1.31.2011

Suécia, um país europeu

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Área: 449.964 km²

Capital: Estocolmo

População: 9,18 milhões (estimativa 2008)

Moeda: Coroa Sueca

Nome Oficial: Reino da Suécia

Nacionalidade: sueca

Data Nacional: 6 de junho (Dia da Bandeira).

Governo: Monarquia parlamentarista
 
Parlamentares suecos não têm direito a secretários nem motoristas


Apesar de a Suécia ser uma Monarquia, quem decide os rumos do país são os políticos. Os parlamentares suecos, embora sejam tão importantes nas decisões do país, não têm direito a luxos. Eles vivem em apartamentos funcionais modestos e, como a maioria dos cidadãos suecos, não possuem nenhuma mordomia, como motoristas ou secretários de gabinete.



http://www.youtube.com/watch?v=3aC4A7bSnXU

Localização: norte da Europa (Península da Escandinávia)

Cidade Principais: Estocolmo, Göteborg, Malmö, Uppsala e Lidköping.

Densidade Demográfica: 20 hab./km2

Fuso Horário: + 4h

Clima: temperado frio

Composição da População: suecos 92%, finlandeses e lapões 8%

Idioma: sueco (oficial)

Religião: cristianismo 89% (Igreja da Suécia 86,1%, católicos 1,9%, pentecostais 1%), outras religiões 11%

IDH: 0,885 (Pnud 2010) - desenvolvimento humano muito alto

Alfabetização: 99%

Produtos Agrícolas: batata, beterraba, trigo e outros cereais.

Pecuária: bovinos, suínos e aves.

Mineração: minério de ferro, cobre, chumbo, zinco e urânio.

Indústria: equipamentos de transporte, alimentícia, máquinas, papel e derivados, siderúrgica, produtos eletrônicos, química, telefonia.

Renda per capita: US$ 34.735 (estimativa 2006)
Coroa sueca




A coroa sueca (svensk krona) é a moeda oficial da Suécia.

A Suécia mantém a sua moeda pois decidiu não aderir à moeda única da União Europeia, o euro, sendo esta decisão tomada em plebiscito.

Atualmente, ela vale €0,09585 ou aproximadamente R$ 0,25.
O sistema de educação sueco


O ano letivo é o contrário do nosso, por conta das estações do ano. As aulas começam no fim de agosto, começo de setembro (outono). E eles entram de férias pouco antes do natal e as aulas voltam no começo de janeiro, e só terminam no começo de junho. O que faz sentido, afinal eles querem ter o verão livre pra viajar e aproveitar, já no inverno não vale muito a pena ter férias longas.

As crianças suecas só começam mesmo no que eles chamam de "escola" quando têm 7 anos. E mesmo assim eles só recebem notas pelas aulas quando estão na 8ª série aos 14 anos. Aos 16 anos eles entram no ginásio, que são os últimos 3 anos, equivalente ao nosso ensino médio. Mas o ginásio funciona meio como a universidade, os alunos escolhem o "caminho" que querem seguir, e têm aulas nas matérias escolhidas pelo programa e também cursos extras que o aluno queira, exceto algumas matérias obrigatórias para todos os cursos, como sueco, inglês, matemática, educação física... São cursos profissionalizantes, que preparam o aluno para o mercado de trabalho, mas que não tem o mesmo peso de uma faculdade.
Na escola também desde crianças, todos têm aulas sobre culinária, corte e costura, como cuidar da casa e etc. Tanto meninos como meninas...afinal muitos suecos costumam sair de casa antes dos 20 anos. Eles também têm aulas de inglês desde pequenos e mais uma língua de escolha, que pode ser alemão, francês, espanhol ou muitas outras...

Muitos suecos vão também para o chamado "komvux" que é a escola de adultos.
Isso porque às vezes eles tiveram notas baixas (durante o ginásio) em alguma matéria importante para serem aceitos na universidade ou porque não estudaram uma matéria obrigatória para um curso que eles queiram.

Todos os imigrantes com visto de residência e número de identidade têm direito à ir nessa escola estudar sueco de graça. O curso é divido em 2 partes. A primeira parte é o chamado "SFI", sueco para imigrantes. Esse é dividido em 4 partes, A, B, C e D. O "SFI A" é somente para quem não é familiarizado com o alfabeto ocidental (o nosso ABC). Já o B é para iniciantes e assim por diante. A segunda parte é chamada de "SAS" que significa "Sueco como segunda língua", e é dividido em 3 partes: grund, A e B. Essa parte já é mais avançada, onde os alunos passam a ler livros em sueco, a gramática é mais importante e tudo se complica. No SAS A e B os alunos estrangeiros geralmente estudam com alunos suecos que estão fazendo Sueco A e B. É quando começam a estudar literatura em sueco, ler mais livros e é preciso ter um sueco mais avançado e limpo ainda. É importante lembrar que pra um imigrante entrar na universidade sueca (com cursos dados em sueco, obviamente) é necessário ter completado todos esses cursos mencionados acima, o que pode levar 3 anos e meio, ou menos, dependendo da escola e do aluno. Existe até mesmo cursos intensivos que duram 1 ano.
(Para cursos de mestrado na universidade não é necessário saber sueco se o curso for dado em inglês, mas nesse caso é necessário um diploma de um certo nível em inglês, é claro).

Já a universidade também é bem diferente. Não tem nada de vestibular, apesar que existe uma prova chamada "högskolesprovet", que funciona mais ou menos como o Enem brasileiro. Não é obrigatório fazer, mas pode ajudar a entrar.
Pra entrar na universidade é necessário se inscrever no site sueco studera.nu que vale pra Suécia inteira. Todos os anos as inscrições para os cursos (e programas) de outono vão até dia 15 de abril e para os cursos de primavera vão até dia 15 de outubro. Nesse site você pode escolher até 20 cursos (e/ou programas) diferentes, em qualquer universidade de qualquer cidade sueca. Depois você precisa fazer uma lista de prioridades, o curso que você quer mais entrar em primeiro lugar e assim por diante. Cada curso tem uma lista específica do que você precisa pra ser aceito, por exemplo, para estudar Nutrição é necessário ter diploma (do ginásio ou komvux) em sueco, estudos sociais, matemática, biologia, física e química.

As notas e méritos em outras matérias (entre outras coisas) são avaliadas pelo VHS (digamos assim, algo como o ministro de educação sueco...) e eles que decidem quem tem mais pontos necessários para serem aceitos em cada curso e a decisão chega mais ou menos 2 meses antes do início do curso.
Dois pontos interessantes também: os alunos de filhos estrangeiros têm direito por lei, a terem aulas da sua língua materna na escola desde de pequenos. E os alunos recebem uma contribuição do governo por irem à escola durante o ginásio e eles recebem uma média de 1050 coroas, equivalente à 230 reais por mês.

E como os suecos costumam mudar de casa depois que terminam a escola, eles precisam se manter por conta própria, portanto quando eles estudam tanto no Komvux quanto na universidade, eles recebem dinheiro do governo. Eles recebem uma média de 8 mil coroas por mês (algo como 1,8 mil reais), sendo 30% desse dinheiro dado e os outros 70% empréstimo que será pago quando a pessoa se formar. Mas pra receber essa ajuda é necessário estudar em tempo integral, do contrário a pessoa receberá menos. E isso acontece porque como eles estudam eles não têm tempo para trabalhar... (Já imigrantes precisam morar na Suécia há 2 anos e ter visto permanente para poder receber essa contribuição).
No sistema educacional sueco existem (normalmente) 4 notas. IG (não passou), G (passou), VG (passou bem) e MVG (passou muito bem). Algumas escolas não usam essa última nota, MVG.

A educação na Suécia é de graça. Existem as escolas do governo (que são geralmente as melhores) e as chamadas "escolas livres" que são de certa forma, privadas. Isso porque são escolas que não são controladas pelo governo, são de empresas privadas, mas quem paga a escola é o governo e não os alunos.

Musica na Suécia


A música sueca é, em muitas mentes, conectada ao ABBA, ao Roxette e ao Europe, apesar do país ser uma autêntica fábrica de Heavy Metal e vertentes, e do chamado Indie Rock/Indie Pop.



http://www.youtube.com/watch?v=nUEfIQjEvRU



http://www.youtube.com/watch?v=k2C5TjS2sh4



http://www.youtube.com/watch?v=AyggY_R3jU8&feature=fvst

Soundtrack of Our Lives, Therion, The Hives, Mando Diao, The Ark, International Noise Conspiracy, Backyard Babies, Hellacopters, Millencolin, Clawfinger, The Cardigans, Soilwork, Hammerfall, In Flames, Dark Tranquillity, Arch Enemy, Bestial Mockery, Marduk, At The Gates, Hypocrisy, Dark Funeral, Watain, Dissection, Yngwie Malmsteen, Candlemass, The Hives, Entombed, Håkan Hellström, Dismember, Amon Amarth, Setherial, Crashdïet, Bathory, Katatonia, Lord Belial e Opeth são exemplos entre outras bandas suecas bem sucedidas.
Melodifestivalen


O Melodifestivalen é o festival da canção organizado pela TV sueca (SVT) que se realiza desde 1958. É, entre todas as seleções nacionais das músicas representativas de cada país na Eurovisão, a mais importante e a maior, visto que muitos dos seus artistas integrantes são famosos - Podemos tomar como exemplo os ABBA. O fato da Suécia ser um país com um excelente desempenho no Festival Europeu é, em parte, consequência da grandeza do Melodifestivalen. No entanto, este país, desde 2007, apenas obteve posições entre o 18º e 21º lugares.



http://www.youtube.com/watch?v=ASRry6HQ54w



http://www.youtube.com/watch?v=guVU5z4GlvE

Esse é só audio.
Gastronomia


A comida sueca baseia-se em matérias primas frescas do mar e do bosque, segundo a temporada. Arenque do Báltico, salmão na salmoura, assado de remo defumado, parfait de arándanos e hoado com camemoros são algumas das esquisitices do país, porém o visitante pode experimentar gostosamente a comida caseira sueca, como panquecas, pettipanna, crepé de batata, rolemos de col e sopa de ervilha brancos com ponche, sem esquecer, o típico prato do dia, "dagems rätt".

Nos principais restaurantes do país costuma-se servir a tradicional mesa de entradas que só existe em sua forma original na Suécia o "smörgasbrd", um buffet que reune todas as especialidades da gastronomia sueca misturada a vezes com outros pratos importados. Este prato adquire-se em especial nos dias de Natal, quando converte-se em "julbord" mesa de Natal, com todas as especialidades da temporada festiva.

Segurança Social em Estocolmo


Todo aquele que é empregado na Suécia é seguro para o emprego de benefícios, incluindo as prestações de doença. Todos os residentes da Suécia devem ter um número de segurança social: os nascidos no país a obter um nascimento, os estrangeiros que se estabeleçam na Suécia, por qualquer período de tempo será emitido um pelo Imposto Agência Sueca (ou Skatteverket) como parte do registo da população (ou Folkbokföring).

O número de segurança social é composto a partir da data de nascimento do indivíduo, além de três dígitos, mais um dígito verificador. Sexo é indicado pelo terceiro dígito: Número um, mesmo para as mulheres, estranho para os homens. Estes três dígitos também podem conter informações sobre a região de nascimento. O nome real deste número na Suécia é personnummer, que diretamente traduzidas para o Inglês seria "Número Pessoal".

As autoridades fiscais utilizar o número em todas as suas comunicações relativas ao imposto, por isso, é ilegal para trabalhar menos que você esteja na posse de um. O sistema de segurança do Estado usa o número para o cálculo das pensões e para a manipulação de pagamentos de seguros, e muitos particulares empresas de usá-lo quando armazenar informações sobre os indivíduos e as suas contas, por exemplo, bancos e companhias de seguros.

Quando você faz uma compra com cartão de crédito o número de segurança social é usado para verificar a sua identidade. Durante a década de 1970 o uso do personnummer foi muito debatido e criticado como foi visto como uma potencial invasão de privacidade. Como resultado, o sueco Dados lei foi criada para regular a forma como as informações pessoais informatizados, como pode ser armazenados e utilizados, embora esta legislação não foi vigorosamente aplicada.
Fotos



Estocolmo- Gamla Stan, Centro antigo




Estocolmo, centro histórico




Estocolmo: uma cidade cheia de parques e jardins




Patinar no gelo, uma preferência nacional


Festas tradicionais: todo mundo com roupas típicas




Suécia, um país coberto por vastas florestas




Rebanho de renas no norte da Suécia




Suécia: natureza preservada

Rússia

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Dados oficias sobre a Rússia

~~~~~~=~~~~~~
Área
Dezessete mil km quadrado, maior pais do mundo

Língua oficial
Russo

Capital
Moscovo / Moscou / Moscóvia

Renda per capita
Quinze mil dolares

Moeda
Rublo

Presidente da Rússia
Dmitri Medvedev

Alfabetização
99.7%~



Antigamente na Rússia

Antes do século l, as terras do sul da Rússia eram de tribos que não era unidas, entre o século lll e Vl as áreas com uma formação vegetal de planície sem arvores foram destruídas por conta das invasões de bárbaros, conduzidas pelo Hunos e outras tribos.
 
União Sovietica

Na epoca de 1917, na seqüencia da revolução Russa, na primeira vez no mundo é visto o sistema Marxista. Durante um pouco mais de 80 anos a Rússia é introduzida por esse sistema, erradicando o capitalismo e repartindo o antigo Império Russo em Repúblicas Soviética, as quais formaram a União das Repúblicas socialista soviéticas(URSS). A Rússia então viro uma dessas repúblicas.

Lenin viro o primeiro lider soviético da união soviética. Crio regras que se contradizia a sua filosofia.

Após a morte de Lenin no ano de 1924, surgiu um georgiano chamado Stalin, Josef Stalin que passa do socialismo livre a um socialismo autoritário, criando uma ditadura e todos os que apoiavam Lenin foram mortos.

Nos fim dos anos 1930, Stalin cria o Grande Expurgo, que todas as ameaças eram mortos ou então mandado para os campos de concentração na Sibéria.

Dois anos depois, Stalin obriga o pais a passa em uma industrialização rápida.

Em 1928 ele põe em marcha o seu plano dos cinco anos, que era para modernizar a economia soviética, principalmente da industrialização pesada. Rapidamente, a indústria soviética atinge grande proporções de riqueza em pouquíssimo tempo, virando uma grande potência mundial. Paradoxalmente e com as leis de colectivizações em marcha, o povo vivia em pobreza extrema.

Alem do mais, Stalin provoco grandes ondas de fome que assolaram principalmente na Ucrânia.

Durante a segunda guerra mundial, Stalin vence as tropas alemãs com terríveis baixas, na russia a guerra também é reconhecida como A Grande Guerra Patriótica. No total a URSS perdeu cerca de 25 milhões de pessoas, algumas das maiores batalhas terrestre da segunda guerra mundial foram travadas em território sovietico, contra o exercito nazista.

Religião

O cristianismo, Budismo, islamismo e o judaísmo são religiões tradicionais da Rússia.

As estimativas de fieis variam amplamente entre as fontes e alguns relatórios apontam que o numero de ateus na Rússia seja entre 16% ao 48% da população.

As estimativas do numero de muçulmanos variam entre 7=9 e 15-20 milhões de fiéis, também existem entre 3 e 4 milhões de imigrantes muçulmanos dos estados pós soviéticos. A maioria dos muçulmanos vive na região do volga ural, assim como no Cáucaso, Moscou, São petersburgo e na sibéria ocidental.

O budismo é tradicional em três regiões da Federação Russa: Buryatia, Tuva e kalmykia, Alguns moradores das regiões da Sibéria e do Extremo Oriente, como Yakutia e chukotka praticam o xamanismo, panteismo e ritos pagãos, juntamente com as grandes religiões, A indução religiosa ocorre principalmente nas linhas etnicas.
Cultura da Rússia

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Cozinha e Bebidas

Sempre variada, a cozinha Russa é muito famosa por causas das suas sopas do tipo schchi.

Ainda mais variado é os seus cogumelos que esta cheio nas floresta russas, podem ser cozido ou simplesmente conservado

O pão é o acompanhamento obrigatório dos pratos principais e das sopas.

Nas bebidas temos existe o Medok e a vodca.

Muitos frutos são utilizado para fazer as bebidas, cerejas, maças e etc.


Superstições

Os russos são muitos supersticiosos, na linha de baixo vai uns exemplos

1ºAntes de viajar, os viajantes tem de fazer um momento de silencio
2ºOs solteiros não devem sentar-se nas esquinas, senão, não casam.
3ºOs aniversários devem ser celebrados no fim-de-semana a seguir ao dia do aniversariante, a não ser que este dia calha num Sábado ou num Domingo.
4ºPartir um espelho não dá azar, mas olhar-se através de um partido, provoca 7 anos de azares seguidos.
5ºCaso te tenhas esquecido de alguma coisa, antes de a ires recuperar, vê-te no espelho senão o regresso poderá ser caótico.
Musicas Russas

http://www.youtube.com/watch?v=MXP_OjBuFowhttp://www.youtube.com/watch?v=7h3BkzvRFV4&feature=relatedhttp://www.youtube.com/watch?v=lUHfRTBC2_0&feature=related

1.27.2011

coisas da natureza

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10 - Gatinho Cíclope


Em dezembro de 2006 nasceu um gatinho com um único e enorme olho e sem focinho. É uma deficiência que não permite que o cérebro, na fase embrionária, se divida apropriadamente.
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9. Bezerra brasileira nasce com dois rostos dhttp://


Nasceu um bovino fêmea com o que aparenta ter dois rostos, controlados por apenas um cérebro.
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8. Porco com dois focinhos e três olhos nasce na China



Um porco com dois focinhos e três olhos nasceu em uma fazenda em Xi´a província chinesa de Shaanxi.
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7. Galinha hermafrodita põe seu primeiro ovo na China


Uma estranha galinha com atributos masculinos, o mais evidente deles uma crista na cabeça, se transformou na atração de um povoado do centro da China ao pôr seu primeiro ovo.
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6. Cobra albina de duas cabeças



Um aquário nos Estados Unidos havia colocado à venda uma cobra albina com duas cabeças. O réptil estava disponível para compra no site e-Bay por um lance inicial de US$ 150 mil. O animal morreu recentemente depois de uma vida relativamente longa.
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5. Bezerro com duas cabeças se alimenta normalmente





Um Bezerro de duas cabeças nasceu em Israel em um sítio em Jenin, na Cisjordânia.
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4. 'Menina-sereia' caminha após cirurgia para separar as pernas

A menina peruana Milagros Cerrón, que nasceu com a síndrome de Sirenomelia, deu seus primeiros passos longos após a cirurgia de separação e reconstrução de coxas.

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3. Cientistas criam porcos fosforescentes





Cientistas da Universidade Nacional de Taiwan afirmaram ter criado três porcos transgênicos verdes que brilham no escuro, a partir da mistura do material genético deles com o de águas-vivas.
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 2. Pato de quatro pernas chega à idade adulta na Grã-Bretanha



Um pato que atraiu a atenção mundial por ter nascido com quatro patas surpreendeu seus donos, ao conseguir chegar à idade adulta, apesar da deformidade.
____________________________________________________________________1. Um CORPO com duas cabeças





Abigail e Britanny Hensel são duas pessoas com um único corpo. E isto é o que as torna realmente singulares. O tipo de gemelaridade delas é chamado gêmeas dicéfalas. Elas já protagonizaram um documentário do Discovery Channel quando pequeninas.

1.26.2011

a pesca do povo de Dogon

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Como Acabar com os Peixes de um Lago em Poucos Minutos

O povo de Dogon, no Mali, tem apenas um dia no ano para pescar no lago sagrado de Antogo. No dia que é liberado centenas e mais centenas de pescadores comparecem com suas cestas para a pesca. Logo após a partida os peixes terminam em minutos.
É impressionante quando é dada a partida, beira a cenas de antigas guerras.

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VEJA O VÍDEO CLICANDO

BORBOLETA AMARELA

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BORBOLETA AMARELA

Era uma borboleta. Passou roçando em meus cabelos, e no primeiro instante pensei que fosse uma bruxa ou qualquer outro desses insetos que fazem vida urbana; mas, como olhasse, vi que era uma borboleta amarela.
Era na esquina de Graça Aranha com Araújo Porto Alegre; ela borboleteava junto ao mármore negro do Grande Ponto; depois desceu, passando em face das vitrinas de conservas e uísques; eu vinha na mesma direção; logo estávamos defronte da A.B.I. Entrou um instante no hall, entre duas colunas; seria um jornalista? – pensei com certo tédio.
Mas logo saiu. E subiu mais alto, acima das colunas, até o travertino encardido. Na rua México eu tive de esperar que o sinal abrisse: ela tocou, fagueira, para o outro lado, indiferente aos carros que passavam roncando sob suas leves asas. Fiquei a olhá-la. Tão amarela e tão contente da vida, de onde vinha, aonde iria? Fora trazida pelo vento das ilhas – ou descera no seu vôo saçaricante e leve da floresta da Tijuca ou de algum morro – talvez o de São Bento Onde estaria uma hora antes, qual sua idade? Nada sei de borboletas. nascera, acaso, no jardim do Ministério da Educação? Não; o Burle Marx faz bons jardins, mas creio que ainda não os faz com borboletas – o que, aliás, é uma boa idéia. Quando eu o mandar fazer os jardins de meu palácio, direi: Burle, aqui sobre esses manacás, quero uma borboleta amare... Mas o sinal abriu e atravessei a rua correndo, pois já ia perdendo de vista a minha borboleta.
A minha borboleta! Isso, que agora eu disse sem querer, era o que eu sentia naquele instante: a borboleta era minha – como se fosse meu cão ou minha amada de vestido amarelo que tivesse atravessado a rua na minha frente, e eu devesse segui-la. Reparei que nenhum transeunte olhava a borboleta; eles passavam, devagar ou depressa, vendo vagamente outras coisas – as casas, os veículos ou se vendo –, só eu vira a borboleta, e a seguia, com meu passo fiel. Naquele ângulo há um jardinzinho, atrás da Biblioteca Nacional. 
Ela passou entre os ramos de acácia e de uma árvore sem folhas, talvez um "flamboyant"; havia, naquela hora, um casal de namorados pobres em um banco, e dois ou três sujeitos espalhados pelos outros bancos, dos quais uns são de pedra, outros de madeira, sendo que estes são pintados de azul e branco. Notei isso pela primeira vez, aliás, naquele instante, eu que sempre passo por ali; é que a minha borboleta amarela se tornava sensível às cores.
Ela borboleteou um instante sobre o casal de namorados; depois passou quase junto da cabeça de um mulato magro, sem gravata, que descansava num banco; e seguiu em direção à Avenida. Amanhã eu conto mais.
Eu ontem parei a minha crônica no meio da história da borboleta que vinha pela rua Araújo Porto Alegre; parei no instante em que ela começava a navegar pelo oitão da Biblioteca Nacional.
Oitão, uma bonita palavra. Usa-se muito no Recife; lá, todo mundo diz: no oitão da igreja de São José, no oitão do Teatro Santa Isabel... Aqui a gente diz: do lado. Dá no mesmo, porém oitão é mais bonito. Oitão, torreão.
Falei em torreão porque, no ângulo da Biblioteca, há uma coisa que deve ser o que se chama um torreão. A borboleta subiu um pouco por fora do torreão: por um instante acreditei que ela fosse voltar, mas continuou ao longo da parede. Em certo momento desceu até perto da minha cabeça, como se quisesse assegurar-se de que eu a seguia, como se me quisesse dizer: "estou aqui".
Logo subiu novamente, foi subindo, até ficar em face de um leão... sim, há uma cabeça de leão, aliás há várias, cada uma com uma espécie de argola na boca, na Biblioteca. A pequenina borboleta amarela passou junto ao focinho da fera, aparentemente sem o menor susto. Minha intrépida, pequenina, vibrante borboleta amarela! pensei eu. Que fazes aqui, sozinha, longe de tuas irmãs que talvez estejam agora mesmo adejando em bando álacre na beira de um regato, entre moitas amigas – e aonde vais sobre o cimento e o asfalto, nessa hora em que já começa a escurecer, oh tola, oh tonta, oh querida pequena borboleta amarela! Vieste talvez de Goiás, escondida dentro de algum avião; saíste no Calabouço, olhaste pela primeira vez o mar, depois... Mas um amigo me bateu nas costas, me perguntou "como vai bichão, o que é que você está vendo aí?" Levei um grande susto, e tive vergonha de dizer que estava olhando uma borboleta; ele poderia chegar em casa e dizer: "encontrei hoje o Rubem, na cidade, parece que estava caçando borboleta".
Lembrei-me de uma história de Lúcio Cardoso, que trabalhava na Agência Nacional: Um dia acordou cedo para ir trabalhar; não estava se sentindo muito bem.
Chegou a se vestir, descer, andar um pouco junto da Lagoa, esperando condução, depois viu que não estava mesmo bem, resolveu voltar para casa, telefonou para um colega, explicou que estava gripado, até chegara a se vestir para ir trabalhar, mas estava um dia feio, com um vento ruim, ficou com medo de piorar – e demorou um pouco no bate-papo, falou desse vento, você sabe (era o noroeste) que arrasta muita folha seca, com certeza mais tarde vai chover etc., etc.. quando o chefe do Lúcio perguntou por ele, o outro disse: "Ah, o Lúcio hoje não vem não. Ele telefonou, disse que até saiu de casa, mas no caminho encontrou uma folha seca, de maneira que não pode vir e voltou para casa."
Foi a história que lembrei naquele instante. Tive – por que não confessar? – tive certa vergonha de minha borboletinha amarela. Mas enquanto trocava algumas palavras com o amigo, procurando despachá-lo, eu ainda vigiava a minha borboleta. O amigo foi-se. Por um instante julguei, aflito, que tivesse perdido a borboleta de vista. Não. De maneira que vocês tenham paciência: na outra crônica, vai ter mais história de borboleta. Afinal arrastei o desprevenido leitor ao longo de três crônicas, de nariz no ar, atrás de uma borboleta amarela. Cheguei a receber telefonemas: "eu só quero saber o que vai acontecer com essa borboleta". Havia, no círculo das pessoas íntimas, uma certa expectativa, como se uma borboleta amarela pudesse promover grandes proezas no centro urbano. Pois eu decepciono a todos, eu morro, mas não falto à verdade: minha borboleta amarela sumiu. Ergui-me do banco, olhei o relógio, saí depressa, fui trabalhar, providenciar, telefonar... Adeus, pequenina borboleta amarela.

Rio, setembro de 1952

BRAGA, Rubem. A Borboleta Amarela. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1963. p. 170-176.

1.25.2011

DESAFIO DO BESOURO BOMBARDEIRO - BRACHINUS

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Depois de alguns estudos no livro “Bomby, The Bobardier Beetle” de autoria do Dr. D.T.Gish, renomado bioquímico, B.S. (mestre em ciências) em química do U.C.L.B, Ph.D.(pós doutorado) em bioquímica da Universidade da Califórnia em Berkely. Serviu no Staff de pesquisa e na Universidade de Cornell, é Professor de Ciência Natural no Christian Heritage College e diretor Associado do Instituto para Pesquisa da Criação. Depois de meditar compreender a matéria, tirei as seguintes conclusões:

Seu nome científico é BRACHINUS, da família dos carabideos. Esse besouro de meia polegada é um demolidor da teoria da evolução – um desafio sem qualquer possibilidade de resposta.

Ele, com incrível habilidade, atira gases inflamados altamente fétidos cuja temperatura chega a 100o. centígrados. Possui também dois canhões ou tubos através dos quais lança os gases inflamados.

Esta pequena maravilha mereceu a atenção de um QUÍMICO ALEMÃO, Dr. Hermann Shildknecht, que resolveu estuda-lo. O sábio descobriu o que poderíamos chamar de fantástico neste besouro. Ele produz e mistura duas espécies de elementos químicos: PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO E HIDROQUINONA (C6 H6O2).

Uma explosão levará pelos ares que, porventura, os misture. O Besouro Bombardeiro, porém, mistura-os e não provoca explosão! É que, com o peróxido de hidrogênio e com a hidroquinona, ele mistura um outro elemento: O INIBIDOR, que impede a explosão dos 2 gases.

Misturados com o inibidor, estes 3 elementos convivem pacientemente juntos: Um líquido que o besouro conserva em 2 câmaras, pronto para quando a necessidade chegar. Aí, então, ele esguicha o líquido para dentro de 2 tubos de combustão – os canhões – que se situam em sua parte traseira: É só atirar! 

Mas acontece que o inibidor está na mistura. Como consegue ele a explosão? O Dr. Shildknecht descobriu que o besouro tem um neutralizador do inibidor: o antiinibidor. Aplicado no exato momento o inibidor é neutralizado: os dois gases reagem e explodem com tremenda violência.

Vejamos como seria impossível este besouro surgir pela evolução, que não pode explicar como esta maravilha química e este maquinário de explosão puderam se desenvolver muito lenta, gradualmente, passo a passo.

Supondo que, pela evolução, ele tivesse conseguido o peróxido de hidrogênio e a hidroquinona – um fantástico passo na estrada do impossível. Resolvendo misturá-los, voou pelo espaço em pedaços. Imaginem isto acontecendo com todos os besourinhos por muitos milhões de gerações e muita centenas de milhares de anos. Mas ele não teve prole, é claro, pois não pôde passar aos seus descendentes a advertência de que é perigoso misturar esses elementos químicos.

Assim sendo, como teria evoluído o inibidor? Mas não há necessidade de inibidor, se primeiro não tiverem evoluído os 2 elementos químicos. E como estes têm que estar presentes antes do inibidor, a evolução faz tudo explodir: o inibidor chega demasiado tarde! De novo a evolução não pode responder a este desafio.

O que o besouro bombardeiro deixa claro é que Alguém tinha que saber que o inibidor era necessário desde o principio.

Mas, apesar de vermos, no caso em foco, que a evolução não pode ir adiante, suponhamos que, de repente, um desses besouros conseguiu inventar o inibidor. Bem, é isto: escapou de ser explodido! Mas, vejam: A solução química ácida e corrosiva não podendo explodir, por não haver ainda antiinibidor, ficou inutilmente dentro de suas entranhas e sem valor algum para a sua defesa. Por gerações e gerações, por centenas de milhares de anos esses besouros vêm misturando inutilmente esses elementos químicos com a única finalidade de ter suas entranhas corroídas e seus corpos destruídos!

Para a sua química funcionar, o besouro bombardeiro precisa do antiinibidor. Mas o antiinibidor só lhe será útil se ele já tiver os elementos químicos e o inibidor. Mas estes 3 lhe serão inúteis, sem o antiinibidor. Logo, o besouro precisava “aparecer na Natureza com tudo pronto se quisesse subsistir até hoje.

Imaginemo-lo, contudo, em sua marcha evolutiva impossível... E se, após centenas de milhares de anos, o besouro conseguisse o peróxido de hidrogênio e a hidroquinona... BUMMMMMMMM! Cessaria seu processo evolutivo.

Não sabendo o besouro como resolver todos estes problemas de química. Alguém, é evidente, preparou o devido aparelhamento para a produção da solução química completa desde o principio.

Mas, ainda contra o impossível, suponhamos que um outro besouro de repente inventasse o antiinibidor. Ótimo! Agora os 2 elementos químicos: o inibidor e o antiinibidor estão presentes. Para dentro das câmaras de estocagem ele injeta os 2 elementos químicos misturados com o inibidor. Surge, então, um papa-besouros, o dispositivo do antiinibidor é acionado e... BUMMMMMMM! Em vez do papa-besouros, foi ele quem explodiu! É que ainda não tinha ele feito evoluir os 2 tubos de combustão! Das câmaras de estocagem fez fluir a solução de peróxido de hidrogênio e hidroquinona; e quando, nesta solução, ele injetou o antiinibidor, a explosão se deu dentro dele.

Assim, a prole desse besouro vem-se explodindo repetidamente por milhares de gerações e por muitos milhares de anos.

Como e por que teria esse besouro conseguido evoluir toda essa maravilhosa química, se ela só serviu para explodi-lo?

Lembremo-nos de que, segundo a hipotética teoria da evolução, todas as coisas devem ter uma finalidade, um propósito, ou não haverá evolução., Perguntamos, então: Quem evoluiu primeiro? Foram os elementos químicos? Foi o inibidor? Foram as câmaras de estocagem? Foi o antiinibidor? E se foram os tubos de combustão, para que teriam eles evoluído se os elementos químicos todos não existiam ainda? Nenhum deles teria qualquer utilidade sem os outros. Todos precisavam começar juntos, ou o besouro bombardeiro não seria possível, porque impossível seria a evolução vagarosa e gradual do desafiante BRACHINUS! Um pequeno ser Criado por Deus, que máquina maravilhosa.


Mais um Fato inescapável é este: os 2 elementos químicos, o inibidor, as câmaras de estocagem, os tubos de combustão e o antiinibidor – tudo era necessário desde o começo.


Mas ainda em nossas suposições no universo do impossível, demos as boas vindas a um pequenino besouro que conseguiu inventar toda essa química e todo este aparelhamento. Ótimo, agora a coisa vai! Epa! Cuidado! Algo vai sair errado! É que, em vez de um papa-besouro bombardeiro desprezível, surgiu um besouro amigo, inofensivo – e BUMMMMMMM... – fogo na cara do amigo!


Que houve afinal? Ainda está faltando o sistema de sinalização. Sua rede de comunicação ainda não evoluiu! Ele só podia usar o antiinibidor e os tubos de combustão, e isso já há centenas de milhares de anos, tempo, durante o qual, e por milhares de gerações, tanto amigos como inimigos desse ultimo besouro vinham recebendo jatos de gases féticos e inflamados na cara! A rede de comunicação ainda precisava evoluir para lhe permitir enviar a correta espécie de sinal para o lugar e objetos certos, no exato momento.

Mas até que ele tivesse os elementos químicos todos e todo o aparelhamento já aludido, por que teria ele que fazer evoluir essa rede de comunicações? Qual seria a sua utilidade?

Por outro lado, os elementos químicos, o inibidor, o antiinibidor, as câmaras de estocagem e os tubos de combustão não teriam qualquer utilidade até que a rede de comunicação estivesse completa e todos os sinais corretos tivessem sidos elaborados.

Agora, tudo pronto e pronta a rede de comunicações como sinal pronto para funcionar. Chega um papa-besouro e fica bem à vista. É dado o sinal de perigo! A solução química é injetada a partir das câmaras de estocagem para dentro dos tubos de combustão. A contagem regressiva começa à medida que o papa-besouro se aproxima, 10,9,8,7,6,5,4,3,2,1 – O antiinibidor é liberado e.... BUUMMMMMMM!

Quando os elementos químicos, a aparelhagem e os sinais estavam prontos e bem corretos, então e só então, esse último besouro, egresso das regiões do impossível, ficou pronto para funcionar. Mas ainda não! O hipotético besouro não tinha podido tornar-se um besouro bombardeiro pelo processo vagaroso e gradual da evolução! Ele tinha que ser besouro bombardeiro desde o primeiro momento com tudo perfeito e completo.

Tendo sido impossível a sua evolução, ele tinha que ser criado completo e instantaneamente por um Criador que sabia exatamente tudo a respeito de nosso admirável BRACHINUS.

O Besouro Bombardeiro é um poderoso testemunho da Criação de Deus. É IMPOSSÍVEL TER EVOLUÍDO das regiões do impossível e do nada!

UM BESOURO PARA FAZER BUMMMMMM NA EVOLUÇÃO!

É importante que ensinemos uma compreensão correta da ciência. Uma das minhas porções bíblicas favoritas neste assunto é em Jó 38:4 : “Onde estavas tu quando eu lançava os fundamentos da Terra? Em outras palavras: “Você estava lá?” NÃO, ninguém estava lá, nenhum cientista, A NÃO SER DEUS, O CRIADOR DO UNIVERSO, ALÉM DELE, NÃO HAVIA MAIS NINGUÉM PARA REGISTRAR ESSES EVENTOS DO PASSADO, pois a História escrita só começou há alguns milhares de anos.

Há abundantes evidências científicas que demonstram que é preciso haver um Deus, evidências que não se ajustam à idéia de que a Terra é preciso ter bilhões de anos de existência para evoluir os seres, inclusive o homem. Livros do ICR, tais como, “Scientific Creationism”(Criacionismo Científico), “What Is Creation Science?”(Qual É a Ciência da Criação?) “Science, Scripture and The Young Earth” (Ciência, Escritura e a Terra Jovem), documentam essas evidências, entre muitos outros.

Substituir a revelação pela especulação, a criação pela evolução, a transcendência pela imanência, eliminar o sobrenatural, desfazer da crença, da conversão da regeneração, é fazer o mundo marcar passo, ou melhor, conduzi-lo à destruição moral e espiritual. O estado moral e espiritual dos povos, que todos hoje deploram, é ainda efeito daninho do império da doutrina evolucionista, creio sinceramente.

As idéias belicosas e subversivas que varrem o mundo hoje, qual tremendo furacão, verdadeiro açoite de Deus, são frutos legítimos da semeadura de erros fatais para a coletividade humana, semeados criminosamente pelo evolucionismo”. 
Em 1910, no Congresso Internacional da Paz, em Paris, o “L’Univers” publicou estas palavras candentes, verdadeiras e significativas: “O espírito da paz fugiu da terra porque a doutrina da evolução tomou posse dela. O apelo pela paz, nos dias idos, era inspirado pela fé na natureza do homem. Então os homens eram considerados filhos de um grande Pai e a guerra era fratricídio. Agora, os homens são considerados filhos do gorila e que importância há em trucida-los e mata-los?”

Hoje é público que notório que o valor pela vida humana é insignificante, o esquecimento de Deus, conseqüência da T.E., submergiu o mundo na violência, nos abismos da imoralidade, na pornografia e nas mais vis aberrações.

A teoria da evolução, banindo Deus da natureza, da historia e de todo o universo, nestes últimos cem anos, tem sido a mais poderosa arma para impedir que os homens ao menos, tentem se lembrar do seu Criador, revelado em sua exuberante criação. Apregoando a origem simiesca do homem, a teoria da evolução o subanimalizou e, deixando-o à mercê de seus próprios instintos, abriu-lhe caminhos deveras funestos que o levarão a abismos cada vez maiores.

É PRECISO HAVER UM DEUS!

Não tenho fé suficiente para crer que não foi preciso haver um Criador!

A criação mostra-nos a necessidade de um Criador. A evolução diz-nos que tudo surgiu por obra do acaso. Por mostrar-nos a criação a necessidade de um Deus Todo-Poderoso, Autor e todas as coisas criadas, tentam evitar seu estudo sob a alegação de que a criação envolve religião e fé. Mas, confrontando os fatos, descobrimos que a fé para se admitir a evolução é muitíssimo maior do que a fé criacionista.

Lembre-se que algo criou o universo antes de haver universo, não havia ainda tempo/ espaço/matéria, de onde o Big Bang arranjou material para criar alguma coisa se nada ainda havia sido criada? É só tirar o Criador dessa beleza sem par e colocar o nada, o acaso. “No princípio(tempo)/criou Deus os Céus(espaço)/e a Terra(matéria)”Gen.1:1 – grifo meu.

Vale lembrar que a explosão e tudo quando dela surgiu foi obra do acaso: a matéria bruta e a vida orgânica. Mas, que é o acaso? O que é o nada? É a inexistência, o vazio, o inconseqüente, o sem-alvo, o imaginário, o impotente. Mas, para a hipótese evolucionista, em última análise, o acaso é o criador do mundo! Se é absurdo e anticientífico alguém crer num Deus Onipotente, creia-se num acaso impotente!

Assim se nos revelou o Verbo Criador: “Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez. A vida estava Nele...” (João, 1:3,4). Sem Ele é o caos: ontologia, cosmologia, biogênese, antropologia – TUDO! A existência de todas as coisas, demanda racionalmente um Auto-Existente para explicar-se a si mesma. Que o Criador Auto Existente Pai te abençoe ricamente em Jesus! Amém...


Fonte de Pesquisa:

“Bomby, The Bobardier Beetle” de autoria do Dr. D.T.Gish. Ph.D

"Men Of Science - Mens Of God, Dr. Henry Morris.

A EVOLUÇÃO E OS FÓSSEIS

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A EVOLUÇÃO E OS FÓSSEIS (Pr.Brunoni)

Preponderam neste estudo as revelações e fatos colhidos de fontes fidedignas por vários cientistas criacionistas e evolucionistas, notadamente o Dr. Duane T.Gish. largamente conhecido como um dos mais eficientes preletores e escritores do movimento criacionista hodierno. Ele recebeu seu B.S. em química do U.C.L.A. e seu Ph D. em bioquímica da Universidade da Califórnia em Berkley.

Serviu no Staff de pesquisa e na Universidade de Cornell e gastou muitos anos como bioquímico pesquisador para a Companhia Upjohn, em Kalamazoo, Michigan. É membro da Junta de Diretores da Sociedade para Pesquisa da Criação. Produziu muitos documentos sobre o criacionismo bem como dois livros do ICR: “Evolução? Os Fósseis Dizem Não!” e “Especulações e Experimentos Sobre a Origem da Vida: Uma Crítica”, Dr. Gish é Professor de Ciência Natural no Christian Heritage College e Diretor Associado do Instituto para Pesquisa da Criação.

Dos seus livros “Evolution – The Fossils Say No!” (Evolução – os fósseis dizem não!) e “Have you Been Brainwashed”? (você recebeu lavagem cerebral?). Nos informa a seguir:

Na página 25 do livro “Evolution – The Fossils Say No!” diz: “Este arranjo de vários tipos de depósitos fossilíferos numa suposta seqüência de tempo é conhecida como coluna geológica, e seu arranjo se baseia na suposição de que teria havido evolução. Deste modo, os invertebrados são dados como evoluindo primeiro, seguidos pelos peixes, pelos anfíbios, pelos répteis e pelos mamíferos. A coluna geológica foi arranjada de acordo com este conceito evolucionista”.

Notadamente também o Educador no campo da Ciência, John N. Moore é largamente conhecido como preletor criacionista e tem um testemunho sincero e efetivo no campus da Universidade do Estado de Michigan, onde é professor de Ciência Natural. É administrador editor da “Creation Research Society Quartely”(Revista Trimestral da Sociedade para a Pesquisa da Criação). 
 
É co-editor do Manual de Biologia da Sociedade – “Biology: A Search For Order In Complexity”(Biologia: Pesquisando a Ordem na Complexidade), e é Editor de Ciência para a Casa Publicadora Zondervan. Ele tem o grau de B.A (Bacharel em Artes) da Universidade de Denison, o M.S. (Mestre em Ciências) e o Ed.D.(Doutor em Educação) do Estado de Michigan. Destaca-se bem em dois filmes bíblicos: “Pegadas na Pedra” e “Criação x Evolução”, é autor de um novo livro: “Perguntas e Respostas sobre Criação/Evolução”.

Evolução e Criação: Que dizem os Fósseis? Os evolucionistas consideram que os fósseis oferecem boa base para o estabelecimento de sua hipótese, afirmando ter havido um desenvolvimento gradual da vida animal inferior até atingir formas de vida mais complexas. E isso seria evidente em virtude da presença, no registro fóssil, de muitas formas transicionais ou intermediárias.

Os cientistas criacionistas mostram o que os fósseis realmente dizem: A vida superior e complexa aparece repentinamente! NÃO HÁ EVIDÊNCIA FÓSSIL de animais inferiores evoluindo em novas e complexas formas de vida. O QUE REALMENTE DIZEM OS FÓSSEIS NAS SUPOSTAS CAMADAS GEOLÓGICAS:

“Camada Devoniana, Siluriana, Ordoviciana, Cambriana(onde se encontram os mais antigos fósseis)., Pré-Cambriana(não apresenta fósseis). Crosta Terrestre (igualmente não apresenta fósseis).

Os milhões de fósseis achados na camada cambriana (era paleozóica entre “200 a 600 milhões de anos atrás”) representam TODOS formas de vida altamente complexa. Não há qualquer evidência de terem estas formas complexas evoluído de uma forma simples (como a unicelular ameba). Porque a Ameba também não evoluiu? Porque os seres unicelulares também não evoluíram? se existem a “bilhões” de anos?

De acordo com os evolucionistas, foram necessários 1 bilhão e meio de anos para esses animais evoluírem. Este enorme espaço de tempo acaba se lhes tornando verdadeira armadilha: Entre a célula simples e as formas de vida mais complexa fica um espaço de 1,5 bilhão de anos sem qualquer evidência fóssil de evolução.

Nem sequer um elo! Nem sequer um simples e incontestável fóssil multicelular foi achado, em lugar algum do mundo, numa rocha supostamente mais antiga do que as rochas cambrianas. ONDE ESTÃO OS FÓSSEIS INTERMEDIÁRIOS E TRANSICIONAIS DO MACACO AO HOMEM?

“Milhões de animais altamente complexos: trilobites, medusas, branquiópodes, corais, vermes, etc., aparecem abruptamente sem qualquer sinal de evolução de formas inferiores.

E prossegue aquele renomado cientista: “Também, por todo o registro, há uma notável ausência de formas transicionais – elos intermediários – exigidos pela teoria da evolução. Entre os invertebrados e os vertebrados há centenas e milhares de elos ausentes como, por exemplo, não há formas transicionais entre o invertebrado Esguicho Marinho e o peixe moderno.

Presume-se que o Esguicho Marinho seja o ancestral dos vertebrados. De acordo com os evolucionistas, levou 100 milhões de anos para um invertebrado evoluir num peixe. Não há, contudo, qualquer evidência fóssil de ter acontecido tal coisa. Como os evolucionistas afirmaram essa “evolução”, baseados em que? se não existem nenhum registro fóssil? NEM UM SEQUER. ONDE ESTÃO AS EVIDÊNCIAS FÓSSEIS?

E para um peixe evoluir num anfíbio foram necessários 50 milhões de anos, dizem os evolucionistas. Mas não existem formas transicionais que comprovem tão infundada declaração. Não existe, por exemplo, um único fóssil apresentando parte barbatana.. parte pés, etc... E isto se aplica a cada planta adulta e a cada espécie de animal

TESTEMUNHOS DE ALGUNS PROEMINENTES EVOLUCIONISTAS - Charles Darwin. Ele admitiu: “Segundo esta teoria, inúmeras formas transicionais devem ter existido, e por que não as encontramos sepultadas em números incontáveis na crosta terrestre? O número de elos intermediários entre todas as espécies viventes e extintas deve ter sido inconcebivelmente grande.” E ONDE ESTÃO? PERGUNTOU DARWIN no seu livro: “Darwin’s Enigma”, págs. 43 e 44, diz sobre a explosão cambriana:

“A natureza do registro fóssil estava começando a ser conhecida na metade dos anos 1800, e Charles Darwin estava deveras cônscio do quadro que emergia. No “Origem das Espécies” chegou mesmo a discutir francamente problemas envolvidos na evidência fóssil, e escreveu: ”Juntamente com esta há outra dificuldade muito mais séria ainda. Refiro-me à maneira pela qual as espécies pertencentes às principais divisões do reino animal aparecem repentinamente e nas mais inferiores rochas fossilíferas conhecidas...”

E novamente Darwin escreve: “O repentino aparecimento dos principais grupos juntamente com o fenômeno da estase (matérias das mais variadas consistências que ficam estagnadas nos organismos como fezes, sangue, urina, etc...), pouca ou nenhuma mudança até à extinção ou até o presente”.

E novamente Darwin escreveu: “A maneira abrupta pela qual grupos inteiros de espécies aparecem em certas formações tem compelido vários paleontologistas a ver este fato como uma objeção fatal à crença na transmutação das espécies. Se numerosas espécies, pertencentes às mesmas ordens ou famílias, entraram na vida de uma vez, este fato seria fatal à teoria da evolução pela seleção natural”.

Para o desenvolvimento, por esse meio, de um grupo de formas que (segundo a teoria) se originaram (todas) de um único progenitor, deve ter havido um processo extremamente vagaroso; e os progenitores devem ter vivido deveras muito tempo antes de seus modificados descendentes.

IMAGNEM SE Mr. DARWIN TIVESSE UM MICROSCÓPIO?

ELE VERIA DEUS REVELADO NA MENOR UNIDADE VITAL, JÁ PENSOU ELE VENDO A TÃO COMPLEXA ESTRUTURA CELULAR?

Na página 275: Não teriam sido os fatos da criação e a consciência de Darwin que o levaram a confessar?: “FICO TODO FRIO AO PENSAR NO OLHO. A CAUDA DE UM PAVÃO ME FAZ ADOECER. A PRECISÃO MATEMÁTICA DE UM FAVO DE MEL ME FAZ ENTRAR EM PÂNICO”. NÃO TENDO EXPLICAÇÃO ADEQUADA PARA A ORIGEM DESTAS COISAS”, Darwin deixa-nos perceber que nelas via ele infinitamente mais sabedoria e planejamento do que em sua hipotética evolução.

QUE TREMENDA CONFISSÃO, EM FAVOR DA CRIAÇÃO, DADA POR QUEM LEVOU A VIDA TODA PARA PROMOVER A IDÉIA DE UM ANCESTRAL EVOLUCIONÁRIO COMUM!

DE PASSAGEM DIRÍAMOS QUE, OUVINDO O PRÓPRIO DARWIN, CONFIRMA-SE O FATO DE QUE A CULTURA HUMANA FICA SEM BASE SÓLIDA AO SE EXCLUIR A CRIAÇÃO, A QUEDA E O DILÚVIO.

Professor George Graylord Simpson: “Os espaços vazios entre as ordens conhecidas, classes e filos são sistemáticos e quase sempre enormes.”

Professor E.J.H. Córner, também da Universidade de Cambridge: “Eu ainda penso, sem preconceitos que o registro fóssil das plantas favorece uma criação especial. Não há qualquer evidência de, pelo menos, uma espécie se transformando em outra. É como disse o falecido professor R. Goldshimidt da Universidade da Califórnia:

“É bom ter em mente que ninguém jamais teve sucesso na produção de uma única nova espécie pela acumulação de micromutações (Segundo os evolucionistas, são pequenas mudanças que o gene sofre, resultando, pelo acúmulo dessas mudanças ou alterações, no aparecimento de uma nova espécie no fim de muitos milhões de anos), no que entraríamos no campo da genética e ver que um gene que está dentro do núcleo da célula, carrega milhares de informações genéticas e sua mutação seria com certeza maléfica e não benéfica. (ver: A Evolução e os Fatos da Genética). E se um ser vivo evoluiu para outro tipo de ser vivo, onde estão as suas evidências fósseis de transição? 
Afirma ainda o renomado cientista Dr. John D. Morris, Ph.D em Ciências Naturais e Biologia Celular, que o presente não é a chave para a interpretação dos fatos passados. Houve um dilúvio universal que alterou a crosta da Terra, o clima e muitos elementos da natureza. Fatos comprovam o dilúvio quando encontramos fósseis de animais aquáticos em áreas distantes do mar, lagos ou lagoas. Erupções vulcânicas, naquele passado, respondem muito por estas alterações.

O mundo antes do Dilúvio era bem diferente do mundo de hoje. Além disso, a topografia era muito menos pronunciada, considerando-se que todas as atuais cadeias de montanhas são feitas de rochas sedimentares ou vulcões atribuídos ao Dilúvio.

Desde que não chovia antes do Dilúvio (Gn. 2:5), os rios, contudo, fluíam (v. 10), deve ter havido grandes reservatórios subterrâneos de água. No devido tempo, estas “fontes do grande abismo”(Gn.7:11) lançaram para fora o seu conteúdo e “as janelas do céu se abriram”, e se precipitaram as águas do firmamento. O rompimento dessas “fontes”, que estavam sob a água, dá a entender grandes convulsões hidráulicas, elevando as águas a um nível anormal sobre a terra”.

“O filho do próprio Darwin, na biografia de seu progenitor, assim escreveu: “NÃO PODEMOS PROVAR QUE UMA SÓ ESPÉCIE TENHA MUDADO’. Em linguagem clara, equivale a uma nobre confissão de que a teoria aventada por seu pai nunca foi provada e é impossível.

São os fatos da genética, dos registros fósseis e da 2a. Lei da Termodinâmica, que constrangem cientistas sinceros a dizerem que a evolução é impossível. Os homens pagam o alto preço de um mergulho nas trevas, quando afastam Deus de suas cogitações.
A convicção do evolucionista Preston Cloud, manifestada em 1973, de que não há, até agora, registro de inequívocos metazoários nas incontestáveis rochas pré-cambrianas, levou Axelrod a declarar: “Um dos mais insolúveis problemas da geologia e da evolução é a ocorrência de diversificados e multicelulares invertebrados marinhos nas rochas do Cambriano Inferior em todos os continentes e sua ausência em rochas de maior idade.” Prossegue Axerold(evolucionista): “Contudo, quando voltamos a examinar as rochas pré-cambrianas em busca dos precursores desses fósseis do Primitivo Cambriano, eles não são achados em parte alguma.”

“Afirmada a origem evolucionaria dos principais grupos de animais, a qual nega ter havido uma criação especial, a ausência de qualquer registro de, ao menos, um único membro de quaisquer dos filos nas rochas pré-cambrianas, permanece tão inexplicável em bases ortodoxas quanto o foi para Darwin.”

DIANTE DE TANTAS EVIDÊNCIAS FÓSSEIS EXALTAMOS: INCRÍVEL!!! CEM MILHÕES DE ANOS DE EVOLUÇÃO SEM QUAISQUER FORMAS TRANSICIONAIS FOSSILIZADAS!”.

Espaço tão imenso, vazio de formas transicionais, entre o Cambriano e o Ordoviciano, não pode ser preenchido ou explicado pela “teoria da evolução!” Isto contraria irremediavelmente as suas predições. ESTES FATOS, CONTUDO, SÃO CONDIZENTES COM O MODELO E PREDIÇÕES CRIACIONISTAS, ESTANDO, PORTANTO, DE ACORDO COM A BÍBLIA.

Na página 15 de seu livro, “Vertebrate Palentology”, citado por Duane T.Gish, o evolucionista Dr. Romer declara: “NOS SEDIMENTOS DOS PERÍODOS SILURIANO E DEVONIANO, NUMEROSOS VERTEBRADOS SEMELHANTES A PEIXES, DE TIPOS VARIADOS, ESTÃO PRESENTES, E É ÓBVIO QUE TEVE LUGAR UMA LONGA HISTÓRIA EVOLUCIONARIA ANTES DESSE TEMPO. MAS DAQUELA HISTORIA SOMOS DEVERAS IGNORANTES”. Declaração de um evolucionista cientista sincero.

De acordo com os evolucionistas, levou 100 milhões de anos para um invertebrado evoluir num peixe. Não há, contudo, qualquer evidência fóssil de ter acontecido tal coisa.

Seu testemunho sobre várias espécies desses seres marinhos, como os OSTRACODERMES, HETEROSTRACI, etc., é: “Se eles evoluíram, devem ter tido também uma longa história evolucionária. Mas, como os ostracodermes, eles aparecem repentinamente no registro fóssil sem qualquer evidência de ancestrais evolucionário.

Que maior evidência em favor da criação poderiam dar as rochas do que esta repentina explosão de formas de vida altamente complexas, sem nenhum sinal de evolução? As rochas clamam “CRIAÇÃO”

Se existe evolução, porque não vemos os seus estágios evolucionários nos seres vivos hoje? Novos órgãos e novas estruturas deveriam estar aparecendo hoje. E por que não estão? De fato, se os processos evolucionários tivessem realmente existido, no passado, eles deveriam estar presentes hoje nos registros fósseis (as chamadas camadas geológicas onde se encontram os fósseis). Porque não estão?

Assim diz o Dr. Gish: “Os trilobites têm sido sempre trilobites; os branquiópodes têm sido sempre branquiópodes; os corais têm sido sempre corais; as medusas têm sido sempre medusas, etc....

Não há qualquer indicação no registro fóssil de que esses invertebrados tenham vindo de ancestrais comuns. George, cientista evolucionista, admite isto: “Afirmada a origem evolucionária dos principais grupos de animais, a qual nega ter havido uma criação especial, a ausência de qualquer registro de, ao menos, um único membro de quaisquer dos filos nas rochas pré-cambrianas, permanece tão inexplicável em bases ortodoxas quanto o foi para Darwin.

A capa da revista “SCIENCE”, de 9/12/1988, traz a fotografia de um fóssil de morcego a que atribuem 50 milhões de anos. Disseram ser este o mais antigo fóssil de morcego, porém não tem ele diferença alguma do morcego moderno! Por que não há evidência de transformação depois de “50 milhões de anos?”

Igualmente, antes de ser negada a evidência pela própria ciência, depois de estudos minuciosos, (divulgado público e notoriamente no Fantástico do mês de fevereiro/2002) de uma evolução entre o Esquilo e o Urso Panda. Imaginem um esquilinho “evoluindo” num Urso Panda enorme, daquele tamanho, imaginem seu tronco e membros crescendo, crescendo, até se tornar um Urso Panda, deveriam existir no registro fóssil, milhares de evidências fósseis de transição (ossos intermediários entre o Esquilo e o Urso) e também de todos os seres vivos, já que foram “evoluindo” de uma espécie para outra como nos mostra a coluna geológica arranjada pela “evolução” ou seja, os invertebrados são dados como evoluindo primeiro, seguidos pelos peixes, pelos anfíbios, pelos répteis e pelos mamíferos. A coluna geológica foi arranjada de acordo com este conceito evolucionista.

É na camada Cambriana que onde se encontram os mais antigos fósseis. Os milhões de fósseis achados na camada cambriana (era paleozóica entre “200 a 600 milhões de anos atrás”) representam TODOS formas de vida altamente complexa. Não há qualquer evidência de terem estas formas complexas evoluído de uma forma simples (como a unicelular ameba). Porque a Ameba também não evoluiu? Porque os seres unicelulares também não evoluíram? se existem a “bilhões” de anos?

E NESSA CAMADA, NUNCA FORAM ACHADOS FÓSSEIS TRANSICIONAIS DE NENHUMA ESPÉCIE, EVOLUINDO PARA ESPÉCIE NENHUMA(com exceção dos embustes, mentiras artificiosas em museus). PORQUE NÃO SE ENCONTRAM? PORQUE SÓ SE ENCONTRAM OS OSSOS DO ESQUILO E DO URSO E DE TODOS OS OUTROS SERES VIVOS, NA FORMA NATURAL DE FORMA ABRUPTA? Porque a “teoria da evolução” é um verdadeiro sonho, um conto de fadas. DEUS CRIOU CADA UM A SUA ESPÉCIE.

OS FÓSSEIS DIZEM NÃO À EVOLUÇÃO, ISSO É CIENTIFICAMENTE COMPROVADO, SE ASSIM É, ENTÃO SERIA DE BOM SENSO CRER NA CRIAÇÃO. “NO PRINCÍPIO(tempo) CRIOU DEUS OS CÉUS(espaço) E A TERRA(matéria)” Gen.1:1, grifo meu. Ainda é o axioma (1. Premissa imediatamente evidente por si mesma: A parte é menor que o todo. 2. Máxima, provérbio que encerra uma verdade indiscutível e acaba com qualquer discussão) perfeito para o universo.

Os Supostos Elos Entre o Homem e o Macaco Embustes e falsificações entram no aparecimento desses “elos”, revelando, evidentemente, a impossibilidade sobejamente constatada de evolução no registro fóssil. As revelações nos põem a par dos fatos Relatamos alguns:

O Homem de Java. Apenas com um fêmur, parte de um crânio e três dentes molares construíram o Homem de Java! Esses ossos foram achados numa extensão de 15,24m, no espaço de um ano. Seu descobridor, Dr. Dubois, escondeu por 30 anos o fato segundo o qual ele achou crânios humanos perto do seu Homem de Java, e ao mesmo nível. Assim, o homem já se encontrava lá quando essa criatura vivia.

O fêmur era, com toda a probabilidade, de um homem, e o pedaço de crânio era, sem dúvida, de um macaco gigante. Antes de sua morte, e depois de ter convencido a maioria dos antigos cético, Dubois mudou de atitude e decidiu revelar que o Homem de Java era provavelmente gibão e não um ser semelhante ao homem. Esses artifícios, mentiras e confissões, apenas confirmam as revelações do registro fóssil de que a evolução é impossível.

O Homem de Neandertal. A estrutura do esqueleto do Homem de Neandertal é semelhante à do homem moderno. Alegava-se ter ele vivido há uns 100 mil anos e, recentemente, há uns 25 mil anos, mas todos os antropólogos crêem agora que ele era tão humano quanto qualquer homem: como eu e você.

O homem Cro-Magno. Se ele tivesse vivo hoje, e andando pelas ruas numa roupa de trabalho, de modo algum chamaria a atenção dos outros.

Os dois pretensos elos perdidos mais embaraçosos para os evolucionistas são: O homem de Nebrasca e o Homem de Piltdown.

O Homem de Nebrasca. No famoso debate sobre a evolução, conhecida como “The Scopes Evolution Trial”, em Dayton, Tennessee, a “evidencia” sobre o Homem de Nebrasca foi apresentada pelas proeminentes autoridades científicas daquele dia como prova da evolução. Eles zombaram e escarneceram de William Jennings Bryanm, quando protestou, dizendo ser muito fraca a evidência.

A tal evidência consistia apenas de um dente que diziam ter vindo de um homem pré-histórico que vivera supostamente há um milhão de anos. As pesquisas, contudo, prosseguiram e, anos mais tarde, quando mais fósseis foram desenterrados no mesmo local, descobriram que o Homem de Nebrasca era apenas o dente de um porco. É O CASO DE SE DIZER QUE UM PORCO FEZ UM MACACO DE UM EVOLUCIONISTA!

O Homem de Piltdown. Em 1912, Charles Dawson trouxe à luz o Homem de Piltdown. Um pedaço de mandíbula, dois dentes molares um pedaço de crânio eram as evidências dizendo ser de um homem-macaco. Mas em 1953, a fraude foi exposta: A mandíbula era a de um macaco moderno.

Os dentes tinham sido limados e os ossos estavam artificialmente coloridos para enganar o público. Um pouco da maldosa história de embustes e falsificações de cientistas inescrupulosos, que tentam desesperadamente impor a sua impossível teoria evolucionista, precisa ser conhecida.

A teoria da evolução sofreu outro pesado e mortífero golpe a partir de 1922, quando o Dr. Alfred McCann publicou o seu importante livro, “God-Or Gorilla”, de 344 páginas que incluímos em nosso material de pesquisas sobre as falsificações que serviram de base à conhecidíssima série de elos entre o macaco e o homem. De muito maior significação e de mais duradoura influencia é o embuste Homem-Macaco que tem espalhado sua corrupção através do orbe, imprimindo sua falsidade nas “melhores mentes” do mundo.

Deixando sem comentários as contradições dos que “mudaram a verdade de Deus em mentira”, em sua impossibilidade de traçar a origem do homem na área dos fósseis, afirmamos: Repetidamente os dados da ciência batem coma Bíblia que revela, sem contradições, ter Deus criado, na sua devida ordem, os reinos mineral, vegetal e animal sem os desnecessários longos períodos de tempo entre eles.

Fonte de Pesquisa e Referências:

“Evolution – The Fossils Say No!”(Evolução - Os Fósseis dizem NÃO!), Dr. Duane T.Gish., págs. 61 a 140

“God – Or Gorilla”,(DEUS ou o gorila) da pág. 100 até a pág. 157. Dr. Duane T. Gish.

“Origins, Two Models” (Dois Modelos para as Origens) - ICR“Scientific Creationism”(Criacionismo Científico) – www.icr.org

“Scientific Creationism”,(Criação Científica) “What Is Creation Science?” (Qual é a Ciência da Criação) www.icr.org

Artigos publicados na Revista “Acts and Facts”, págs. 13-16 - “Science, Scripture(Ciência Escrita) and The Young Earth (A Terra Jovem). “The Creation/Evolution Controversy”(A Criação x Evolution – Controversia), “Misteres Of Creation”(Mistérios da Criação) - o ICR. “Age Of The Cosmos (A Idade do Cosmo)”

“The Biblical Bases For Modern Science”(As Bases Bíblicas para a Ciência Moderna) até a pág. 436 – Dr. Henry Morris.

Dr. Harold Slusher.- “It’s A Young World After All” (Toda a Terra é Jovem), págs. 277 até 983.

The Genesis Record, Dr. Henry Morris, págs. 204 e 205.

“Have You Been Brainwashed?(VOCÊ RECEBEU LAVAGEM CEREBRAL?) - (com tradução e adaptação – Pr. Brunoni) – by Duane T. Gish. Ph.D

 

Freud E A homossexualidade

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Deve-se saber que a causa da homossexualidade é a mesma da heterossexualidade e da bissexualidade: a escolha inconsciente do objeto do desejo. Escolha produzida na trama das relações sociais, sempre bem circunstanciada no âmbito de um sistema de sociedade particular e suas instituições e convenções – o que chamamos de cultura. Nessa esfera, nenhuma escolha é mais natural ou normal do que outra, melhor, pior, superior, inferior. Desde Freud e sua teoria do inconsciente, seguido por Lacan, sabemos, se há alguma razão para se falar de causa, que se aceite que todo desejo é causado e, mais ainda, que todo desejo é uma causa: a causa do sujeito do desejo, isto é, aquilo pelo que cada um se empenha, embora sem saber. E essa é condição a que ninguém e nenhuma escolha escapam. No tocante ao desejo, não há causas mais legítimas que outras. Na política das escolhas do amor e do sexo, todas as causas são igualmente fundadas (causadas) no desejo – e, pois, como desejo, legitimamente existente como um direito, tratando-se do que não inflija sofrimento a ninguém, não constitua violência sobre o outro, agressão à dignidade humana. Não se pode acusar a homossexualidade de nenhuma dessas coisas. Bem ao contrário, pela extensão do preconceito, são os homossexuais que têm sido objeto de discriminações e violências que constituem inquestionavelmente atentados aos direitos humanos e à democracia.

A importância da teorização de Freud está em desnaturalizar a sexualidade humana, demonstrando que todas as escolhas sexuais, como produções de desejo, seguem igualmente determinações inconscientes, não havendo o que se possa chamar de sexualidade normal, natural. Freud consegue isso demonstrando – a partir de material clínico observado – que a sexualidade humana, buscando o prazer, afasta-se do modelo da vida sexual animal, conforme uma economia que, atuando em seu benefício, “perverte” (altera, imprime novo modo de ser) a função da procriação animal. Freud, com a sua teoria da “perversão” – termo que se presta a muitas confusões e manipulado pelo preconceito, mas cujo sentido, no autor, é subversivo –, desenvolve a compreensão crítica segundo a qual não se pode falar de “conformidade à natureza” como critério da “normalidade” quando se trata da sexualidade humana, pois, em si mesma, a sexualidade humana é “perversa”, isto é, alterante, modificadora, transformadora, realizadora de mudanças relativamente ao modelo que predomina na natureza animal.

Ensina-nos Freud, sendo a pulsão sexual humana orientada pela diversidade e parcialidade, a sexualidade dos seres humanos é múltipla, variegada, desordenada, caótica. Nesse sentido, a sexualidade entre os seres humanos é simplesmente contrária à natureza reprodutiva do sexo animal, não havendo razão para se falar de natural/normal e patológico/anormal em matéria de sexo no reino humano. Será a cultura – e seu trabalho de sujeição à ideologia (o que Freud chamava de os Ideais: a tradição, a religião, a moral) – que procurará, domesticando as pulsões, enquadrar os indivíduos. Com a teoria da “perversão”, Freud subverte o conceito de normalidade sexual e desautoriza o preconceito que estigmatiza como anormal/antinatural as formas da sexualidade como a que se expressa na homossexualidade – ainda que muitos psicólogos, psiquiatras e psicanalistas não vejam assim e todo um moralismo social e jurídico teime em afirmar o contrário.

Segundo Freud, a homossexualidade se explica por uma saída "negativa" do complexo de Édipo. Quando o pai da criança não consegue impor limites ao filho, que está literalmente grudado na mãe, o filho não passa a se voltar para as características do pai, e interioriza as características femininas da mãe, inclusive seu objeto de desejo, o homem. Freud cita a relação "pai passivo/mãe dominadora" para este novo triângulo.

Isto se explica pois, uma relação de pai passivo e uma mãe superprotetora, faz com que o pai não consiga "vencer" a disputa com o filho, pela "posse" da exclusividade da mãe. O filho então torna-se homossexual.

É esta a coluna mestra, na teoria de Freud, para uma pessoa se tornar homossexual. Tristann tem uma outra opinião sobre a teoria de Freud e como ela influencia a homossexualidade, o que você poderá ler no texto "Teoria de Freud, até onde podemos considerá-la?".

Alguns psicoterapeutas hoje, adaptaram esta teoria pra nossa realidade do século XX. Muitos vêem como sendo um processo de triangulação entre pai mãe e filho. José Fonseca, médico-psiquiatra e psicodramatista, diz que a criança entra numa "crise de triangulação", por volta dos 4 anos.

Ela se sente ou não rejeitada, quando descobre que além de uma relação entre ela (a criança) e a mãe, há também uma relação entre os dois, pai e mãe.

curiosidades sobre a Grécia

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curiosidades sobre a Grécia

1- Na Grécia, antes da vinda do cristianismo, acreditava-se que a pulga era um castigo dos deuses
Nada de mais, já que os cristãos pensaram o mesmo da Peste

2- O nome oficial da Grécia é República Helênica
Legal... E o do Brasil é República Federativa do Brasil

3- Na Grécia ja ocorreram cerca de 400 guerras entre os Ateus e os Muçulmanos
O_O Depois os EUA é q e metem em guerras

4- A Grécia é Européia, não Asiática como muitos pensam
Não? Tem certeza? Poxa, que pena. (Sério: WTF?)

5- Houve cerca de 20 guerras entre a Grécia e a Itália
De novo: depois os EUA é q se metem em guerras

6- Olimpo realmente existe, mas na verdade é o pico da montanha mais alta da Grécia
Já sabia... Próximo \/

7- Existem pessoas que ainda acreditam nos deuses gregos cegamente
De novo: WTFail? ¬¬

8- 3% da população grega é Atéia
Hereges. Zeus e Atena vão punir todos.

9- Há mais mulheres do que homens na Grécia
lol vo pra grécia

10- Na Grécia existem cerca de 10 mil psicopatas
Er... Pensando bem, dexa pra lá...

11- O mercado Negro Grego é extremamente rico, e movimenta cerca de 3 bilhões de euros por ano
Mas ainda estão com uma baita crise interna.

12- O Vice-Presidente da Grécia foi um soldado Nazista.
Er... Sem comentários

13- O vidro foi uma invenção Grega
Então da próxima vez q vc se cortar com vidro mande os gregos à &¨%$

14- Os soldados Gregos tem total autorização para torturar e matar qualquer um.
Também... Com um vice nazi, o que se espera?

15- A pena de morte existe na Grécia, mas prisão perpétua não
Pra que prender pra sempre se pode matar?

16- A Internet da grécia é a 2ª melhor do mundo
Não acho que isso compense algo acima descrito ¬¬

17- Originalmente os deuses gregos não eram fortes e musculosos, essa foi uma invenção de um católico
Er... Por que?

18- Os gregos tem mais câncer de fígado do que o resto do mundo
Começo a achar a grécia cada vez mais feia...

19- O Sonic foi inspirado em um deus grego
WTF? Em qual?

20- A Grécia não tem vereadores
Er... Legal... E?

P.S.: Não sei se isso tudo é verdade
P.S.2: Comentários meus

1.24.2011

Folclore Japonês

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Folclore Japonês

10- O Kappa


A primeira vista não existe nada de tão assustador e bizarro sobre o Kappa. É um pequeno duende, frequentemente referido como macaco de água.

O Kappa tem um pires na cabeça que está cheio de água a partir da primavera de natal. Se a água sai de sua cabeça, ele perde seus poderes mágicos. Kappas geralmente bebem sangue e podem ser bons ou maus. Eles também gostam de comer pepinos e uma família japonesa que deseja evitar a ira de um Kappa ou ficar a favor deles, devem escrever seus nomes em um pepino e jogar no lago dos Kappa. As criaturas são conhecidas por serem educados e sempre prometer coisas. A coisa mais estranha sobre os contos dos Kappas é que existem diferentes nomes para eles: Kappa peludo, Kappa covarde, Kappa alpinista, Kappa animal, Kapa olho, kapa gato (não, não, os veterinários não)…

Quer fazer um Kappa perder seus poderes?

Desafie-o pra uma luta de sumo e faça antes da luta uma referência, ele ira fazer o mesmo, aí a água do seu pratinho vai cair no chão e já era o Kappa! XD

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9- Heikegani


O mais legal sobre esses carangueijos é que eles realmente existem, aí tu perguntas: por que diabos você tá falando dele então?

É que existe um costume no japão: não comer carangueijos com rosto que lembre um Samurai, os japoneses atribuíram o rosto do caranguejo com a face do samurai Heike, que morreu na batalha de Dan-no-ura.

Foi proposto no passado que os carangueijos que tivessem um “rosto” que lembra-se um Samurai fossem preservados, por isso esse bicho nem é muito consumido no Japão.
8 – Nuppeppo



Um Nuppeppo é um espírito que aparece nos templos em ruinas ou em cemitério durante o entardecer. Aparentemente ele é um monte de carne podre ambulante.

Infelizmente não tenho muitas informações sobre essa criatura!

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7- O Kasa- Okabe

O Kasa-Okabe é um Tsukumogami, um objeto que ganha vida depois que completa 100 anos (será que isso aconteceria com uma Casa? MEDAA! O_O)

Dizem que de tanto os guarda sois e guarda-chuvas ganharem vida eles resolvem reclassificar os bichinhos! XD

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6 – Makura Gaeshi


Espiritos embusteiros que mexem no nosso travesseiro enquanto a gente dorme, ou seja, são criaturas bem irritantes, se você não dorme feito uma pedra nem queira conviver com esse bicho aí.

Dizem que eles jogam areia nos olhos e roubam almas também!

Cuidado quando for dormir hoje :D


5 - Konak Jiji


O Konak Jiji é simplesmente uma criatura mal-intencionada. Ele toma a forma de uma criança e esconde-se em áreas montanhosas remotas, à espera de um viajante que passa inocentemente. Quando uma vítima se aproxima, o Konak Jiji começa a chorar. É da natureza humana querer que um bebê pare de chorar e, por instinto, os viajantes pegam o bebê no colo para confortá-lo. Uma vez que ele está no colo ele cresce e fica insuportavelmente pesado. Algumas fontes dizem que eles podem crescer até e pensarem mais de 350 quilos, peso o suficiente para causar sérios danos a quem os segura. De acordo com a crença não é possível jogá-los no chão, porque as pessoas ficam paralisadas. Porém, se alguém conseguir sobreviver ao efeito esmagador, a pessoa ganhará poderes mágicos.

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4- Mokumokuren


O mokumokuren é outro exemplo de criatura bem estranha. No Japão antigo, paredes deslizantes feitas de papel eram bastante comum na grande maioria dos lares japoneses. O papel, no entanto, pode conter buracos ou ter partes rasgadas. O Mokumokuren é um espírito que habita o papel de parede deslizante. Se o proprietário do muro é muito descuidado, o muro poderá conter buracos e quando mais buracos conter o papel, mas chance existe de pessoas observarem você nos buracos da parede. E a tradição dizem que estes espíritos observam você. A única maneira de se livrar deles é ser bastante cuidadoso e não deixar buracos na parede de papel


3 - Akaname

Akaname pode ser traduzido literalmente como: “lambedor de sujeira”

Ele limpa toda a sujeira do seu banheiro com sua lingua aspera e de saliva venenosa Acredita-se que o monstro pode ter se originado como uma forma que os pais encontraram para motivar os filhos a deixarem o banheiro sempre limpo


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2 - Itta Momen


O Ittan Momen parece bastante inofensivo, afinal, é apenas uma tira de pano branco. Ele tem o hábito de voar ao redor das pessoas à noite, o que é um pouco estranho, mas, não tão assustador assim. Não é assustador mas pode lhe fazer mal, envolver sua cabeça e esmagar seu crânio ou sufocar até que você morra. Não é totalmente ruim, apesar de que o Ittan Momen gosta de ser usado por pessoas que ganharem suas confianças, mas, como ganhar a confiança destes panos gigantes voadores é algo que permanece totalmente no mistério.


1 - Shirime


A descrição disso aí é: uma pessoa aparatemente normal com um olho na porta dos fundos (pra não dizer outra coisa XD) Ele tem um olho no ânus

Não existe nenhuma informação quase sobre suas aparições.

Na verdade, só existe uma história registrada sobre o Shirime, mas, a idéia deste ser foi bastante assimilada pelo artista e poeta Yosa Buson que incluiu várias criaturas sobrenaturais nos quadros que pintou. A história do Shirime simplesmente afirma que um samurai solitário estava andando por uma estrada à noite, quando alguém o chamou. Ele se virou para ver um homem misterioso se despir e apontando para o seu traseiro. Do nada, um grande olho brilhante começou a se abrir a partir da área indicada. O samurai ficou tão horrorizado que ele saiu correndo gritando, e o Shirime nunca mais foi visto.

O basquete é um dos esportes mais praticados no mundo

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O basquete é um dos esportes mais praticados no mundo, com cerca de 300 milhões de adeptos. Atualmente, mais de 170 países estão filiados à Federação Internacional de Basquete Amador (FIBA),entidade máxima da modalidade.
- O inventor da modalidade, James Naismith, recebeu uma homenagem em 1936, quando o basquete foi incluído no programa das Olímpiadas de Berlim, na Alemanha. Foi ele quem lançou para o alto a primeira bola da partida inaugural.

- A liga de basquete mais famosa e disputada do mundo é a norte-americana (National Basketball Association/NBA). Sua importância para o universo do basquete é tão grande que ela adota regras próprias para suas partidas. Lá, por exemplo, a fim de deixar o jogo mais “solto”, não é permitida a marcação por zona, ao contrário do que acontece em competições internacionais. Tais diferenças, porém, atrapalham a seleção dos Estados Unidos em competições disputadas fora do país. No Pré-Olímpico de San Juan – para os Jogos de 2004 -, em Porto Rico, os norte-americanos chegaram até a participar de um seminário com o juiz brasileiro Sérgio Pacheco sobre as regras da FIBA.
- Os países mais tradicionais na modalidade são Rússia (ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) e os Estados Unidos. No feminino, a hegemonia das duas nações em Campeonatos Mundiais chega a impressionar, tendo sido quebrada apenas pelo Brasil, em 1994, e Austrália, em 2006. São seis títulos para as norte-americanas e sete para as soviéticas. Já no masculino, os dois países ganham mais um concorrente: a ex-Iugoslávia, maior vencedora do Campeonato Mundial com cinco títulos, contra três da ex-União Soviética e dos Estados Unidos.
- Em Jogos Olímpicos, o predomínio é dos Estados Unidos. São 12 medalhas de ouro, contra duas da ex-União Soviética e apenas uma da antiga Iugoslávia. Entre as mulheres, as norte-americanas também levam vantagem com cinco conquistas, contra duas da ex-União Soviética.
- Atualmente, os países de mais tradição no basquete observam o crescimento de outras forças da modalidade. No feminino, a Austrália de Lauren Jackson sagrou-se campeã mundial em 2006. Já entre os homens, a Argentina e a Espanha se destacam. Os sul-americanos, comandados por Manu Ginobili, venceram os últimos Jogos Olímpicos, enquanto os europeus, liderados por Pau Gasol e Jorge Garbajosa, conquistaram o Mundial de 2006.
- Oscar Schmidt, o maior nome da história do esporte no Brasil, afirma ter marcado 49.737 pontos em 1.615 jogos, alcançando uma média de 30,7 por partida (o que lhe garantiria a marca de maior pontuador da história do basquete mundial). No entanto, a informação é contestada pela Federação Internacional de Basquete (FIBA), que não considera os pontos de algumas competições disputadas pelo “Mão Santa”.
- O norte-americano Kareem Abdul-Jabaar é o maior pontuador da história da liga norte-americana de basquete (NBA), a mais importante do mundo. São 38.387 pontos em 1.560 partidas, com média de 25,6 por jogo.
- O recorde de pontos em uma só partida da NBA pertence a Wilt Chamberlain, que atuou de 1959 a 1974 na liga norte-americana e chegou a marcar 100 pontos em um único jogo.
- Até o começo da década de 1990, os Estados Unidos disputavam as competições internacionais com suas equipes amadoras, compostas por atletas universitários. A estréia do time profissional aconteceu em 92, quando os norte-americanos conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona, na Espanha. A equipe, na ocasião, tornou-se mundialmente conhecida como “Dream Team” (Time dos Sonhos, em inglês), pois reunia estrelas como Larry Bird, Magic Johnson, Michael Jordan e Scottie Pippen, entre outros. Essa seleção é até hoje considerada a melhor da história da modalidade.
- O armador brasileiro Leandrinho, do Phoenix Suns, foi eleito o melhor reserva da temporada 2006-2007 da NBA.

1.18.2011

JUDAÍSMO NO BRASIL

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JUDAÍSMO NO BRASIL

O Brasil conta hoje com uma população de 96.000 judeus,[2] sendo a segunda maior comunidade judaica da América Latina e a décima primeira a nível mundial.

A imigração judaica no Brasil foi um movimento migratório do início do século XIX até a primeira metade do século XX, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Norte. Somam hoje mais de 90 mil praticantes do Judaísmo no Brasil, sendo o número de ascendentes não muito exato. O judeu brasileiro é um brasileiro que possui ascendentes e/ou crença judaica. Também são consideradas judeus brasileiros as pessoas nascidas no exterior mas radicadas no Brasil.

OS JUDEUS NO BRASIL COLÔNIA


O Brasil foi palco para a primeira comunidade judaica estabelecida nas Américas. Com a expulsão dos judeus de Portugal, logo após a sua descoberta, judeus convertidos ao catolicismo (cristãos-novos) já haviam se estabelecido na nova colônia. Ao menos dois pisaram na terra quando Pedro Álvares Cabral chegou em 1500, fazendo parte de sua tripulação: Mestre João, médico particular da Coroa Portuguesa e astrônomo; e Gaspar da Gama, intérprete (ajudara Vasco da Gama nas Índias, onde vivia) e comandante da nau que trazia mantimentos.

Nos dez anos seguintes, outros dois judeus naufragaram perto da costa brasileira e integraram-se aos indígenas: João Ramalho e Diogo Álvares Correia, o "Caramuru", que serviriam de intérpretes para novos portugueses que foram chegando. No mesmo período, Fernão de Noronha extraía pau-brasil da costa atlântica; as árvores ficariam conhecidas como "madeira judaica".

Muitos judeus portugueses, procurando fugir da intolerância católica em Portugal, viam no "novo mundo" a oportunidade de praticar livremente seu culto, incluindo-se aí os cristianizados que praticavam o judaísmo em segredo - os cristãos-novos. Martim Afonso de Sousa era um dos cristãos-novos que chegaram ao Brasil no século XVI, como governante de uma das capitanias hereditárias.

Mais judeus pioneiros chegaram ao país na época das invasões holandesas do Brasil, em 1630, uma vez que compunham na Holanda uma comunidade tolerada, razão pela qual os holandeses foram bem recebidos pela comunidade judaica já estabelecida no Brasil. O Nordeste brasileiro ficou sob o domínio holandês por vinte e quatro anos e, neste período, muitos sefarditas se estabeleceram no país, principalmente em Recife, onde tornaram-se prósperos comerciantes e fundaram a primeira sinagoga das Américas. Com a expulsão dos holandeses, a maioria dos judeus estabelecidos no Brasil fugiram para os Países Baixos ou outras possessões holandesas, como as Antilhas e Nova Amsterdã, que posteriormente seria renomeada como Nova York após ser cedidas aos ingleses. Ali fundaram a primeira comunidade judaica dos Estados Unidos.
As últimas informações sobre a presença destes judeus ibéricos no Brasil datam de meados do século XVIII. Nessa época, com o desenvolvimento da mineração na colônia, milhares de portugueses se deslocaram para a região das Minas Gerais, entre eles, um número considerável de cristãos-novos. Através da Inquisição, muitos desses sefarditas foram julgados, enviados à Portugal e condenados à prisão. De fato, muitos desses cristãos-novos não mais mantinham ligações com o judaísmo, mas, por serem ricos comerciantes e mineiros, eram acusados de praticar judaísmo por seus inimigos e dificilmente se livravam das condenações da Inquisição.

No final do século XVIII, já não havia mais relatos sobre judeus no Brasil. Todos haviam saído da colônia ou se convertido ao Cristianismo, o que faz com que muitos brasileiros possuam, mesmo sem saber, origens em judeus portugueses.

A IMIGRAÇÃO APARTIR DO SÉCULO XIX

Uma nova onda de imigrantes judeus, sefarditas, começou a chegar ao Brasil em 1810, vindos principalmente do Marrocos, estabelecendo-se na Amazônia, principalmente em Belém, onde fundaram em 1824 a mais antiga sinagoga em funcionamento no Brasil e, em 1848, o primeiro cemitério israelita do país; e em Manaus, onde chegaram em 1880. Boa parte dos que chegaram no final do século vinham em função da época dourada da borracha, e sua vinda foi financiada pelos que já estavam na região. Cametá, no interior do Pará, chegou a ter metade de sua população branca constituída de sefarditas.

As famílias mais ricas mudaram-se para o Rio de Janeiro com o declínio da borracha. Ainda assim, a grande assimilação que tiveram na região, envolvendo também sincretismo religioso, fez com que a proporção de descendentes de judeus entre a população branca da Região Norte (amplamente de sefarditas) seja a maior do país. A saga dos judeus amazônidas foi levantada no livro Eretz Amazônia, de Samuel Benchimol.

Em fins do século XIX, uma outra onda de imigração judaica já se fazia presente no sul do Brasil, inserida dentro do fenômeno da grande imigração no Brasil, que ocorreu principalmente entre 1870 e 1920. Neste período, cerca de 5,5 milhões de imigrantes desembarcaram no Brasil, sendo o número de judeus não muito expressivo, pois estes preferiam imigrar para os Estados Unidos.

Com a Proclamação da República do Brasil, uma Constituição foi promulgada, garantindo liberdade religiosa no Brasil, o que facilitou a vinda de imigrantes judeus, desta vez um grande número de asquenazes: a maior parte era proveniente do Leste europeu, regiões da atual Polônia, Rússia e Ucrânia. A maioria desembarcava no porto de Santos e rumava para a cidade de São Paulo onde rapidamente constituiu-se uma próspera comunidade de comerciantes judeus. Com a ascensão do nazismo na Alemanha na década de 1930, formou-se um maior contingente de imigrantes judeus (asquenazes em sua maioria) rumando para o Brasil. Além de São Paulo (principalmente no Bom Retiro), os judeus marcaram presença no Rio de Janeiro, no Sul do Brasil e em outras partes do país. No Rio Grande do Sul possui a fazenda Philipson, fundada no ano de 1904. Ela é considerada como a formadora da primeira escola judaica no Brasil e está localizada no município de Itaara ao lado da BR-158. Posteriormente os imigrantes e descendentes migraram do Bom Retiro para regiões nobres da cidade de São Paulo, como Higienópolis e Jardins.[3]

No Brasil, os imigrantes judeus praticamente não encontraram resistência religiosa e ficaram isentos de preconceito por parte da população local, o que tornou sua adaptação muito mais fácil que as comunidades judaicas norte-americana e argentina, por exemplo. Hoje em dia, a comunidade judaica brasileira participa ativamente na sociedade e estão bastante integrados no país.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/Juda%C3%ADsmo_no_Brasil
JUDEUS BRASILEIROS

Henry Sobel




Silvio Santos



Dan Stulbach



Natália Thimberg



Roberto Justus



Serginho Groisman



Juca Chaves




Bussunda

Genealogia Judaico Brasileira

Sobrenomes usados por cristãos novos processados pela Inquisição

Obs: Cristãos Novos foram os judeus convertidos a força ao catolicismo pela Inquisição.


A presente lista foi retirada do livro "As raízes judaicas no Brasil", de Flávio Mendes de Carvalho, com os sobrenomes de cristãos-novos, brasileiros ou residentes no Brasil, condenados pela Inquisição nos séc. XVII e XVIII e que constam nos arquivos da Torre do Tombo em Lisboa. Vale lembrar que os judeus, por ocasião da conversão forçada, tiveram que adotar sobrenomes de cristãos-velhos. Assim o fato de um sobrenome estar na lista não nos garante dizer que todas as pessoas que o carregam são descendentes dos cristãos-novos. Por outro lado, o fato de outro sobrenome não estar, não exclui a possibilidade de que possa também ter origem judaica, posto que a pesquisa de Flávio Mendes não abrangeu todo o período de atuação da Inquisição e que os arquivos consultados pelo autor são somente de pessoas que foram processadas por aquele tribunal religioso - pessoas que conseguiram manter suas práticas religiosas em segredo, obviamente, não estariam listadas. Na obra do historiador, constam os nomes e na maioria das vezes a naturalidade, o parentesco e a residência dos judaizantes - termo como eram chamados os conversos descobertos praticando o judaísmo. Há vários casos em que muitos dos membros de uma mesma família foram condenados e torturados para delatar a sua própria gente.

A
Abreu Abrunhosa Affonseca Affonso Aguiar Ayres Alam Alberto Albuquerque Alfaro Almeida Alonso Alvade Alvarado Alvarenga Álvares/Alvarez Alvelos Alveres Alves Alvim Alvorada Alvres Amado Amaral Andrada Andrade Anta Antonio Antunes Araujo Arrabaca Arroyo Arroja Aspalhão Assumção Athayde Ávila Avis Azeda Azeitado Azeredo Azevedo

B

Bacelar Balão Balboa Balieyro Baltiero Bandes Baptista Barata Barbalha Barboza /Barbosa Bareda Barrajas Barreira Baretta Baretto Barros Bastos Bautista Beirão Belinque Belmonte Bello Bentes Bernal Bernardes Bezzera Bicudo Bispo Bivar Boccoro Boned Bonsucesso Borges Borralho Botelho Bragança Brandão Bravo Brites Brito Brum Bueno Bulhão

C

Cabaco Cabral Cabreira Cáceres Caetano Calassa Caldas Caldeira Caldeyrão Callado Camacho Câmara Camejo Caminha Campo Campos Candeas Capote Cárceres Cardozo/Cardoso Carlos Carneiro Carranca Carnide Carreira Carrilho Carrollo Carvalho Casado Casqueiro Cásseres Castenheda Castanho Castelo Castelo Branco Castelhano Castilho Castro Cazado Cazales Ceya Céspedes Chacla Chacon Chaves Chito Cid Cobilhos Coche Coelho Collaço Contreiras Cordeiro Corgenaga Coronel Correa Cortez Corujo Costa Coutinho Couto Covilhã Crasto Cruz Cunha

D

Damas Daniel Datto Delgado Devet Diamante Dias Diniz Dionisio Dique Doria Dorta Dourado Drago Duarte Duraes

E

Eliate Escobar Espadilha Espinhosa Espinoza Esteves Évora

F

Faísca Falcão Faria Farinha Faro Farto Fatexa Febos Feijão Feijó Fernandes Ferrão Ferraz Ferreira Ferro Fialho Fidalgo Figueira Figueiredo Figueiro Figueiroa Flores Fogaça Fonseca Fontes Forro Fraga Fragozo Franca Francês Francisco Franco Freire Freitas Froes/Frois Furtado

G

Gabriel Gago Galante Galego Galeno Gallo Galvão Gama Gamboa Gancoso Ganso Garcia Gasto Gavilão Gil Godinho Godins Goes Gomes Gonçalves Gouvea Gracia Gradis Gramacho Guadalupe Guedes Gueybara Gueiros Guerra Guerreiro Gusmão Guterres

H/I/J


Henriques Homem Idanha Iscol Isidro Jordão Jorge Jubim Julião

L
Lafaia Lago Laguna Lamy Lara Lassa Leal Leão Ledesma Leitão Leite Lemos Lima Liz Lobo Lopes Loucão Loureiro Lourenço Louzada Lucena Luiz Luna Luzarte

M

Macedo Machado Machuca Madeira Madureira Magalhães Maia Maioral Maj Maldonado Malheiro Manem Manganes Manhanas Manoel Manzona Marçal Marques Martins Mascarenhas Mattos Matoso Medalha Medeiros Medina Melão Mello Mendanha Mendes Mendonça Menezes Mesquita Mezas Milão Miles Miranda Moeda Mogadouro Mogo Molina Monforte Monguinho Moniz Monsanto Montearroyo Monteiro Montes Montezinhos Moraes Morales Morão Morato Moreas Moreira Moreno Motta Moura Mouzinho Munhoz
N

Nabo Nagera Navarro Negrão Neves Nicolao Nobre Nogueira Noronha Novaes Nunes

O

Oliva Olivares Oliveira Oróbio

P

Pacham/Pachão/Paixão Pacheco Paes Paiva Palancho Palhano Pantoja Pardo Paredes Parra Páscoa Passos Paz Pedrozo Pegado Peinado Penalvo Penha Penso Penteado Peralta Perdigão Pereira Peres Pessoa Pestana Picanço Pilar Pimentel Pina Pineda Pinhão Pinheiro Pinto Pires Pisco Pissarro Piteyra Pizarro Pombeiro Ponte Porto Pouzado Prado Preto Proença

Q

Quadros Quaresma Queiroz Quental

R

Rabelo Rabocha Raphael Ramalho Ramires Ramos Rangel Raposo Rasquete Rebello Rego Reis Rezende Ribeiro Rios Robles Rocha Rodriguez Roldão Romão Romeiro Rosário Rosa Rosas Rozado Ruivo Ruiz

S

Sa Salvador Samora Sampaio Samuda Sanches Sandoval Santarém Santiago Santos Saraiva Sarilho Saro Sarzedas Seixas Sena Semedo Sequeira Seralvo Serpa Serqueira Serra Serrano Serrão Serveira Silva Silveira Simão Simões Soares Siqueira Sodenha Sodré Soeyro Sueyro Soeiro Sola Solis Sondo Soutto Souza

T/U

Tagarro Tareu Tavares Taveira Teixeira Telles Thomas Toloza Torres Torrones Tota Tourinho Tovar Trigillos Trigueiros Trindade Uchôa

V/X/Z

Valladolid Vale Valle Valença Valente Vareda Vargas Vasconcellos Vasques Vaz Veiga Veyga Velasco Velez Vellez Velho Veloso Vergueiro Viana Vicente Viegas Vieyra Viera Vigo Vilhalva Vilhegas Vilhena Villa Villalão Villa-Lobos Villanova Villar Villa Real Villella Vilela Vizeu Xavier Ximinez Zuriaga

Fonte: CARVALHO, Flávio Mendes de. Raízes Judaicas no Brasil: arquivos secretos da Inquisição. São Paulo: Arcádia, 1992.

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