1.25.2011

A EVOLUÇÃO E OS FÓSSEIS

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A EVOLUÇÃO E OS FÓSSEIS (Pr.Brunoni)

Preponderam neste estudo as revelações e fatos colhidos de fontes fidedignas por vários cientistas criacionistas e evolucionistas, notadamente o Dr. Duane T.Gish. largamente conhecido como um dos mais eficientes preletores e escritores do movimento criacionista hodierno. Ele recebeu seu B.S. em química do U.C.L.A. e seu Ph D. em bioquímica da Universidade da Califórnia em Berkley.

Serviu no Staff de pesquisa e na Universidade de Cornell e gastou muitos anos como bioquímico pesquisador para a Companhia Upjohn, em Kalamazoo, Michigan. É membro da Junta de Diretores da Sociedade para Pesquisa da Criação. Produziu muitos documentos sobre o criacionismo bem como dois livros do ICR: “Evolução? Os Fósseis Dizem Não!” e “Especulações e Experimentos Sobre a Origem da Vida: Uma Crítica”, Dr. Gish é Professor de Ciência Natural no Christian Heritage College e Diretor Associado do Instituto para Pesquisa da Criação.

Dos seus livros “Evolution – The Fossils Say No!” (Evolução – os fósseis dizem não!) e “Have you Been Brainwashed”? (você recebeu lavagem cerebral?). Nos informa a seguir:

Na página 25 do livro “Evolution – The Fossils Say No!” diz: “Este arranjo de vários tipos de depósitos fossilíferos numa suposta seqüência de tempo é conhecida como coluna geológica, e seu arranjo se baseia na suposição de que teria havido evolução. Deste modo, os invertebrados são dados como evoluindo primeiro, seguidos pelos peixes, pelos anfíbios, pelos répteis e pelos mamíferos. A coluna geológica foi arranjada de acordo com este conceito evolucionista”.

Notadamente também o Educador no campo da Ciência, John N. Moore é largamente conhecido como preletor criacionista e tem um testemunho sincero e efetivo no campus da Universidade do Estado de Michigan, onde é professor de Ciência Natural. É administrador editor da “Creation Research Society Quartely”(Revista Trimestral da Sociedade para a Pesquisa da Criação). 
 
É co-editor do Manual de Biologia da Sociedade – “Biology: A Search For Order In Complexity”(Biologia: Pesquisando a Ordem na Complexidade), e é Editor de Ciência para a Casa Publicadora Zondervan. Ele tem o grau de B.A (Bacharel em Artes) da Universidade de Denison, o M.S. (Mestre em Ciências) e o Ed.D.(Doutor em Educação) do Estado de Michigan. Destaca-se bem em dois filmes bíblicos: “Pegadas na Pedra” e “Criação x Evolução”, é autor de um novo livro: “Perguntas e Respostas sobre Criação/Evolução”.

Evolução e Criação: Que dizem os Fósseis? Os evolucionistas consideram que os fósseis oferecem boa base para o estabelecimento de sua hipótese, afirmando ter havido um desenvolvimento gradual da vida animal inferior até atingir formas de vida mais complexas. E isso seria evidente em virtude da presença, no registro fóssil, de muitas formas transicionais ou intermediárias.

Os cientistas criacionistas mostram o que os fósseis realmente dizem: A vida superior e complexa aparece repentinamente! NÃO HÁ EVIDÊNCIA FÓSSIL de animais inferiores evoluindo em novas e complexas formas de vida. O QUE REALMENTE DIZEM OS FÓSSEIS NAS SUPOSTAS CAMADAS GEOLÓGICAS:

“Camada Devoniana, Siluriana, Ordoviciana, Cambriana(onde se encontram os mais antigos fósseis)., Pré-Cambriana(não apresenta fósseis). Crosta Terrestre (igualmente não apresenta fósseis).

Os milhões de fósseis achados na camada cambriana (era paleozóica entre “200 a 600 milhões de anos atrás”) representam TODOS formas de vida altamente complexa. Não há qualquer evidência de terem estas formas complexas evoluído de uma forma simples (como a unicelular ameba). Porque a Ameba também não evoluiu? Porque os seres unicelulares também não evoluíram? se existem a “bilhões” de anos?

De acordo com os evolucionistas, foram necessários 1 bilhão e meio de anos para esses animais evoluírem. Este enorme espaço de tempo acaba se lhes tornando verdadeira armadilha: Entre a célula simples e as formas de vida mais complexa fica um espaço de 1,5 bilhão de anos sem qualquer evidência fóssil de evolução.

Nem sequer um elo! Nem sequer um simples e incontestável fóssil multicelular foi achado, em lugar algum do mundo, numa rocha supostamente mais antiga do que as rochas cambrianas. ONDE ESTÃO OS FÓSSEIS INTERMEDIÁRIOS E TRANSICIONAIS DO MACACO AO HOMEM?

“Milhões de animais altamente complexos: trilobites, medusas, branquiópodes, corais, vermes, etc., aparecem abruptamente sem qualquer sinal de evolução de formas inferiores.

E prossegue aquele renomado cientista: “Também, por todo o registro, há uma notável ausência de formas transicionais – elos intermediários – exigidos pela teoria da evolução. Entre os invertebrados e os vertebrados há centenas e milhares de elos ausentes como, por exemplo, não há formas transicionais entre o invertebrado Esguicho Marinho e o peixe moderno.

Presume-se que o Esguicho Marinho seja o ancestral dos vertebrados. De acordo com os evolucionistas, levou 100 milhões de anos para um invertebrado evoluir num peixe. Não há, contudo, qualquer evidência fóssil de ter acontecido tal coisa. Como os evolucionistas afirmaram essa “evolução”, baseados em que? se não existem nenhum registro fóssil? NEM UM SEQUER. ONDE ESTÃO AS EVIDÊNCIAS FÓSSEIS?

E para um peixe evoluir num anfíbio foram necessários 50 milhões de anos, dizem os evolucionistas. Mas não existem formas transicionais que comprovem tão infundada declaração. Não existe, por exemplo, um único fóssil apresentando parte barbatana.. parte pés, etc... E isto se aplica a cada planta adulta e a cada espécie de animal

TESTEMUNHOS DE ALGUNS PROEMINENTES EVOLUCIONISTAS - Charles Darwin. Ele admitiu: “Segundo esta teoria, inúmeras formas transicionais devem ter existido, e por que não as encontramos sepultadas em números incontáveis na crosta terrestre? O número de elos intermediários entre todas as espécies viventes e extintas deve ter sido inconcebivelmente grande.” E ONDE ESTÃO? PERGUNTOU DARWIN no seu livro: “Darwin’s Enigma”, págs. 43 e 44, diz sobre a explosão cambriana:

“A natureza do registro fóssil estava começando a ser conhecida na metade dos anos 1800, e Charles Darwin estava deveras cônscio do quadro que emergia. No “Origem das Espécies” chegou mesmo a discutir francamente problemas envolvidos na evidência fóssil, e escreveu: ”Juntamente com esta há outra dificuldade muito mais séria ainda. Refiro-me à maneira pela qual as espécies pertencentes às principais divisões do reino animal aparecem repentinamente e nas mais inferiores rochas fossilíferas conhecidas...”

E novamente Darwin escreve: “O repentino aparecimento dos principais grupos juntamente com o fenômeno da estase (matérias das mais variadas consistências que ficam estagnadas nos organismos como fezes, sangue, urina, etc...), pouca ou nenhuma mudança até à extinção ou até o presente”.

E novamente Darwin escreveu: “A maneira abrupta pela qual grupos inteiros de espécies aparecem em certas formações tem compelido vários paleontologistas a ver este fato como uma objeção fatal à crença na transmutação das espécies. Se numerosas espécies, pertencentes às mesmas ordens ou famílias, entraram na vida de uma vez, este fato seria fatal à teoria da evolução pela seleção natural”.

Para o desenvolvimento, por esse meio, de um grupo de formas que (segundo a teoria) se originaram (todas) de um único progenitor, deve ter havido um processo extremamente vagaroso; e os progenitores devem ter vivido deveras muito tempo antes de seus modificados descendentes.

IMAGNEM SE Mr. DARWIN TIVESSE UM MICROSCÓPIO?

ELE VERIA DEUS REVELADO NA MENOR UNIDADE VITAL, JÁ PENSOU ELE VENDO A TÃO COMPLEXA ESTRUTURA CELULAR?

Na página 275: Não teriam sido os fatos da criação e a consciência de Darwin que o levaram a confessar?: “FICO TODO FRIO AO PENSAR NO OLHO. A CAUDA DE UM PAVÃO ME FAZ ADOECER. A PRECISÃO MATEMÁTICA DE UM FAVO DE MEL ME FAZ ENTRAR EM PÂNICO”. NÃO TENDO EXPLICAÇÃO ADEQUADA PARA A ORIGEM DESTAS COISAS”, Darwin deixa-nos perceber que nelas via ele infinitamente mais sabedoria e planejamento do que em sua hipotética evolução.

QUE TREMENDA CONFISSÃO, EM FAVOR DA CRIAÇÃO, DADA POR QUEM LEVOU A VIDA TODA PARA PROMOVER A IDÉIA DE UM ANCESTRAL EVOLUCIONÁRIO COMUM!

DE PASSAGEM DIRÍAMOS QUE, OUVINDO O PRÓPRIO DARWIN, CONFIRMA-SE O FATO DE QUE A CULTURA HUMANA FICA SEM BASE SÓLIDA AO SE EXCLUIR A CRIAÇÃO, A QUEDA E O DILÚVIO.

Professor George Graylord Simpson: “Os espaços vazios entre as ordens conhecidas, classes e filos são sistemáticos e quase sempre enormes.”

Professor E.J.H. Córner, também da Universidade de Cambridge: “Eu ainda penso, sem preconceitos que o registro fóssil das plantas favorece uma criação especial. Não há qualquer evidência de, pelo menos, uma espécie se transformando em outra. É como disse o falecido professor R. Goldshimidt da Universidade da Califórnia:

“É bom ter em mente que ninguém jamais teve sucesso na produção de uma única nova espécie pela acumulação de micromutações (Segundo os evolucionistas, são pequenas mudanças que o gene sofre, resultando, pelo acúmulo dessas mudanças ou alterações, no aparecimento de uma nova espécie no fim de muitos milhões de anos), no que entraríamos no campo da genética e ver que um gene que está dentro do núcleo da célula, carrega milhares de informações genéticas e sua mutação seria com certeza maléfica e não benéfica. (ver: A Evolução e os Fatos da Genética). E se um ser vivo evoluiu para outro tipo de ser vivo, onde estão as suas evidências fósseis de transição? 
Afirma ainda o renomado cientista Dr. John D. Morris, Ph.D em Ciências Naturais e Biologia Celular, que o presente não é a chave para a interpretação dos fatos passados. Houve um dilúvio universal que alterou a crosta da Terra, o clima e muitos elementos da natureza. Fatos comprovam o dilúvio quando encontramos fósseis de animais aquáticos em áreas distantes do mar, lagos ou lagoas. Erupções vulcânicas, naquele passado, respondem muito por estas alterações.

O mundo antes do Dilúvio era bem diferente do mundo de hoje. Além disso, a topografia era muito menos pronunciada, considerando-se que todas as atuais cadeias de montanhas são feitas de rochas sedimentares ou vulcões atribuídos ao Dilúvio.

Desde que não chovia antes do Dilúvio (Gn. 2:5), os rios, contudo, fluíam (v. 10), deve ter havido grandes reservatórios subterrâneos de água. No devido tempo, estas “fontes do grande abismo”(Gn.7:11) lançaram para fora o seu conteúdo e “as janelas do céu se abriram”, e se precipitaram as águas do firmamento. O rompimento dessas “fontes”, que estavam sob a água, dá a entender grandes convulsões hidráulicas, elevando as águas a um nível anormal sobre a terra”.

“O filho do próprio Darwin, na biografia de seu progenitor, assim escreveu: “NÃO PODEMOS PROVAR QUE UMA SÓ ESPÉCIE TENHA MUDADO’. Em linguagem clara, equivale a uma nobre confissão de que a teoria aventada por seu pai nunca foi provada e é impossível.

São os fatos da genética, dos registros fósseis e da 2a. Lei da Termodinâmica, que constrangem cientistas sinceros a dizerem que a evolução é impossível. Os homens pagam o alto preço de um mergulho nas trevas, quando afastam Deus de suas cogitações.
A convicção do evolucionista Preston Cloud, manifestada em 1973, de que não há, até agora, registro de inequívocos metazoários nas incontestáveis rochas pré-cambrianas, levou Axelrod a declarar: “Um dos mais insolúveis problemas da geologia e da evolução é a ocorrência de diversificados e multicelulares invertebrados marinhos nas rochas do Cambriano Inferior em todos os continentes e sua ausência em rochas de maior idade.” Prossegue Axerold(evolucionista): “Contudo, quando voltamos a examinar as rochas pré-cambrianas em busca dos precursores desses fósseis do Primitivo Cambriano, eles não são achados em parte alguma.”

“Afirmada a origem evolucionaria dos principais grupos de animais, a qual nega ter havido uma criação especial, a ausência de qualquer registro de, ao menos, um único membro de quaisquer dos filos nas rochas pré-cambrianas, permanece tão inexplicável em bases ortodoxas quanto o foi para Darwin.”

DIANTE DE TANTAS EVIDÊNCIAS FÓSSEIS EXALTAMOS: INCRÍVEL!!! CEM MILHÕES DE ANOS DE EVOLUÇÃO SEM QUAISQUER FORMAS TRANSICIONAIS FOSSILIZADAS!”.

Espaço tão imenso, vazio de formas transicionais, entre o Cambriano e o Ordoviciano, não pode ser preenchido ou explicado pela “teoria da evolução!” Isto contraria irremediavelmente as suas predições. ESTES FATOS, CONTUDO, SÃO CONDIZENTES COM O MODELO E PREDIÇÕES CRIACIONISTAS, ESTANDO, PORTANTO, DE ACORDO COM A BÍBLIA.

Na página 15 de seu livro, “Vertebrate Palentology”, citado por Duane T.Gish, o evolucionista Dr. Romer declara: “NOS SEDIMENTOS DOS PERÍODOS SILURIANO E DEVONIANO, NUMEROSOS VERTEBRADOS SEMELHANTES A PEIXES, DE TIPOS VARIADOS, ESTÃO PRESENTES, E É ÓBVIO QUE TEVE LUGAR UMA LONGA HISTÓRIA EVOLUCIONARIA ANTES DESSE TEMPO. MAS DAQUELA HISTORIA SOMOS DEVERAS IGNORANTES”. Declaração de um evolucionista cientista sincero.

De acordo com os evolucionistas, levou 100 milhões de anos para um invertebrado evoluir num peixe. Não há, contudo, qualquer evidência fóssil de ter acontecido tal coisa.

Seu testemunho sobre várias espécies desses seres marinhos, como os OSTRACODERMES, HETEROSTRACI, etc., é: “Se eles evoluíram, devem ter tido também uma longa história evolucionária. Mas, como os ostracodermes, eles aparecem repentinamente no registro fóssil sem qualquer evidência de ancestrais evolucionário.

Que maior evidência em favor da criação poderiam dar as rochas do que esta repentina explosão de formas de vida altamente complexas, sem nenhum sinal de evolução? As rochas clamam “CRIAÇÃO”

Se existe evolução, porque não vemos os seus estágios evolucionários nos seres vivos hoje? Novos órgãos e novas estruturas deveriam estar aparecendo hoje. E por que não estão? De fato, se os processos evolucionários tivessem realmente existido, no passado, eles deveriam estar presentes hoje nos registros fósseis (as chamadas camadas geológicas onde se encontram os fósseis). Porque não estão?

Assim diz o Dr. Gish: “Os trilobites têm sido sempre trilobites; os branquiópodes têm sido sempre branquiópodes; os corais têm sido sempre corais; as medusas têm sido sempre medusas, etc....

Não há qualquer indicação no registro fóssil de que esses invertebrados tenham vindo de ancestrais comuns. George, cientista evolucionista, admite isto: “Afirmada a origem evolucionária dos principais grupos de animais, a qual nega ter havido uma criação especial, a ausência de qualquer registro de, ao menos, um único membro de quaisquer dos filos nas rochas pré-cambrianas, permanece tão inexplicável em bases ortodoxas quanto o foi para Darwin.

A capa da revista “SCIENCE”, de 9/12/1988, traz a fotografia de um fóssil de morcego a que atribuem 50 milhões de anos. Disseram ser este o mais antigo fóssil de morcego, porém não tem ele diferença alguma do morcego moderno! Por que não há evidência de transformação depois de “50 milhões de anos?”

Igualmente, antes de ser negada a evidência pela própria ciência, depois de estudos minuciosos, (divulgado público e notoriamente no Fantástico do mês de fevereiro/2002) de uma evolução entre o Esquilo e o Urso Panda. Imaginem um esquilinho “evoluindo” num Urso Panda enorme, daquele tamanho, imaginem seu tronco e membros crescendo, crescendo, até se tornar um Urso Panda, deveriam existir no registro fóssil, milhares de evidências fósseis de transição (ossos intermediários entre o Esquilo e o Urso) e também de todos os seres vivos, já que foram “evoluindo” de uma espécie para outra como nos mostra a coluna geológica arranjada pela “evolução” ou seja, os invertebrados são dados como evoluindo primeiro, seguidos pelos peixes, pelos anfíbios, pelos répteis e pelos mamíferos. A coluna geológica foi arranjada de acordo com este conceito evolucionista.

É na camada Cambriana que onde se encontram os mais antigos fósseis. Os milhões de fósseis achados na camada cambriana (era paleozóica entre “200 a 600 milhões de anos atrás”) representam TODOS formas de vida altamente complexa. Não há qualquer evidência de terem estas formas complexas evoluído de uma forma simples (como a unicelular ameba). Porque a Ameba também não evoluiu? Porque os seres unicelulares também não evoluíram? se existem a “bilhões” de anos?

E NESSA CAMADA, NUNCA FORAM ACHADOS FÓSSEIS TRANSICIONAIS DE NENHUMA ESPÉCIE, EVOLUINDO PARA ESPÉCIE NENHUMA(com exceção dos embustes, mentiras artificiosas em museus). PORQUE NÃO SE ENCONTRAM? PORQUE SÓ SE ENCONTRAM OS OSSOS DO ESQUILO E DO URSO E DE TODOS OS OUTROS SERES VIVOS, NA FORMA NATURAL DE FORMA ABRUPTA? Porque a “teoria da evolução” é um verdadeiro sonho, um conto de fadas. DEUS CRIOU CADA UM A SUA ESPÉCIE.

OS FÓSSEIS DIZEM NÃO À EVOLUÇÃO, ISSO É CIENTIFICAMENTE COMPROVADO, SE ASSIM É, ENTÃO SERIA DE BOM SENSO CRER NA CRIAÇÃO. “NO PRINCÍPIO(tempo) CRIOU DEUS OS CÉUS(espaço) E A TERRA(matéria)” Gen.1:1, grifo meu. Ainda é o axioma (1. Premissa imediatamente evidente por si mesma: A parte é menor que o todo. 2. Máxima, provérbio que encerra uma verdade indiscutível e acaba com qualquer discussão) perfeito para o universo.

Os Supostos Elos Entre o Homem e o Macaco Embustes e falsificações entram no aparecimento desses “elos”, revelando, evidentemente, a impossibilidade sobejamente constatada de evolução no registro fóssil. As revelações nos põem a par dos fatos Relatamos alguns:

O Homem de Java. Apenas com um fêmur, parte de um crânio e três dentes molares construíram o Homem de Java! Esses ossos foram achados numa extensão de 15,24m, no espaço de um ano. Seu descobridor, Dr. Dubois, escondeu por 30 anos o fato segundo o qual ele achou crânios humanos perto do seu Homem de Java, e ao mesmo nível. Assim, o homem já se encontrava lá quando essa criatura vivia.

O fêmur era, com toda a probabilidade, de um homem, e o pedaço de crânio era, sem dúvida, de um macaco gigante. Antes de sua morte, e depois de ter convencido a maioria dos antigos cético, Dubois mudou de atitude e decidiu revelar que o Homem de Java era provavelmente gibão e não um ser semelhante ao homem. Esses artifícios, mentiras e confissões, apenas confirmam as revelações do registro fóssil de que a evolução é impossível.

O Homem de Neandertal. A estrutura do esqueleto do Homem de Neandertal é semelhante à do homem moderno. Alegava-se ter ele vivido há uns 100 mil anos e, recentemente, há uns 25 mil anos, mas todos os antropólogos crêem agora que ele era tão humano quanto qualquer homem: como eu e você.

O homem Cro-Magno. Se ele tivesse vivo hoje, e andando pelas ruas numa roupa de trabalho, de modo algum chamaria a atenção dos outros.

Os dois pretensos elos perdidos mais embaraçosos para os evolucionistas são: O homem de Nebrasca e o Homem de Piltdown.

O Homem de Nebrasca. No famoso debate sobre a evolução, conhecida como “The Scopes Evolution Trial”, em Dayton, Tennessee, a “evidencia” sobre o Homem de Nebrasca foi apresentada pelas proeminentes autoridades científicas daquele dia como prova da evolução. Eles zombaram e escarneceram de William Jennings Bryanm, quando protestou, dizendo ser muito fraca a evidência.

A tal evidência consistia apenas de um dente que diziam ter vindo de um homem pré-histórico que vivera supostamente há um milhão de anos. As pesquisas, contudo, prosseguiram e, anos mais tarde, quando mais fósseis foram desenterrados no mesmo local, descobriram que o Homem de Nebrasca era apenas o dente de um porco. É O CASO DE SE DIZER QUE UM PORCO FEZ UM MACACO DE UM EVOLUCIONISTA!

O Homem de Piltdown. Em 1912, Charles Dawson trouxe à luz o Homem de Piltdown. Um pedaço de mandíbula, dois dentes molares um pedaço de crânio eram as evidências dizendo ser de um homem-macaco. Mas em 1953, a fraude foi exposta: A mandíbula era a de um macaco moderno.

Os dentes tinham sido limados e os ossos estavam artificialmente coloridos para enganar o público. Um pouco da maldosa história de embustes e falsificações de cientistas inescrupulosos, que tentam desesperadamente impor a sua impossível teoria evolucionista, precisa ser conhecida.

A teoria da evolução sofreu outro pesado e mortífero golpe a partir de 1922, quando o Dr. Alfred McCann publicou o seu importante livro, “God-Or Gorilla”, de 344 páginas que incluímos em nosso material de pesquisas sobre as falsificações que serviram de base à conhecidíssima série de elos entre o macaco e o homem. De muito maior significação e de mais duradoura influencia é o embuste Homem-Macaco que tem espalhado sua corrupção através do orbe, imprimindo sua falsidade nas “melhores mentes” do mundo.

Deixando sem comentários as contradições dos que “mudaram a verdade de Deus em mentira”, em sua impossibilidade de traçar a origem do homem na área dos fósseis, afirmamos: Repetidamente os dados da ciência batem coma Bíblia que revela, sem contradições, ter Deus criado, na sua devida ordem, os reinos mineral, vegetal e animal sem os desnecessários longos períodos de tempo entre eles.

Fonte de Pesquisa e Referências:

“Evolution – The Fossils Say No!”(Evolução - Os Fósseis dizem NÃO!), Dr. Duane T.Gish., págs. 61 a 140

“God – Or Gorilla”,(DEUS ou o gorila) da pág. 100 até a pág. 157. Dr. Duane T. Gish.

“Origins, Two Models” (Dois Modelos para as Origens) - ICR“Scientific Creationism”(Criacionismo Científico) – www.icr.org

“Scientific Creationism”,(Criação Científica) “What Is Creation Science?” (Qual é a Ciência da Criação) www.icr.org

Artigos publicados na Revista “Acts and Facts”, págs. 13-16 - “Science, Scripture(Ciência Escrita) and The Young Earth (A Terra Jovem). “The Creation/Evolution Controversy”(A Criação x Evolution – Controversia), “Misteres Of Creation”(Mistérios da Criação) - o ICR. “Age Of The Cosmos (A Idade do Cosmo)”

“The Biblical Bases For Modern Science”(As Bases Bíblicas para a Ciência Moderna) até a pág. 436 – Dr. Henry Morris.

Dr. Harold Slusher.- “It’s A Young World After All” (Toda a Terra é Jovem), págs. 277 até 983.

The Genesis Record, Dr. Henry Morris, págs. 204 e 205.

“Have You Been Brainwashed?(VOCÊ RECEBEU LAVAGEM CEREBRAL?) - (com tradução e adaptação – Pr. Brunoni) – by Duane T. Gish. Ph.D

 

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