10.29.2010

Fotos jornalísticas que marcaram a década

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Fotos jornalísticas que marcaram a década

Fonte:http://www.ig.com.br
Já demos adeus à uma das décadas mais agitadas da história, a primeira do século XXI (2001 – 2010). Uma tentativa de retratar visualmente esta década revela que as guerras e calamidades naturais marcaram os anos. Um olhar atento incita a pensar sobre como é complexo o mundo que vivemos.



Um menino queniano, aos gritos, vê um policial na porta da sua casa, na favela de Kibera Nairobi, em 17 de janeiro de 2008. Centenas de policiais entraram em confronto com partidários do líder da oposição do Quênia, Raila Odinga.



Avião sequestrado aproxima-se do World Trade Center, pouco antes de colidir com o prédio, em 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque.


Uma pessoa cai da torre norte do World Trade Center, no 11 de setembro de 2001, depois de terroristas jogarem dois aviões sequestrados contra os prédios, levando-os ao chão.




Concorde da Air France, voo 4590, decola com fogo à esquerda. O avião caiu logo após a decolagem, matando todas as 109 pessoas a bordo e outras quatro no chão. Um empresário japonês tirou essa foto de dentro de outro avião.



Repórter do Wall Street Journal, Daniel Pearl, é visto na imagem enviada à órgãos de comunicação. Pearl, um americano de 38 anos de idade, foi sequestrado em Karachi, Paquistão, dia 23 de janeiro de 2002, por um grupo que se autodenomina “O Movimento Nacional para a Restauração da Soberania do Paquistão”. O então presidente, George W. Bush, disse que iria seguir todas as pistas que pudessem resgatar Pearl.



Destroços do ônibus espacial Columbia cruzam o céu do Texas, em 01 de fevereiro de 2003. Pedaços do ônibus, que desintegrou-se, ficaram espalhados a leste do Texas.



Um homem iraquiano observa um soldado norte-americano enquanto cobre o rosto de uma estátua de Saddam Hussein com uma bandeira americana antes de derrubá-la, em 9 de abril de 2003. Momentos depois, a bandeira americana foi removida.



A soldado Lynndie mantém uma coleira amarrada ao pescoço de um preso na prisão de Abu Gharib, em Bagdá, Iraque, em 2003.


Líder iraquiano Saddam Hussein sendo arrastado para fora do seu esconderijo, após sua captura por tropas dos EUA, em 13 de dezembro de 2003, num buraco subterrâneo em uma fazenda no vilarejo de Ad-Dawr. A imagem faz parte de uma série de imagens do ditador deposto não autorizadas para divulgação, que tem circulado nos últimos anos na internet.




Crianças frequentam aulas de balé usando máscaras para se proteger da Síndrome Respiratória Aguda Grave, SARS, em Hong Kong, em 27 de abril de 2003.


Membros da guarda de honra militar, de plantão ao lado do caixão do ex-presidente dos EUA, Ronald Reagan, em 10 de junho de 2004, em Washington.

Uma menina iraquiana de 9 anos se recupera de uma fratura no crânio e duas pernas quebradas. Um veículo do Exército dos EUA colidiu com o carro de sua família. Em 9 de novembro de 2004.


Fotógrafo Arko Datta, da agência Reuters, mostra uma mulher idiana lamentando a morte de um parente que foi morto na catástrofe do tsunami asiático, em 28 de dezembro de 2004.


Da esquerda para a direita, o presidente norte-americano George W. Bush, sua esposa Laura, seu pai, o ex-presidente George Bush, Bill Clinton e a Secretária de Estado, Condoleezza Rice, no velório do Papa João Paulo II, dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano, em 6 de abril de 2005.

O corpo de uma vítima do furacão Katrina flutuando, em Nova Orleans, 1 de setembro de 2005.


Uma mulher leva o corpo do filho de seis anos, enquanto chora. Ele foi morto quando o carro da família ficou sob fogo por desconhecidos armados em Baquba, capital da província iraquiana de Diyala, 60 km a nordeste de Bagdá, em 16 de setembro de 2007. O irmão de 10 anos do menino ficou ferido no ataque.


O então senador Barack Obama é coberto de afagos depois de seu discurso, Minnesota, 3 de junho de 2008.

Garoto carrega irmão nas costas e ambos choram enquanto acontece batalha entre os rebeldes e o exército do Congo, em 6 de novembro de 2008.



Um homem armado, identificado pela polícia como Ajmal Qasab, percorre a estação ferroviária Chatrapathi Sivaji, em Mumbai, India, 26 de novembro de 2008. Qasab, o único atirador capturado depois de um cerco de 60 horas.


Barack Obama momentos antes de sair para ser empossado pelo Chefe de Justiça John Roberts, como o 44o. presidente dos Estados Unidos, em 20 de janeiro de 2009.

Filha de Michael Jackson, Paris, é consolada pelos tios no velório do Rei do Pop, no Staples Center, em Los Angeles, em 7 de julho de 2009.


Fonte:http://www.ig.com.br

Mitos comuns que podem te matar

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Mitos comuns que podem te matar

1.Mito: Se perdido em um deserto, pode tirar água de um cacto.

Realidade: As chances é que não vai ser possível tirar mais do que algumas gotas, e serão amargas e pode levar a cólicas e vômito.

2.Mito: Se atacado por um tubarão, dê um soco no nariz (do peixe).

Realidade: Você tem mais chances de machucar a sua mão do que o tubarão. Ao invés disso, ataque-o ferozmente nos olhos e nas brânquias com algo pontudo ou cortante, de preferência.

3.Mito: Durante um terremoto, o lugar mais seguro é o batente da porta.

Mito alternativo: Durante um terremoto crie um “triângulo da vida” se encolhendo ao lado de um objeto grande que irá comprimir levemente, deixando um espaço vazio sobre você e os escombros.

Realidade: Ficar no batente da porta poderia ser a melhor solução em construções antigas, onde o batente de madeira, era o ponto mais forte da casa. Mas nos apartamentos modernos, esta parte da porta é a mais fraca do lugar. O “triângulo da vida” só é aplicável em casas com o telhado plano que caem diretamente.

4.Mito: Se uma bomba disparar, ligue para o 190.

Realidade: Evite usar telefone ou celular num raio de 400m de um possível ataque com bomba, pois isto pode acionar um dispositivo secundário.

5.Mito: Se mordido por uma cobra venenosa, chupe o veneno para fora, ou, corte um X sobre a mordida, para deixar o veneno sair.

Realidade: Você não vai poder chupar ou cortar o ferimento rápido o bastante para evitar que o veneno se espalhe. Além disso, colocar o veneno na boca, só irá criar um novo caminho de entrada para o veneno caso você tenha uma afta ou gengivite. O ideal é manter o local abaixo do nível do coração e procurar o serviço de emergência.

6.Mito: Em um incêndio elétrico, desplugue o aparelho imediatamente.

Realidade: Tocar o aparelho pode te levar a ser eletrocutado. Deve-se desligar o disjuntor de energia, antes de ligar para a emergência.
7.Mito: Guarde um galão de água por pessoa por dia suficiente para três ou sete dias na garagem ou porão.

Realidade: Isso é um fato. No entanto, muitas pessoas guardam a água em um ambiente com chão de concreto. Deixar os galões de plástico em contato com o concreto durante muito tempo pode gerar uma reação química que contamina a água.

8.Mito: Se esfaqueado ou empalado por algo, remova o objeto imediatamente.

Realidade: Deixe o objeto, ligue para a polícia e evite que o objeto se mova, o máximo possível. A não ser que o objeto esteja bloqueando as vias respiratórias.

9.Mito: Para sobreviver no tempo frio, é possível comer neve ou gelo.

Realidade: Comer grande quantidade de neve vai baixar a temperatura corporal, vai gastar energia e pode estar contaminada. Além de poder congelar o esôfago e o estômago. Uma solução seria derreter a neve, ferver, esperar esfriar e então beber.

10.Mito: Orar não ajuda.

Realidade: Um estudo com sobreviventes mostrou que um traço que possuem em comum é a oração, mesmo que não acreditem em Deus. A oração ajuda a organizar os pensamentos e manter a mente focada.

10.25.2010

Genética Os Clones da Família Real

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  Os Clones da Família Real , As imagens comprovam!

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Mesmos estilos de rainhas , Rainha Victoria (1819-1901) e seu tatara neta, a princesa Beatrice, têm rostos semelhantes, espantoso!

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Descubra as diferenças: Mary (1867-1953), consorte do rei George V, e neta da rainha Elizabeth II

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Real semelhança: A rainha-mãe (1900-2002) e greatgranddaughter Eugénia

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By George! Prince Edward herdou do avô do rei George VI (1895-1952) as orelhas grandes

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Nós somos da realeza: o rei Eduardo I (1239-1307) e Prince William, 21 vezes o seu bisneto, partilham os mesmos olhos e nariz

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Cachos de Ouro: Uma jovem rainha Elizabeth II em 1930, e sua neta Lady Louise Windsor, filha Prince Edward's

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Glórias da Coroação: Rainha Mary (1867-1953) e greatgranddaughter, Princesa Anne tem o mesmo cabelo. . . . . e o mesmo olhar gélido

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Os mesmos olhos têm-Louis Frederick Príncipe de Gales (1707-1751) e Windsor Freddie, cinco vezes o seu bisneto

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Muito pêlo no trono: King George V (1865-1936) e Prince Michael de Kent, seu neto similarmente barbudo

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Rosto alongado: Charlotte's Consort George III (1744-1818), e quatro vezes bisneta Lady Gabriella Windsor

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Salve a genética: A irmã de George VI da princesa Maria (1897-1965), e da princesa Anne, sua sobrinha

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Que imagem: O nariz e os olhos de Edward VII (1841-1910) foram passados para a Grã-bisneto de Charles

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Tradição: Rei George VI (1895-1952) e bisneto William semelhantes têm os olhos e lábios

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Mesmo perfil: William pode culpar o seu filho em greatgreatgrea,t-bisavô príncipe Albert (1819-1861)

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Rainha Alexandra (1844-1925) e Marina Mowatt, seu tataratataratatara-neta( Imitando o Chaves, heheheh, tatattatatta)

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Espantoso, Não se pode negar: Estrema semelhança da família entre a princesa Maria (1867-1953) e Harry, seu bisneto

rituais na historia da humanidade

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Em algum lugar da África, um amável noivo coloca o orgão sexual dentro de uma colméia só para deixá-lo "docinho" para a amada. Em todo caso, não se trata de um ritual obrigatório. Indubitavelmente não era muito fácil ser homem em muitas das tribos. Na verdade, ainda não o é. Vejam estes rituais de iniciação dos jovens, dói só de ler. Lembrando que apesar de parecerem práticas medievais, fazem parte da cultura daquele povo.
1. O salto dos Vanuatu.
Os Vanuatu têm um ritual que resulta aterrador àquelas pessoas que tem problema de vertigem.

Aos oito anos, os meninos da tribo têm que demonstrar sua masculinidade saltando de uma torre construída de madeira que tem pelo menos 30 metros de altura. Lançam-se ao precipício completamente nus, com uma corda de cipós amarrda aos tornozelos.

O objetivo deste ritual é o de impressionar aos deuses e às mulheres, mas para que os deuses fiquem suficientemente impressionados, a cabeça do saltador deve tocar o solo.

2. A aterradora circuncisão dos aborígines australianos.
Os jovens das tribos aborígines da Austrália devem submeter-se a um procedimento que em verdade soa aterrorizante.

Entre os 15 e os 16 anos, o jovem é enclausurado e passa várias horas cantando. Dita atividade tem como intenção que o rapaz fique tranqüilo, mas honestamente duvido que isto funcione, se é que a pobre vítima tem a menor idéia do que sucederá depois.
 O curandeiro da tribo realiza o corte do prepúcio sem anestesia, e "o paciente" não deve demonstrar o menor sinal de que experimenta dor. Isso seria uma vergonha, e um ato de covardia.

Numa semana depois, vem a segunda operação, ainda pior: O antropólogo Jens Bjerre é um dos poucos homens civilizados que têm presenciado dito procedimento, e o descreve em seu livro: The Last Cannibals.

É feito um buraco que atravessa o órgão sexual, próximo aos testículos e ali se atravessa uma farpa com o objetivo de assegurar que o conduto não se feche por si mesmo. Daí em adiante, a urina e o sêmen sairão por este pequeno buraco em vez do conduto habitual. O objetivo disto é que os homens possam ter relações sexuais sem engravidar as mulheres, a não ser que eles cubram o orifício artificial.

3.O salto das vacas dos Hamar.
Entre a idade de 12 e 15 anos, os garotos da tribo etíope dos Hamar têm que passar por um ritual de masculinidade no qual devem saltar sobre uma série de vacas postas lado a lado, por 4 vezes consecutivas, sem cair.

Se cometem o menor erro, as coisas podem ficar difíceis para esta pessoa pelo resto de sua vida, pois será impossível que consigam o respeito dos demais, uma esposa ou um lugar entre os pastores da tribo.

4. A viagem psicodélica dos Algonquinos.
Os meninos da tribo dos Algonquinos, próximo a Quebec, Canadá, têm um ritual de passagem para a vida adulta (e para a masculinidade) especial no qual tem que usar uma droga conhecida como wysoccan.

A substância ativa da droga que usam os algonquinos contém uma substância alucinógena altamente perigosa. É 100 vezes mais poderosa que o LSD. Os efeitos desta droga causam, além das alucinações, taquicardia, amnésia e hipotermia.

O objetivo de tal martírio é, supostamente, provocar um estado de amnésia para que o adulto esqueça de uma vez por todas as experiências de quando era criança. Por desgraça, o efeito da droga não somente apaga as lembranças ruins, senão todas, incluindo sua família, como falar e inclusive, seu próprio nome.

Se por casualidade o jovem demonstrar sinais de recordar qualquer coisa após ter passado três semanas drogado na jaula, então aplicam lhe um segundo tratamento

5. A caçada dos Matis.
Para que um garoto possa se converter em membro da seita de caçadores entre os Matis, do vale do Javari no Amazonas, aplicam lhe um pouco de veneno em seus olhos, supostamente para melhorar sua visão e incrementar seus sentidos.

Depois o garoto é submetido a golpes e chicotadas, mas isso parece um jogo de crianças comparado com a parte final do ritual, que consiste em injetar-lhe um pouco do veneno da Phyllomedusa bicolor, uma minúscula rã que contém uma das toxinas mais poderosas do reino animal.

Depois de queimar uma área da pele, a substância extraída da rã é injetada usando uma farpa de madeira. O veneno, supostamente, incrementa a força e a resistência, ainda que ditas virtudes aparecerão após que o menino se recupere da tontura, de uma acesso violento de vômito e uma diarréia horrível.

O jovem que passa por estas provas, é admitido nas caçadas.

Fonte: cracked.com

rituais de acasalamento

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rituais estranhos de acasalamento

Para atrair um parceiro, os seres humanos costumam usar suas melhores roupas, perfumes, falar de temas interessantes e cuidar de sua imagem pessoal. Depois da conquista, na hora do rala-e-rola, tentam ser carinhosos, trocar beijos, abraços, caricias... Outras espécies do reino animal preferem práticas sexuais mais perversas e menos sutis. Exemplo disso é o caso da viúva negra: uma vez terminada a fecundação, a fêmea come literalmente o macho.

Os bonobos ou chimpanzés pigmeus são uma espécie que se caracteriza por serem obcecados com o sexo. Para eles, acasalar-se é uma forma saudável de resolver problemas e celebrar quando encontram comida. Também participam de práticas homossexuais e em orgias.

A viúva negra é uma aranha araneomorfa, a maior da família Theridiidae. No Brasil, existem dois gêneros considerados de maior perigo: a aranha-marrom e a armadeira, sendo esta última considerada por muitos a aranha mais peçonhenta do mundo. Seus representantes são muito solitários, mas uma vez ao ano acasalam-se. A fêmea mata o macho e come-o depois de fecundada.

A maioria dos animais não esperam um terno abraço após o sexo, muito menos o louva-a-deus. As fêmeas desta espécie costumam morder e comer a cabeça de seu parceiro durante a relação sexual, já que isto ajuda à entrega de esperma e incrementa suas possibilidades de conceber. 
Os ratos-marsupiais-australianos são para animaizinhos que parecem ternos, mas também são um pouco perversos. Uma vez que chega a temporada de acasalamento, estas pequenas criaturas se esmeram em encontrar parceiros e podem passar até 12 horas fazendo sexo. Ao final da temporada morrem. (Queria o quê?)



Para as girafas, sobretudo os machos, é um desafio acasalar-se devido a seu grande tamanho. Para saber se a fêmea está no cio, ele golpeará suas ancas a espera de que ela urine. Se isto ocorrer e a urina tiver um cheiro característico, então começará a cortejá-la.

As lesmas da banana distinguem-se por ter um pênis que mede entre 15 e 20 centímetros, um tamanho impressionante se levarmos em conta que seu corpo mede praticamente o mesmo. Estes animais são hermafroditas. Para poder fecundar, devem escolher um parceiro do mesmo tamanho, caso contrário seu pênis ficará atolado durante o ato sexual e seu parceiro terá que arrancá-lo. (Uii!)



Conhecida como Thamnophis sirtalis infernalis ou serpente garter, a fêmea desta espécie exala um feromônio que atrai centenas de machos para que se acasalem com ela. Até 100 serpentes macho participam nestas orgias.

Os caracois são hermafroditas e seus genitais estão localizados próximos aos pescoços, bem atrás de seus olhos. Antes de que dois caracoles se acasalem, lançam "dardos de amor", feitos de cálcio, o que permite armazenar mais espermas em seus úteros

Os casais do Amazona Albifrons ou papagaio da cara branca são muito românticos e se beijam muito durante o acasalamento. O curioso é que para dar um tempero a mais na relação e acender o fogo da paixão, eles não utilizam suas línguas, senão que vomitam dentro da boca do outro.

Os golfinhos caracterizam-se por ser um dos animais mais inteligentes do reino animal, e também um dos mais sexuais. Este animal tem um pênis retrátil que pode girar. Os machos ocupam esta parte de seu corpo para explorar objetos como se tratasse de uma mão. Eles tendem a acasalar-se muitas vezes ao dia, pois demoram só 12 segundos para ejacular.

Fonte: 20 Minutos

FOTOS +CURIOSAS TIRADAS C/MICROCOSPIO ELETRONICo

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AS FOTOS +CURIOSAS TIRADAS C/MICROCOSPIO ELETRONICo

 

 cílios?!
:o











muito interessante mesmo.

veja +  
http://colunistas.ig.com.br/obutecodanet/2010/10/18/autor-de-livro-reune-as-mais-curiosas-e-diversas-fotos-tiradas-com-microscopio-eletronico/#more-55277

10.22.2010

Bullying não ocorre somente na escola: o que é? Quais os tipos? Como evitar?

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Bullying não ocorre somente na escola: o que é? Quais os tipos? Como evitar?

Autor: Elaine Rose da Silva
Co-autor: Bruno Alves da Silva

Resumo:
A cada dia tomamos conhecimento através das mídias, e até mesmo de pessoas próximas, de mais casos envolvendo a prática do bullying nas escolas. Porém o que poucos sabem é que este não é o único local de ocorrência de tal prática e nem mesmo só as crianças são vítimas de agressões psicológicas ou físicas.
É possível contornar e evitar a situação, mas é extremamente necessário o diálogo e cooperação de pais, professores, psicólogos, enfim de todas as pessoas envolvidas e próximas à vítima e agressor.

Palavras-Chave: bullying, escola.

Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - valentão) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz (es) de se defender. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
O bullying é causado pela necessidade de um indivíduo de se impor sobre outro para satisfação pessoal e demonstração de poder. Isso acontece essencialmente entre adolescentes e crianças, quando essa necessidade é maior, pois é quando a sua "definição social" e a sua personalidade estão se formando e se estabilizando.
Freud explica: o agressor precisa sentir que exerce poder sobre os outros, além de querer ganhar prestígio e atenção. Ninguém tem coragem de detê-lo, muito menos de defender o agredido, devido ao medo de ser a próxima vítima.
O único modo de um individuo não sofrer bullying da parte de outra pessoa, é mostrar que não se deixa afetar e nem tem medo, pois o poder que sente o agressor, apenas existe se a pessoa agredida se sentir humilhada e inferior. Se o individuo agredido se impuser e enfrentar, então o efeito de bullying é como que anulado uma vez que não tem qualquer efeito de satisfação pessoal no individuo agressor.
Existem vários tipos de bullying:
Verbal: chamar nomes, ser sarcástico, lançar calúnias ou gozar com alguma característica particular do outro (“gordo”, “caixa de óculos”, etc.)
 Físico: puxar, chutar, bater, beliscar ou outro tipo de violência física
 Emocional: excluir, atormentar, ameaçar, manipular, amedrontar, chantagear, ridicularizar, ignorar, etc.
 Racista: toda a ofensa que resulte da cor da pele, de diferenças culturais, étnicas ou religiosas.
 Cyberbullying: utilizar tecnologias de informação e comunicação (Internet e seus recursos: e-mails, sites de relacionamentos e vídeos) para hostilizar, deliberada e repetidamente, uma pessoa, com o intuito de magoar e difamar. Outros meios como telefones celulares, filmadoras e máquinas fotográficas também são utilizados.
Na escola, ou em outro lugar, a criança pode ser vítima de rejeição, humilhação ou isolamento, mas ela precisa saber que tem um lugar no mundo que é seu, e lá ela é amada. Isso será fundamental para que ela se reconstrua e se veja como alguém além das aparências ou das condições sociais que podem a tornar diferente de um grupo ou mesmo da maioria. Ela deve saber que é mesmo única, porque é especial.
“Todos nós somos responsáveis pelo bullying ao pensar só nos nossos filhos e não nas outras crianças, ao estimular a competição acirrada e impiedosa, por padrões materiais e de aparência. Porque enchemos nossos filhos de coisas, mas não lhes damos noções de solidariedade.” (OLIVEIRA, 2007, p.26)

Na maioria das vezes pais e professores só ficam sabendo do problema através dos efeitos e danos causados, como a resistência em voltar à escola, queda de rendimento escolar, isolamento, depressão, distúrbios psicossomáticos, fobias, etc. Também faz parte dessa violência impor à vítima o silêncio, isto é, ela não pode denunciar à direção da escola nem aos pais, sob pena de piorar sua condição de discriminada.
Segundo o médico pediatra Lauro Monteiro Filho , fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), todo ambiente escolar pode apresentar esse problema. O papel da escola começa em admitir que é um local passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática. Os professores podem identificar os atores do bullying - agressores e vítimas. Ao perceber o bullying, o professor deve corrigir o aluno. E em casos de violência física, a escola deve tomar as medidas devidas, sempre envolvendo os pais:
"A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência. (...) O agressor não é assim apenas na escola. Normalmente ele tem uma relação familiar onde tudo se resolve pela violência verbal ou física e ele reproduz isso no ambiente escolar”.

Embora não haja números oficiais, a prática de atazanar colegas – muitas vezes confundida por pais e educadores com uma simples brincadeira – já envolve 45% dos estudantes brasileiros, segundo estimativa do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar (Cemeobes) , organização com sede em Brasília. O índice está acima da média mundial, que variaria entre 6% e 40%.
O Caminho é este: uma educação dentro da família, uma conscientização reforçada pelos valores, como o respeito, dentro das instituições de ensino, que proporcione mais conhecimento e preserve a saúde psicológica prevenindo este mal.
Não importa o tipo ou a vítima, a prevenção contra o bullying pode ser bem simples quando realizada desde cedo:
Na escola – as escolas devem investir em prevenção e estimular a discussão aberta com todos os atores da cena escolar, incluindo pais e alunos. Os professores têm um papel importante na prevenção:
 Observe com atenção o comportamento dos alunos, dentro e fora de sala de aula, e perceba se há quedas bruscas individuais no rendimento escolar.
 Incentive a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças através de conversas, trabalhos didáticos e até de campanhas de incentivo à paz e à tolerância.
 Desenvolva, desde já, dentro de sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos.
 Quando um estudante reclamar ou denunciar o bullying, procure imediatamente a direção da escola.
Em casa – as crianças tendem a se comportar em sociedade de acordo com os modelos domésticos. É fundamental rever o que ocorre dentro de casa. Os pais, muitas vezes, não questionam suas próprias condutas e valores, eximindo-se da responsabilidade de educadores. O exemplo dentro de casa é fundamental. O ensinamento de ética, solidariedade e altruísmo inicia ainda no berço. É necessário que os pais fiquem atentos quanto ao comportamento dos filhos, durante e após o uso dos computadores e dos aparelhos de comunicação fixos e móveis. É necessário dialogar abertamente e refletir sobre o uso irresponsável dessas tecnologias de informação e comunicação.
Na Internet – o cyberbullying ou bullying virtual é uma das formas mais agressivas de Bullying. Os adolescentes costumam ter amigos apenas na escola, no clube ou em cursos que frequenta, até pela dificuldade de locomoção, diferentemente dos adultos. O adolescente precisa fortalecer sua autoestima e aumentar os seus referenciais de acesso, que são as pessoas com quem se relaciona. Os pais e responsáveis, ao notarem o bullying, devem imprimir as conversas e levar até uma delegacia para que se apure os fatos de um provável inquérito, uma vez que, dependendo do nível de ameaças, o cyberbullying pode ser considerado ato criminoso. Em relação aos jovens, os pais devem aconselhá-los a se afastarem e observarem outros grupos de pessoas para perceberem que a visão que eles tem no mundo virtual não se repete no mundo real.
Lembre-se: o diálogo aberto é o fator mais importante na prevenção do bullying, seja na escola, em casa ou no mundo virtual.
Para evitar-se o maior alastramento de casos de violência (física ou psicológica) envolvendo a prática de bullying, é necessário que as crianças aprendam desde cedo, e dentro de casa, que as pessoas são diferentes umas das outras e que é fundamental que todos saibam respeitar essas diferenças.
Os pais devem fornecer um ambiente saudável (independente da classe econômica, religião, etc.) que transmita ao jovem uma conduta que será aprimorada na escola e desenvolvida em sociedade. Conduta esta que o permita com a diversidade sem julgar ou ser julgado e, caso isto aconteça, ele saiba lidar com a situação sem se tornar uma vítima passiva.

Referências Bibliográficas:
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070623105023AABeUBY
http://jovem.ig.com.br/oscuecas/o_que_rola/2009/03/07/bullying+virtual+4578900.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml
http://veja.abril.com.br/especiais_online/bullying/abre.shtml
http://www.espacoacademico.com.br/043/43lima.htm
BOETIE, ETIENNE DE LA. Discurso da Servidão Voluntária. Brasiliense, 1999.
OLIVEIRA, Thelma B.. O Olho do Tempo. Bauru, SP, 2007.





Fonte: http://www.webartigos.com/articles/50046/1/Bullying-nao-ocorre-somente-na-escola-o-que-e-Quais-os-tipos-Como-evitar/pagina1.html#ixzz136T9S6tW

10.18.2010

Para Entender a Arte

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MONA LISA (Leonardo da Vinci)



A Mona Lisa de Leonardo da Vinci é provavelmente a pintura mais famosa do mundo. Está no museu do Louvre, em Paris, protegida por um grosso vidro à prova de balas. (por isso, nem tente) O quadro é surpreendentemente pequeno, contudo, há quase quinhentos anos, a Mona Lisa vem inspirando poemas, canções, pinturas, esculturas, romances, (existem 3 episódios dos Simpsons que são inspirados nela), mitos, boatos, falsificações e roubos, e hoje em dia seu rosto aparece em incontáveis anúncios comerciais no mundo inteiro. Quando foi exibida pela primeira vez, considerou-se que ela trouxe uma nova dimensão de realismo e veracidade à arte da pintura. Como disse o artista e Biógrafo Giorgio Vasari, “...sua boca, unida à coloração de carne do rosto pelo vermelho dos lábios, parecia a de um ser vivo e não de uma pintura... Olhando para a garganta, se pode jurar que o sangue ali pulsava...”.

Interpretando a arte
Cenário Impossível
Olhe com atenção e verá que há duas paisagens ao fundo. O horizonte na paisagem da direita é mais alto, visto de cima; não há como este cenário conectar-se com o da esquerda, que oferece um ponto de vista mais baixo.
O lugar onde as duas paisagens teriam de unir-se está oculto atrás da cabeça de Mona Lisa.

Sobrancelhas ausentes
Por que não há sobrancelhas? A explicação mais provável, é que Leonardo colocou as sobrancelhas como um toque final na tinta seca do rosto, mas a primeira vez que o quadro foi limpo (talvez no século XVII) o restaurador usou um solvente impróprio e as sobrancelhas se dissolveram para sempre.

Janelas da Alma
Será que os olhos de Mona Lisa, como já disseram com frequência, expressam uma sabedoria sobrenatural? O próprio Leonardo descreveu o olho como “a janela do corpo humano através da qual ele espelha o seu caminho e traz para o nosso desfrute a beleza do mundo pela qual a alma se contenta em ficar na sua prisão humana”. (Minha tia que já foi no Louvre sempre conta que os olhos dela parecem te acompanhar enquanto você anda)

Sorriso Enigmático
Qual é o segredo do sorriso de Mona Lisa? Nunca saberemos ao certo, mas as duas paisagens têm algo a ver com isso. A paisagem da esquerda atrai o olho esquerdo para baixo, enquanto a paisagem da direita atrai o olho direito para cima. Este jogo visual de atrações opostas se encontra no centro de Mona Lisa e faz com que o olho “veja” um ligeiro tremor nos cantos da boca. É este tremor que dá a impressão de que ela está prestes a irromper num sorriso mais aberto.

Colunas
Nos lados do quadros, há duas formas estranhas sem nenhum objetivo aparente. Contudo, elas mostram que a pintura originalmente era ladeada por colunas dos dois lados, para reforçar a ilusão de que a Mona Lisa está sentada num balcão. O painel original foi cortado de ambos os lados e as colunas retiradas.

La Gioconda
Quem é ela? Sempre foi chamada de Mona Lisa, isto é, Madonna Lisa di Antonio Maria Gherardini, esposa do rico cidadão florentino Francesco del Giocondo, que em 1503 encomendou a Leonardo um retrato de sua jovem esposa. O quadro também é chamado de La Gioconda. Não se sabe ao certo, porém, se o inquieto Leonardo chegou a terminar a encomenda. É provável que a pintura tenha começado como um retrato da esposa do nobre, mas acabou se tornando algo muito maior – a imagem que Leonardo fazia da beleza perfeita.

A JANGADA DO MEDUSA (Théodore Géricault)



(sim, a Jaganda dO Medusa)
Este quadro de Géricault foi pioneiro ao trazer a arte para a polêmica área do protesto político. Ele representa, em escala heroica, o momento em que os sobreviventes de um navio naufragado veem as velas da nave que irá salvá-los. Esses tripulantes haviam sido abandonados por seu capitão, e sua história escandalizou a nação francesa. O fato foi visto como uma metáfora da corrupção na França após a queda de Napoleão. Do ponto de vista artístico, o quadro proporciona uma interessante comparação com o Juramento dos Horácios, de David, de dimensões semelhantes; as duas obras estão expostas lado a lado no museu do Louvre. A arte de David incentiva o serviço ao Estado; aqui, a arte castiga o Estado por abandonar os que o servem.

Interpretando a arte

O rosto da morte
Buscando autenticidade, Géricault visitou um hospital local, o Hôpital Beaujon, para fazer estudos detalhados dos doentes e moribundos. Chegou até a levar uma cabeça decepada e pedaços de corpos do necrotério para seu estúdio.

Jangada Realista
Géricault mandou fazer em seu estúdio uma reconstrução em tamanho natural dessa jangada, assim como figuras de cera para colocar sobre ela.

Uniforme abandonado
À direita vê-se, abandonado, o uniforme de um soldado francês, metáfora do colapso político e militar da França.

O Argus
Assim como os sobreviventes, precisamos procurar muito para encontrar o navio que por fim os salvou. O Argus era um navio irmão do Medusa, e Géricault o mostra como uma pequenina mancha no horizonte desta enorme tela. O tamanho diminuto do navio serve para realçar o momento dramático captado na tela. Ainda é possível que o navio se desvie sem avistá-los (como já ocorrera uma vez na realidade), destruindo assim todas as esperanças.


 
UMA DANÇA PARA A MÚSICA DO TEMPO (minha favorita *-*) (Nicolas Poussin)



Este pequeno, mas precioso, quadro de Poussin foi encomendado pelo cardeal Giulio Rospigliosim que depois se tornou o papa Clemente IX. Filósofo e dramaturgo, era um colecionador que admirava o trabalho de Poussin. O quadro representa uma mensagem intelectual, ou um quebra-cabeça, e é um tratado em miniatura sobre o tempo, o destino e a condição humana, apelando mais para a razão do que para as emoções; Os quatro dançarinos são figuras alegóricas: a Riqueza, o Prazer, o Trabalho e a Pobreza. Somos convidados a discutir seu significado com um fundo de outros símbolos. Poussin estabeleceu um nível de conteúdo acadêmico e de habilidade técnica que muitos pintores franceses posteriores procuraram imitar, como David e até mesmo Cézanne.
Interpretando a arte
O Trabalho
O dançarino usa uma coroa de louros, folha que não morre e é símbolo da virtude e da vitória. Ele representa o trabalho e tem os olhos fixos na figura da Riqueza.

A Riqueza
Essa dançarina que representa a Riqueza tem uma guirlanda de pérolas no cabelo. O prazer segura-lhe a mão com firmeza, mas ela parece evitar a mão da Pobreza, sem saber se vai segurá-la ou não. Nem a Riqueza nem o Prazer dançam descalços.

O Prazer
A dançarina com elegantes sandálias e uma guirlanda de rosas no cabelo atrai nosso olhar como se nos convidasse a entrar na dança. Esta figura representa o prazer, a luxúria e o ócio.

A Pobreza
A dançarina à extrema direita está vestida com modéstia com um simples pano na cabeça. Ela representa a Pobreza e tenta tocar a fugidia mão da Riqueza.

O Velho Pai, o Tempo
A figura de barba e asas que toca a música para os dançarinos é o Pai Tempo. Sua presença indica o fato inescapável de que, durante toda a dança da vida, a morte está sempre à espera. A morte está presente em todas as atividades e relações humanas.

Homo Bulla
As bolhas referem-se ao conceito de homo bulla – em latim, “homem bolha”, simbolizando a brevidade da vida. Tal como uma bolha, a vida humana dura apenas um breve instante e logo desaparecem deixando apenas uma lembrança.

O cortejo de Apolo (no céu, a parte de cima da pintura)
As donzelas que seguem a carruagem são as Horas, atendentes do deus solar. São as deusas das estações e também dançam num eterno círculo, paralelo à dança representada no primeiro plano do quadro. Aurora, a irmã de Apolo, a deusa do amanhecer, abre o caminho para a carruagem. Ela abre os portões da manhã e afasta as nuvens negras da noite. “Com dedos de rosa”, ela espalha flores por onde passa.

O deus solar
O círculo nas mãos do deus solar, Apolo, representa a eternidade. Apolo representa a ordem e o comportamento civilizado.

GUERNICA (Pablo Picasso)



Guernica, de Picasso, foi mostrado pela primeira vez na Exposição Internacional de Paris em 1937. Foi concebido e executado com grande rapidez em seu estúdio em Paris. Picasso pretendia que seu quadro fosse uma denúncia contra as mortes que estavam destruindo a Espanha na terrível Guerra Civil (1936-39), e contra a perpétua desumanidade do homem. O quadro despertou grandes expectativas e Picasso foi saudado como o mais importante pintor de vanguarda. Ele estava engajado, a política e moralmente, na causa republicana, anti-fascista, da Guerra Civil Espanhola. Assim, era inevitável que o quadro causasse muitas polêmicas, artísticas e políticas, e talvez isso fosse necessário para que tivesse algum efeito. Hoje, meio século depois, é possível avaliar Guernica com alguma objetividade. O quadro já assumiu o lugar de uma das realizações mais significativas do maior gênio da arte do século XX.

Interpretando a arte
O touro
Picasso sempre foi fascinado pelas touradas, velho esporte espanhol, brutal e espetacular, e as imagens da arena de touros aparecem com freqüência em seu trabalho. Embora Picasso afirmasse que o touro em Guernica representa a brutalidade, trata-se de uma imagem ambígua. Parado e abanando a cauda, o touro não parece selvagem. Talvez Picasso tivesse em mente o momento da tourada em que, após um ataque bem sucedido, o touro recua para ver o que fez e prepara seu próximo movimento.

Cavalo em Agonia
Picasso, que raramente dava interpretações de seu trabalho, disse que o cavalo representava o povo. Tal como a mãe à esquerda, a agonia é sugerida pela língua pontiaguda como um punhal. Acima da cabeça do cavalo há uma lâmpada elétrica que sugere o olho de Deus, que tudo vê. (por favor, não dê uma de engraçadinho e diga que o Picasso era Illuminati) Até mesmo a luz parece gritar de horror.

Flor simbólica
Há pouco simbolismo explícito no quadro; aqui, Picasso não seguiu nenhuma linguagem simbólica bem definida. Como em boa parte da arte moderna, o simbolismo é particular e pessoal, e só pode ser decifrado nesta base. Contudo, é difícil não interpretar a única flor no centro (centro inferior) do quadro como um símbolo de esperança, afirmando que uma nova vida continuará a crescer apesar das tentativas do homem de destruí-la. A pungente delicadeza da flor intensifica o horror generalizado dessa cena caótica.

Essas são as análises e interpretações de ALGUMAS poucas obras retratadas no livro Para Entender a Arte.

Espero que tenham gostado *--*

10.13.2010

espada História

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A palavra espada é comumente usada para se referir a uma série de armas brancas longas, formadas por uma lâmina e uma empunhadura; abrangendo, por extensão, objetos como o sabre, o florete, o gládio, o espadim e a katana, dentre outros. A espada, na verdade, é formada por uma lâmina comprida, normalmente reta e pontiaguda, de metal, com gume em ambos os lados.

História


Durante muito tempo, a espada foi a principal arma para combate corpo-a-corpo, sendo usada tanto pela Infantaria quanto pela Cavalaria. Mesmo com o advento das armas de fogo, continuou a ser usada como instrumento bélico.

Apesar de algumas unidades hipomóveis de polícia ainda adotarem a espada (inclusive para praças), atualmente ela é principalmente um elemento simbólico. Em celebrações militares, representa a justiça e autoridade do oficial nas Forças Armadas. Em artes marciais, a prática do manejo da espada é um veículo para o desenvolvimento espiritual. Finalmente, há também o lado desportivo, representado por disciplinas como a Esgrima e o Kendo.
 No mundo

Dependendo do país, as espadas podem ter formatos e tamanhos diferentes. No Japão, ela é conhecida como katana; as espadas japonesas são feitas artesanalmente e podem levar até um ano para ficarem prontas, contudo seu corte e peso são precisos para que seja possível manejá-las com facilidade.

Talvez devido à influência da cultura de massa, em especial dos filmes de artes marciais e videogames japoneses, alimentou-se o mito de que as espadas ocidentais, de dois gumes e lâmina reta, eram pesadas e de difícil manejo, em comparação com a katana e outras armas orientais. A comparação entre peças históricas do Ocidente e do Oriente mostra precisamente o contrário, no entanto. A espada foi popularizada, principalmente, pelos livros de histórias medievais.

A espada na Idade Média
A espada era o instrumento bélico favorito na Idade Média (seguido pelo arco e pela lança). É uma arma de curto alcance e, pelos conceitos da época, bem perigosa. A espada era utilizada em larga escala nessa época, nas Guerras Santas, as batalhas contra os mouros.
As espadas e suas características

Normalmente usava-se uma espada curta e direita. Porém, havia muitos outros tipos de espada com diferentes características. Por exemplo, uma espada larga teria maior poder de ataque, mas já seria mais lenta que uma espada mais fina. Uma katana seria bastante boa e teria uma vasta combinação de ataques, devido à sua lâmina de um gume, mas não é boa para estocar. Um florete só serve para estocadas, pelo que só dá para atacar horizontalmente. Uma espada comprida seria boa para atacar ao de longe, mas é pouco ágil e um bocado lenta, além de difícil manuseio. Uma espada curva com a ponta pesada (cimitarra) é boa para atacar um oponente de cima para baixo, mas é muito lenta. Um punhal, embora não seja muito grande é bastante ágil.

Tipos de espadas
Espada Bastarda

A Espada Bastarda, também conhecida como espada de uma mão e meia, é uma espada medieval ocidental de dois gumes, uma das maiores perdendo somente para a montante e para espada larga, uma das armas mais escolhidas pois era a melhor de se usar em cima de um cavalo, pois as outras eram muito curtas ou muito pesadas.

Espada longa

Espada usada na Baixa Idade Média até o Renascimento. Existiam vários modelos de espada longa européia, começaram a ser usadas para vencer as armaduras no final das cruzadas, no auge da era das armaduras de placas, era usada como uma mini lança, e acabou sendo usada também por civis.
Montante

Espada usada no Renascimento para atacar formações de cavalaria e lanceiros. É também conhecida como Espada de Lamina Larga devido á alguns tipos desta espada terem a lâmina com a espessura mais elevada, estavam entre as mais pesadas das Armas Brancas brandidas por um só homem num campo de batalha nas antigas guerras medievais.


Rapieira

Espada desenvolvida no Renascimento que se tornou muito popular devido aos mestres italianos.


Espada longa e fina, utilizada na esgrima. Exige muita habilidade do espadachim uma vez que a forma de ataque eficiente, devido à constituição de sua lâmina (cilíndrica e extremamente afiada na ponta), seria a estocada.


Sabre


Arma de Cavalaria, lâmina larga, ligeiramente curva e de um fio só. Seu comprimento era suficiente para atacar tanto soldados desmontados quanto montados. Tradicionalmente, o sabre antigo é afiado para o comprimento total do gume de um lado e ainda um terço do lado oposto (o chamado "falso gume").


Katana


Arma-padrão dos samurais para a prática do Kenjutsu, tem gume apenas de um lado e sua lâmina é ligeiramente curva.

Existem katanas que possuem a lâmina reta para facilitar a sua ocultação, utilizadas por ninjas. Essas katanas tinham a guarda (tsuba) quadrada e podiam ser utilizadas como apoios para ajudar a pular muros.

Dependendo do tamanho, as katanas eram classificadas como daito, katana ou wakisashi. O conjunto de espadas utilizado por um samurai chamava-se daisho e consistia em uma katana e um wakisashi.

Há ainda um tipo de Katana chamada Nodachi, cujo comprimento varia de 120 a 175 centímetros, sendo assim uma espécie de equivalente oriental da Montante.
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