7.30.2010

Chaplin - O ultimo discurso de O grande ditador

Chaplin - O ultimo discurso de O grande ditador

http://www.youtube.com/watch?v=FPzgq8sNbMI

O Último Discurso, Charles Chaplin, "O Grande Ditador"

“O Grande Ditador”

Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio... negros... brancos.

Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. 
A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!

Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou grupo de homens, ms dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de faze-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!

Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!

7.28.2010

A única filmagem existente do grande Cardini

A única filmagem existente do grande Cardini

Richard Valentine Pitchford, melhor conhecido como o Grande Cardini, é um dos mais lendários pioneiros do ilusionismo; seus truques, fruto de uma laboriosa rotina de 10 horas de treinamento diário durante mais de 30 anos, assombravam inclusive ao público mais atento e experimentado.

Uma das particularidades de Cardini, que muitos tentariam simular infrutiferamente depois de seu falecimento, foi sua capacidade para realizar todo tipo de truques com cartas e outros objetos utilizando grossas luvas, algo que, como sabemos, implica perder a sensibilidade táctil.

[youtube=
http://www.youtube.com/watch?v=uZ0cnTjgcAE&feature=player_embedded]

http://utilidadespublicas.wordpress.com/2010/07/27/a-unica-filmagem-existente-do-grande-cardini/

7.27.2010

Maldição de Tecumseh

A Maldição de Tecumseh, maldição de Tippecanoe ou maldição dos 20 anos, é um termo com que se refere um padrão de acordo com o qual, entre os anos de 1840 e 1960, os presidentes dos Estados Unidos da América que tivessem vencido as eleições num ano terminado em zero (por exemplo 1840, 1860, 1880, etc.) morreriam durante o exercício do cargo.

É provável que esta maldição derive de um episódio sucedido cerca de 1811, depois da batalha de Tippecanoe que teve lugar entre as forças norte-americanas sob o comando do posteriormente candidato presidencial, William H. Harrison e os índios Shawnee, tribo ameríndia liderada por Tecumseh e seu irmão Tenskwatawa, conhecido pelo apelativo de "o Profeta". Supostamente Tenskwatawa lançou uma maldição contra Harrison e todos os futuros ocupantes da Casa Branca. Alegadamente, em 1836, enquanto Tenskwatawa posava para um retrato e os presentes discutiam o possível resultado das eleições, aquele terá lançado a sua profecia:

“Harrison não ganhará este ano o posto de Grande Chefe. Mas ganhará da próxima vez. E quando o fizer não terminará o seu mandato. Morrerá durante o exercício.”

Quando um dos presentes objetou que nenhum dos presidentes dos E.U.A. morrera durante o cargo continuou o Profeta:

“Digo-vos que Harrison morrerá e quando ele morrer vós recordareis a morte do meu irmão Tecumseh. Vós credes que perdi os meus poderes, eu que faço que o Sol escureça e os peles-vermelhas deixem a aguardente. Digo-vos que ele morrerá e depois dele, todo o Grande Chefe escolhido a cada 20 anos daí em diante, e quando um morrer, todos recordarão a morte de nosso povo.”
Exceção

A eleição de Ronald Reagan em 1980 não foi seguida pela sua morte, dado que Reagan sobreviveu aos oito anos dos dois mandatos. Aos poucos meses da presidência sobreviveu a uma tentativa de assassinato.

Tal como os presidentes que morreram no cargo, Reagan foi sucedido no cargo pelo seu vice-presidente George Bush, o primeiro vice-presidente titular em 152 anos a assumir a Presidência por um motivo distinto da morte ou renúncia do presidente.

Cabe notar que Nancy Reagan, esposa de Reagan, recorreu em várias ocasiões à ajuda de astrólogos, pelo que corre o rumor entre os crédulos de que mediante este tipo de ajudas a maldição foi desfeita.
Presidentes incluídos na linha da suposta maldição

William Henry Harrison



Eleito: 1840

Primeiro Mandato

Causa da morte: Pneumonia

Ano da morte: 1841
Abraham Lincoln



Eleito: 1860

Segundo Mandato

Causa da morte: Assassinato

Ano da morte: 1865

James Garfield



Eleito: 1880

Primeiro Mandato

Causa da morte: Assassinato

Ano da morte: 1881

William McKinley


Eleito: 1900

Segundo Mandato

Causa da morte: Assassinato

Ano da morte: 1901
Warren Harding



Eleito: 1920

Primeiro Mandato

Causa da morte: Não esclarecido: Ataque cardíaco, derrame ou envenenamento

Ano da morte: 1923

Franklin Roosevelt



Eleito: 1940

Quarto Mandato

Causa da morte: Hemorragia cerebral

Ano da morte: 1945

John Kennedy



Eleito: 1960

Primeiro Mandato

Causa da morte: Assassinato

Ano da morte: 1963

Ronald Reagan



Eleito: 1980

Fora do cargo

Causa da morte: Causa natural (pneumonia). A 30 de Março de 1981 sofre uma tentativa falhada de assassinato, e foi o único Presidente dos Estados Unidos atingido por uma bala no exercício do cargo a sobreviver

Ano da morte: 2004

George W. Bush



Eleito: 2000

Primeiro Mandato

Tentativa de assassinato - não sofreu ferimentos

Vivo
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7.26.2010

Curitiba

Um passeio pelos 311 anos de Curitiba
A presença portuguesa no sul do Brasil intensificou-se a partir da metade do século XVII, que representa, na história da colonização portuguesa, um período de vazio institucional. Após o fim do período filipino, iniciara-se um processo de penetração partindo da capitania de S. Vicente em direção ao sul. Nascem, então, as vilas litorâneas de Paranaguá, São Francisco e Laguna. No planalto curitibano, formam-se arraiais de mineradores, como os do Arraial Queimado, da Borda do Campo e o Arraial Grande. Alguns remanescentes de bandeiras de apresamento de índios fixaram-se nas regiões do Barigui, Botiatuva, Campo Magro, Passaúna e Uberaba. Foram esses mineradores e membros das bandeiras que formaram a população do povoado de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, quando por volta de 1654 mudam-se do Atuba para junto do Rio Ivo, tendo como ponto central a atual praça Tiradentes, ao redor da qual erguem uma capela e suas casas.
            A descoberta de ouro na região desperta o interesse tanto da coroa como dos herdeiros dos donatários da antiga capitania de Santo Amaro, o conde da Ilha do Príncipe e o marquês de Cascais, que passam a disputar essas terras. O segundo cria a capitania de Paranaguá, de efêmera duração. A lacuna de poder é ocupada pela figura ambígua de Gabriel de Lara, que atuou tanto como representante do conde da Ilha do Príncipe, como governador em nome do marquês de Cascais ou como agente da coroa portuguesa.
            Em 1668, ocorre uma tentativa de tomada de posse da povoação por Gabriel de Lara, em nome do marquês de Cascais. No ano seguinte, Lara erigiu um pelourinho, símbolo do poder e justiça. Trata-se de mais um lance na disputa entre os presumíveis herdeiros da capitania.
            Vinte e cinco anos depois, Mateus Leme, morador da povoação, que fora nomeado capitão-povoador por Gabriel de Lara, instala oficialmente a vila. Em março de 1693, a pedido dos moradores, é criada a Câmara e reinstalado o pelourinho. No entanto, este ato foi feito em nome da Coroa. Desde sua fundação, Curitiba vinculou-se diretamente ao poder régio e não ao poder senhorial de qualquer donatário.
            Aos 29 dias do mês de março daquele ano, na Igreja da povoação, juntou-se o povo da vila para realizarem as eleições de seus juízes, vereadores e procurador do concelho. Com isso, instalava-se a câmara municipal, com suas instâncias de justiça e de administração.
A partir de então, a câmara passou a funcionar um pouco frouxamente. Em 1711, a Coroa incorporou as capitanias meridionais ao seu patrimônio e passou a administrá-las diretamente. Entretanto, foi somente na década de 1720 que enviou, em direção ao sul, um ouvidor para correger as câmaras da região e enquadrá-las nos preceitos das ordenações. Da passagem deste ouvidor pela vila de Curitiba, em 1721, resultou uma espécie de manual de sobrevivência administrativa entregue aos vereadores. Trata-se dos Provimentos do Ouvidor Geral da Capitania de São Paulo, Rafael Pires Pardinho, que os redigiu para “o bom regime desta república, e bem comum dela [...] evitem as desordens em que até agora alguns tropeçavam por ignorância, e os maliciosos não tenham já a desculpa de ignorantes”. Na realidade, a maior parte desses provimentos busca sintetizar o que as ordenações determinavam sobre a administração municipal e a ordem urbana.
            Apesar de institucionalmente estabelecida, a vila de Curitiba assemelhava-se a muitas outras pequenas vilas e cidades do interior do Brasil no início do século XVIII: poucas e modestas casas que serviam de pouso principalmente nos dias de missa e comemorações religiosas. As pouco mais de duzentas habitações nas primeiras décadas do oitocentos eram baixas e cobertas de telhas, raramente caiadas e com diminutas calçadas diante delas. As ruas largas e regulares eram exigência expressa pelo poder municipal, que tentava a todo custo dar à vila um aspecto urbano. Todavia, as vacas, os porcos e  as cavalgaduras insistiam em permanecer no quadro central, sujando as ruas e destruindo o calçamento. Afinal, nessa época a vila de Curitiba era um importante ponto de passagem das tropas que vinham do sul em direção a São Paulo e Rio de Janeiro com a finalidade de abastecer de gado e muares as minas recém descobertas de Minas Gerais.
            Desta forma, Curitiba, que ficava praticamente no meio do caminho entre Viamão (RS) e a feira de Sorocaba (SP), experimentou um gradativo desenvolvimento econômico fruto do ciclo do tropeirismo. A vila foi crescendo e acolhendo novos moradores. A primeira leva de imigrantes europeus chega à cidade vindos de Santa Catarina. A região que até então foi habitada por índios (guaranis, caingangues e xokleng) e posteriormente por portugueses começa a ficar mais diversificada. Na segunda metade do século XIX, novas e maiores levas de imigrantes buscam um lar na cidade. São principalmente italianos, poloneses e ucranianos, entre outros que chegavam em menor número.
            O tropeirismo foi gradativamente perdendo sua importância econômica, que foi substituído pelo compensador ciclo da erva-mate, que aristocratizou a cidade, rendendo perceptíveis progressos. Novas construções embelezavam e davam mais vida à Curitiba. Lojas, teatros, igrejas, uma estação ferroviária especialmente construída para ajudar a escoar a produção ervateira e até mesmo uma universidade vão preenchendo os espaços urbanos.
            Na medida em que as primeiras décadas do século XX passavam a erva-mate deixava de ser o principal gerador de riquezas na região. A exploração da madeira passa a ocupar o lugar de produto econômico mais atrativo no Paraná. Essa exploração ganha força com a pavimentação da Estrada da Graciosa, em 1872, e a conclusão da referida ferrovia Curitiba-Paranaguá, em 1885. a melhoria nos caminhos para o porto estimula as exportações. Com o início da Grande Guerra, em 1914, a exploração do pinheiro ganha impulso e cresce, na medida em que o ciclo do mate entra em declínio.
            Curitiba cresce lentamente, acompanhando os ciclos econômicos que agregaram à cidade riquezas e muitos novos habitantes. Uma nova fase do crescimento vai se operar anos mais tarde, quando uma reorientação econômica atrai para a região importantes empreendimentos. É criada no início dos anos 1970 a Cidade Industrial de Curitiba. No aspecto urbano a cidade também vai se transformando, projetos urbanísticos são encomendados e tentativas de implantação são colocadas em prática. Entretanto, vai ser após a criação do Plano Preliminar de Urbanismo que Curitiba vai assumindo o aspecto que tem atualmente.
            No final do século XX uma nova proposta econômica atrai para a região de Curitiba investidores de grande porte que se interessam nas possibilidades que a cidade oferece no cone do Mercosul. Pessoas do Brasil e do mundo continuam chegando e junto com elas os problemas urbanos que habitam as grandes metrópoles do mundo moderno.
            Hoje, em pleno século XXI, Curitiba é uma grande cidade, referência nacional e mundial de políticas urbanas que visam o aumento da qualidade de vida de seus munícipes. Com uma variedade cultural imensa, a pequena vila que surgiu nos idos do século XVII com poucas casas baixas transformou-se numa metrópole.


 fonte
http://pessoal.educacional.com.br/up/20021/1111376/t138.asp

Goiás

História de Goiás

Depois de 222
anos que o Brasil foi descoberto, é que a região onde hoje é Goiás, começou a
ser habitada. Antes algumas bandeiras passaram por aqui em busca de pedras
preciosas e indios para serem escravizados.

Em 1722
Bartolomeu Bueno da Silva Filho chegou a Goiás, onde 40 anos antes tinha vindo
com o pai e visto as minas de ouro. Em 1727 funda o Arraial de Santana( Cidade
de Goiás), depois são fundadas Ouro Fino, Ferreiro e Barra, lugares vizinhos e onde
haviam muito ouro.
Em 1749 cria-se a
Capitania de Goyaz, que antes pertencia a São Paulo.

A partir de 1760
o ouro começa a diminuir e no início do século XIX a população que era
mineradora e urbana, passa a ser rural e agro-pecuarista; foi um século de
pobreza vindo depois do ciclo do ouro.

No início do século
XIX com a vinda da família real para o Brasil, vários viajantes europeus
passaram por Goiás, entre os mais importantes temos Saint-Hilaire.Nesse período
essa região era muito pobre e isolada, a notícia da independência do Brasil só
chegou aqui dois meses depois.

Com a
independência do Brasil em 1822 e a proclamação da República em 1889 o Brasil
começa a desenvolver e Goiás também, só que em ritmo mais lento, devido a distância e ao
seu isolamento. No início do século XX as ferrovias começam a chegar em Goiás, 1937, a capital é
transferida para Goiânia e 1960
a Capital federal é transferida para Brasília, que foi
construída dentro do Estado de Goiás, estes foram fatores determinantes para o
desenvolvimento deste pedaço do Brasil.

Tanto o Brasil
quanto Goiás, ainda tem muito para desenvolver. Precisamos erradicar o
analfabetismo e investir em educação que
são os caminhos mais curtos para distribuir renda.
http://pt.shvoong.com/humanities/history/258083-hist%C3%B3ria-goi%C3%A1s/

7.24.2010

A lenda de Icaro

Na mitologia grega, Ícaro (em grego, Ἴκαρος – Íkaros — em latim, Íkaros e em etrusco, Vicare) era o filho de Dédalo e é comumente conhecido pela sua tentativa de deixar Creta voando – tentativa frustrada em uma queda que culminou na sua morte

A tentativa de deixar Creta

O pai de Ícaro, Dédalo, um talentoso e remarcável artesão ateniense, tentou deixar o seu exílio na ilha de Creta, onde ele e o seu filho estavam presos nas mãos de Minos, o rei para o qual ele havia construído o Labirinto para confinar o minotauro (metade homem, metade touro). Dédalo, o artesão-chefe, estava exilado porque deu à filha de Minos, Ariadne, um novelo de linha de modo a ajudar Teseu, um inimigo de Minos, a sobreviver ao Labirinto e derrotar o minotauro.

Dédalo confeccionou dois pares de asas, usando penas e cera, para ele mesmo e seu filho. Antes de deixarem aquela ilha, Dédalo avisou ao seu filho não voar tão rente ao sol, pois o calor derreteria a cera, nem tão rente ao mar, pois a umidade deixaria as asas mais pesadas levando-o a cair no mar. Graças à enorme liberdade que voar deu a Ícaro, este cruzou curiosamente o céu, mas durante o processo ele veio rente ao sol, que derreteu a cera. Ícaro se manteve batendo as asas mas logo acreditou que já não lhe sobrava qualquer pena daquelas e que ele estava batendo apenas os seus próprios braços. E assim, Ícaro caiu no mar na região que recebeu o nome dele – o mar Icário próximo a Icaria, uma ilha a sudoeste de Samos

 Escritores helenicos prefiriram não deixar o pobre Icaro sobre as águas,e disseram que Hercules fizera um tumulo para Icaro.

Outra versão
Icáro era filho de Cronos e de uma escrava de Minoano, Náucrete, por parte de seu pai Dédalo descende do próprio Zeus, uma vez que Dedálo era filho de Alcipe, que era filha de Ares, que por sua vez era filho de Zeus e Hera. Dedálo, exilado por ter matado seu sobrinho Talo, refugiou-se em Tebas, junto ao rei Minos. Após o nascimento do Minotauro, fruto dos amores entre Pasífae e um touro divino (V. Minos), construiu o labirinto, no qual encerrou o monstro. Tempos depois, o minotauro foi morto por Teseu (V. Teseu e V. Minotauro). Após a morte do Minotauro, Dedálo foi preso, juntamente com seu filho, no labirinto. Então construiu asas artificiais a partir da cera do mel de abelhas e asas de gaivota. Dessa forma consegiu fugir. Antes, porém, alertou ao filho que não voasse muito perto do sol, para que esse não pudesse derreter a cera das asas, e nem muito perto do mar, pois esse poderia deixar as asas mais pesadas. No entanto Icáro não ouviu os conselhos do pai e querendo realizar o sonho de voar proximo ao sol, acabou despencando e caindo no mar Egeu, enquanto seu pai, aos prantos, voava para a costa. Ao chegar à Sicília, foi acolhido na casa do Rei Cocálo.

http://www.youtube.com/watch?v=LQTvC0ffFA4
http://www.youtube.com/watch?v=ydOGy3xa-KI

Fonte!

Diógenes e o Cinismo

Diógenes e o Cinismo

O Cinismo foi uma corrente filosófica fundada por um discípulo de Sócrates, chamado Antístenes, e cujo maior nome foi Diógenes de Sínope, por volta de 400 a.C., que pregava essencialmente o desapego aos bens materiais e externos.

O termo passou à posteridade como caraterização pejorativa de pessoas sem pudor, indiferentes ao sofrimento alheio (que em nada se assemelha a origem filosófica da palavra).

A palavra deriva do grego kynismós, chegando até o presente pelo latim cynismu. A origem do termo, porém, é incerta: Alguns autores afirmam que o nome originou-se do local onde Antístenes teria fundado sua Escola, o Ginásio Cinosarge, ao passo que outros afirmam ser um termo derivado da palavra grega para cachorro: kŷőn, kynós, numa analogia com o fato de os cínicos pregarem uma vida como a dos cães, na ótica das pessoas contemporâneas.

Supostamente, o pensamento cínico teve origem numa passagem da vida de Sócrates: estando este a passar pelo mercado de Atenas, teria exarado o comentário:

Vejam de quantas coisas precisa o ateniense para viver

Ao mesmo tempo demonstrava que de nada daquilo dependia. De fato, o que o filósofo propunha era a busca interna da felicidade, que não tem causas externas — aspecto ao qual os cínicos passaram a defender, não somente com palavras, mas pelo modo de vida adotado.
 

A virtude moral - Autarquia

Ao contrário da acepção moderna e vulgar da palavra para o cinismo, o objetivo essencial da vida era a conquista da virtude moral, que somente seria obtida eliminando-se da vontade todo o supérfluo, tudo aquilo que fosse exterior. Defendiam um retorno à vida da natureza, errante e instintiva, como a dos cães.

Afirmavam que dispunha o homem de tudo que necessitava para viver, independente dos bens materiais. A isto chamavam de Autarcia (ou a variante, porém com outra acepção mais difundida, Autarquia) - condição de auto-suficiência do sábio, a quem basta ser virtuoso para ser feliz. O termo grego original é autárkeia - significando auto-suficiência. Além dos cínicos, foi uma proposição também defendida pelos estóicos.

Desacredita nas conquistas da civilização, e suas estruturas jurídicas, religiosas e sociais - elas não trariam qualquer benefício ao homem. Sendo auto-suficiente, tudo aquilo que naturalmente não é dado ao homem pelo nascimento (como o instinto), não pode servir de base para a conceituação da ética. Este pensamento pode ser encontrado no mito do "bom selvagem", de Rousseau. 
 

Pensamento

Sua filosofia partia do princípio de que a felicidade não depende de nada externo à própria pessoa, ou seja, coisas materiais, reconhecimento alheio e mesmo a preocupação com a saúde, o sofrimento e a morte, nada disso pode trazer a felicidade. Segundo os Cínicos, é justamente a libertação de todas essas coisas que pode trazer a felicidade que, uma vez obtida, nunca mais poderia ser perdida.

Aliado ao discurso, também o modo de vida do cínico deveria ser conforme as idéias defendidas. Para eles a virtude reside, sobretudo, na conduta moral do homem, naquilo que lhe é intrínseco - e não nas conquistas materiais, na aparência exterior.

Os cínicos, assim como Sócrates, nada de escrito deixaram. O que se sabe sobre eles foi narrado por outros, em geral críticos de suas idéias.

O mais importante representante dessa corrente foi um discípulo de Antístenes chamado Diógenes. Ele vivia dentro de um barril e possuía apenas sua túnica, um cajado e um embornal de pão. Conta-se que um dia Alexandre Magno parou em frente ao filósofo e ofereceu-lhe, como uma prova do respeito que nutria por ele, a realização de um desejo, qualquer que fosse, caso tivesse algum. Diógenes respondeu: "Desejo apenas que te afastes do meu Sol". Essa resposta ilustra bem o pensamento cínico: Diógenes não desejava nada a mais do que tinha e estava feliz assim (apenas, no momento, gostaria que seu sol fosse desbloqueado).

O Sol também pode ser entendido como a Sabedoria ou a fonte do Conhecimento. Platão usou a metáfora do sol em seu mito da caverna, significando a presença do Conhecimento e da Verdade que ilumina. Assim, Diógenes, quando pede para Alexandre Magno não se interpor entre ele e o Sol, aponta para o fato de que o Filósofo não necessita de nenhum poder situado entre ele e o Conhecimento.

Assim como a preocupação com o próprio sofrimento, a saúde, a morte e o sofrimento dos outros também era algo do qual os cínicos desejavam libertar-se. Por isso que a palavra cinismo adquiriu a conotação que tem hoje em dia, de indiferença e insensibilidade ao sentir e ao sofrer dos outros.
"Um dia quando Platão
Suas aulas proferia
Falando então que o homem
Bípede implume seria
Diógenes, pra chateá-lo
Despena e joga-lhe um galo
Na cara, com ironia!...

Quis, pois, mostrar que o Filósofo.
Não tinha tanta razão
Despenando o galo todo
(Causou estupefação)
Soltou no meio do povo
Dizendo, num gesto novo:
“Eis o homem de Platão”!"


Poema completo: http://momento-para-pensar.blogspot.com/2009/10/historia-do-filosofo-diogenes-o-cinico.html

Fobias

Fobias

Fobia (do Grego φόβος "medo"), em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações, objetos, animais ou lugares.

Sob o ponto de vista clínico, no âmbito da psicopatologia, as fobias fazem parte do espectro dos transtornos de ansiedade com a característica especial de só se manifestarem em situações particulares.

Fobias são calssificadas como:

1.Agorafobia - Medo de estar em lugares públicos concorridos, onde o indivíduo não possa retirar-se de uma forma fácil ou despercebida.
2.Fobia Social - Medo perante situações em que a pessoa possa estar exposta a observação dos outros, ser vítima de comentários ou passar perante uma situação de humilhação em público.
3.Fobia Simples - Medo circunscrito diante objectos ou situações concretas.

Algumas fobias são:

Aeronausifobia - medo de vomitar (quando viaja de avião).
Afobia - medo da falta de fobias
Agliofobia - medo de sentir dor.Sinônimo de algofobia
Afefobia - medo de ser tocado.
Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos ou deixar lugar seguro.
Agrafobia - medo de abuso sexual.
Agrizoofobia - medo de animais selvagens.
Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas.
Bifobia - o medo de bissexuais.
Hexacosioihexecontahexafobia - medo do número 666
Heirofobia-Medo de coisas santas ou de padres
Logizomecanofobia - medo de computadores
Nudofobia - medo de nudez
Zelofobia - medo de ter fazer sexo
Gamofobia - medo de casar

Wojtek,

A História de Voytek, o maior soldado polonês de todos os tempos.

A Segunda Guerra Mundial foi um período de extremos. De um lado, temos a mancha de destruição, violência e morte causada pelo conflito. De outro, temos um período de vertiginoso progresso científico, heroísmo e fascinantes histórias que não seriam concebíveis em nenhuma outra época.

Uma destas é a história da vida de Voytek, um soldado polonês – talvez o maior de todos os soldados poloneses, e um dos mais bravos combatentes de toda a guerra. Voytek tem uma longa lista de serviços pela sua nação, tendo lutado nas piores batalhas da Campanha da Itália. Era um grande amigo de todos os seus companheiros da 22° Companhia de Transporte de Suprimentos de Artilharia: sempre alegre, adorava um bom cigarro e uma bela garrafa de cerveja, como qualquer soldado, e era o melhor lutador de Luta Livre de todo o Segundo Corpo do Exército Polonês.

Ah! Detalhe, e ele também era um urso marrom de trezentos quilos e dois mêtros e meio de altura.

Quando em 1941 Hitler quebrou o pacto de não-agressão com Stalin e invadiu a União Soviética na Operação Barbarossa, mexendo com o vespeiro que seria, no final, sua ruína, milhares de soldados poloneses prisioneiros de guerra foram libertados pelos comunistas para lutar contra a Alemanha. Alguns deles foram incorporados ao Exército Vermelho, mas uma grande parte preferiu se juntar ao Exército Inglês, em campanha no Norte da Africa. Dentre estes, estava a futura 22° Companhia de Transporte de Suprimentos de Artilharia.

Em passagem por uma estrada empoeirada do Irã, a caminho da Palestina (onde estava estacionado o 8° Exército inglês), os poloneses da 22° CIA encontraram um garoto faminto carregando um saco. Ofereceram alguma comida ao menino, e, curiosos, perguntaram o que ele estava carregando. Quando o garoto abriu o saco, os soldados viram um pequeno e desnutrido filhote de urso marrom. Comovidos, compraram o ursinho do menino, e, mesmo sem ter idéia do que fazer com ele, seguiram viagem. Nos dias que se passaram, os homens da 22° CIA alimentaram o ursinho com uma mamadeira improvisada, deram ao pequeno lugar quente para dormir nas suas camas e cuidaram para que o bichinho esquelético e cansado se transformasse em uma gorda e esperta bola de pêlos. Deram ao urso o nome de Voytek, que rapidamente se tornou o mascote da companhia. Todos os integrantes da 22° tratavam o ursinho como um verdadeiro filho.

Os ingleses recepcionaram o II Corpo polonês incrédulos: transitando livremente em meio aos soldados, eles tinham nada menos que um urso marrom. Ao redor das fogueiras, os soldados dividiam com Voytek comida e bebida, bricavam de luta-livre – sua brincadeira favorita – e, quando chegava a noite, o urso podia ser encontrado estirado nas camas dos alojamentos, roncando lado a lado com o restante do pessoal. Mas o tempo passa para todas as coisas, inclusive para os ursos. Em pouco tempo, Voytek – que era alimentado praticamente a mel e pão-de-ló pela 22° CIA – se transformou em um colossal urso de quase dois metros e meio de altura e mais de trezentos quilos. Mas nem por isso perdeu a ternura: continuava o mesmo companheiro de sempre, e ninguém na unidade tinha receio de Voytek. Muito pelo contrário. Poucas coisas mudaram – a principal delas, obviamente, era o título de Campeão de Luta Livre da unidade. Claro que tudo isso causava perplexidade nos britânicos, principalmente nos recém-chegados.
Lá pelas tantas, Voytek, acostumado a tomar banho junto com seus companheiros, aprendeu a abrir sozinho o registro de água do banheiro. E, daí para frente, um dos locais preferidos do urso era o banheiro, onde ele frequentemente era visto se esbaldando com água quente nos chuveiros.

Em uma noite, Voytek foi tomar o seu tradicional banho noturno e surpreendeu um espião escondido no banheiro. O leal urso não teve dúvidas: deu uma surra no coitado e o entregou para os oficiais, que chegaram rapidamente após ouvir a barulheira (para alívio do espião). Interrogado, ele revelou informação vital sobre a localização das tropas inimigas na região, e Voytek, que já era famoso, começava a se tornar uma lenda entre os ingleses.

O Soldado Urso.

Voytek cresceu em meio aos soldados. Seguia as marchas da unidade junto aos seus companheiros, andando sobre as patas traseiras. Participava dos deslocamentos sentado no banco do carona dos jipes, com o cabeção para fora do carro babando ao vento, para assombro de quem passava pela unidade no caminho. E, como a 22° CIA era uma unidade de logística, Voytek participava do trabalho pesado carregando alegremente caixas de munição para seus companheiros, fazendo facilmente o trabalho de vários homens. E, nas horas de folga, Voytek bebia cerveja, fumava cigarros, comia guloseimas e ficava de palhaçada com seus amigos, como qualquer outro soldado.

Mas na Europa a guerra ficava cada dia pior, e, com a derrota das forças do Eixo no norte da Africa, os serviços da 22° CIA passaram a ser necessários na Itália. Assim, a 22° se juntou ao 8° Exército inglês para a Operação Baytown, o primeiro passo para a invasão da península. O problema era que o rigoroso Alto Comando Inglês não permitia animais de estimação nos acampamentos do front. Mas Voytek era mais do que um urso. A moral da 22° era formidável graças a ele. Voytek ajudou a recuperar a auto-estima de homens que passaram anos em campos de trabalho forçado, e os transformou de pessoas humilhadas e desmoralizadas em soldados orgulhosos, bravos e alegres. O comando polonês não podia simplesmente abandonar Voytek, e a solução dos oficiais para burlar o regulamento inglês foi notável: levaram Voytek para o fotógrafo e o alistaram oficialmente no exército. O urso agora era um verdadeiro soldado, com registro, identidade, posto e número. Só estava dispensado extraordinariamente do uso do uniforme.

Com esta solução criativa, Voytek não era mais um animal de estimação, era um membro do Exército Polonês. E, como tal, seguiu com o 8° Exército inglês para o sul da Itália, lutar a dura campanha que segiu a invasão. Participou de batalhas dificílimas, como a tomada de Monte Cassino, tida como impossível. Sob o comando do Gal. Wladslaw Anders, o 8° Exército conseguiu derrotar os alemães nesta que entrou para a história como uma das mais duras batalhas da Segunda Guerra, graças ao apoio impecável de artilharia proporcionado por Voytek e seus colegas, que ajudou a arrancar os alemães de suas posições. Pelos dois anos da campanha italiana, Voytek foi um dos mais valorosos e bravos combatentes aliados, prestando serviços inestimáveis em diversos locais sem perder a alegria e sem deixar seus companheiros se abaterem pelas duras condições do combate. E, claro, sem deixar os canhões britânicos sem munição.

Voytek já era uma lenda no final da guerra, e era hora de encerrar seus serviços e voltar para casa. Mas, devido a razões políticas, a Polônia foi deixada pelos ingleses nas mãos dos soviéticos, e muitos soldados, com lembranças do tempo de prisioneiros de guerra, preferiram seguir para as Ilhas Britânicas. Com eles foi Voytek, que ganhou uma aposentadoria tranquila no Zoológico de Edinburgo. Durante vinte anos, o soldado viveu uma vida confortável e pacífica, recebendo ocasionalmente a visita de seus antigos colegas de companhia, que, para desespero dos veterinários, levavam cigarros e cerveja para o velho amigo.

A história de Voytek, o urso, soldado e herói de guerra, terminou com a morte tranquila do veterano na Escócia, em 1963. Mas Voytek continua a ser um símbolo de companheirismo e coragem para os militares poloneses. Há estatuas e monumentos glorificando Voytek e seus feitos na Polônia, em Edinburgo, no Museu Imperial de Guerra de Londres e no Museu de Guerra Canadense. E, ainda hoje, a artilharia polonesa carrega no uniforme a imagem de seu mais valoroso herói.

7.23.2010

GOIANIA

GOIANIA

http://www.youtube.com/watch?v=gYQN1kLEdjg

7.19.2010

Criações atribuídas a Aliens

Criações atribuídas a Aliens

Desde o início da humanidade as pessoas tem inventado explicações para coisas que não entendem. Os culpados para o inexplicável evoluíram ao longo do tempo; antes eram deuses ou demônios, fantasmas ou espíritos ancestrais, agora a moda é atribuir todos os mistérios aos alienígenas.
Muitas pessoas acreditam que extraterrestres visitaram nosso planeta no passado ou que eles vivem disfarçados entre nós. A verdade é que salvo pouquíssimas exceções, a maioria das “provas” da presença alienígena tem explicações bastante simples ( embora menos emocionantes).
Aqui estão 10 criações humanas que são atribuídas à influência alienígena. Dê sua opinião.

Pinturas Rupestres


Descobertas de pinturas antigas retratando figuras misteriosas, reforçaram a teoria de que na aurora da humanidade, astronautas de outros mundos nos visitaram e interagiram com nossos ancestrais. Os defensores dessa idéia apontam para dois exemplos específicos: Uma pintura no Vale Camonica, na Itália (acima) e as pinturas encontradas no sítio arqueológico de Wandjina, na Austrália (abaixo). O desenho em Camonica é apenas um entre 200.000 e onde eu vejo a representação de dois seres humanos, os ufólogos vêem dois astronautas alienígenas, cada um vê o que deseja. Quanto às pinturas em Wandjina, testes científicos provaram que as cavernas foram repintadas várias vezes, com as imagens mudando ao longo do tempo, conforme o critério dos artistas, tornando impossível reconhecer a arte original. 
Hieróglifos egípcios


Os hieróglifos do templo de Osíris, em Abidos, são apontados como a prova definitiva da existência de uma tecnologia avançada na antiguidade. Os sinais parecem representar um helicóptero, um avião a jato e uma espécie de disco voador. Infelizmente para os crentes da teoria alienígena, os hieróglifos são o resultado da erosão e da regravação dos caracteres. No Egito Antigo, era comum que inscrições de monarcas anteriores, fossem modificadas por cada novo faraó, que subisse ao trono. O que os ufólogos não explicam é porque não existem outros exemplos semelhantes a este, entre os milhares de hieróglifos estudados pela arqueologia e nem porque em toda a antiga literatura egípcia não há a citação de máquinas voadoras.
As linhas de Nazca


As linhas de de Nazca são geóglifos de enorme dimensão localizados no deserto de Nazca no Altiplano do Peru. Alguns desses desenhos de tão grandes, só podem ser vistos corretamente do ar, fato que fez surgir inúmeras teorias sobre a capacidade de vôo dos antigos peruanos, ou sobre a presença de extraterrestres na região. Há quem afirme que as linhas de Nazca, no passado eram usadas como pista de pouso para disco voadores. Os arqueólogos costumam relacionar os desenhos a um significado espiritual, relacionado à disponibilidade de água. Outros estudiosos cogitam que os desenhos são a simples demonstração de arte e ciência de um povo, que tinha complexos sistemas de aquedutos e técnicas agrícolas e que portanto, não precisava da ajuda alienígena.
Mecanismo de Anticítera


O artefato conhecido como mecanismo de Anticítera, foi descoberto há um século, mas só recentemente foi totalmente revelado. O mecanismo foi feito por gregos no século II a.c e encontrado no local do naufrágio de um navio romano em Anticítera, próximo à ilha de Creta. Era usado a bordo de navios, porque podia calcular com precisão a localização do sol, da lua e dos cinco planetas conhecidos na época. Essas informações também eram usadas na agricultura e em ritos religiosos.
O mecanismo contem um sofisticado sistema de engrenagens que rivaliza com a de relógios do século XIV. A suposta impossibilidade tecnológica do mecanismo é usada como prova do contato com alienígenas. Mas, se os aliens visitaram os gregos, porque não informaram a existência de outros planetas, além dos cinco conhecidos de então? Ou porque não deram de presente um moderno computador? Vale à pena ressaltar, que máquinas semelhantes são descritas em toda a antiga literatura grega.
Pássaro de Saqquara


Encontrado na escavação de um túmulo em 1898, o Pássaro de Saqqara é apontado pelos ufólogos como a prova definitiva da existência de máquinas voadoras no Antigo Egito. Eles argumentam que a cauda do artefato é parecida com o leme de um avião, em contraste com as penas verticais da cauda de um pássaro real. A falta de pernas e o ângulo das asas, também emprestaram credibilidade à especulação ufóloga. Pesquisadores modernos afirmam que o Pássaro de Saqquara era apenas um objeto religioso ou um simples brinquedo das crianças egípcias.
Dogu


Dogus são estatuetas feitas pelos japoneses muito antes da arte cerâmica ter sido dominada no Ocidente. A aparência incomum de algumas dessas estatuetas,deu vazão a teoria de que elas representavam um traje espacial. Para engrossar o mistério, a finalidade das Dogus, ainda não foi bem definida pelos cientistas. O que os defensores dos Antigos Astronautas não levam em conta, é que uma pequena parcela dessas estatuetas segue o “padrão alienígena”. Arqueólogos tem apontado a semelhança dos olhos da figura com os óculos de neve, usados pelos esquimós Inuit.
Círculos nas plantações


Em 1996, um homem alegou ter visto o pouso de um disco voador em um campo perto de Tully, na Austrália. A suposta espaçonave deixara marcas circulares no campo. Anos mais tarde, a história inspirou dois aposentados ingleses, que admitiram ter feito mais de 250 desses círculos em plantações na Inglaterra. A moda espalhou-se rapidamente e em todos os cantos do mundo surgiram círculos, alguns com desenhos sofisticados. Dizem os ufólogos que são mensagens para a humanidade, mas o fato é que tais círculos são produtos da engenhosidade humana, criados para finalidades diversas: simples brincadeira, manifestação artística ou interesses econômicos e turísticos.
Espiral da Noruega
http://www.youtube.com/watch?v=lYvM68AtlbA&feature=player_embedded


Uma misteriosa espiral de luz apareceu nos céus da Noruega na noite de 8 de dezembro de 2009. O estranho fenômeno durou mais ou menos três minutos. Entusiastas da ufologia, viram nas estranhas luzes mais uma prova da presença alienígena na Terra. A explicação porém nada tem de extraterrestre, tratava-se um teste de mísseis da Rússia.
Stonehenge


Stonehenge é o mais visitado sítio arqueológico da Inglaterra. Até hoje é incerta a origem da sua construção bem como da sua finalidade. Os estudiosos do assunto acreditam que o lugar era usado para estudos astronômicos e para rituais religiosos. Os defensores da ufologia afirmam que o local era usado para prever eclipses e que tal conhecimento não seria possível a não ser que astronautas de outro mundo nos ensinassem. É o velho argumento em ação: não pode ter sido feito por homens, porque os antigos não sabiam como fazê-lo.
Pirâmides de Gizé


Como muitas outras construções megalíticas ao redor do mundo, as Pirâmides de Gizé tem sido atribuídas aos alienígenas, principalmente pela magnitude da sua construção. O argumento é que a tecnologia necessária para construir os grandes monumentos não estava disponível na época e que os cortes e a colocação das pedras são tão precisos que mesmo atualmente é difícil reproduzí-los. Muito mais coerente é aceitar o fato de que os antigos egípcios construíram as pirâmides, com técnicas que não conhecemos, com o conhecimento que perdeu-se no longo caminhar da humanidade.

7.18.2010

Fimmvorduhals estava inativo desde 1823.

Fenônemo abriu rachadura no gelo de no mínimo 500 metros.
O Fimmvorduhals estava inativo desde 1823.



Mais de 600 pessoas foram evacuadas neste domingo (21) pela erupção do vulcão Fimmvorduhals, no sul da Islândia, que obrigou o governo a decretar estado de emergência na região.
As pessoas evacuadas, que vivem em três cidades próximas ao vulcão, foram hospedadas em uma escola e atendidas por funcionários da Cruz Vermelha. Ainda não se sabe quando elas poderão voltar para casa.
O aeroporto de Keflavik esteve fechado para o tráfego aéreo internacional durante várias horas devido à pouca visibilidade provocada pelas cinzas lançadas pelo vulcão. Depois do meio-dia local (9h de Brasília), foram retomados os voos internacionais, mas não os voos domésticos.
Os cientistas avaliaram a erupção de categoria baixa, mas temem que possa haver outra mais severa no Katla, um vulcão próximo e com maior poder de destruição.
A ameaça de possíveis enchentes foi descartada após o exame realizado na área pelos técnicos, mas a proximidade do epicentro da geleira faz com que se mantenha a declaração de emergência.
O vulcão subterrâneo Fimmvorduhals, cuja erupção era esperada pelos especialistas havia tempo, está situado sob o gelo, entre as geleiras de Eyjafjalla e Mýrdal, cerca de 120 quilômetros ao leste de Reykjavik.
A erupção, que ocorreu por volta da meia-noite local (21h de Brasília), abriu uma rachadura de comprimento entre 500 metros e 1 quilômetro no gelo. O Fimmvorduhals não entrava em erupção desde 1823.
A Islândia é uma ilha formada pela atividade vulcânica e ainda conta com inúmeros vulcões subterrâneos ativos. O mais conhecido é o Hekla, que entrou em erupção pela última vez há dez anos.

chuva de sangue

Gotas vermelhas
De julho a setembro de 2001, os habitantes de Kerala, na Ìndia,foram surpreendidos por um fenômeno bem estanho: a chuvas que caíam tinham a água vermelha!. Várias interpretações foram feitas pelos cientistas, mas a mais aceita atribuiu o vermelho da chuva a esporos (sementes microscópicas) de algas do gênero Trentepholia, que infestam as florestas da região.
Não percam as outras duas partes restantes da matéria sobre os estranhos fenômenos naturais! Ainda faltam dois elementos: terra e ar!



Essa eu vi no... "Revista mundo estranho: ed.101"

cavernas submarinas

O buraco é mais embaixo....
No litoral da américa Central, os merguladores piram com cavernas vertcais submarinas, algumas com mais de 300 metros de profundidade. Há milhares de anos, o nível do mae ficava centenas de metros abaixo do atual. Quando a água voltou a subir, ela dissolveu pedaços das montanhas. Os mais frágeis desmoronaram formando os buracos.

MAR FLUORESCENTE


Mar acesoEm alguns trechos do oceano, a superfície da água fica iluminada á noite, como se houvesse várias lâmpadas azuis submaersas apontadas para cima, e não é história de pescador, e, 2005 uma foto de satélite mostrou uma área brilhante no oceano Ìndico dez vezes maior que a cidade de São Paulo. Esse brilho é produzido por uma colônia de bactérias marinhas de espécie Vibrio Harveyi

Chuva de sapo

Chuva de sapo
Chuvas de sapo não são apenas cenas de filmes como Magnólia e nem coisa da Bíblia. Elas acontecem mesmo!.Em Ishikawa, no Japão rolou uma chuva dessas em junho de 2009. Esse tipo de chuva ocorre devido a uma intensa tempestade seguida de tornado, esse tipo de tempestade com muito vento pode ser de alta ou baixa intensidade. Quando o rdemoinho passa por um pântano ou um lago, ele suga os animais para cima, essa coleta é arremessada dentro de nuvens que em seguida, despejam os bichos junto com a chuva.

Escultura exótica

Escultura exóticaUm gêiser localizado em Fly Ranch, nos Estados Unidos, despeja água superquente e forma pequenas esculturas. A causa disso é que o Gêiser sofreu uma perfuração feita por uma empresa que queria explorar seu potencial energético. A água quente trouxe sedimentos, que se acumularam e formaram esculturas, e suas cores são produzidas pelas algas termofílicas (que curtem calor) grudadas na pedra.

7.16.2010

melhores cidades do mundo

melhores cidades do mundo

A consultoria internacional em recursos humanos Mercer, divulgou o ranking anual das melhores cidades em qualidade de vida. A pesquisa leva em consideração aspectos como política, sociedade, economia, saúde, saneamento, escolas, serviços públicos, transporte e moradia. Confira as dez mais e as tops do Brasil.

1º. Viena (Áustria)
2º. Zurique (Suíça)
3º. Genebra (Suíça)
4º. Vancouver (Canadá)
5º. Auckland (Nova Zelândia)
6º. Dusseldorf (Alemanha)
7º. Frankfurt (Alemanha)
8º. Munique (Alemanha)
9º. Bern (Suíça)
10º. Sydney (Austrália)

Me decepcionei,viu,compatriotas?
104º. Brasília
116º. Rio de Janeiro
117º. São Paulo

Diamante de cinzas

Diamante de cinzas (em inglês: memorial diamond), também conhecido como diamante humano, é um diamante de laboratório, feito sob encomenda tendo por matéria prima as cinzas fúnebres de um corpo humano ou de um animal de estimação como um gato ou um cão para ter como recordação.

Os diamantes de cinzas são produzidos através da tecnologia HPHT (high-pressure, high-temperature), que se vale de um processo é semelhante ao processo que criou as gemas naturais, porém de modo acelerado (alguns meses).
As empresas que produzem os diamantes de cinzas usam tecnologias semelhantes, com diferenças sutis. A empresa Algordanza preserva a coloração própria que cada diamante adquire durante o processo. Já a empresa LifeGem atende aos pedidos dos clientes e produz diamantes com coloração de acordo com suas preferências. Em ambos os casos, o diamante obtido de cinzas exibe um brilho faiscante, próprio dos diamantes.

Das cinzas diamantes

"Cinzas" são um eufemismo para restos cremados que são deixados após a cremação que são carbonos de corpos humanos ou animais de estimação calcinados. Algumas pessoas conservam as cinzas para manter a pessoa amada ou um animal de estimação em sua memória o mais tempo possível. Uma outra maneira de fazer isso é transformando as cinzas fúnebres em diamantes, assim mantém-se o finado vivo em lembrança.

Carbono é precisamente o que diamantes são — carbono comprimido pela enorme pressão da terra.

O carbono resultante do processo de cremação é tratado quimicamente para fornecer o material com que o laboratório irá fabricar o diamante. Descoberto alguns anos atrás, o processo usa altas temperaturas e pressões durante aproximadamente dez semanas.

Disso resulta um cristal de diamante de alta qualidade que é cortado e polido exatamente do mesmo modo que o diamante natural.

Apenas 30 a 40 gramas de cinzas são necessários para produzir um diamante de alta qualidade de aproximadamente um quilate. Diamantes azuis são mais difíceis de obter e são necessários aproximadamente 500 gramas de cinzas.

Eles são oferecidos montados em anéis, broches ou pingentes. Isto é popular nos EUA e está se tornando ainda mais popular na Europa.

Em 2008 há cerca de cinco ou seis laboratórios de diamantes de cinzas no mundo, ainda que haja muito mais laboratórios de diamantes sintéticos.

O preço varia de 3.800 euros, o diamante de meio quilate, a 11.000, o de 1 quilate (10.000 a 28.000 reais).


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O Numero PHI

Proporção áurea
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Proporção áurea: a razão entre a+b e a coincide com a razão entre a e b.

A proporção áurea ou número de ouro ou número áureo ou ainda proporção dourada é uma constante real algébrica irracional denotada pela letra grega φ (phi) e com o valor arredondado a três casas decimais de 1,618. É um número que há muito tempo é empregado na arte. Também é chamada de: seção áurea, secção áurea, razão áurea, razão de ouro, divina proporção, proporção em extrema razão, divisão de extrema razão ou áurea excelência.

É frequente a sua utilização em pinturas renascentistas, como as do mestre Giotto. Este número está envolvido com a natureza do crescimento. Phi (não confundir com o número Pi π), como é chamado o número de ouro, pode ser encontrado na proporção em conchas (o nautilus, por exemplo), seres humanos (o tamanho das falanges, ossos dos dedos, por exemplo), até na relação dos machos e fêmeas de qualquer colméia do mundo, e em inúmeros outros exemplos que envolvem a ordem do crescimento.

Justamente por estar envolvido no crescimento, este número se torna tão frequente. E justamente por haver essa frequência, o número de ouro ganhou um status de "quase mágico", sendo alvo de pesquisadores, artistas e escritores. Apesar desse status, o número de ouro é apenas o que é devido aos contextos em que está inserido: está envolvido em crescimentos biológicos, por exemplo. O fato de ser encontrado através de desenvolvimento matemático é que o torna fascinante.

Número PHI

"Todos nós já ouvimos falar no número PI. É o número irracional mais famoso da história, com o qual se representa a razão constante entre o perímetro de qualquer circunferência e o seu diâmetro tendo o seu valor igual a 3.141592653589793238462643383279502884197169399375.
Não confundir com o número Phi que corresponde a 1,618.

O número Phi (letra grega que se pronuncia "fi") apesar de não ser tão conhecido, tem um significado muito mais interessante. Durante anos o homem procurou a beleza perfeita, a proporção ideal.
Os gregos criaram então o retângulo de ouro. Era um retângulo, do qual proporções do lado maior dividido pelo lado menor e a partir dessa proporção tudo era construído. Assim eles fizeram o Pathernon... a proporção do retângulo que forma a face central e lateral.
A profundidade dividia pelo comprimento ou altura, tudo seguia uma proporção ideal de 1,618.
Os Egípcios fizeram o mesmo com as pirâmides cada pedra era 1,618 menor do que a pedra de baixo, a de baixo era 1,618 maior que a de cima, que era 1,618 maior que a da 3ª fileira e assim por diante.

Bom, durante milênios, a arquitetura clássica grega prevaleceu O retângulo de ouro era padrão, mas depois de muito tempo veio a construção gótica com formas arredondadas que não utilizavam retângulo de ouro grego.

Mas em 1200, Leonardo Fibonacci um matemático que estudava o crescimento das populações de coelhos criou aquela que é provavelmente a mais famosa seqüência matemática, a Série de Fibonacci.
A partir de 2 coelhos, Fibonacci foi contando como eles se aumentavam a partir da reprodução de várias gerações e chegou numa seqüência onde um número é igual a soma dos dois números anteriores:

1 1 2 3 5 8 13 21 34 55 89...
1
1+1=2
2+1=3
3+2=5
5+3=8
8+5=13
13+8=21
21+13=34
E assim por diante... Aí entra a 1ª "coincidência"; proporção de crescimento média da série é 1,618.
Os números variam, um pouco acima às vezes, um pouco abaixo, mas a média é 1,618, exatamente a proporção das pirâmides do Egito e do retângulo de ouro dos gregos.

Então, essa descoberta de Fibonacci abriu uma nova idéia de tal proporção que os cientistas começaram a estudar a natureza em termos matemáticos e começaram a descobrir coisas fantásticas. A proporção de abelhas fêmeas em comparação com abelhas machos em uma colméia é de 1,618; a proporção que aumenta o tamanho das espirais de um caracol é de 1,618; a proporção em que aumenta o diâmetro das espirais sementes de um girassol é de 1,618; a proporção em que se diminuem as folhas de uma árvore a medida que subimos de altura é de 1,618; e não só na Terra se encontra tal proporção. Nas galáxias as estrelas se distribuem em torno de um astro principal numa espiral obedecendo à proporção de 1,618 também por isso, o número Phi ficou conhecido como A DIVINA PROPORÇÃO. Porque os historiadores descrevem que foi a beleza perfeita que Deus teria escolhido para fazer o mundo?

Bom, por volta 1500 com a vinda do Renascentismo à cultura clássica voltou à moda... Michelangelo e principalmente Leonardo da Vinci, grandes amantes da cultura pagã, colocaram esta proporção natural em suas obras. Mas Da Vinci foi ainda mais longe; ele, como cientista, pegava cadáveres para medir a proporção do seu corpo e descobriu que nenhuma outra coisa obedece tanto a DIVINA PROPORÇÃO do que o corpo humano... obra-prima de Deus.

Por exemplo:

Meça sua altura e depois divida pela altura do seu umbigo até o chão; o resultado é 1,618.
Meça seu braço inteiro e depois divida pelo tamanho do seu cotovelo até o dedo; o resultado é 1,618.
Meça seus dedos, ele inteiro dividido pela dobra central até a ponta ou da dobra central até a ponta dividido pela segunda dobra. O resultado é 1,618;
Meça sua perna inteira e divida pelo tamanho do seu joelho até o chão. O resultado é 1,618;
A altura do seu crânio dividido pelo tamanho da sua mandíbula até o alto da cabeça. O resultado 1,618;
Da sua cintura até a cabeça e depois só o tórax. O resultado é 1,618;

(Considere erros de medida da régua ou fita métrica que não são objetos acurados de medição).
Tudo, cada osso do corpo humano é regido pela Divina Proporção.
Seria Deus, usando seu conceito maior de beleza em sua maior criação feita a sua imagem e semelhança?

Coelhos, abelhas, caramujos, constelações, girassóis, árvores, arte e o homem; coisas teoricamente diferentes, todas ligadas numa proporção em comum.
Então até hoje essa é considerada a mais perfeita das proporções.
Meça seu cartão de crédito, largura / altura, seu livro, seu jornal, uma foto revelada. Lembre-se: considere erros de medida da régua ou fita métrica que não são objetos acurados de medição.

Encontramos ainda o número Phi nas famosas sinfonias como a 9ª de Bethoven e em outras diversas obras.

Então, isso tudo seria uma coincidência?

Ou seria o conceito de Unidade com todas as coisas sendo cada vez mais esclarecido para nós?"



A primeira vez que vi isso, foi no Código Da Vinci de Dan Brown.

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