9.28.2010

Pedras Onduladas

Pedras Onduladas


As Pedras Onduladas estão localizadas no Planalto do Colorado, próximo à fronteira de Utah com o  Arizona. Os cientistas que estudam o local dizem que as dunas de areia quem compõe o solo sofreram processos de erosão e calcificação intensos, fazendo com que aos poucos fossem surgindo camadas de diferentes cores, originando a paisagem espetacular que se ver hoje.


Machu Pichu


Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. Hoje Machu Pichu é considerado Patrimônio mundial pela Unesco. Link.



O Rio de Cinco Cores


O rio tem essa cor porque as pedras estão cobertas de musgos e algas de cores: Amarelo, azul, verde, preto e vermelho, o que deixa o rio com o aspecto colorido. Quando o nível da aguá fica no ponto ideal, o musgo e as algas começam a brilhar devido a luz do sol, fazendo o rio ficar ainda mais bonito. O rio de cinco cores está localizado no parque nacional da Colômbia.
Ilha de Socotra 
 A ilha é um lugar surreal, com espécies de árvores incríveis, que só são encontradas lá. Ao todo são 800 espécies de plantas, todas muito raras e bonitas. Por serem muito raras elas estão entre 10 espécies com maiores riscos de extinção do mundo.


Vale Seco na Antarctida


Os vales secos de McMurdo estão localizados na Antarctida. Juntos eles formam paisagens muito bonitas que são bastante exploradas por ciêntistas em busca de estudar formas de vidas primitivas que possam haver no vale.
Tessália 

Tessália, Grécia
Maligne Lake


Maligne Lake, Alberta, Canadá


Original http://www.mendigoradical.com.br/2010/08/os-7-lugares-mais-incriveis-do-mundo.html#ixzz10rSxc79g

9.27.2010

O Segredo do Túmulo de Elena

O Segredo do Túmulo de Elena


Esta é a crônica de um amor que começa onde acabam os demais. Uma história de amor impossível entre um cadáver e seu raptor. Um conto mórbido com a sutileza de um casal impossível. Carl von Cosel amou, mimou e coabitou em seu leito com o corpo sem vida de Maria Elena Milagro de Hoyos durante 7 anos. Marionete de sentimentos, alucinações e paixões, Elena foi consorte pós morte de um homem enigmático e obsessivo que, graças à empatia gerada por sua história, foi exonerado pela lei e indultado pela sociedade.

A mórbida história sempre foi contada na internet através de seu lado obscuro, sem concessão alguma ao romantismo. É interessante contrastar os fatos salpicando a narração com as perspectivas de von Cosel, extraídos de sua autobiografia “The Secret of Elena´s Tomb” (1947) e das entrevistas e declarações tomadas em seu julgamento.
Romeu sem Julieta.
Em 1927, com 50 anos, Carl von Cosel abandonou a família em sua cidade natal, Dresden (Alemanha), e emigrou para Key West, Flórida. Carl era um homem maduro e carismático; instruído, com vários títulos e disposto a começar uma nova vida. Logo encontrou trabalho como radiologista e patologista no Hospital da Marinha. Era um homem afável e de trato fácil que surpreendia por sua inteligência e habilidades. Construiu uma oficina em sua casa onde projetava seus delírios transformados em estranhos aparelhos elétricos, órgãos musicais e inclusive, com tempo, chegou a reconstruir um imponente avião utilizando ferro-velho e material militar reciclado que batizou com o nome de “Condessa Elaine”.

O Hospital da Marinha, próprio do exército americano, estava repleto de pacientes masculinos. A única mulher ali era uma cozinheira bigoduda de 150 quilos. Mas em abril de 1930 uma nova paciente necessitou do atendimento de Carl Von Cosel



Elena Milagro de Hoyos era uma bela e jovem modelo cubana filha de um comerciante de fumo, e estabelecida na Flórida com seus pais e duas irmãs. Na primavera de 1930 Elena foi tomada pela tuberculose que já havia dizimado tantas famílias. O pai aproveitou a amizade a base de subornos com um médico do exército para desfrutar de um vasto exame médico no melhor hospital do condado.
A primeira vez que se viram vivos, Carl registrou a imagem que lhe perseguiria o resto de sua vida:
“… vestia um vestido colorido de primavera cuidadosamente passado. Ao redor de seu pescoço um colar de pérolas artificiais. Tinha pernas esbeltas, um cabelo negro liso e longo que balançava sobre seus suaves e bronzeados ombros. Ele evitou seus olhos, mas não seus seios que insistiam em pular nervosamente no decote por culpa da maldita tosse.”
A partir deste momento Von Cosel traçou uma obsessão. Convencido de que tinha sonhado com ela durante décadas e que estava destinada a ser sua esposa, focou sua existência a cultivar inteligentemente o apreço e a estima de Elena. No caminho da sedução perdeu sua lucidez em troca de estranhos inventos e poções mágicas que buscavam a milagrosa cura de sua amada. Gastou uma pequena fortuna em uma bobina de Tesla com o objetivo de induzir descargas curativas na amada Elena. Iniciou um tratamento experimental e inovador de raios X e chegou até a utilizar pó de ouro que combinava em seus xaropes curativos. Nem Elena nem sua saúde corresponderam, simplesmente ela encontrou em Carl o último ombro onde se apoiar antes do presumível desenlace.

Morte e Ressurreição.
Em 25 de Outubro de 1931 Elena Hoyos morreu na casa de seus pais aos 22 anos. Carl permaneceu junto ao seu leito até o último minuto enchendo-a de vãos cuidados e atenções:
- “…quero ser teu enfermeiro, teu amo, teu amante, teu marido… quero cuidar de ti para sempre ou voar contigo às estrelas!”O desenlace, devastador, deixou von Cosel novamente só e consternado. Não poder ajudar, curar sua amada em vida desencadeou sua loucura com a morte. Convenceu à família para pagar o
enterro e construir um enorme mausoléu de mármore desenhado pelo próprio Carl.O caixão metálico tinha alguns dutos para fornecer formol e outras substâncias que conservassem o corpo do cadáver. Noite após noite, von Cosel sentava-se junto a seu sarcófago e começava a se comunicar com Elena.
Até que um dia, segundo ele, ela suplicou que fosse tirada daquela “prisão”
para que pudessem estar juntos.




Nas primeiras noites Carl aproximava um espelho da boca Elena esperando que o fôlego embaçasse o vidro. 700 noites de conversa mais tarde, na lua nova de abril de 1933 von Cosel decidiu enfim exumar na escuridão o cadáver de Elena para levá-lo a seu novo lar: a fuselagem do avião que construíra, o “Condessa Elaine”.
Durante os seguintes sete anos, Von Cosel fez tudo de humanamente possível para manter a sua amada próxima dele; em corpo e alma. Amarrou os ossos com cordas de piano, preencheu seus órgãos desidratados com trapos empapados em líquido embalsamador e canela chinesa. Parte por parte, foi fortalecendo sua pele com trechos de cera e seda, construindo uma máscara de sua face que lhe servia de molde nas manutenções. Tratava regularmente sua pele com loções, poções e eletro-terapia mediante a bobina de Tesla. Substituiu sua podridão com olhos de vidro, e fabricou uma peruca com os cabelos que perdeu durante tanto tempo. Vestiu-a com um traje de casamento, véu de renda branco, tiara e alianças e , depois de perfumá-la com azeites, ninava-a em sua cama com as melodias que tocava no órgão de fabricação caseira.




Passaram se os anos e os rumores e a crescente introversão de von Cosel levantaram as suspeitas de seus vizinhos. Nana, a irmã de Elena, odiada por Carl por ser uma “cópia em carrara” da irmã e que sempre foi hostil com ele, se propôs a pesquisar as fofocas dos vizinhos.

Uma certa noite espiou Carl através de sua janela observando o ritual diário de tanatopraxia; assustada saiu correndo para denunciar o falso cunhado para as autoridades. von Cosel foi detido por profanação e assim aguardou à espera de julgamento.




s acontecimentos provocaram frenesi nos meios de comunicação à época. A funerária virou um ponto turístico, exibindo o corpo de Elena durante três dias. Mais de 6000 pessoas foram até lá para ver seus restos.
Muitos simpatizaram com o radiologista, achando que o que ele tinha feito era maravilhosamente romântico. Os fãs levaram presentes, apoio e consolo a sua cela; inclusive um grupo de prostitutas cubanas ofereceu seus serviços de forma gratuita. Dois admiradores pagaram a fiança de 1.000 dólares e von Cosel foi para casa esperar a data do julgamento.
Infelizmente para Nana, o delito de Carl tinha prescrito. Carl depois de posto em liberdade foi ironicamente declarado sensato sem pena alguma.
O amor de Carl por Elena foi interminável e assim permaneceu, inquebrantável. Em 3 de julho de 1952 Carl foi encontrado morto abraçado a uma efígie de cera de tamanho natural de sua amada.

BEIJO , BEIJINHO , BEIJÃO .

Só falar em amor que os mais piegas já pensam naquelas cenas bonitas de beijos apaixonados. Mas essa relação não é assim tão óbvia em todos os lugares do mundo.
Para alguns povos, beijar é uma coisa um tanto repulsiva. Já em outros lugares a coisa é tão intensa que os casais chegam a arrancam sangue um do outro. Há gosto pra tudo. Em algumas tribos da África, o beijo é substituído por uma passada de mão na axila do companheiro. A gente reuniu isso tudo e outras coisas mais nessa lista.
8 - Na Grécia Antiga, nível social determinava onde seria o beijo
Na Grécia dos anos 300 a.C., pessoas da mesma classe podiam se beijar no rosto ou na boca, mas se fosse alguém de status superior era mais indicado um beijo na mão. Também se beijava deuses gregos por meio de obras de arte: as pessoas esfregavam as pontas dos próprios dedos nos lábios e tocavam na imagem. Esse tipo de beijo é uma demonstração de amizade usada na Grécia até hoje.
7 - O beijo de noivado garantia direitos jurídicos
O beijo que selava o compromisso de noivado surgiu na Roma Antiga e garantia à mulher os direitos jurídicos determinados pelo Império. Além disso, transferia legalmente a posse dos presentes de casamento para o casal – se a celebração transcorresse sem beijos por algum motivo, eles teriam de ser devolvidos.
6 - Alguns povos morrem de nojo de beijar
Beijar não é uma coisa que agrada a todo mundo. A tribo dos thonga, na África do Sul, jamais beija na boca e acha isso repulsivo. Outro povo de lá, os chewa, fica enojado com a idéia de “engolir a saliva de outra pessoa”. Muitos têm essa reação porque vêem a boca como a fonte da vida, o local onde uma alma imortal habita – e essa alma pode se contaminar facilmente se o dono não for cuidadoso. Há tribos nômades da Etiópia que, embora considerem os lábios uma parte sensual do corpo, não sentem vontade de colá-los em outros – até porque os adornos enormes que eles usam dificultam isso.
5 - Em certos lugares, o “beijo” consiste em passar a mão nas axilas do companheiro
Enquanto há culturas em que as pessoas não economizam beijos, há os que nem sequer usam os lábios nas suas interações pessoais. Os polinésios, maoris e inuits preferem usar os narizes. Os índios de uma tribo isolada no Equador, os cayapas, simplesmente cheiram a mão dos amigos ao cumprimentá-los. E pasme: o “beijo” de despedida de uma tribo da Nova Guiné consiste em passar a mão na axila do companheiro e em seguida esfregar o cheiro dele por todo o seu.
4 - Os namorados arrancam sangue um do outro durante a prática em certas tribos
Enquanto alguns povos não são nada beijoqueiros blasé, os casais das Ilhas Trobriand, no Pacífico Sul, manifestam uma paixão violenta. Antropólogos observaram, em 1929, que eles passavam horas numa espécie de jogo selvagem: mordiam os lábios um do outro até que sangrassem, davam dentadas nas bochechas e abocanhavam nariz e queixo. Nessa hora, ouviam-se expressões como “beba meu sangue” e “arranque meu cabelo”. Eles ainda arrancavam os cílios dos parceiros a mordidas.
3 - Onde beijar em público é crime
Há regiões na Finlândia onde homens e mulheres tomam banhos coletivos sem roupa, mas ainda vêem o beijo como ato obsceno. No Japão, só pode entre 4 paredes. Na Venezuela, os casais que dão abraços muito apertados ou beijos muito demorados em lugares públicos podem ir para a prisão. E na Malásia existe lei proibindo o beijo francês (esse normal, de língua) no cinema – impondo uma multa enorme para quem desobedecer.
2 - O ritual da beijação
Se existem aqueles que proíbem, há povos que celebram a prática. Um povoado chamado Banjar Kaja Sesetan, na Indonésia, faz um festival anual chamado Med-medan. Ao som de um canto ritual, fileiras de moços e moças ficam frente a frente, formando pares, e o primeiro da fila beija quem estiver na sua frente até um ancião jogar água para separar o casal. Calma, não é todo mundo beijando todo mundo. Quem se beijou primeiro vai para o fim da fila e o ritual se repete até que todos os casais tenham ocupado a primeira posição. O objetivo é proteger o lugar de perigos inesperados e só os jovens podem participar.
1 - No Brasil do século 18, a demonstração de afeto era o beliscão
No século 18, em Portugal e, muito provavelmente, também no Brasil, uma expressão de amor bastante difundida era o beliscão. Entre os recém-conhecidos, era de bom tom beliscar “de pincho”, aplicando levemente a torção sobre a pele. Para os mais íntimos valia o beliscão “de estorcegão”, também conhecido como “enérgico”. A moda era tão forte que houve quem discutisse a necessidade de construir divisórias no interior das igrejas para impedir beliscões durante a missa. Os estudiosos desse gesto associam-no ao “namoro camponês”. Beliscões, pisadas de pé e mútuos estalos de dedos consistiam em rituais que simbolizavam a dura vida rural.
Fonte: Revista Super Interessante.

suínos do mar

Dependendo do seu ponto de vista, este bichinho de aparência estranha pode se parecer com uma batata que foi deixado na parte aérea do armário por muito tempo e brotado.
Você poderia confundi-lo com uma bola de gordura com pernas. Você pode até achar que é bonito.
Mas essas criaturas fascinantes são porcos do mar, e vive mil metros de profundidade no leito do mar profundo.
Oink! suínos do mar são geralmente encontrados em grupos de 300 a 600 no fundo dos oceanos em todo Mundo.
ganharam este apelido por causa de suas perninhas e aparência gordo rosado.
eles se alimentam de partículas orgânicas que extraem do fundo do mar
são classificados como holotúrias de uma divisão de criaturas chamado Echinodermata, conhecido popularmente como pepinos do mar.
convivem com estrelas do mar, corais, moluscos, esponjas e ouriços do mar
Cientistas da Nova Zelândia é o Instituto Nacional da Água e da Pressão Atmosférica (NIWA) coletou 30 mil animais marinhos de profundidade, incluindo os porcos do mar durante um censo marinho da Antártida sul.
suínos mar abundam em muitas partes do mundo, mas não na parte norte do Oceano Atlântico ou parte oriental do Oceano Pacífico, ou na América Central e do Sul.
Eles vêm em uma variedade de formas, mas todos têm um exoesqueleto fina - uma espécie de armadura natural - logo abaixo da pele.
Fonte: Mail Online
Edição: Emanoel Fernandes.

Irmãs Siamesas

Irmãs Siamesas

Abigail "Abby" Loraine Hensel e Brittany "Britty" Lee Hensel, nascidas no dia 7 de Março de 1990, em Carver County, Minnesota (EUA), são um caso extremamente raro no mundo. São gêmeas siamesas atualmente com 19 anos. Quando nasceram, seus pais escolheram não as separar. Para elas, a vida sempre foi um risco: até hoje são conhecidos apenas 500 casos de siameses que sobreviveram ao primeiro ano.Estima-se que não mais que doze vivam atualmente nos Estados Unidos. A história de Abby e Britty é ainda mais rara.
Ao longo da história da medicina, foram registrados apenas quatro casos de gêmeos com apenas um tronco e um par de pernas. Cada uma das irmãs Hensel têm próprio coração e do estômago, enquanto eles compartilham três pulmões. A espinha dorsal de ambas as liga à altura da pélvis, de modo que, a partir da cintura para baixo são uma única pessoa. Cada um tem uma sensibilidade e controle de seus membros e do tronco.
Abby e Britty vivem uma estreita união, mas, ao mesmo tempo, defendem a sua independência: eles são um modelo de boa amizade e da harmonia, da dignidade e da flexibilidade no que diz respeito ao difícil conceito de liberdade individual. A família vive em uma casa estilo colonial, construída em terras planas de vinte hectares de superfície. Patty, é enfermeira de emergência, e o pai, Mike, um carpinteiro e designer de jardins. Ambos confessam que, quando do nascimento das gêmeas, ficaram presos ao desespero. Na época, os especialistas não estavam de acordo sobre a viabilidade de uma intervenção para separar as irmãs. O risco era de que uma delas não sobrevivesse. "Como é que iríamos determinar quem deveria viver?"
O mundo as conhece desde 1997, quando foram apresentadas por Oprah Winfrey. Aos 8 anos elas foram capa da revista americana Life que abriu a matéria com o título "Um Corpo, Duas Almas". Vieram ao Brasil em 1998 e deram entrevista à extinta TV Manchete. Antes das irmãs norte-americanas, ficaram famosos, no século XIX, os siameses, Chang e Eng, que de atracão de circo tornaram-se prósperos agricultores. Eles casaram-se e mantinham residências separadas, tendo tido ao todo 21 filhos.

Girl With Two Heads - 100% Real

periferia do Cairo

A Incrível Cidade do Lixo

O Manshyiat Naser favela, na periferia do Cairo, é muitas vezes referida como "A Cidade do Lixo" por causa da grande quantidade de lixo enviado para lá de toda a capital do Egito.

Pode parecer montagem, mas esse lugar esxiste mesmo. Você vai encontrar ruas, casas e apartamentos cobertos com o lixo. 
Agora o porque disso?
Os habitantes de Manshyiat trazem o lixo para cidade por carro, caminhão ou qualquer outro meio necessário para utilizar o lixo como reciclagem ou para uso próprio, no caso de achar algum útil no lixo.
Cada rua e cada edifício em Manshyiat Naser é empilhado com montanhas de lixo, e você vai ver homens, mulheres e crianças escavando através deles, à procura de algo que possa vender. 
Embora possa parecer um sistema antiquado de manuseio de lixo, eles fazem um trabalho melhor de reciclagem do que em qualquer lugar no mundo. Cerca de 80% do lixo é reciclado e revendido, enquanto o restante serve de alimento para porcos que vagueiam pelas ruas da cidade, ou é queimado como combustível.
Isso tudo é muito estranho, viver dentro do lixo é uma maluquice, e as doenças provocadas pelo lixo?
É muito estranho, para não dizer bizarro, olhar uma realidade dessa.

9.26.2010

Griots - Os guardiões da palavra

Griots - Os guardiões da palavra

A tradição oral africana é a maior fonte para a reconstrução histórica das civilizações, por meio da coleta, transmissão e interpretação de informações que permitiram aos historiadores identificar as origens das diversas organizações sociais e políticas e dos movimentos migratórios, além dos relatos mitológicos, épicos e lendas africanas.
O principal grupo de expressão, responsável por transmitir a tradição oral de geração em geração, eram os “guardiões da palavra falada”, cujo conhecimento era obtido por revelação divina e devia ser transmitido com fidelidade, uma vez que a palavra tinha caráter sagrado. Outro tipo de “guardião da palavra” são os griots, trovadores, contadores de histórias, menestréis e animadores públicos, para os quais a exigência da verdade não era tão rígida, podendo fazer uso de linguagem mais livre. No entanto, mantinham um compromisso com a verdade, a fim de manter a coesão grupal e fixar mitologias familiares numa sociedade marcada por relações de hierarquia, autoridade, etiqueta, deferência e referência.
Conheça os povos que aqui chegaram

Para melhor explanar sobre a escravidão no ocidente, a professora Marina de Mello e Souza divide os séculos de comércio negreiro em três períodos (SOUZA, 2007, p. 32):

  • de 1440 a 1580 - Escravos vindos da Alta Guiné, região do rio Gâmbia, eram vendidos em vários partes da Áfricas, em Lisboa, nas ilhas atlânticas na costa africana e nas colônias da América.

  • de 1580 a 1690 – Enquanto ocorriam as guerras angolanas, a produção açucareira crescia no nordeste do Brasil, região de domínio espanhol. De 1640 a 1647, Espanha domina Luanda, capital angolana, e abastece os engenhos brasileiros com escravos de Luanda.

  • de 1690 a 1850 – Devido ao tráfico de escravos, as relações entre Angola e rio de Janeiro e Costa da Mina e Bahia encontram-se muito intensas, até os anos finais da escravidão.

A partir desta periodização, podemos compreender melhor a origem dos principais grupos africanos trazidos ao Brasil. É fato que os africanos embarcados nos navios negreiros vinham de diversas regiões da África. Os caçadores de escravos vinham dos interiores do continente africano em caravanas, arrebanhando pessoas de diferentes povoados. Estes cativos eram agrupados na costa, confinados em barracões, enquanto aguardavam pelo embarque. Ali, eram misturados povos falantes de várias línguas, provenientes de diferentes culturas, cujos nomes eram ignorados pelos caçadores. Era necessário adotar um nome que os identificasse, ainda que genericamente, que os mercadores pudessem utilizar para se referir à sua mercadoria. Assim, povos trazidos ao Brasil, dembos, ambundos, imbandas, quiocos, lubas, e lundas vindos de Luanda, ovimbundos vindos de Benguela, congos e tios vindos de Cabinda, ajudá e lagos vindos da Costa da Mina passaram a ser denominados conforme os portos em que eram embarcados: Angola, Congo, Benguela e Cabinda. Além desses, havia ainda os escravos vindos do Golfo da Guiné, conhecidos como “minas” e, posteriormente, os de Moçambique. Para os traficantes, a mistura de povos era favorável, ao passo que diminuía as possibilidades de os negros se amotinarem ou conspirarem. O negro, arrancado de sua terra e de sua parentela, chegava à nova terra e se via sozinho diante do desconhecido. Tendia, então, a agrupar-se aos negros de culturas parecidas com a sua.

Os povos africanos vindos da região que vai da área abaixo do Saara até, aproximadamente, a linha do Equador são conhecidos como sudaneses (hauçás e iorubás) e os povos vindos da região abaixo da linha do Equador são chamados povos bantos. A influência banta é mais antiga e disseminada no Brasil, ao passo que a iorubá é mais forte em Salvador. Quanto à religiosidade, as religiões de origem iorubá se mantiveram mais perto das raízes africanas e as culturas bantas eram um misto de culturas indígena, portuguesa e iorubá. 
Sobre o viver escravo no Brasil


Não demorava muito para que o negro trazido ao Brasil e submetido à crueldade que caracterizou o sistema escravista vigente percebesse que havia mecanismos para “amenizar” as agruras de sua vida escrava. Manter uma relação de obediência ao seu senhor, defendendo-o, aprendendo a agradá-lo, sendo fiéis e adquirindo sua confiança era o principal deles. Estreitar o relacionamento com o senhorio só era possível após um primeiro passo, que era aprender a língua do colonizador. Da mesma forma, manter o relacionamento com outros escravos também possibilitava o trânsito livre entre ambos os universos.

        A língua portuguesa servia tanto para a comunicação entre senhores e escravos como para a comunicação entre escravos de diferentes línguas. Ao escravo que aprendia a língua portuguesa era dado o nome de ladino, sendo este o escravo que obtinha maior vantagem por poder relacionar-se tanto com os escravos como com os senhores, o que deu origem à menção irônica feita atualmente ao referir-se a alguém cujo hábito seja o de muito falar, o de fazer fofocas ou ainda de “levar e trazer” informações com intuito mexeriqueiro. Àqueles que chegavam ao Brasil e que ainda não tinham aprendido a língua portuguesa era dado o nome de boçal.


* Categorias de escravos

        É sabido que a escravidão existe no mundo desde muito tempo, muito antes da chegada do europeu ao continente africano. Carlos Moore, doutor em etnologia e ciências humanas, exemplifica os tipos existentes na sociedade Wolof, que se organizam de maneira hierárquica, como uma amostra que representa genericamente os sistemas de escravatura existentes nas demais sociedades africanas, conforme segue (MOORE, 2007, p. 229):

- escravo militar: categoria de alta posição social entre os escravos, pois pertencia ao estado e não a um indivíduo. Possuem grandes privilégios e direitos, poder de influência sobre a nobreza, mantém o monopólio das armas. São considerados uma aristocracia escrava. Não são passíveis de venda.

- escravo serviçal: exerce função doméstica, estando intimamente ligado à família, da qual passam mesmo a fazer parte, não sendo passíveis de venda.

- escravo produtor: agricultor pastor ou artesão, que trabalha junto de seu amo, segundo a tarefa que este desempenha.

- escravo-mercadoria: sem direito algum, maltratados, sem nome, sem lar ou afiliação de família, estavam permanentemente sujeitos à venda. Foi desta categoria que surgiram os primeiros contingentes que abasteceram os mercados negreiros árabes e, posteriormente, europeus. Tornava-se escravo mercadoria o indivíduo que cometesse homicídios, latrocínios, estupros, furtos, estelionato e bruxaria. Além de ter sua força de trabalho brutalmente explorada, o escravo-mercadoria correspondia à dinheiro vivo, servindo para pagamento de dívidas pessoais e do estado, entre outras relações comerciais.

Desta última categoria, a de escravo-mercadoria, é que vieram, inicialmente, os escravos trazidos ao Brasil, antes que tivesse início a caçada por homens negros livres nos interiores do continente africano. Aqui, o sistema escravocrata consolidou três tipos de escravos: 1) escravos de lavoura, que trabalhavam no plantio e nos engenhos de cana-de-açúcar, além de outros tipos de cultura; 2) escravos domésticos, que cuidavam das tarefas do lar, das crianças brancas e da cozinha, estando ligados à família do senhor; e 3) escravos de ganho, que trabalhavam vendendo artigos variados ou exercendo pequenos ofícios. Este último tipo desfrutava da confiança de seu senhor, pois era trabalho realizado nos centros urbanos e muitos senhores alugavam cômodos na cidade para que o escravo de ganho pudesse morar e manter o trabalho. Eram remunerados e o ganho era repassado ao senhor. Muitos acabavam recebendo uma parcela pífia do que ganhavam, dinheiro que juntavam por quase toda a vida a fim de comprar sua alforria.
Quanto aos tipos de escravos, havia ainda outras diferenciações. Uns eram legitimamente africanos, outros, crioulos (filhos de africanos ou de crioulos, nascidos na condição de escravo). As relações entre africanos e crioulos eram, geralmente, conflituosas, o que fomentou a noção racial relacionada à escravatura.


Navegações portuguesas dos séculos XV e XVI

Navegações portuguesas dos séculos XV e XVI


Vamos refazer a rota dos navegadores europeus, aportando nas principais datas desta linha do tempo:
- 1415: Navegadores portugueses chegam a Ceuta (Marrocos)

- 1434: Fim da lenda do Mar Tenebroso. Portugueses atravessam o Cabo Bojador, na região do Saara Ocidental. O Saara ocidental é um país de jure, isto é, existe apenas no papel. Ex-colônia espanhola, o país foi abandonado sem estrutura e, atualmente, é disputado por Marrocos e Mauritânia.

             O desaparecimento de diversos navios que tentaram passar pelo Cabo Bojador deu origem à lenda do Mar Tenebroso. Os navegadores acreditavam que além do Bojador habitavam dragões e monstros que devoravam navios e marinheiros que se aventurassem a atravessá-lo.
  
Mar Portuguez

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
 (In Fernando Pessoa, Mensagem)

 - 1444: Navegadores europeus chegam a Guiné e descobrem que escravos são uma lucrativa fonte de renda.

- 1460: Portugueses chegam às primeiras ilhas do arquipélago de Cabo Verde, a 450Km da costa africana.

- 1462: Descobertas as demais ilhas de Cabo Verde.

- 1471: Navegadores chegam a S. Tomé e Príncipe.

- 1487: Portugueses finalmente cruzam o Cabo das Tormentas, que passa a se chamar cabo da Boa Esperança, no extremo sul do continente africano, chegando ao oriente.
http://www.suapesquisa.com/mapas/mp-africa.jpg

Palavras africanas no vocabulário brasileiro

Palavras africanas no vocabulário brasileiro
Entre os diversos estudos linguísticos que buscam apontar e classificar as influências das línguas africanas na língua portuguesa do Brasil, destacam-se os trabalhos da professora Yêda Pessoa de Castro , por tratar-se do mais completo levantamento de dados para análise. Conheça alguns pontos destacados por ela:

1. Aportes lexicais p.d., palavras africanas que foram apropriadas pela língua portuguesa em diversas áreas culturais, conservando a forma e o significado originais:

a) Simples: samba, xingar, muamba, tanga, sunga, jiló, maxixe, candomblé, umbanda, berimbau, maracutaia, forró, capanga, banguela, mangar, cachaça, cachimbo, fubá, gogó, agogô, mocotó, cuíca.

b) Compostos: lenga-lenga, Ganga Zumba, Axé Opo Afonjá.


2. Aportes por decalque, palavras do português que tomaram um sentido especial:

a) por tradução direta de uma palavra africana, mãe-de-santo (ialorixá), dois-dois (ibêji), despacho (ebó), terreiro (casa de candomblé);

b) em substituição a uma palavra africana considerada como tabu, a exemplo de “O Velho”, por Omulu, e “flor do Velho”, por pipoca.


3. Aportes híbridos, palavras compostas de um elemento africano e um ou mais elementos do português: bunda-mole, espada-de-ogum, limo-da-costa, pó-de-pemba, Cemitério da Cacuia, cafundó de Judas.
Nessa categoria estão os derivados nominais em português, a exemplo de molecote, molecagem, xodozento, cachimbada, cachimbada, forrozeiro, sambista, encafifado, capangada, caçulinha, dengoso, bagunceiro.
(in A influência das línguas africanas no português brasileiro - Yêda Pessoa de Castro

Papua

Papua Ocidental constitui a metade ocidental da grande ilha conhecida como Nova Guiné. Administrativamente parte da Indonésia , Papua Ocidental é oficialmente conhecida como Irian Jaya. Para experimentar Papua Ocidental é embarcar em uma viagem em um dos mais profundos mistérios da humanidade. Esta distante e pouco conhecido ilha fica como um enrolado bebê no colo da Mãe Natureza. Papua Ocidental é o lar da maioria das culturas etnologicamente primitivas na Terra. Não inferior a 25% das línguas do mundo são faladas aqui e, obviamente, você vai encontrar uma exposição vasta de tribos e costumes tribais. Estas são pessoas muito pouco afetado pelas injunções do mundo moderno como o conhecemos , uma raça adaptada à vida diária exclusivamente através de seus elementos básicos de sobrevivência.

A terra dos papuas abriga uma flora extremamente diversificada, rica e única e fauna. Não inferior a 85% da ilha é coberta pela floresta tropical , muito se primária e intocada pelo homem . Outros ecossistemas existentes incluem manguezal fumegante e direito de cerrado através de alpino planalto , com montanhas cobertas de neve. Wildlife abunda e inclui algumas das criaturas mais interessantes conhecido pelo homem. Isto também é verdade com a beleza mágica do mundo costeiras da Papuásia Ocidental submarino, que abriga cerca de recifes de verdadeiramente surpreendente coral .
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Muitas partes da Papuásia Ocidental continuam a ser pouco explorado pela olhando , curiosos olhos ocidentais e mentes. ele só foi cerca de 60 anos desde que o mundo exterior caiu sobre as tribos que habitam o Vale do Baliem na Papua Ocidental . As tribos Korowai só foram descobertos há 25 anos e outras áreas permanecem completamente inexploradas.

Geografia
A cordilheira central Leste-Oeste domina a geografia da Nova Guiné , mais de 1600 km de comprimento total. O trecho oeste é de cerca de 600 km de comprimento e 100 km de diâmetro. Montanhas íngremes 3000-4000 m, e até 5000 m de altura ao longo da faixa de garantir um abastecimento estável de chuva a partir da atmosfera tropical. A linha da árvore é de cerca de 4000 m de altitude e os picos mais altos são o ano de neve . Ambas as regiões norte e oeste dos intervalos central da terra continua sendo montanhoso na sua maioria 1000-2000 m de altura, coberta por floresta espessa e um clima quente e úmido o ano. O recurso de habitat terceira maior é a planícies do sudeste , com pântanos extensos que se estendem por centenas de quilômetros. Mamberamo Rio vezes referido Amazônia " de Papua " é o maior rio da província, que atravessa a parte norte da província. uma grande área de lagos e rios conhecida como da região Planícies Lagos. O famoso Baliem Valley, casa do povo Dani é um planalto de 1600 m acima do nível do mar no meio da cordilheira central; Jaya Pico , também conhecido pelo seu antigo nome holandês Carstensz Pirâmide, é uma neblina pico da montanha coberta de calcário 5.030 m acima do do nível do mar .

Ecologia
Uma floresta vital tropical, com as mais altas árvores tropicais e vasta biodiversidade, fauna conhecida Papua floresta inclui os marsupiais (incluindo gambás, cangurus , árvore- cangurus, cuscuses ), outros mamíferos (incluindo os Echidna ameaçadas Long-bico ), muitas espécies de aves ( incluindo aves do paraíso, emas , papagaios, cacatuas ) , o maior lagarto do mundo (monitor Papua ) e maior do mundo das borboletas. A ilha tem cerca de 16.000 espécies de plantas , 124 gêneros , dos quais são endêmicas.

Os cursos de água extensas e zonas húmidas da Papua- se também a casa de sal e de água doce do crocodilo , monitor de árvores , voando raposas, águias pesqueiras , morcegos e outros animais, enquanto os campos geleira equatorial permanecem largamente inexplorados.

Em fevereiro de 2006 , uma equipe de cientistas a explorar a Foja Montanhas , Sarmi , descobriu numerosas novas espécies de pássaros, borboletas , anfíbios e plantas, incluindo espécies de rododendros , que pode ter a maior flor do gênero. Ameaças ecológicas incluir o registro de desmatamento induzido , a conversão de floresta para a agricultura de plantio ( principalmente de óleo de palma ), a conversão de pequenos agrícola, a introdução e propagação potenciais de não-nativas de espécies exóticas , como o macaco caranguejo -comer , que ataca e compete com indígenas espécies , o comércio de espécies ilegal , poluição da água e das operações de petróleo e mineração

Ilha das Flores - Indonésia

Flores é uma ilha exótica menos explorado . O destino tem um forte toque étnico e configurações natureza é linda. Existem Vulcões , lagos coloridos e ilhotas belas ao largo da costa com praias de areias brancas , jardim de coral e mangues verdejante em um ecossistema saudável costeiras.

Apesar do contato precoce com a Western Civilization ( século 16 ) os habitantes indígenas Flores suportar para manter seus valores genuínos , acredita que as regras do sistema e Adat , até ao momento . Aldeias tradicionais com arquitetura típica estão espalhados por toda a ilha. Cada área tem suas próprias casas tradicionais, como Lango Belém, no Flores leste , Ria São na área ao redor dos lagos Kelimutu coloridas e São em Bajawa área.

O povo de Flores são simpáticos e ansiosa para começar uma conversa com os estrangeiros. Talvez influenciado pelo seu contexto cultural , que é aceitar a diferença entre os seres humanos . É o fato de que vários grupos étnicos , que são diferentes do padrão cultural , a aparência física e também a língua falada, habitam a ilha.

O trabalho da civilização local é bem traçadas no cangas e cobertores, que são produzidos manualmente , tanto em técnicas de Ikat e Songket . Padrão e motivos de cangas estão refletindo a filosofia eo gosto da arte. É fácil encontrar Flores típicas mão-tecidos têxteis , tanto nas aldeias e mercados semanais . Um dos coloridos mercados semanais na ilha é Geliting - Maumere , que é realizada na manhã de sexta-feira. É um dos mercados poucos semanais que o sistema de troca é ainda ter lugar até ao presente momento.

O traço de civilização é também existem na agricultura. Lingko é um dos marcos muito típico Flores. É uma sintética esfera consiste em campo seco ou arroz. O terreno é dividido de tal maneira que, se um ficar em um morro e olhar para baixo para os campos de arroz , um vai ver uma pizza gigante ou torta de campos padronizados. Os diques de Lingko estão todos separados de um único ponto no centro do campo. Cada seção do campo é pertence ao clã. E isso fez a cor do arroz seções campo diferem de um para o outro, porque não começar a plantar arroz no momento mesmo.

Ilha das Flores , 6627 sq mi ( 17.164 km ²), e Indonésia , uma das Sunda Lesser Islands. Flores é densamente arborizada , robusto e de montanha , subindo para 7.872 pés ( 2.399 m). Os habitantes são predominantemente cristãos , principalmente católicos romanos , e aqueles do oeste são principalmente Malaios, e os do leste são papuas . Milho e coco são cultivadas. Ende (1990 pop. 48966 ) é a principal cidade e porto. O Mar das Flores é o norte da ilha e S de Sulawesi .
pré-históricos da ilha foram os seres humanos de pequenas proporções que alguns cientistas consideram uma espécie distinta humanos, que classificavam como Homo floresiensis , em 2004 , a pessoas que viviam na ilha das Flores como recentemente, 13 mil anos atrás. Outros cientistas, no entanto, acreditam que os restos antigos que foram encontrados na ilha das Flores são as de micro cefálica seres humanos modernos que também sofria de nanismo. Muito mais tarde, sob o governo dos príncipes de Sulawesi, Flores veio sob a influência holandesa c.1618 . O holandês ganhou gradualmente o controle da ilha , apesar de Portugal realizou no extremo leste até 1851 e os nativos não foram completamente subjugado até 1907.

A ilha é acessível por vôos regulares a partir de Bali. Há voos diários de / para Bali para Maumere na parte oriental da ilha e de / para Labuanbajo no ponto mais ocidental da ilha
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Cerimónia in Toraja

Rambu Soloq ( Rites of The Dead de Tana Toraja )

Sociedade Na Toraja , o ritual funerário e o Evento e Mais Elaborado caro . O Mais Rico e Poderoso o Indivíduo , Mais caro e funeral o . Na Religião Aluk , apenas OS dez Nobres O Direito de Ter UMA festa A morte extensiva . A festa da Morte de hum nobre e normalmente acompanhada Por milhares Vários e Dias dura. Um Sítio cerimonial chamado Rante geralmente e Preparado in hum Campo Grande Gramado Onde OS n. abrigos como construídas Audiencias São . Músicas Flauta , fúnebres cantos , poemas Canções e, chorando e e lamentando São Expressões Tradicionais Toraja de luto , com como excepções dos funerais Jovens de Crianças e Pobres Adultos de Baixo status.

A realizada e cerimónia , muitas Semanas Vezes , Meses Anos OU epidêmico A morte , Para quê uma familia fazer falecido PoDE Levantar OS Recursos significativos Necessários cobrir Pará como despesas de funeral. Torajans tradicionalmente acreditam Que A morte nao e Um subito Evento e abrupto , MAS Processo UM in gradual Direção um Puya (a Almas terra das , OU Pós -vida ). Elementos in e baseado UMA forte Crença de Que uma alma do falecido Viaja par uma terra do sul e Nesta eternidade da terra , elemento vai precisar de Todos os Requisitos cotidiana Vida da sem Futuro Tal Como quando elemento estava vivo Neste Mundo.
Durante o Período Espera de , o Corpo do morto e envolto in varias camadas de pano inTongkonan mantido e . A alma do defunto e Pensado parágrafo Permanecer in Vila da Torno comeu uma fúnebre cerimónia para Concluido , epidêmico o qua COMECA uma SUA jornada parágrafo Puya.In Toraja UMA Pessoa nao e considerada morta comeu Que ESTA ÚLTIMA cerimónia eA Alma e liberada parágrafo OS CEUs. E Essa festa Que e Tão absorvente .

Outro Componente fazer e ritual o abate de búfalos . A mais Poderosa uma Morreu Que Pessoa , OS búfalos São Mais com abatidos uma Morte da festa. carcaças de Buffalo, Incluindo como Cabeças SUAS, geralmente São hum in alinhados campo À Espera de Seu dono , o ESTA Que não " Estágio do Sono ". Torajans CRER Que o falecido vai precisar fazer Fazer parágrafo búfalo um Viagem e Que Sera Mais Rápido parágrafo Chegar um Puya si muitos enguias búfalos dez . O abate de búfalos dezenas de e centenas de Porcos Usando hum facão e o clímax da festa elaborados de Morte, dança com e música e Os Rapazes Que pegam Sangue Tubos jorrando in de Longa bambu. Alguns dos animais abatidos São Dadas Pelos Clientes Como " Presentes "Que São cuidadosamente anotadas , POIs consideradas Serao como dívidas do epidêmico falecido family.Animal sacrifícios São Feitos par garantir a Vida Eterna um Morte e par salvaguardar OS SEUS descendentes .

Hum hum e funeral acontecimento Festivo para Todos OS Sociedade da MEMBROS . Quando o funeral e Realizado Por Famílias Nobres DEPOIS da cerimónia geralmente Fanfarra grande envolvem . Os búfalos sejam Porcos e sacrificados Como UMA Indicação de status e , Como Reembolso parágrafo OS Presentes recebidos .

O Torajans Nobres Que acreditam devem serviços enterrados Entre o Terra EA Céu - Túmulos o Dai Seu espetacular . Nenhum alto das falésias calcárias Sepulcros São definidas , esculpidos nd Rocha Sólida , e guardada Por efígies Humana denominada tau tau vendo parágrafo o Vazio Sobre OS campos de arroz .

Caixão O podem serviços in colocadas UMA caverna números OU TÚMULO de pedra esculpida , precipício UM OU pendurado em. Elementos CONTÉM de Todos os Bens Que o falecido vai precisar nd outra Vida. Os Ricos São normalmente enterrado in UM TÚMULO de pedra esculpida de rochoso Penhasco um. O TÚMULO e caro geralmente e lev alguns Meses parágrafo serviços Concluido . ALGUMAS Em áreas , Uma gruta de pedra PoDE encontrada serviços , Que e grande o Suficiente parágrafo acomodar UMA Família Inteira . O Caixão de da UM Criança OU Bebê PoDE Cordas serviços pendurada in de OU UM Penhasco de UMA Árvore . This grave pendurado geralmente Anos Por dura, comeu uma podridão Cordas EO Caixão cai no Chão .

Enquanto cerimónias fúnebres Durante TODO O ANO, O Melhor Momento parágrafo Vê - los e nsa Meses secos de Agosto e Setembro . ALGUMAS das Grandes cerimônias São Tão Grandes Que Mais de 100 búfalos Mortos São . Embora POSSA O PARECER n º SO Visitantes UMA abundancia de búfalos São sacrificados , alguns Torajans COMEM OS carne Todos Dias, e Os festejos de São UMA chances das Raras de aproveitar Oportunidade uma .

O Sacrifício Buffalo

É interessante refletir sobre o significado dos funerais na sociedade tradicional. De muitas maneiras, talvez na maioria dos aspectos, as pessoas da sociedade tradicional parecem mais perto te processos de vida e morte do que aqueles de seus parentes modernos. Assim, enquanto eles tratam do nascimento com alegria incontida, que não têm medo de enfrentar a morte, também. Na visão do mundo de Torajans, a morte não é considerada como o oposto da vida. Pelo contrário, o nascimento ea morte são consideradas como principais pedras de milha dentro da vida de uma pessoa. Entre o povo de Tana Toraja, essa visão de mundo constitui a base da tradição Todolo Alluk. É esta tradição que é a inspiração para o longa, alegres celebrações fúnebres característica dessas pessoas.

Um funeral aqui não é uma ocasião de tristeza. Pelo contrário, é uma celebração em que toda a família do falecido, e todos os membros de sua aldeia, participe. especificamente, um funeral reforça o vínculo eterno entre os vivos e os mortos de uma mesma família. Na sociedade de Tana Toraja, é o funeral, e não o casamento, que marca o status de uma família. Em Tana Toraja, a cerimónia fúnebre é conhecido como Rambu Soloq. A parte mais importante desta cerimônia envolve o sacrifício dos búfalos. Estes animais morrem de forma a acompanhar o espírito de seu mestre em sua jornada para a terra dos mortos. Antes de serem sacrificados de acordo com um procedimento estritamente definida, na qual o pescoço do boi é cortado com uma lâmina afiada e permitiu que o animal sangrar até a morte, os animais participam em ensaios de resistência conhecido como tedong silaga. Este procedimento é conhecido como tinggoro.

Enquanto o sacrifício dos búfalos outros também é aceitável, afirma a crença tradicional Torajan que as ofertas de búfalo albino com um certo tipo de pele manchada (Bonga tedong) são preferíveis. Buffalo com estas características em suas marcações esconder são raros, constituindo uma mera oito por cento da população total. Portanto, não é de estranhar que estes animais podem comandar um preço entre 15-30 milhões de rupias, dependendo da percepção da beleza do animal. Tentativas de criar esses animais tiveram um sucesso muito limitado. Mesmo se ambos os pais têm as marcas desejadas, não há garantia de que a descendência será igualmente abençoado. Uma tentativa em Bandung, West Java, criar búfalos, que consistente dar à luz a estes animais falharam completamente.

A raridade dos animais é agravada pelo crescente número de Torajans ricos, os quais desejo funerais de prestígio envolvendo esses animais. Ele não é de forma incomum para mais de 300 animais, um bom número deles estão manchadas de búfalo albino a ser sacrificada em uma cerimônia única. Considerando que a cerimônia de uma pessoa de alto status ricos ou muitas vezes tem a duração de oito dias e envolve mais de 15.000 pessoas, os quais têm de ser alimentados, este número é quase fúnebre surprising.The é utilizado pelos povos de Toraja para estabelecer o estatuto do falecido. No sistema de crenças Torajan, as pessoas levam suas vidas em preparação para a morte.

Durante suas vidas, as pessoas trabalham duro para acumular riqueza. Quando eles morrem, eles levam essa riqueza com eles além de suas grave.All membros da família falecido devem contribuir para as despesas das cerimónias caro. Muitas pessoas vão profundamente no endividamento, a fim de realizar uma cerimônia fúnebre. Não é incomum para um jovem, com medo de ser onerada por dívidas, adiar ou cancelar o casamento se a avó ou avô da garota que ele ama é velho o suficiente para morrer em breve.

Para fazer um morto andar

Em tempos passados, quando as aldeias de Tana Toraja ainda eram extremamente isolado e de difícil visita, é dito que algumas pessoas tinham o poder de tornar um homem morto a pé até sua aldeia, a fim de estar presente no seu próprio funeral. Desta forma, os parentes do falecido foram poupados a necessidade de ter que carregar o cadáver. Uma área particular, Mamasa? West Toraja, foi particularmente bem-conhecido por esta prática. O povo desta região não são estritamente falando do mesmo grupo étnico como o povo de Tana Toraja. No entanto, estranhos freqüentemente se referem a eles como Toraja Mamasa. De muitas maneiras, as culturas dos dois grupos são semelhantes, embora cada um tenha suas próprias características distingushing. Em particular, o estilo de escultura em madeira dos dois grupos é diferente.

De acordo com o sistema de crenças do povo de Mamasa, o espírito de uma pessoa morta deve retornar à sua aldeia de origem. É essencial que ele se reunir com seus parentes, para que possam orientá-lo em sua jornada na vida após a morte, após as cerimônias foram concluídos. No passado, as pessoas dessa área estavam assustados que viajar para longe, no caso eles morreram quando estavam ausentes e foram incapazes de regressar à sua aldeia. Se alguém morreu durante uma viagem, e se ele tem um forte poder mágico, seria necessário para contratar os serviços de um perito, para orientar a pessoa morta de volta à aldeia.

Isto não se destina pessoa metaforicamente, os mortos seriam feitos para andar de onde ele tinha viajado de volta para casa, não importa o quão longe que era. O cadáver seria andar rígido, sem qualquer expressão no rosto, na forma de um robô. Se alguém abordou o homem morto diretamente, ele iria cair sem sentido, incapaz de continuar sua viagem. Portanto, aqueles que acompanham o falecido em procissão macabra tinha que avisar as pessoas que se encontraram em seu caminho para não falar diretamente com o homem morto. Os atendentes geralmente procurado caminhos tranquilo, onde a procissão era menos provável que se encontre com estranhos. Estes dias, a prática da caminhada os mortos de volta ao seu lugar de origem caiu fora da moeda.

Boas estradas agora ligar as aldeias de Tana Toraja, e as pessoas tendem a confiar em meios mais convencionais de transporte para levar corpos de volta para casa. A capacidade de trazer os mortos de volta à vida não tem sido completamente esquecido, no entanto. Às vezes, mesmo agora, o falecido é feita para continuar respirando e parece vivo até que todos os seus parentes estão reunidos em torno him.More comumente, a habilidade é praticada em animais. Em uma cerimônia fúnebre, quando um búfalo foi sacrificado e sua cabeça separada de seu corpo, o corpo é feito para se levantar e caminhar pelo tempo de dez minutos. Uma demonstração desse tipo provar ao público que a capacidade de trazer os mortos de volta à vida não passou inteiramente da comunidade.

Galo de briga

Como parte da cerimônia fúnebre, a torre foi construída em whch para colocar o corpo do parente morto. Essa estrutura é referida como uma lakkian, e é colocado na posição de honra diante de uma arena aberta. Muitos dos ritos associados com a cerimónia ter lugar nesta arena. Os ritos incluídas dependem do status econômico e social do falecido. Naturalmente, quanto maior o status da pessoa morta, o mais elaborado o funeral será.

No entanto, uma briga de galos, conhecido como londong bulangan, é parte integrante da cerimônia. Tal como acontece com o sacrifício dos búfalos e suínos, a briga de galos é considerada sagrada, pois envolve o derramamento de sangue sobre a terra. Em particular, a tradição exige o sacrifício de pelo menos três galinhas.

No entanto, é comum que pelo menos 25 pares de frangos de ser colocados uns contra os outros no contexto da cerimônia. Normalmente, o 'rounds' são realizadas fora do campo cerimonial, para o prazer da participants.In neste dia e idade, a cerimônia sagrada degenerou em uma desculpa para o jogo. Cada vez menos entre o público conta a briga de galos como um evento religioso, e mais participar do jogo que inevitavelmente o acompanha. Estes dias, com o advento das telecomunicações, não é incomum que as pessoas a apostar em brigas de galos, por telefone.

Como uma cerimônia atinge seu clímax, as estradas que levam até mesmo pequenos vilarejos podem tornar-se cheia de veículos trazendo jogadores para a adição site.In a brigas de galos e as provas de força entre os búfalos, a cerimônia envolve também uma dança de luto conhecido como ma "Badong, na qual os membros da família do falecido e de mãos dadas formar um grande círculo. A dança é acompanhada pela recitação de poesia que descreve a viagem da humanidade desde o ventre materno, através de nascimento, vida e, finalmente, death.Oddly, o fato de que um grande número do povo de Tana Toraja abraçaram o cristianismo não os impediu de exploração ou participar nestas cerimónias.

Tipo de Graves de Torajans

Quando uma pessoa morre, o corpo não é diretamente enterrado, mas preservados através da utilização de formol (no passado, as pessoas usavam certas folhas). Depois disso, o cadáver é colocado na parte superior da casa. A pessoa morta é considerado como tendo dor de cabeça, e as pessoas continuam a dar-lhe gratuitamente comida e bebida. A pessoa morta é mantida em sua casa até 2-5 anos, depende quando é a sua família capaz de transportar em uma cerimônia fúnebre para ele / her.There vários tipos de sepulturas:

Lemo tipo Grave
A família pede "para Pande batu" (escultura de especialistas) para fazer um buraco (cerca de 3 m de comprimento e 1 m de altura) na parede de pedra. O cadáver é envolvido com sarung (pano tradicional) e colocar dentro de um caixão, em seguida, o caixão é colocado dentro do buraco. Nobres de Toraja sempre fazer "tau-tau" (uma estátua semelhante à humana) para pessoas mortas. Tau-tau é feito semelhante à da pessoa morta, incluindo o corpo, aparência, roupas e colar. Para fazer uma estátua, as pessoas têm para manter contato com "a Minah" (goleiro tradição, uma pessoa respeitada como um idoso). Além disso, eles também têm que verificar a data (tempo). Tao-tao para um homem usa calças, e um para uma mulher veste uma saia longa. Uma pessoa que é hábil em fazer Tao Tao é chamado "a Pande tao-tao". Tau-tau ainda é uma crença animismo. As pessoas comuns não fazem tau-tau, e após 2 - dias o cadáver é colocado em um caixão chamado "tongkonan". Um único furo de Batu grave Lemo pode ser colocado 3-5 cadáveres porque o tamanho de cadáveres preservados pode encolher até ½ m. Se o buraco já está cheio, então as pessoas precisam fazer um novo furo que estão perto do buraco anterior.

Grave Erong, Marante
O falecido é colocado em um caixão enorme que pode conter 2-5 cadáveres. Depois disso, o caixão é colocado dentro de uma caverna. Em Marante lá podem ser encontrados vários crânios e ossos humanos.

Grave Patane
É uma sepultura cristã moderna do Torajan. A forma da sepultura é uma casa, e é dito como a segunda casa depois que uma pessoa morre. A casa pode conter 20-25 cadáveres. Os corpos são colocados em seus caixões. O túmulo é também chamado de "marambu Banua tang" (casa que já não tem fumaça). Um grave é de uma família.


Ma? Ne? Ne? (A Cerimônia de Cadáveres de limpeza)
Uma vez por ano, ou uma vez a cada 5 ou 10 anos as pessoas Torajan exercer uma cerimônia especial para mudar as roupas e caixões dos cadáveres. O dia de limpeza é um dia especial acordado por parte dos detentores da tradição. Pessoas clã dos cadáveres, mudar suas roupas e os caixões, danificadas, eo bnes dispersos são recolhidos. As roupas usadas pelos tau-tau (estátuas) também são alteradas.
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