12.19.2010

Jesus, 3.000 a.C.

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Jesus, 3.000 a.C.

Llogari Pujol nasceu em Taradell Boix (Barcelona), é teólogo da Universidade de Estrasburgo e ex-padre que tem investigado as fontes egípcias dos Evangelhos. É co-autor, com a esposa Claude-Brigitte Carcenac, do livro “Jesus, 3.000 anos antes de Cristo” , um estudo de literatura comparada, de acordo com o seu autor. Ele afirma que “os evangélicos construíram a vida de Jesus usando textos egípcios.” Aprendeu demótico para ler os textos originais. A entrevista a seguir foi publicada no jornal La Vanguardia, a 25/12/2001.

(vou reproduzir apenas parte aqui, senão logo vem os nemly & nemlerey porque ficou muito comprido...)

- Natal: nasce o deus menino.
- Mas não há 2.000 anos.

-Há uma lacuna no calendário de três ou quatro anos, certo?
-Não, eu falo de 5000 anos atrás! A idéia do menino Deus nasceu 3.000 anos antes de Cristo …

- Como? Que menino Deus quer dizer?
- O Faraó! A figura do faraó do antigo Egito era considerado o “Filho de Deus.”

-Vamos ver.
-Desde 3000 aC, o faraó era considerado filho de Deus: como Jesus o foi, em seguida. O faraó era ao mesmo tempo humano e divino como Jesus. Seu nascimento era anunciado a sua mãe, como o de Jesus. O faraó mediava entre deus e os homens, como Jesus… O faraó ressuscita, como Jesus ressuscitou … O rei ascende aos céus, como Jesus …

- Jesus, um clone do faraó? Que coisa!
- Você conhece a oração que dizemos que Jesus criou e ensinou, o “pai nosso”?

-Claro,” Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome …. ”
-Essa oração é encontrada em um texto egípcio de 1.000 aC!, Conhecida como ”Oração para os cegos”. E no mesmo texto estão, também, o que será, então, as bem-aventuranças de Jesus. Ouça: toda a teologia do Egito Antigo aparece em Jesus.

Fonte, imagens e vídeo original em:

http://nasquebradas.com.br/2010/12/19/jesus-3-000-a-c/

Aves mais coloridas do mundo

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Faisão Dourado



O faisão dourado é um pássaro da ordem dos galináceos nativo das florestas das regiões montanhosas do oeste da China, mas populações selvagens também podem ser encontradas no Reino Unido e em alguns outros lugares do mundo.

Ave-do-Paraíso



A ave-do-paraíso pode ser encontrada nas regiões tropicais do Norte da Austrália, Nova Guiné, Indonésia e Ilhas Molucas.

A espécie da Nova Guiné tem penas laterais alongadas que formam a plumagem ornamental dos machos, famosos pela sua beleza.

Essas plumas brilhantes e coloridas já foram muito usadas como decoração de caríssimos chapéus femininos.
Arara Azul



Muito conhecidas no Brasil, as araras azuis são encontradas na parte central e leste da América do Sul.

Ela é a segunda maior ave do grupo dos papagaios, perdendo apenas para o raríssimo kakapo, da Nova Zelândia.

A popularidade dessas araras como animais de estimação têm sido a maior responsável pelo declínio da população selvagem. Exemplares em cativeiro podem alcançar preços entre nove e doze mil dólares.
Flamingo



Os flamingos são encontrados em ambos os hemisférios, leste e oeste.

Esses pássaros freqüentemente ficam parados sobre uma perna só e a razão desse comportamento ainda não é completamente entendida.

Na Roma antiga a língua do pássaro era considerada uma iguaria e na região dos Andes mineiros matavam flamingos por causa de sua gordura porque acreditavam ser a cura para a tuberculose.

Scarlet Tanager



Esse é um pássaro migratório americano que vive o leste da América do Norte e vai para o noroeste da América do Sul, passando pela América Central em Abril e em Outubro, mês em que retornam para o norte para procriar.

Os machos adultos são de um vermelho bem vivo e asas pretas, bem diferentes das fêmeas que variam entre tons amarelados e esverdeados.

Northern Oriole



O corrupião-de-baltimore tem um bico pontiagudo e barras brancas nas asas, ele mede 18 cm e pesa 34g. Também migratório, passa o verão no hemisfério norte e no inverno vai para o sul.

O macho tem coloração laranja no ventre e a fêmea adulta é amarelo acastanhada no dorso com asas escuras e ventre alaranjado.

Mountain Bluebird



Esse lindo pássaro azul de porte médio tem a plumagem numa incrível tonalidade de azul-celeste e prefere lugares abertos, diferente de outros de sua espécie. Além disso, pode ser encontrado em lugares mais frios durante o inverno.

Cardeal



O cardeal é encontrado principalmente nos Estados Unidos e México e também no Canadá, Guatemala e Belize. Os machos de tais aves possuem plumagem inteiramente vermelha, com exceção da face e da garganta, que são negras.

Esta espécie apresenta uma grande variação de cor entre sexos, com o macho apresentando um vermelho vibrante e a fêmea um escuro tom marrom-avermelhado.

American Goldfinch



Também conhecido como eastern goldfinch ou canário selvagem esse pássaro norte americano tem sua plumagem amarela ainda mais brilhante durante a estação de procriação, para atrair a fêmea.

O ritual da côrte inclui manobras aéreas e exibições vocais por parte dos machos.

Wood Duck



O pato-carolino é natural da América do Norte e vive em zonas pantanosas da costa este dos Estados Unidos, a espécie foi introduzida na Europa como animal ornamental de jardins.

O macho adulto desta espécie tem uma distintiva plumagem multicolorida e olhos vermelhos. A fêmea é um pouco menos colorida com partes brancas em volta dos olhos e na garganta.
Martim Pescador



Existem cerca de 90 espécies de martim-pescador, quase todas muito coloridas.O grupo está presente em todos os continentes, exceto nas regiões polares e na maioria das ilhas oceânicas.

Diferente da maioria de outras espécies de pássaro, machos e fêmeas não apresentam grandes diferenças na coloração.

Arara Vermelha



As araras vermelhas são encontradas desde o Panamá espalhando-se pelo norte das florestas sul-americanas e são as mais comuns entre as araras de maior porte.

São conhecidas como boas companheiras por serem muito dóceis o que as tornam alvo dos caçadores de animais silvestres que as vendem como animais de estimação.

Currupião


O currupião é o pássaro nacional da Venezuela.

Ele constrói seu ninho em cactos elevados mas pode também apropriar-se de ninhos de outros pássaros.Extremamente territorial ele defende seu ninho com ataques violentos contra os intrusos.

Blue Throated Bee-Eater



Esses passarinhos caracterizam-se por sua plumagem ricamente colorida, corpo delgado e penas alongadas na cauda.

São encontrados em Hong Kong, Taiwan, China e outros países do sudeste da Ásia.

Painted Bunting



Da família dos cardeais, o macho desta espécie é descrito como o pássaro mais bonito da América do Norte.

A cabeça em azul-escuro, verde nas costas e a parte de baixo vermelha torna fácil identificá-lo. A plumagem da fêmea e dos mais jovens é verde e amarela e serve como camuflagem.

Tucano de Bico Arco-Íris



Esse é considerado o pássaro nacional de Belize e o que chama mais atenção é seu grande bico colorido.

Sua plumagem é principalmente preta com o pescoço e o peito amarelos. Tem pés são azuis e penas vermelhas no fim da cauda. O bico é verde em sua maior parte com detalhes em laranja e vermelho em ambos os lados.

Rainbow Lorikeet



Essa espécie de papagaio é encontrada na Austrália, leste da Indonésia, Papua Nova Guiné, Nova Caledônia, Ilhas Salomão e Vanuatu.

Como sugere seu nome, o Rainbow (arco-íris) Lorikeet é muito colorido. Quase todas as cores do arco-íris podem ser encontradas em suas penas.

Em cativeiro, ele tem um longo ciclo de vida, que pode chegar a 20 anos.

Arara Piranga



Muitas vezes confundida com a arara vermelha, a arara piranga, é uma arara encontrada do México à Amazônia até o Norte do estado brasileiro do Mato Grosso, Sudeste do Pará, Maranhão e da Bolívia.

Esse é o pássaro nacional de Honduras.

Martim Pescador do Bico de Cegonha



Essa espécie de martim pescador é nativa do sul da Índia e está amplamente espalhada pelas florestas tropicais de todo o sul da Ásia.Partindo da Índia e Sri Lanka até a Indonésia.
Pavão



O pavão é uma ave de grande porte, com origem na Índia, onde já foi considerado um animal sagrado. O pavão é, acima de tudo, uma ave ornamental. Quando abre o seu leque de penas, está à procura de uma pavoa para cortejar.

12.18.2010

vale dos reis

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O Vale dos Reis, ou Wadi el-Muluk em língua árabe, é um vale no Egipto no qual foram construídos túmulos para os Faraós do Antigo Egipto entre a XVIII e a XX dinastias.
mapa do Vale dos Reis
Mapa das tumbas no Vale dos Reis
O Vale dos Reis localiza-se na margem ocidental do Nilo, oposto a Tebas (actualmente Luxor). Está separado em duas zonas, vale ocidental e vale oriental, com os mais importantes túmulos no vale oriental. O vale ocidental é o que tem o único túmulo aberto ao público, o de Ay, sucessor de Tutankamon.
O Vale dos Reis foi utilizado aproximadamente entre 1539 a.C. e 1075 a.C., e contem cerca de 60 túmulos: o primeiro é o de Thutmose I e o último de Ramsés X ou Ramsés XI.
Graffitis nas paredes de alguns túmulos indicam que era uma atracção já nos tempos do Império Romano.
Fonte: pt.wikipedia.org
Vale dos Reis
Vale dos Reis
Vale dos Reis

Resumo

O Vale dos Reis, principal necrópole real do Império Novo do antigo Egito, possui 62 túmulos dos faraós desse período e também os túmulos dos faraós Tutankamon, Ramsés IX, Seti I, Ramsés VI e o de Horemheb. Ainda hoje se continuam a retirar jóias dos túmulos dos filhos de Ramsés II.Não é fácil tentar perspectivas diferentes.
Fonte: www.olhares.aeiou.pt
O VALE DOS REIS
Você já foi ao Egito e teve o oportunidade de visitar o Vale dos Reis na antiga cidade de Tebas atualmente conhecida como Luxor? Visitou tudo?
Se tem essa dúvida ou se não teve a oportunidade de conhecer o Vale dos Reis, veja o que a Necrópole mais famosa do mundo antigo em a oferecer.
O Vale dos Reis ficou conhecido no Antigo Egito por abrigar a maioria das Tumbas de faraós e rainhas do médio e novo império assim também como as tumbas de alguns nobres que trabalhavam para corte.
Algumas tumbas , hoje muito danificadas, tem horário e quantidade de pessoas permitidas a visitação por dia.
Estratégia estabelecida pelos arqueólogos a fim de preservar este patrimônio histórico para gerações futuras.
Ao visitar estas tumbas atente para um detalhe interessante, as tumbas dos faraós geralmente mostram o mesmo em cinas aonde é conduzido pelos deuses na vida após a morte e também cenas do mundo inferior. Já as tumbas dos nobres mostram cenas da vida cotidiana do indivíduo o que nos ensina muito sobre a vida cotidiana no Antigo Egito.
Atualmente o vale dos Reis conta com as seguintes tumbas para visitação:

TUMBAS DA 18ª. DINASTIA

- TUTMOSIS III (KV.34)
- AMENOFIS II (KV.35)
- TUTANKHAMON ( KV.62)
- AY (KV.23
- HOREMHEB (KV.57)

TUMBAS DA 19ª DINASTIA

- RAMSES I (KV.16)
- SETHOS I (KV.17)
- MERNEPTAH (KV.8)

TUMBAS DA 20ª DINASTIA

-RAMSES III ( KV.11)
RAMSES VI (KV. 9)
RAMSES IX (KV.6)

TUMBAS DAS RAINHAS

NEFERTARI ( QV.66)

TUMBAS DOS TRABALHADORES DE DEIR EL MEDINA

- SNNEDJEM (TT.1)
- INHERKHAU ( TT.359)
- PASHEDU ( TT.3)

TUMBAS DOS NOBRES

- KHAEMHAT (TT.57
- SENNEFER ( TT.96)
- REKHMIRE (TT.100)
NAKHT (TT.52)
MENNA (TT.69)
RAMOSE (TT.55)
KHONSU (TT.31)
USERHAT (TT.51)
BENIA ( TT.343)

TEMPLOS DE MILHOES DE ANOS

- TEMPLO DE MENTUHOTEP
- TEMPLO DE TUTMOSIS III
-TEMPLO DE HATSHEPSUT
Fonte: www.geocities.com
Vale dos reis
Vale dos Reis
Vale dos Reis
Dono Ano
Des
coberta
Descobridor Comp.
Total (m)
Área
Total (m2)
KV 1 Ramsés VII - - 44.3 163.56
KV 2 Ramsés IV - - 88.66 304.88
KV 3 Filho de
Ramsés III
- - 53.47 193.36
KV 4 Ramsés XI - - 104.09 503.5
KV 5 Filhos de
Ramsés II
- - 443.2 1266.47
KV 6 Ramsés IX - - 105.02 396.41
KV 7 Ramsés II - - 168.05 868.4
KV 8 Merenptah - - 164.86 772.54
KV 9 Ramsés V e
Ramsés VI
- - 116.84 510.07
KV 10 Amenmeses - - 105.34 350.27
KV 11 Ramsés III - - 188.11 726.33
KV 12 - - - 92.33 253.83
KV 13 Bay - - 71.37 180.99
KV 14 Tausert e
Setnakht
- - 158.41 628.55
KV 15 Séti II - - 88.65 298.11
KV 16 Ramsés I 1817 Giovanni
Battista
Belzoni
49.34 147.94
KV 17 Séti I 1817 Giovanni
Battista
Belzoni
137.19 649.04
KV 18 Ramsés X - - 42.68 144.32
KV 19 Mentuherk
hepeshhef
1817 Giovanni
Battista
Belzoni
38.68 132.83
KV 20 Thutmosis I e
Hatshepsut
- - 210.32 513.29
KV 21 - 1817 Giovanni
Battista
Belzoni
41.04 120.29
KV 22 Amenhetep III 1799 Réné
Édouard
Devilliers
du Terrage
126.68 554.92
KV 23 Ay 1816 Giovanni
Battista
Belzoni
60.16 212.22
KV 24 - - - 6.42 23.36
KV 25 - 1817 Giovanni
Battista
Belzoni
15.59 35.58
KV 26 - - - 11.26 20.05
KV 27 - - - 20.78 91.87
KV 28 - - - 8.19 28.88
KV 29 - - - 1.34 1.39
KV 30 - 1817 Giovanni
Battista
Belzoni
42.06 105.12
KV 31 - 1817 Giovanni
Battista
Belzoni
3.25 5.65
KV 32 Tia'a 1898 Victor
Loret
39.67 106.3
KV 33 - 1898 Victor
Loret
- -
KV 34 Thutmes III 1898 Inspector
Hosni
76.11 310.92
KV 35 Amenhetep II 1898 Victor
Loret
91.87 362.85
KV 36 Maiherperi 1899 Victor
Loret
6.34 18.54
KV 37 - 1899 Victor
Loret
18.39 38.04
KV 38 Thutmes I 1899 Victor
Loret
37.31 133.16
KV 39 Amenhetep I (?) 1900 Boutros
Andraos
104.34 210.05
KV 40 - 1899 Victor
Loret
2.24 3.57
KV 41 - 1899 Victor
Loret
1.62 2.96
KV 42 Hatshepsut-
Meryet-Ra
1899 Victor
Loret
58.18 184.77
KV 43 Thutmes IV 1903 Howard
Carter
105.73 407.7
KV 44 - 1901 Howard
Carter
6.0 22.59
KV 45 Userhat 1902 Howard
Carter
5.8 20.09
KV 46 Yuya e Thuyu 1905 James
Edward
Quibell
21.31 62.36
KV 47 Siptah 1905 Edward
Russell
Ayrton
124.93 501.42
KV 48 Ameneipet 1906 Edward
Russell
Ayrton
8.43 31.02
KV 49 - 1906 Edward
Russell
Ayrton
24.14 46.61
KV 51 - 1906 Edward
Russell
Ayrton
7.67 17.86
KV 52 - 1906 Edward
Russell
Ayrton
4.5 5.25
KV 53 - 1905-1906 Edward
Russell
Ayrton
8.44 36.56
KV 54 Tutankhamun
esconderijo
1907 Edward
Russell
Ayrton
1.69 2.0
KV 55 Tiye (?) e
Akhenaten (?)
1907 Edward
Russell
Ayrton
27.61 84.3
KV 56 - 1908 Edward
Russell
Ayrton
7.34 39.25
KV 57 Horemheb 1908 Edward
Russell
Ayrton
127.88 472.61
KV 58 - 1909 Ernest
Harold
Jones
7.04 23.67
KV 59 - - - 3.01 6.4
KV 60 Sit-Ra 1903 Howard
Carter
20.98 55.66
KV 61 - 1910 Ernest
Harold
Jones
6.34 15.49
KV 62 Tutankhamun 1922 Howard
Carter
30.79 109.83
KV A - - - 9.64 28.53
KV F - - - 2.16 2.96
Fonte: www.mariomarcia.com
Vale dos Reis

No fundo do fosso

Primeira tumba a ser descoberta desde 1922 no Vale dos Reis ainda não revelou múmias, intrigando arqueólogos
Ian Fisher escreve para o “New York Times":
Fazia 84 anos desde que a última tumba havia sido desenterrada no Vale dos Reis, um cemitério de faraós no deserto escaldante.
E a esperança, é claro, era encontrar múmias. O que mais poderia haver dentro de sete sarcófagos no fundo de uma câmara que, até fevereiro, esteve durante milênios isolada de tudo, exceto dos cupins?
Excelentes travesseiros, para começo de conversa.
"Desculpe, não tenho a menor idéia", disse Elsie Van Rooij, especialista em tecidos antigos, quando questionada por que alguns construtores de tumbas colocaram cinco travesseiros dentro dos sarcófagos de infantis que ela examinava. Caixões normalmente abrigam corpos. Ela nunca havia visto algo assim e, naturalmente, gostou daquilo.
"Uma tumba precisa ser misteriosa", disse.
Depois de três meses de árduo trabalho desde a descoberta de fevereiro, após cinco dos sarcófagos serem abertos, nenhuma múmia havia sido encontrada. Existe, afinal, a chance de que o local não seja mesmo uma tumba, mas um depósito de materiais funerários.
Mas ainda falta abrir um grande sarcófago -o mais intrigante, lacrado, recostado no fundo do espaço, com um capricho sugestivo de que há alguém importante lá dentro.
Os egiptologistas planejam abri-lo, esperando não apenas ver uma múmia mas resolver muitos mistérios da nova descoberta. Eles querem abalar a velha crença de que não há mais nada importante a ser descoberto no Vale dos Reis.
"Se for uma múmia, será uma grande descoberta", diz Mansur Boraik, autoridade do patrimônio histórico egípcio em Luxor.
A teoria de que deve haver uma múmia no último caixão ganhou reforço em 24 de maio: um pequeno sarcófago dourado, que sugere realeza, foi encontrado sob travesseiros.
Se há uma múmia, Boraik tem um bom palpite sobre quem deva ser: Ankhesenpaaten, viúva de Tutancâmon. Um selo achado no fundo do fosso traz parte de seu nome.
Esperanças à parte, nunca foram sugeridas que a nova descoberta, chamada de KV-63, fosse de relevância comparável à KV-62, a última tumba desenterrada, em 1922.
Esta abrigava a múmia de Tutancâmon e um dos maiores tesouros egípcios já encontrados. O vale não revelou nada melhor desde então.
A nova descoberta é só uma câmara sem adornos, no fundo de um fosso que a equipe do egiptologista Otto Schaden, da universidade de Memphis (EUA), descobriu em 2005.
Ele escavou diversos locais ao redor de algumas casas de operários perto da tumba do faraó Ay, último rei da 18ª dinastia.
No último dia da escavação, no último lugar possível, ele se deparou com o que agora chama de "situação incomum".
"De repente, havia uma camada escura onde deveria haver apenas pedra", conta. "Então, percebemos que alguma coisa estava por vir."
A equipe chegou ao fundo do fosso, a uns seis metros de profundidade, em fevereiro. As expectativas iniciais eram altas, estimuladas por 28 jarros de argila finamente lacrados e distribuídos ao redor dos sarcófagos.
O estilo da câmara, o tipo de cerâmica e um selo de vinho idêntico a outro encontrado na tumba de Tutancâmon, tudo parecia confirmar que o lugar datava da época da 18ª dinastia. Mas a abertura dos sarcófagos só trouxe enigmas.
O sarcófago infantil continha travesseiros de fino algodão, e Boraik disse não saber de travesseiros guardados em sarcófagos.
Quatro dos outros não continham restos humanos mas alguns jarros de alabastro de excelente qualidade, sais de embalsamamento, linho e montes de cacos de cerâmica.
Os sinais apontavam para a sala como sendo um depósito de materiais de embalsamamento, mas havia algo estranho: sarcófagos egípcios em geral são cobertos com um pouco de resina para preservação, mas neste caso pareciam ter sido lambuzados.
Diversos dos jarros lacrados, que também continham cacos de cerâmica, foram abalroados e colocados dentro dos sarcófagos.
Schaden evita muita especulação -e qualquer que seja a resposta, ela deve vir assim que a equipe finalmente romper o lacre do último caixão.
Mas ele ainda não descarta nenhuma trapaça antiga. "Se há alguém dentro desse último sarcófago, é provavelmente alguém que queriam esconder", diz.
Schaden não acredita que a ausência de múmias, por enquanto, possa ser fruto do ato de ladrões de tumba. "Se uma tumba é roubada, normalmente há um braço aqui, um dedo acolá, o crânio", diz.
Boraik acredita que existe 70% de chance de uma múmia aparecer no último sarcófago.
Os belos travesseiros e jarros de alabastro, o selo quebrado com o fragmento de um nome e o arranjo dos jarros em uma posição de proteção sugerem que este não é só um depósito.
"Espero que esse sarcófago acabe com o mistério."
Fonte: www.jornaldaciencia.org.br

A Ciência Confirma a Profecia Maia

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A Ciência Confirma a Profecia Maia

 
A Realização das detalhadas profecias que a antiga cultura Maia fez para o período correspondente entre os anos 1992 e 2012 do nosso calendário gera um grande mistério e uma pergunta inquietante: Encontramos-nos realmente vivendo o final de una era cósmica e veremos dentro de quatro anos o amanhecer bem diferente do que conhecemos?






Os científicos não sabem o que está acontecendo com o Sol. No dia 20 de janeiro de 2005, uma surpreendente tempestade solar alcançou a Terra com sua máxima radiação 15 minutos após as explosões. Normalmente, demorariam 2 horas para chegar aqui. Segundo Richard Mewaldt, do Califórnia Institute of Technology, foi a mais violenta e mais misteriosa dos últimos 50 anos.



Os cientistas acreditavam que as tempestades se formavam na coroa solar pelas ondas de choque associadas a erupções do plasma. Entretanto, neste caso parece haver se originado estranhamente no interior do astro rei, segundo afirmou o professor Robert Lin, da Universidade da Califórnia.



Os astrônomos ficaram perplexos. O professor Lin – principal pesquisador do satélite Reuven Ramaty High Energy Solar Spectroscopic Imager (RHESSI)– expressou sua conclusão com uma frase muito simples: "Isso significa que realmente não sabemos como o Sol funciona".



Resumindo: O inusitado fenômeno de 20 de janeiro de 2005 acabou com os modelos de estudos da nossa ciência sobre o assunto.



E porque o Sol produziu uma atividade tão intensa e anômala neste momento? O pico máximo de atividade da nossa estrela - no seu ciclo principal de 11 anos - aconteceu no ano 2000.


Em 2004 os físicos solares observaram uma ausência total das manchas, onde isso sempre anuncia a proximidade de alguma atividade no Sol.



Essa atividade mínima deveria ocorrer entre 2005 e 2006, uns quatro anos antes da máxima, prevista para o ano 2010 ou 2011, precisamente nas vésperas da data para a qual os antigos Maias profetizaram o final da era correspondente ao "Quinto Sol" e o começo de outro ciclo cósmico, chamado "Sexto Sol".



Os Maias sabiam de algo que nossa ciência atual ignora? Os textos sagrados poderiam ajudar os cientistas a entender o comportamento do astro rei?



E sobre tudo, por que motivo eles prestavam tanta atenção na atividade solar dos nossos dias naquela época?



O Calendário Maia termina de repente no sábado 23 de dezembro de 2012, 5.125 anos depois de se iniciar a era do "Quinto Sol".



Segundo as profecias, a causa física desse término é que o Sol receberia um raio oriundo do centro da galáxia e emitiria una imensa "chama radioativa" que transmitiria a radiação a Terra e conseqüentemente a todo o sistema solar. Este evento acontece antes do começo de um novo ciclo cósmico.



Segundo os dados Maias, já houve cinco ciclos de 5.125 anos, completando uma série de 25.625 anos, período muito próximo ao da "precessão dos equinócios", conhecido como "Ano Platônico" ou "Grande ano Egípcio", correspondente a um ciclo completo formado por 12 eras astrológicas (25.920 anos).



Segundo os Maias, a cada ciclo de 5.125 anos finaliza o prazo de uma humanidade (raça) na terra – primeiro a destruição, seguida pela regeneração que traz o ciclo seguinte, o "Sol". No começo são feitas sincronizações da "respiração" de todas as estrelas, planetas e seres.



No dia 11 de agosto de 3.113 a.C. os Maias fixaram o nascimento do "Quinto Sol" – A era atual – cujo final será em 2012. A era da água acabou com o Dilúvio, a seguinte foi com o dilúvio de fogo e a nossa chamada de "Era do Movimento", chegará ao fim com violentos terremotos, erupções vulcânicas e furacões devastadores.



A mitologia de várias culturas antigas fala de inundações catastróficas que aconteceram há uns 12.000 anos e de misteriosas chuvas de fogo, há cerca de 5.000 anos, onde pesquisadores como Maurice Cotterell associam a um grande cometa que cruzou a atmosfera terrestre.



A profecia Maia também descreve os 20 anos anteriores ao primeiro dia do "Sexto Sol" com certo detalhe. Este ciclo menor, denominado Katum, já chegou a quase dois terços da sua duração total. Ele nos permite verificar até que ponto da atualidade foi cumprido suas profecias e conseqüentemente, decidir se seus acertos merecem suficiente credibilidade.



O último Katum – denominado por eles "o tempo do não tempo" teve início no ano de 1992 do nosso calendário, logo após a um eclipse do Sol que eles profetizaram para o dia 11 de julho de 1991 e que aconteceu realmente. No entendimento dos Maias, se trata de um período de transição, caracterizado por grandes mudanças cósmicas, telúricas e históricas.



Em setembro de 1994 foram detectadas fortes perturbações no campo magnético terrestre, com alterações importantes como a orientação migratória das aves e cetáceos e inclusive o funcionamento da aviação.



Em 1996, a sonda espacial Soho descobre que o Sol não apresenta vários, mas somente um campo magnético homogeneizado. Em 1997 aconteceram violentas tempestades magnéticas no Sol e em 1998 a NASA detectou a emissão de um potente fluxo de energia vindo do centro da galáxia onda ninguém soube explicar.


Outra data importante da profecia Maia foi o eclipse total do Sol em 11 de agosto de 1999 que aconteceu exatamente como eles falaram. Segundo o Chilam Balam (livro sagrado Maia) após sete anos do início do último Katum (1999) começa uma era de escuridão e os desastres na terra (terremotos, furações e erupções vulcânicas) aumentariam consideravelmente.



No dia 15 de agosto de 1999, 1 mês após o mencionado eclipse, aconteceu uma misteriosa explosão vindo do espaço e por causa disso algumas estrelas ficaram em eclipse durante horas.



As radiações das ondas de radio, raios gama e raios X multiplicaram sua intensidade em 120%.



Os astrônomos Richard Berendzen e Bob Hjellming, do Observatório Radio astronômico do Novo México (EE UU), qualificaram esse fenômeno como um enigma "digno de uma investigação minuciosa"





O raio e a chama radioativa

Diante desses acontecimentos podemos se perguntar: Poderia ser essa misteriosa e inexplicável radiação de 1999 o raio proveniente do centro da galáxia que segundo os Maias, alcançaria o Sol antes do ano 2012 resultando nos fenômenos sísmicos aqui na Terra? Podemos se perguntar também sobre a "chama radioativa" que segundo os Maias, o Sol emitiria após receber esse "raio". A Igualmente enigmática e anômala explosão solar de 20 de janeiro de 2005 que deixou perplexos e sem respostas os cientistas pode ser esse acontecimento?



O eclipse de 11 de agosto de 1999 que antecedeu a forte radiação vinda do espaço no dia 15 de setembro de 2005 inaugurou um período de cataclismos naturais.



No dia 7 desse mesmo mês houve um terremoto de 5.9° (escala Richer) na Grécia, com 218 mortos. Dia 8, inundações catastróficas na China com milhares de mortos. Dia 17, um terremoto de 7,4º na Turquia com 15.000 mortos. Dia 20, um terremoto de 7,6º em Taiwan com 2.000 mortos. Dia 22, uma cadeia de terremotos entre 2º e 5,2º em todo o planeta. Um terremoto em Oaxaca (México), seguido de grandes incêndios devidos a explosões de gás com mais de 100 mortos e dia 10 de outubro as chuvas produziram 300 mortos e 500.000 afetados também no México.



Não se trata de uma lista exaustiva de catástrofes, são somente alguns fenômenos que aconteceram nos dois meses posteriores ao eclipse de agosto.



Esses dados também falam sobre o grande aumento dos sismos, erupções vulcânicas e meteoros violentos. A comparação da intensidade e da quantidade que esses fenômenos aconteceram nos anos anteriores revela que houve um grande crescimento desses fatos no período que os Maias denominaram de "o tempo do não tempo".



Depois a potente e anômala radiação emitida pelo Sol no dia 20 de janeiro de 2004 cresceram o número de erupções vulcânicas. Durante esse ano foi registrado 31 erupções significativas.





Existem outras confirmações

A partir de 1999 se incrementariam as guerras e a destruição. O eclipse teve sua sombra sobre o oriente médio mais precisamente sobre o Irã, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Índia, todas sendo áreas de conflitos sérios. Próximo de 2012 uma onda de calor aumentaria a temperatura do planeta produzindo mudanças climáticas, geológicas e sociais sem precedentes com uma rapidez assombrosa. E estamos dentro dessa dinâmica. O acelerado derretimento da camada glacial em todo o mundo e a aparição de zonas verdes na Antártida é um feito confirmado cientificamente. Os cientistas também anunciaram as mudanças que estão acontecendo no Sol.



As profecias Maias falam da aparição de um cometa com alta probabilidade de impacto com a terra. Curiosamente, também no Apocalipse de São João se profetiza a chegada desse cometa chamado "Ajenjo" como o sinal do "Final dos Tempos". Outra coincidência interessante é que o dia 11 de agosto de 1999, não só teve o eclipse total do milênio, mas teve também a formação de uma configuração astrológica muito rara: A grande luz cósmica formada pelos signos de Touro, Leão, Escorpião e Aquário, pelo Sol, pela Lua e três planetas (ANO/ZERO, 102)



Esta Cruz também é dita no Apocalipse porque evoca os "quatro moradores do Trono"



O primeiro é descrito como "semelhante a um leão (Leo). O segundo semelhante a um touro (Tauro), o terceiro "com semblante humano" (Aquário) e o quarto semelhante com uma águia (Escorpio).



Estamos diante de um simbolismo complexo que encaixa as profecias Maias do começo do "Sexto Sol", uma nova era que segundo sua predição acabará com o "tempo do medo" e uma humanidade renovada pelo cosmo construirá uma civilização superior que a atual.



Com toda essa expectativa é inevitável não lembrar a mestres como o Sri Aurobindo que junto com sua companheira Madre e seu discípulo Satprem promoveram uma transformação fisiológica convencidos de que um ser humano superior deve produzir "o despertar" do corpo das células até o átomo.





Uma evolução programada

Aurobindo ensinou que aconteceria um "pouso de luz superior nas partes mais baixas da natureza" onde favoreceria o acesso do ser humano a um nível de consciência mais elevado do que o atual.


Poderia essa mudança ser ativada ou favorecida por esse grande evento cósmico que foi anunciado pelas profecias Maias? Pode esse salto vibracional do universo, transmitido pelo universo ao Sol e do Sol para a Terra estar impulsionando a "grande transformação" que segundo os Maias chegará definitivamente ao nosso planeta no sábado 23 de dezembro de 2012?



Todas as profecias afirmam veementes a respeito de um salto qualitativo na evolução da consciência humana. A mudança cósmica criará as condições, mas a mudança interior só pode ser feita por uma decisão livre e com um trabalho individual de cada um dos humanos.



No final desse último Katum, o Céu nos coloca ante uma encruzilhada: autodestruição ou transformação.



Encontramos-nos numa espécie de "terra de ninguém". Estamos numa fase definitiva onde já não pertencemos a nenhuma era. E provavelmente daqui a quatro anos, quando "a porta cósmica" se abrir estaremos numa era renovada.



Em qualquer dos casos nos parece evidente que os acontecimentos estão de acordo com as profecias Maias o suficiente para que possamos estudá-las seriamente sem prejudicar tudo o que sabemos do mundo.



A evolução biológica e psicoespiritual respondem a uma programação cósmica inteligente?



Esta é sem dúvida o grande mistério da humanidade.

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