pelas coisas nobres, objectos de museus; as pedras perecíveis com o tempo eram objecto de antipatia, apesar de serem essenciais para os centros cerimoniais mesoamericanos.

A segunda observação refere-se ao problema das falsificações que foram e ainda são feitas. A inspiração dos falsificadores tem um papel importante nesta problemática, uma vez que foram obrigados a inventar desenhos novos para assim conseguirem vendê-los aos coleccionadores, pois a estes o que é novo chama-lhes a atenção. Tudo isto tem como consequência uma má compreensão da arte na Mesoamérica. 
Organização material

O Estado


A Mesoamérica surge com as primeiras manifestações da cultura olmeca cerca de 1200 a.C., as quais mostram que mesmo quando não eram ainda agricultores, já contavam com uma sociedade estatal. Estas sociedades possuíam um sistema de poder e uma divisão do trabalho muito elaborados; a organização territorial baseava-se em torno da cidade que se situava em redor de um centro cerimonial; tinham também moedas de troca: penas, peças de algodão, sementes, grãos; a estas foi adicionado mais tarde o metal.

[editar] Milho e agricultura

A Mesoamérica é considerada por vezes como a filha do milho, e não teria alcançado o nível de desenvolvimento que alcançou sem este produto agrícola; por este motivo o milho constitui a peça mais importante tanto na vida quotidiana como no âmbito religioso e mais que um recurso natural é visto como o elemento principal da agricultura. A alimentação baseava-se na recolecção, na caça e na pesca; consumiam quelites (verduras), fruta, frutas de cactáceas como a pitaia e a tuna, lagarta de maguei; além destes também frutos como o abacaxi, a papaia e o mamei. Caçavam iguanas, rãs, serpentes e consumiam também moluscos. Tratava-se de uma alimentação bastante variada e rica. 
Nada aqui foi escrito ao acaso, por isso as Referências:

* (2000): Atlas del México Prehispánico. Revista Arqueología mexicana. Número especial 5. Julio de 2000. Raíces/ Instituto Nacional de Antropología e Historia. México.
* Carmack, Robert et. al. (1996): The legacy of Mesoamérica: history and culture of a Native American civilization. Prentice Hall. Nueva Jersey. ISBN 0-13-337445-9.
* Coe, Michael D. (1996): Mexico: from the olmecs to the aztecs. Thames and Hudson. Nueva York. ISBN 0-500-27722-2.
* De la Fuente, Beatriz et. al (2003): La escultura prehispánica de mesoamérica. Lunwerg Editores. Barcelona, España. ISBN 84-9785-012-2.
* Duverger, Christian (1999): Mesoamérica, arte y antropología. CONACULTA-Landucci Editores. Paris. ISBN 97-018-3751-7.
* Fernández, Tomás; y Belarmino, Jorge (2001): De Mesoamérica a la Nueva España. Consejo de Comunidades Asturianas. Oviedo, España. ISBN 84-505-9611-4.
* Florescano, Enrique (2004): Quetzalcóatl y los mitos fundadores de Mesoamérica. Taurus. México.
* Kuehne Heyder, Nicola; y Muñoz Mendoza, Joaquín (2001): Mesoamérica: acercamiento a una historia. Diputación Provincial de Granada. Granada, España. ISBN 84-7807-008-7.
* López Asutin, Alfredo; y López Luján, Leonardo (1996): El pasado indígena. El Colegio de México. México. ISBN 96-816-4890-0.
* Manzanilla, Linda, y López Luján, Leonardo (1989): Atlas Histórico de Mesoamérica. Larousse. México.
* Miller, Mary Ellen. (2001). El arte de mesoamérica. "Colecciones El mundo del arte". Ediciones Destino. Barcelona, España. ISBN 84-233-3095-8.
* Palerm, Ángel (1972): Agricultura y civilización en Mesoamérica. Secretaría de Educación Pública. México. ISBN 968-13-0994-4.
* Wolf, Eric Robert (1967): Pueblos y culturas de Mesoamérica. Biblioteca Era. ISBN n/d.


Era isso! Espero que o pessoal tire proveito dessas informações, são poucas, mas acrescentam bastante conhecimento.



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