1.25.2011

DESAFIO DO BESOURO BOMBARDEIRO - BRACHINUS

User-agent: Mediapartners-Google* Disallow:
Depois de alguns estudos no livro “Bomby, The Bobardier Beetle” de autoria do Dr. D.T.Gish, renomado bioquímico, B.S. (mestre em ciências) em química do U.C.L.B, Ph.D.(pós doutorado) em bioquímica da Universidade da Califórnia em Berkely. Serviu no Staff de pesquisa e na Universidade de Cornell, é Professor de Ciência Natural no Christian Heritage College e diretor Associado do Instituto para Pesquisa da Criação. Depois de meditar compreender a matéria, tirei as seguintes conclusões:

Seu nome científico é BRACHINUS, da família dos carabideos. Esse besouro de meia polegada é um demolidor da teoria da evolução – um desafio sem qualquer possibilidade de resposta.

Ele, com incrível habilidade, atira gases inflamados altamente fétidos cuja temperatura chega a 100o. centígrados. Possui também dois canhões ou tubos através dos quais lança os gases inflamados.

Esta pequena maravilha mereceu a atenção de um QUÍMICO ALEMÃO, Dr. Hermann Shildknecht, que resolveu estuda-lo. O sábio descobriu o que poderíamos chamar de fantástico neste besouro. Ele produz e mistura duas espécies de elementos químicos: PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO E HIDROQUINONA (C6 H6O2).

Uma explosão levará pelos ares que, porventura, os misture. O Besouro Bombardeiro, porém, mistura-os e não provoca explosão! É que, com o peróxido de hidrogênio e com a hidroquinona, ele mistura um outro elemento: O INIBIDOR, que impede a explosão dos 2 gases.

Misturados com o inibidor, estes 3 elementos convivem pacientemente juntos: Um líquido que o besouro conserva em 2 câmaras, pronto para quando a necessidade chegar. Aí, então, ele esguicha o líquido para dentro de 2 tubos de combustão – os canhões – que se situam em sua parte traseira: É só atirar! 

Mas acontece que o inibidor está na mistura. Como consegue ele a explosão? O Dr. Shildknecht descobriu que o besouro tem um neutralizador do inibidor: o antiinibidor. Aplicado no exato momento o inibidor é neutralizado: os dois gases reagem e explodem com tremenda violência.

Vejamos como seria impossível este besouro surgir pela evolução, que não pode explicar como esta maravilha química e este maquinário de explosão puderam se desenvolver muito lenta, gradualmente, passo a passo.

Supondo que, pela evolução, ele tivesse conseguido o peróxido de hidrogênio e a hidroquinona – um fantástico passo na estrada do impossível. Resolvendo misturá-los, voou pelo espaço em pedaços. Imaginem isto acontecendo com todos os besourinhos por muitos milhões de gerações e muita centenas de milhares de anos. Mas ele não teve prole, é claro, pois não pôde passar aos seus descendentes a advertência de que é perigoso misturar esses elementos químicos.

Assim sendo, como teria evoluído o inibidor? Mas não há necessidade de inibidor, se primeiro não tiverem evoluído os 2 elementos químicos. E como estes têm que estar presentes antes do inibidor, a evolução faz tudo explodir: o inibidor chega demasiado tarde! De novo a evolução não pode responder a este desafio.

O que o besouro bombardeiro deixa claro é que Alguém tinha que saber que o inibidor era necessário desde o principio.

Mas, apesar de vermos, no caso em foco, que a evolução não pode ir adiante, suponhamos que, de repente, um desses besouros conseguiu inventar o inibidor. Bem, é isto: escapou de ser explodido! Mas, vejam: A solução química ácida e corrosiva não podendo explodir, por não haver ainda antiinibidor, ficou inutilmente dentro de suas entranhas e sem valor algum para a sua defesa. Por gerações e gerações, por centenas de milhares de anos esses besouros vêm misturando inutilmente esses elementos químicos com a única finalidade de ter suas entranhas corroídas e seus corpos destruídos!

Para a sua química funcionar, o besouro bombardeiro precisa do antiinibidor. Mas o antiinibidor só lhe será útil se ele já tiver os elementos químicos e o inibidor. Mas estes 3 lhe serão inúteis, sem o antiinibidor. Logo, o besouro precisava “aparecer na Natureza com tudo pronto se quisesse subsistir até hoje.

Imaginemo-lo, contudo, em sua marcha evolutiva impossível... E se, após centenas de milhares de anos, o besouro conseguisse o peróxido de hidrogênio e a hidroquinona... BUMMMMMMMM! Cessaria seu processo evolutivo.

Não sabendo o besouro como resolver todos estes problemas de química. Alguém, é evidente, preparou o devido aparelhamento para a produção da solução química completa desde o principio.

Mas, ainda contra o impossível, suponhamos que um outro besouro de repente inventasse o antiinibidor. Ótimo! Agora os 2 elementos químicos: o inibidor e o antiinibidor estão presentes. Para dentro das câmaras de estocagem ele injeta os 2 elementos químicos misturados com o inibidor. Surge, então, um papa-besouros, o dispositivo do antiinibidor é acionado e... BUMMMMMMM! Em vez do papa-besouros, foi ele quem explodiu! É que ainda não tinha ele feito evoluir os 2 tubos de combustão! Das câmaras de estocagem fez fluir a solução de peróxido de hidrogênio e hidroquinona; e quando, nesta solução, ele injetou o antiinibidor, a explosão se deu dentro dele.

Assim, a prole desse besouro vem-se explodindo repetidamente por milhares de gerações e por muitos milhares de anos.

Como e por que teria esse besouro conseguido evoluir toda essa maravilhosa química, se ela só serviu para explodi-lo?

Lembremo-nos de que, segundo a hipotética teoria da evolução, todas as coisas devem ter uma finalidade, um propósito, ou não haverá evolução., Perguntamos, então: Quem evoluiu primeiro? Foram os elementos químicos? Foi o inibidor? Foram as câmaras de estocagem? Foi o antiinibidor? E se foram os tubos de combustão, para que teriam eles evoluído se os elementos químicos todos não existiam ainda? Nenhum deles teria qualquer utilidade sem os outros. Todos precisavam começar juntos, ou o besouro bombardeiro não seria possível, porque impossível seria a evolução vagarosa e gradual do desafiante BRACHINUS! Um pequeno ser Criado por Deus, que máquina maravilhosa.


Mais um Fato inescapável é este: os 2 elementos químicos, o inibidor, as câmaras de estocagem, os tubos de combustão e o antiinibidor – tudo era necessário desde o começo.


Mas ainda em nossas suposições no universo do impossível, demos as boas vindas a um pequenino besouro que conseguiu inventar toda essa química e todo este aparelhamento. Ótimo, agora a coisa vai! Epa! Cuidado! Algo vai sair errado! É que, em vez de um papa-besouro bombardeiro desprezível, surgiu um besouro amigo, inofensivo – e BUMMMMMMM... – fogo na cara do amigo!


Que houve afinal? Ainda está faltando o sistema de sinalização. Sua rede de comunicação ainda não evoluiu! Ele só podia usar o antiinibidor e os tubos de combustão, e isso já há centenas de milhares de anos, tempo, durante o qual, e por milhares de gerações, tanto amigos como inimigos desse ultimo besouro vinham recebendo jatos de gases féticos e inflamados na cara! A rede de comunicação ainda precisava evoluir para lhe permitir enviar a correta espécie de sinal para o lugar e objetos certos, no exato momento.

Mas até que ele tivesse os elementos químicos todos e todo o aparelhamento já aludido, por que teria ele que fazer evoluir essa rede de comunicações? Qual seria a sua utilidade?

Por outro lado, os elementos químicos, o inibidor, o antiinibidor, as câmaras de estocagem e os tubos de combustão não teriam qualquer utilidade até que a rede de comunicação estivesse completa e todos os sinais corretos tivessem sidos elaborados.

Agora, tudo pronto e pronta a rede de comunicações como sinal pronto para funcionar. Chega um papa-besouro e fica bem à vista. É dado o sinal de perigo! A solução química é injetada a partir das câmaras de estocagem para dentro dos tubos de combustão. A contagem regressiva começa à medida que o papa-besouro se aproxima, 10,9,8,7,6,5,4,3,2,1 – O antiinibidor é liberado e.... BUUMMMMMMM!

Quando os elementos químicos, a aparelhagem e os sinais estavam prontos e bem corretos, então e só então, esse último besouro, egresso das regiões do impossível, ficou pronto para funcionar. Mas ainda não! O hipotético besouro não tinha podido tornar-se um besouro bombardeiro pelo processo vagaroso e gradual da evolução! Ele tinha que ser besouro bombardeiro desde o primeiro momento com tudo perfeito e completo.

Tendo sido impossível a sua evolução, ele tinha que ser criado completo e instantaneamente por um Criador que sabia exatamente tudo a respeito de nosso admirável BRACHINUS.

O Besouro Bombardeiro é um poderoso testemunho da Criação de Deus. É IMPOSSÍVEL TER EVOLUÍDO das regiões do impossível e do nada!

UM BESOURO PARA FAZER BUMMMMMM NA EVOLUÇÃO!

É importante que ensinemos uma compreensão correta da ciência. Uma das minhas porções bíblicas favoritas neste assunto é em Jó 38:4 : “Onde estavas tu quando eu lançava os fundamentos da Terra? Em outras palavras: “Você estava lá?” NÃO, ninguém estava lá, nenhum cientista, A NÃO SER DEUS, O CRIADOR DO UNIVERSO, ALÉM DELE, NÃO HAVIA MAIS NINGUÉM PARA REGISTRAR ESSES EVENTOS DO PASSADO, pois a História escrita só começou há alguns milhares de anos.

Há abundantes evidências científicas que demonstram que é preciso haver um Deus, evidências que não se ajustam à idéia de que a Terra é preciso ter bilhões de anos de existência para evoluir os seres, inclusive o homem. Livros do ICR, tais como, “Scientific Creationism”(Criacionismo Científico), “What Is Creation Science?”(Qual É a Ciência da Criação?) “Science, Scripture and The Young Earth” (Ciência, Escritura e a Terra Jovem), documentam essas evidências, entre muitos outros.

Substituir a revelação pela especulação, a criação pela evolução, a transcendência pela imanência, eliminar o sobrenatural, desfazer da crença, da conversão da regeneração, é fazer o mundo marcar passo, ou melhor, conduzi-lo à destruição moral e espiritual. O estado moral e espiritual dos povos, que todos hoje deploram, é ainda efeito daninho do império da doutrina evolucionista, creio sinceramente.

As idéias belicosas e subversivas que varrem o mundo hoje, qual tremendo furacão, verdadeiro açoite de Deus, são frutos legítimos da semeadura de erros fatais para a coletividade humana, semeados criminosamente pelo evolucionismo”. 
Em 1910, no Congresso Internacional da Paz, em Paris, o “L’Univers” publicou estas palavras candentes, verdadeiras e significativas: “O espírito da paz fugiu da terra porque a doutrina da evolução tomou posse dela. O apelo pela paz, nos dias idos, era inspirado pela fé na natureza do homem. Então os homens eram considerados filhos de um grande Pai e a guerra era fratricídio. Agora, os homens são considerados filhos do gorila e que importância há em trucida-los e mata-los?”

Hoje é público que notório que o valor pela vida humana é insignificante, o esquecimento de Deus, conseqüência da T.E., submergiu o mundo na violência, nos abismos da imoralidade, na pornografia e nas mais vis aberrações.

A teoria da evolução, banindo Deus da natureza, da historia e de todo o universo, nestes últimos cem anos, tem sido a mais poderosa arma para impedir que os homens ao menos, tentem se lembrar do seu Criador, revelado em sua exuberante criação. Apregoando a origem simiesca do homem, a teoria da evolução o subanimalizou e, deixando-o à mercê de seus próprios instintos, abriu-lhe caminhos deveras funestos que o levarão a abismos cada vez maiores.

É PRECISO HAVER UM DEUS!

Não tenho fé suficiente para crer que não foi preciso haver um Criador!

A criação mostra-nos a necessidade de um Criador. A evolução diz-nos que tudo surgiu por obra do acaso. Por mostrar-nos a criação a necessidade de um Deus Todo-Poderoso, Autor e todas as coisas criadas, tentam evitar seu estudo sob a alegação de que a criação envolve religião e fé. Mas, confrontando os fatos, descobrimos que a fé para se admitir a evolução é muitíssimo maior do que a fé criacionista.

Lembre-se que algo criou o universo antes de haver universo, não havia ainda tempo/ espaço/matéria, de onde o Big Bang arranjou material para criar alguma coisa se nada ainda havia sido criada? É só tirar o Criador dessa beleza sem par e colocar o nada, o acaso. “No princípio(tempo)/criou Deus os Céus(espaço)/e a Terra(matéria)”Gen.1:1 – grifo meu.

Vale lembrar que a explosão e tudo quando dela surgiu foi obra do acaso: a matéria bruta e a vida orgânica. Mas, que é o acaso? O que é o nada? É a inexistência, o vazio, o inconseqüente, o sem-alvo, o imaginário, o impotente. Mas, para a hipótese evolucionista, em última análise, o acaso é o criador do mundo! Se é absurdo e anticientífico alguém crer num Deus Onipotente, creia-se num acaso impotente!

Assim se nos revelou o Verbo Criador: “Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez. A vida estava Nele...” (João, 1:3,4). Sem Ele é o caos: ontologia, cosmologia, biogênese, antropologia – TUDO! A existência de todas as coisas, demanda racionalmente um Auto-Existente para explicar-se a si mesma. Que o Criador Auto Existente Pai te abençoe ricamente em Jesus! Amém...


Fonte de Pesquisa:

“Bomby, The Bobardier Beetle” de autoria do Dr. D.T.Gish. Ph.D

"Men Of Science - Mens Of God, Dr. Henry Morris.

Seguidores

Follow by Email