2.27.2010

Cerrado Brasileiro

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             É a segunda maior formação vegetal brasileira. Estendia-se originalmente por uma área de 2 milhões de km², abrangendo dez estados do Brasil Central. Hoje, restam apenas 20% desse total.Típico de regiões tropicais, o cerrado apresenta duas estações bem marcadas: inverno seco e verão chuvoso. Com solo de savana tropical, deficiente em nutrientes e rico em ferro e alumínio, abriga plantas de aparência seca, entre arbustos esparsos e gramíneas, e o cerradão, um tipo mais denso de vegetação, de formação florestal. A presença de três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) na região favorece sua biodiversidade . 
            Estima-se que 10 mil espécies de vegetais, 837 de aves e 161 de mamíferos vivam ali. Essa riqueza biológica, porém, é seriamente afetada pela caça e pelo comércio ilegal.O cerrado é o sistema ambiental brasileiro que mais sofreu alteração com a ocupação humana. Atualmente, vivem ali cerca de 20 milhões de pessoas. Essa população é majoritariamente urbana e enfrenta problemas como desemprego, falta de habitação e poluição, entre outros. A atividade garimpeira, por exemplo, intensa na região, contaminou os rios de mercúrio e contribuiu para seu assoreamento. A mineração favoreceu o desgaste e a erosão dos solos. Na economia, também se destaca a agricultura mecanizada de soja, milho e algodão, que começa a se expandir principalmente a partir da década de 80. Nos últimos 30 anos, a pecuária extensiva, as monoculturas e a abertura de estradas destruíram boa parte do cerrado. Hoje, menos de 2% está protegido em parques ou reservas.
Pequenas árvores de troncos torcidos e recurvados e de folhas grossas, esparsas em meio a uma vegetação rala e rasteira, misturando-se, às vezes, com campos limpos ou matas de árvores não muito altas – esses são os Cerrados, uma extensa área de cerca de 200 milhões de hectares, equivalente, em tamanho, a toda a Europa Ocidental. A paisagem é agressiva, e por isso, durante muito tempo, foi considerada uma área perdida para a economia do país.
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Os Cerrados apresentam relevos variados, embora predominem os amplos planaltos. Metade do Cerrado situa-se entre 300 e 600m acima do nível do mar, e apenas 5,5% atingem uma altitude acima de 900m. Em pelo menos 2/3 da região o inverno é demarcado por um período de seca que prolonga-se por cinco a seis meses. Seu solo esconde um grande manancial de água, que alimenta seus rios.

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Área total:
aprox: 2.100.000 km2
com ação antrópica: 700.000 km2
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Entre as espécies vegetais que caracterizam o Cerrado estão o barbatimão, o pau-santo, a gabiroba, o pequizeiro, o araçá, a sucupira, o pau-terra, a catuaba e o indaiá. Debaixo dessas árvores crescem diferentes tipos de capim, como o capim-flecha, que pode atingir uma altura de 2,5m. Onde corre um rio ou córrego, encontram-se as matas ciliares, ou matas de galeria, que são densas florestas estreitas, de árvores maiores, que margeiam os cursos d’água. Nos brejos, próximos às nascentes de água, o buriti domina a paisagem e forma as veredas de buriti.
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A presença humana na região data de pelo menos 12 mil anos, com o aparecimento de grupos de caçadores e coletores de frutos e outros alimentos naturais. Só recentemente, há cerca de 40 anos, é que começou a ser mais densamente povoada.
Saiba mais sobre o Cerrado Brasileiro:
Cerrado - Clima e Relevo
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Tipos de Cerrado
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Vegetação

Caracterização do Cerrado
            A província do cerrado, como denominada por EITEN, englobando 1/3 da biota brasileira e 5% da flora e fauna mundiais.É caracterizada por uma vegetação savanícola tropical composta, principalmente de gramíneas, arbustos e árvores esparsas, que dão origem a variados tipos fisionômicos, caracterizados pela heterogeneidade de sua distribuição.
 
            Muitos autores aceitam a hipótese do oligotrofismo distrófico para formação do Cerrado, sua vegetação com marcantes característica adaptativas a ambientes áridos, folhas largas, espessas e pilosas, caule extremamente suberizado, etc. Contudo apesar de sua aparência xeromórfica, a vegetação do cerrado situa-se em regiões com precipitação média anula de 1500 mm, estações bem definidas, em média com 6 meses de seca, solos extremamente ácidos, profundos, com deficiência nutricional e alto teor de alumínio.
            Segundo EITEN os  tipos fisionômicos do cerrado (latu sensu) se distribuem de acordo com três aspectos do substrato onde se desenvolvem: a fertilidade e o teor de alumínio disponível; a profundidade; e o grau de saturação hídrica da camada superficial e subsurpeficial. Os principais tipos de vegetação são:
TIPOS DE INTERFLÚVIO
            Cerrado (strictu sensu) - é a vegetação característica do cerrado, composta por exemplares  arbustivo-arbóreos, de caules e galhos grossos e retorcidos, distribuídos de forma ligeiramente esparsa, intercalados por uma cobertura de ervas, gramíneas e espécies semi-arbustivas.
            Floresta mesofítica de interflúvio (cerradão) - este tipo de vegetação cresce sob solos bem drenados e relativamente ricos em nutrientes, as copas das árvores, que medem em média de 8-10 metros de altura, tocam-se o que denota um aspecto fechado a esta vegetação.
            Campo rupestre - encontrado em áreas de contato do cerrado com o caatinga e floresta atlântica, os solos deste tipo fisionômico são quase sempre rasos e sofrem bruscas variações em relação a profundidade, drenagem e conteúdo nutricional. É caracteristicamente, composto por uma vegetação arbustiva de distribuição aberta ou fechada.

            Campos litossólicos miscelâneos - são caracterizados pela presença de um substrato duro, rocha mãe, e a quase inexistência de solo macio, este quando presente não ocupa mais que poucos centímetros de profundidade até se deparar com a camada rochosa pela qual não passam nem umidade nem raízes. Sua flora é caracterizada por um tapete de ervas latifoliadas ou de gramíneas curtas, havendo em geral a ausências de exemplares arbustivos, ou a presença de raríssimos espécimes lenhosos, neste caso enraizados em frestas da camada rochosa.

            Vegetação de afloramento de rocha maciça - representada por cactos, liquens, musgos, bromélias, ervas e raríssimas árvores e arbustos, cresce sob penhascos e morros rochosos.
TIPOS ASSOCIADOS A CURSOS D'ÁGUA
            Florestas de galerias e florestas de encosta associadas -  são tipos de vegetação que ocorrem de modo adjacente, estão associados a proximidade do lençol freático da superfície do solo. Assim como as florestas mesofíticas, constituem um tipo florestal, contudo estão situadas sob solos mais férteis e com maior disponibilidade hídrica, o que lhes atribui uma característica mais densa.
            Buritizais e veredas - ocorrem nos fundos vales em áreas inundadas, inviáveis para o desenvolvimento das florestas de galerias. São caracterizados pela presença dos denominados "brejos" e a ocorrência de agrupamento de exemplares de buriti (Mauritia vinifera M.), nas áreas mais úmidas, e babaçu (Orbignya barbosiana B) e carnaúba (Copernicia prunifera M), em éreas mais secas.
            Campo úmido - caracterizado por um campo limpo, com raras espécimes arbóreas,  que permanece encharcado durante a época chuvosa e ressecado na estação seca, ou no final desta, em geral constitui uma área de transição que separa a floresta de galeria ou vereda do cerrado de interflúvio.
Distribuição do cerrado
            O cerrado é a segunda maior região biogeográfica do Brasil, se estende por 25% do território nacional, cerca de 200 milhões de hectares (4), englobando 12 estados. Sua área "core", ou nuclear, ocupa toda a área do Brasil central, incluindo os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, a região sul de Mato Grosso, o oeste e norte de Minas Gerais, oeste da Bahia e o Distrito Federal.
            Prolongações da área "core" do cerrado, denominadas áreas marginais, estendem-se, em direção ao norte do país, alcançando a região centro-sul do Maranhão e norte do Piauí, para oeste, até Rondônia, existem ainda fragmentos desta vegetação, formando as áreas disjuntas do cerrado, que ocupam 1/5 do estado de São Paulo, e os estados de Rondônia e Amapá.
            Podem ser encontradas ainda manchas de Cerrado incrustadas na região da caatinga, floresta atlântica e floresta amazônica.
            Devido a sua localização, o cerrado, compartilha espécimes com a maioria dos biomas brasileiros (floresta amazônica, caatinga e floresta atlântica). devido a esse fato possui uma biodiversidade comparável a da floresta amazônica. Contudo devido ao alto grau de endemismo, cerca de 45% de suas espécies são exclusivas de algumas regiões (4), e a ocupação desordenada e destrutiva de sua área o cerrado é hoje o ecossistema brasileiro que mais sofre agressões por parte do "desenvolvimento".

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Feira de Santana (BA) - 535.284
Juiz de Fora (MG) - 509.125

Aracaju (SE) - 505.286
Ananindeua (PA) - 498.095
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Campos dos Goytacazes (RJ) - 429.667
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S�o Carlos (SP) - 214.786
Santa Luzia (MG) - 214.398
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Jacare� (SP) - 208.471

Itabuna (BA) - 207.969
Juazeiro (BA) - 204.988
Divin�polis (MG) - 204.324
Presidente Prudente (SP) - 204.036
Arapiraca (AL) - 202.390

Itabora� (RJ) - 201.443
S�o Jos� (SC) - 201.103
Americana (SP) - 200.607
Marab� (PA) - 200.801
Cachoeiro de Itapemirim (ES) - 198.150

Araraquara (SP) - 197.039
Cama�ari (BA) - 196.798
Itapevi (SP) - 196.551
Maracana (CE) - 196.422
Rio Grande (RS) - 195.392

Hortol�ndia (SP) - 194.289
Crici�ma (SC) - 188.233
Luzi�nia (GO) - 187.262
Rio Claro (SP) - 186.998
Dourados (MS) - 186.357

Santa B�rbara d'Oeste (SP) - 185.623
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Indaiatuba (SP) - 175.933

Sobral (CE) - 175.814
Nova Friburgo (RJ) - 175.370
Cotia (SP) - 175.008
Mesquita (RJ) - 174.045
Chapec� (SC) - 173.262

Barra Mansa (RJ) - 173.003
Cabo de Santo Agostinho (PE) - 172.150
Parnamirim (RN) - 170.055
Rondon�polis (MT) - 169.814
Guarapuava (PR) - 169.007

�guas Lindas de Goi�s (GO) - 168.919
Lages (SC) - 168.384
Itaja� (SC) - 168.088
Francisco Morato (SP) - 164.791
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Camaragibe (PE) - 150.354
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Teres�polis (RJ) - 148.965
Paranagu� (PR) - 147.934
Timon (MA) - 146.139
Lauro de Freitas (BA) - 145.831
Caxias (MA) - 144.387
Itu (SP) - 144.008
Parna�ba (PI) - 143.675
Pindamonhangaba (SP) - 141.039

Bragan�a Paulista (SP) - 140.789
Porto Seguro (BA) - 140.252
Mogi Gua�u (SP) - 138.918
Patos de Minas (MG) - 136.997
Rio Verde (GO) - 136.229

Uruguaiana (RS) - 134.928
S�o Jos� de Ribamar (MA) - 134.593

S�o Caetano do Sul (SP) - 134.295
Alagoinhas (BA) 134.162
Sapucaia do Sul (RS) - 133.944

Abaetetuba (PA) - 133.316

Itapetininga (SP) - 132.869
Jaragu� do Sul (SC) - 131.786
Santa Rita (PB) - 131.684
Sabar� (MG) - 131.398
Aragua�na (TO) - 130.105
Angra dos Reis (RJ) - 129.621
Queimados (RJ) - 129.131
Garanhuns (PE) - 128.398
Palho�a (SC) - 128.102

Te�filo Otoni (MG) - 127.818
Atibaia (SP) - 126.940
Vit�ria de Santo Ant�o (PE) - 125.563
Abaetetuba (PA) - 125.055
Valpara�so de Goi�s (GO) - 123.921

Barreiras (BA) - 123.609
Jau (SP) - 123.374
Pinhais (PR) - 123.288

Barbacena (MG) - 123.005
Linhares (ES) - 123.000

Pouso Alegre (MG) - 122.401
Franco da Rocha (SP) - 122.273
Varginha (MG) - 122.140
Bag� (RS) - 121.299
Botucatu (SP) - 119.298

Cubat�o (SP) - 119.068
Arauc�ria (PR) - 118.313

Santa Cruz do Sul (RS) - 117.949
Ribeir�o Pires (SP) - 116.677
Apucarana (PR) - 115.823

Catanduva (SP) - 115.287
Cod� (MA) - 115.098
Crato (CE) - 115.087
Araras (SP) - 114.682
Teixeira de Freitas (BA) - 114.208

Almirante Tamandar� (PR) - 113.589

Ji-Paran� (RO) - 113.453
Parintins (AM) - 112.636
Colatina (ES) - 111.789
Guaratinguet� (SP) - 111.673

Conselheiro Lafaiete (MG) - 111.467
Resende (RJ) - 110.876
Jandira (SP) - 110.045
Barretos (SP) - 109.238
Araguari (MG) - 108.672

Guarapari (ES) - 108.120
V�rzea Paulista (SP) - 107.760
Itapipoca (CE) - 107.012
Camet� (PA) - 106.816
A�ail�ndia (MA) - 106.357

Birig�i (SP) - 106.313
Itabira (MG) - 106.289
Salto (SP) - 106.207
Toledo (PR) - 105.687
Campo Largo (PR) - 105.474

Votorantim (SP) - 105.446
Passos (MG) - 105.098
Tatu� (SP) - 105.030
Sert�ozinho (SP) - 104.618
Ourinhos (SP) - 104.448

Sinop (MT) - 103.868
Bragan�a (PA) - 103.751
Coronel Fabriciano (MG) - 103.724
Piraquara (PR) - 103.574
S�o Mateus (ES) - 102.955

Bento Gon�alves (RS) - 102.452
Trindade (GO) - 102.430
Santana (AP) - 101.864
Pa�o do Lumiar (MA) - 101.554
Marituba (PA) - 101.356

Corumb� (MS) - 101.089
Sim�es Filho (BA) - 100.702
Maranguape (CE) - 100.279
Paulo Afonso (BA) - 99.543
Patos (PB) - 99.494

Muria� (MG) - 98.850
Camb� (PR) - 98.788
Arapongas (PR) - 98.505
Planaltina de Goi�s (GO) - 98.491
Erechim (RS) - 98.288

Santana de Parna�ba (SP) - 98.050
Santana do Livramento (RS) - 97.488
Bacabal (MA) - 96.883
Itaituba (PA) - 96.515
Novo Gama (GO) - 96.442


A�ail�ndia (MA) - 95.838
Caraguatatuba (SP) - 95.237
Umuarama (PR) - 95.237
Bayeux (PB) - 95.004
Assis (SP) - 94.415

Itatiba (SP) - 93.447
Iguatu (CE) - 92.981
Ituiuitaba (MG) - 92.727
Valinhos (SP) - 92.425
Formosa (GO) - 92.331
Moji Mirim (SP) - 91.938
Lagarto (SE) - 91.605
Barra do Pira� (RJ) - 91.369
Tubar�o (SC) - 91.333
Fazenda Rio Grande (PR) - 90.875

Ub� (MG) - 90.781
C�ceres (MT) - 90.391.

Maiores Cidades do Mundo -

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(População - 188 cidades)

Acima de 5 milhões de habitantes - 24 cidades

Seul (Coréia do Sul) - 10.776.201
São Paulo (Brasil) - 10.405.867
Mumbai (Índia) - 9.925.891
Cidade do México (México) - 9.815.795
Jacarta (Indonésia) - 9.160.500
Xangai (China) - 8.930.000
Moscou (Federação Russa) - 8.400.000
Istambul (Turquia) 8.274.921
Tóquio (Japão) - 7.966.195
Nova Iorque (Estados Unidos) - 7.380.906
Nova Délhi (Índia) - 7.206.704
Londres (Inglaterra) - 7.187.300

Cairo (Egito) - 6.849.000
Teerã (Irã) - 6.758.845
Pequim (China) - 6.690.000
Lima (Peru) - 6.321.173
Hong Kong (Hong Kong) - 6.200.000
Santa Fé de Bogotá (Colômbia) - 6.004.782
Madras (Índia) - 5.906.000
Rio de Janeiro (Brasil) - 5.851.914
Bangcoc (Tailândia) 5.620.000
Karachi (Paquistão) - 5.208.132
Lahore (Paquistão) - 5.063.000
Tianjin (China) - 5.000.000
Entre 3 milhões e 5 milhões de habitantes - 22 cidades

El Giza (Egito) - 4.784.099
Bangalore (Índia) - 4.749.000
Kinshasa (República Democrática do Congo) - 4.655.300
Santiago do Chile (Chile) - 4.640.635
Shonyang (China) - 4.540.000
Bagdá (Iraque) 4.478.000
Calcutá (Índia) - 4.399.819
Toronto (Canadá) - 4.263.757
São Petersburgo (Federação Russa) - 4.200.000
Sydney (Austrália) - 3.934.700
Pusan (Coréia do Sul) - 3.814.325

Wuhan (China) - 3.750.000
Daca (Bangladesh) - 3.637.892
Cingapura (Cingapura) - 3.600.000
Saigon (Ho Chi Minh City - Vietnã) - 3.600.000
Cantão (China) - 3.580.000
Los Angeles (Estados Unidos) - 3.553.638
Berlim (Alemanha) - 3.446.600
Alexandria (Egito) - 3.339.076
Montreal (Canadá) - 3.326.510
Melbourne (Austrália) - 3.321.700
Yokohama (Japão) - 3.307.136
Entre 1,5 milhões e 3 milhões de habitantes - 61 cidades

Buenos Aires (Argentina) - 2.988.000
Casablanca (Marrocos) - 2.940.623
Ancara (Turquia) - 2.937.524
Madri (Espanha) - 2.881.506
Chicago (Estados Unidos) - 2.802.079
Riad (Arábia Saudita) - 2.776.100
Surabaya (Indonésia) - 2.743.400
Roma (Itália) - 2.646.408
Kiev (Ucrânia) - 2.635.000
Osaka (Japão) - 2.602.352
Taipé (Taiwan / Formosa) - 2.598.493
Argel (Argélia) 2.561.992
Yangum (Mianmar) - 2.513.023
Pyongyang (Coréia do Norte) - 2.500.000
Taegu (Coréia do Sul) - 2.449.420
Salvador (Brasil) - 2.440.828
Bandung (Indonésia) - 2.429.000
Inch'on (Coréia do Sul) - 2.308.188
Belo Horizonte (Brasil) - 2.238.526
Havana (Cuba) - 2.184.990
Abidjan (Costa do Marfim) - 2.168.000
Paris (França) - 2.156.766
Nagoya (Japão) - 2.152.184
Santo Domingo (República Dominicana) - 2.138.262
Fortaleza (Brasil) - 2.138.234
Izmir (Turquia) - 2.130.359
Adis Abeba (Etiópia) - 2.112.737
Tashkent (Uzbequistão) - 2.107.000
Luanda (Angola) 2.081.000
Jidá (Arábia Saudita) - 2.046.300
Brasília (Brasil) - 2.043.169

Bucareste (Romênia) - 2.027.512
Quezon City (Filipinas) - 1.989.419
Cali (Colômbia) - 1.985.906
Faisalabad (Paquistão) - 1.977.000
Guayaquil (Equador) - 1.973.880
Medellín (Colômbia) - 1.970.691
Caracas (Venezuela) - 1.964.846
Medan (Indonésia) - 1.942.000
Mashhad (Irã) - 1.887.405
Budapeste (Hungria) - 1.838.753
Vancouver (Canadá) - 1.831.665
Houston (Estados Unidos) - 1.786.691
Sapporo (Japão) - 1.757.025
Minsk (Bielo-Rússia / Belarus) - 1.725.100
Bakú (Azerbaijão) - 1.708.000
Hamburgo (Alemanha) - 1.706.800
Trípoli (Líbia) - 1.682.000
Manila (Filipinas) - 1.654.761
Dacar (Senegal) - 1.641.358
Guadalajara (México) - 1.633.216
Varsóvia (Polônia) - 1.628.500
Viena (Áustria) - 1.606.843
Curitiba (Brasil) - 1.586.848
Aleppo (Síria) - 1.582.930
Kharkov (Ucrânia) - 1.576.000
Chittagong (Bangladesh) - 1.566.070
Brisbane (Austrália) - 1.548.300
Lagos (Nigéria) - 1.518.000
Barcelona (Espanha) - 1.505.581
Nairobi (Quênia) - 1.504.900
Entre 900.000 habitantes e 1.500.000 de habitantes - 81 cidades

Quito (Equador) - 1.487.513
Kyoto (Japão) - 1.463.822
Douala (Camarões) - 1.448.300
Filadélfia (Estados Unidos) - 1.436.287
Kaoksiung (Taiwan / Formosa) - 1.436.143
Cabul (Afeganistão) - 1.424.400
Kobe (Japão) - 1.423.792
Recife (Brasil) - 1.421.993
Manaus (Brasil) - 1.403.796
Ninji Novgorov (Federação Russa) - 1.400.000
Novosibirsk (Federação Russa) - 1.400.000
Damasco (Síria) - 1.394.322
Palembang (Indonésia) - 1.394.300
Rabat (Marrocos) - 1.385.872
Yaundé (Camarões) - 1.372.800
Semarang (Indonésia) - 1.366.500
Dar es Salaam (Tanzânia) - 1.360.850
Porto Alegre (Brasil) - 1.360.033
Perth (Austrália) - 1.319.000
Milão (Itália) - 1.307.785
Montevidéu (Uruguai) - 1.303.182
Yekaterinburgo (Federação Russa) - 1.300.000
Hanói (Vietnã) - 1.300.000
Yerevan (Armênia) - 1.283.000
Belém (Brasil) - 1.279.861
Taljon (Coréia do Sul) - 1.272.121
Omdurman (Sudão) - 1.271.403
Esfahan (Irã) - 1.266.072
Tbilisi (Geórgia) - 1.253.100
Netzahualcóyotl (México) - 1.233.868
Munique (Alemanha) - 1.216.500
Praga (República Tcheca) - 1.193.270
Tabriz (Irã) - 1.191.043
Harare (Zimbábue) - 1.189.103
Belgrado (Iugoslávia) - 1.168.454
Guatemala City (Guatemala) - 1.167.495
Dniprojetrovs'k (Ucrânia) - 1.162.000
Barranquilla (Colômbia) - 1.157.826
Córdoba (Argentina) - 1.148.305
Kuala Lampur (Malásia) - 1.145.342
Adana (Turquia) - 1.131.198
Puebla (México) - 1.122.569

Sófia (Bulgária) - 1.116.823
Donets'k (Ucrânia) - 1.102.000
Beirute (Líbano) - 1.100.000
Bursa (Turquia) - 1.095.842
Goiânia (Brasil) - 1.090.737
Conacri (Guiné) - 1.090.610
Monterrey (México) - 1.088.143
Adelaide (Austrália) - 1.083.100
Guarulhos (Brasil) - 1.071.268
Almaty (Cazaquistão) - 1.064.300
Odessa (Ucrânia) - 1.060.000
Shiraz (Irã) - 1.053.025
Antananarivo (Madagascar) - 1.052.835
Léon (México) - 1.042.132
Valencia (Venezuela) - 1.034.033
Caloocan (Filipinas) - 1.023.159
Nápoles (Itália) - 1.020.120
Birmigham (Inglaterra) - 1.013.400
Juarez (México) - 1.011.786
Ottawa (Canadá) - 1.010.498
Davao (Filipinas) - 1.006.840
Auckland (Nova Zelândia) - 997.940
Lusaka (Zâmbia) - 982.362
Sanaa (Iêmen) - 972.000
Campinas (Brasil) - 968.172
Meca (Arábia Saudita) - 965.700
Amã (Jordânia) - 963.490
Bruxelas (Bélgica) - 954.460
Dublin (Irlanda) - 952.700
Brazzaville (Congo) - 950.000
Acra (Gana) - 949.100
Cartum (Sudão) - 947.483
Maputo (Moçambique) - 931.600
Phnom Penh (Camboja) - 920.000
Nova Iguaçú (Brasil) - 915.366
Santa Cruz de La Sierra (Bolívia) - 914.795
Turim (Itália) - 909.717
Taichung (Taiwan / Formosa) - 901.961
Mogadíscio (Somália) - 900.000

Mapa do Brasil

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O território brasileiro está localizado, quase em sua totalidade, no hemisfério sul, mais precisamente 93% do território, e no hemisfério norte 7%. O país está estabelecido no ocidente, ou seja, a oeste do meridiano de Greenwich, além disso, é cortado ao norte pelo paralelo do Equador. Encontra-se na zona intertropical, zona temperada sul e no Trópico de Capricórnio. O Brasil compõe a América do Sul e faz fronteira com todos os países dessa porção do continente americano, exceto Equador e Chile.

Mapa-Múndi

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Mapa-Múndi
Clique no mapa-múndi para obter uma imagem ampliada

Os Continentes e Oceanos no Mapa-Múndi

Ao observarmos a superfície da Terra, utilizando um globo terrestre, um mapa-múndi ou fotografias tiradas por satélites artificiais, chegamos facilmente à conclusão de que as massas líquidas (oceanos e mares) superam a superfície das terras emersas (continentes e ilhas). De fato, os 510 milhões de quilômetros quadrados da superfície terrestre estão assim distribuídos:
149.000.000km2 361.000.000km2
terras emersas (continentes e ilhas)  águas (oceanos e mares)


Observe o Mapa-Múndi

• Conforme pode ser observado no mapa-múndi, ao longo do Trópico de Câncer encontramos desertos quentes como Saara (África), Arabe (Arábia Saudita), Thar (Índia).
Também observamos no mapa-múndi que ao longo do Trópico de Capricórnio encontramos os desertos de Atacama (Chile), Calaari (África), Vitória (Austrália).
Veja no mapa-múndi todo deserto quente está localizado na linha de um dos trópicos, enquanto os desertos frios ficam em médias e altas latitudes, como o deserto da Patagônia (Argentina) e o de Gobi (MongóliaChina).
Observe no mapa-múndi que a maioria das terras situadas na linha do Equador tem o domínio de densas florestas úmidas, latifoliadas, perenes, sempre verdes e heterogêneas.
Também no mapa-múndi vemos que ao longo da linha do Equador temos o domínio do clima quente e úmido, mas observe que há exceções devido ao relevo.

ILHAS CAYMAN

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labelcayman.gif (6422 bytes)
As Ilhas Caymans são formadas por três ilhas, a Grand Cayman, a Cayman Brac e a Little Cayman. Vamos explorar aqui primeiramente alguns points de mergulho na Grand Cayman e posteriormente estaremos colocando informações de outros points nas outras ilhas.

Grand Cayman
Point: Big Tunnel
O Big Tunnel é um dos locais mais procurados no etinerário de mergulho da ilha. Fica situada em um área formada por gargantas espiraladas. O mergulho neste local só é indicado para mergulhadores experientes em profundidade, que varia de 26 a 30 metros, e há passagens às vezes complicadas atravéz das cavernas e gargantas.
Este é um local extenso para se mergulhar e pode ser dividido em duas ou três partes. O plano de mergulho recomendado cobre o local todo e é baseado em um tempo de fundo de 20 minutos. Planeje seu tempo tendo um cuidado especial com o tempo gasto nos níveis mais profundos.

O foco deste mergulho é a grande caverna ou "O Túnel Grande", que dá nome ao local. Este túnel pode abrigar quatro mergulhadores nadando lado a lado. É difícil encontrar um local com tantos túneis e gargantas quanto aqui. O Big Tunnel exibe para seus visitantes uma rica variedade de esponjas, gorgônias, corais e pequenos cardumes de peixes, proporcionando excelentes fotos.


Point: Stingray CityVisitar as Ilhas Caymans e não ir mergulhar em Stingray City é como não se tivesse ido às Caymans. O show fica por conta das arraias que ficam passeando entre os mergulhadores no point conhecido como Sandbar.

A cidade de Stingray fica situada ao lado ocidental da ilha, perto de Barkers Kay. O local compreende uma canaleta arenosa larga, coberta com cabeças de corais e as variações de maré fazem com que a visibilidade se altere bastante. As condições para fotografia sub são ideais em dias de maré mansa, portanto divirta-se com as arraias.
A única desvantagem é que por ser um local muito visitado, você terá que dividir espaço com muitos outros mergulhadores e fotógrafos.



cayman3.jpg (24779 bytes)

Point: Bonnies Arch
Poucos points de mergulho combinam a beleza e a conveniência que fez o Bonnies Arch ganhar tamanha popularidade. Este local encontra-se perto da costa, com profundidades moderadas e com uma grande população de peixes de recife que fazem o atrativo para os snorkelers.
Tome cuidade com uma forte corrente que costuma aparecer no local, que tem este nome (Bonnies Arch) em memória de Bonnie Charles, amante do mergulho e fotografia que viveu alí nos anos sessenta e setenta

Charles Robert Darwin

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Charles Robert Darwin (12/02/1809 – 19/04/1882)

Darwin em 1840 e em 1854, 5 anos antes da publicação de A Origem das Espécies.
Quinto dos seis filhos de Susannah e Robert Darwin, Charles Robert Darwin nasceu em Mount, na cidade de Shrewsbury, Inglaterra, em 12/02/1809. Seu pai era um famoso médico, muito rígido com a família, foi também um cuidadoso colecionador de minerais, conchas e selos.
Sua mãe, pai e avô sempre quiseram que Charles fosse um doutor, entretanto nunca imaginaram que ele seria destinado a mudar o conhecimento científico de como a vida se adaptou na Terra...
Darwin estudou no Colégio de Edinburgh e no Colégio de Christ, em Cambridge antes de 1831. Parece que foi em Cambridge, através da amizade com o professor de Botânica, John Henslow, que despertou o verdadeiro interesse pela História Natural...
Em 1831 (com 22 anos), sua amizade com cientistas o leva a participar, como naturalista, de uma expedição no navio HMS Beagle, promovida pela Marinha Inglesa para completar dados cartográficos da América do Sul. Durante cerca de cinco anos de viagem, obteve conhecimento da fauna, flora e geologia de vários lugares.
Mais de duas décadas depois de seu retorno ele publicou A Origem das Espécies, através do Sistema de Seleção Natural, em 1859. Darwin desejava revelar 'o mistério dos mistérios – a primeira aparição dos seres na Terra', e seu livro imediatamente estabeleceu parâmetros a cerca da evolução que foram aceitos naquela época, causando uma revolução científica que, hoje, ainda causa debates...
Ele morreu em 19/04/1882, em Down House, Downe, Kent.
A Viagem do Beagle (1831-1836)
Ele visitou Tenerife, Ilhas Cabo Verde, Brasil, Montevidéo, Argentina (Tierra del Fuego, Buenos Aires, Valaparaiso), Chile, Tahiti, Nova Zelândia, Tasmânia e Ilhas Cocos (Keeling), na qual ele começou sua famosa teoria dos recifes de corais.
Também visitou as Ilhas Galápagos – arquipélago situado no oceano Pacífico e que faz parte do território do Equador. Abriga espécies raras de tartarugas gigantes, iguanas e pássaros. Foi estudando a fauna de Galápagos que Darwin elaborou a Teoria da Evolução das Espécies...
O HMS Beagle, de uma aquerela de 1841, por Owen Stanley (lado esquerdo da tela, em cima). Amplie o mapa com a rota da viagem do Beagle.

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Finalmente, em 27/12/1831 o Beagle zarpou, fazendo a primeira parada em 16/01 nas Ilhas Cabo Verde, e depois Fernando de Noronha em 20/02 e chegou a Salvador em 29/02/1832.
Foi no Brasil que Darwin teve seu primeiro contato com a exuberante floresta tropical. Aportou no Rio de Janeiro em 05/04/1832, onde permaneceu, enquanto o Beagle voltou à Salvador para rever cálculos cartográficos, realizando uma série de coletas e observações.
Desenho antigo de Salvador, na época em que o navio Beagle visitou a Bahía.
Em 23/07/1835 ancoraram em Valparaiso, no Chile, onde Darwin fez uma expedição aos Andes, e encontrou fósseis de conchas a mais de 1.000 metros de altitude. Em setembro do mesmo ano, o Beagle chegou às Ilhas Galápagos, onde Darwin constatou a existência de espécies de árvores, tartarugas e aves diferentes em cada ilha.
Foi em Galápagos que Darwin realmente passou a duvidar da imutabilidade das espécies, principalmente após as observações realizadas.
Alguns autores comentam que durante um jantar na casa do Governador de Galápagos, surgiram comentários sobre a possibilidade de reconhecer a procedência dos galápagos (cágados) a partir da forma casco.
Posteriormente, no navio, ao preparar os espécimes coletados para armazenamento e com a ajuda das anotações do Capitão Fitzroy verificou a variação existente entre os tentilhões em relação as diferentes ilhas do Arquipélago de Galápagos. Nas figuras abaixo repare na forma do casco dos cágados:
Ilhas Galápagos
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A Minuciosa Elaboração da Teoria
Darwin iniciou uma série de experimentos com plantas e animais visando desenvolver métodos para verificação de um mecanismo de transformação dos seres vivos.
Passou vinte anos estudando os dados coletados, para confirmar a ocorrência de variações nas espécies. A teoria chamada darwiniana é a que mais se adapta aos fatos observados, ao explicar a evolução pela seleção natural entre as espécies.
É proposta, simultaneamente e de modo independente, em 1858 pelos naturalistas britânicos CHARLES ROBERT DARWIN e ALFRED RUSSEL WALLACE.
Darwin consciente das implicações de seu trabalho sobre a tese da imutabilidade das espécies e preceitos religiosos, metódica e minuciosamente junta, durante mais de vinte anos, evidências para provar a transformação dos seres vivos, e com isso começa a escrever o livro “Natural Selection” (1856).
Em 1858, recebe carta de Alfred Russel Wallace, um jovem naturalista que estava trabalhando no Arquipélago Malaio. Nesta carta, Wallace apresenta um esboço de suas observações no Arquipélago e solicita a opinião de Darwin.
Ao ler a carta, Darwin, relata em sua autobiografia, que ficou completamente surpreso e escreve ao seu amigo Lyell, dizendo: “Ele (Wallace) não poderia ter feito melhor resumo do meu trabalho desenvolvido nestes últimos 22 anos...”

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Em 1859, publicou o livro “A Origem das Espécies”, em que explica os princípios do evolucionismo e da Seleção Natural.
Em 1871, provoca polêmica com a Igreja ao publicar a obra “A Descendência do Homem”, em que expõe sua teoria de que o ser humano descende do macaco. Com ela, Darwin nega a história da criação como está descrita no Gêneses...
Os conservadores também protestam contra a teoria, por se recusar a admitir que os ancestrais da espécie humana sejam animais. Publicou também a biografia de Erasmus Darwin (1879).
Sem conhecer as pesquisas de Mendel, Darwin morre em Down e, por solicitação do Parlamento Britânico é enterrado na Abadia de Westminster.
O avô de Charles Darwin, Erasmus Darwin (1731-1802), publicou um tratado, no fim do século XVIII, no qual afirmava a crença na evolução das espécies. Tal obra apresentava ideias evolucionistas precursoras de Lamarck.
Não formulou, porém, qualquer hipótese sobre a natureza dessa evolução. Médico e filósofo, publicou o livro “Zoonomia ou Leis da Vida Orgânica” (1794-1796) onde assinalou que a variação do ambiente provoca uma resposta do organismo (estrutura de um órgão).
Portanto os animais se transformavam pelo hábito provocado pelas necessidades. Em suma, ele acreditava na herança de caracteres adquiridos, e com essa crença produziu o que decerto era uma emergente teoria de evolução, embora ainda deixasse muitas questões sem resposta...
Caricatura de Darwin como um macaco na revista Hornet (lado esquerdo). Clássica imagem de Darwin (lado direito). Seu avô Erasmus Darwin (centro).
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O processo evolutivo proposto por Darwin:
1. Afirma que o meio ambiente seleciona os seres mais aptos e elimina os menos dotados, isto é a evolução por meio da seleção natural.
2. Seleção Natural: Organismos com melhor adaptação ao ambiente tendem a sobreviver e podem transmitir suas características genéticas. Os menos adaptados acabam sendo eliminados. Assim, só as características que facilitam a sobrevivência são transmitidas aos descendentes. Ao longo das gerações, elas se firmam e identificam uma nova espécie. Em todas as espécies os indivíduos nunca são iguais, exibindo variação que podem ser herdadas. Em um determinado ambiente, os indivíduos dotados de variação favoráveis estarão mais capacitados a sobreviver, do que os que possuem variações desfavoráveis. Assim, as variações favoráveis são transmitidas para os descendentes e, acumulando-se com o tempo, dão origem a grandes diferenças. O processo de seleção natural, imposto pelo meio ambiente, e prolongado por várias gerações produz adaptações cada vez mais perfeitas e complexas, determinando dessa forma, um processo de evolução progressiva.
O ponto positivo do Darwinismo é a existência da seleção natural como fator orientador da evolução, entretanto sua falha é a não explicação da origem das variações naturais, sobre as quais atua a seleção natural. A natureza das variações só foi explicada pela Genética no início do século XX.

O DARWINISMO
Os ancestrais das girafas, de acordo com o documentário fóssil, tinham pescoço mais curto. O comprimento do pescoço variava entre os indivíduos das antigas populações de girafas. Essa variação era de natureza hereditária.
Indivíduos com pescoço mais longo alcançavam o alimento dos ramos mais altos das árvores. Por isso, tinham mais chance de sobreviver e deixar descendentes.
A seleção natural, privilegiando os indivíduos de pescoço mais comprido durante milhares de gerações, é responsável pelo pescoço longo das girafas atuais.
Em uma explicação mais detalhada da “Seleção Natural”, note que esse processo pressupõe a existência de variabilidade entre organismos de uma mesma espécie (variabilidade entre as girafas).
As mutações e a recombinação gênica são as duas importantes fontes de variabilidade. Essa variabilidade pode permitir que os indivíduos se adaptem ao ambiente.
É obvio que a mortalidade seria maior entre os indivíduos menos adaptados ao meio, pelo processo de escolha ou “seleção natural” – uma escolha efetuada pelo meio ambiente. Restando apenas as girafas que melhor se adaptaram ao ambiente.
O tamanho do pescoço dos ancestrais da girafa variava. Alguns eram compridos e outros, mais curtos. Os animais de pescoço longo alcançavam as folhas mais altas das árvores e levavam vantagem para se alimentar.
Por isso, tinham mais chances de sobreviver. Com o tempo, os animais de pescoço curto desaparecem e só sobraram as girafas de pescoço longo, do jeito que conhecemos hoje.

Tartarugas Gigante de Galapagos

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   As Tartarugas Gigantes de Galapagos s�o as maiores tartarugas terrestres que existem atualmente, s�o conhecidas diversas subesp�cies, cada uma com suas caracter�sticas �nicas e para melhor conhec�-las, nada melhor do que visualizarmos primeiramente o mapa do Arquip�lago de Galapagos visto por sat�lite.
    Existiam 14 subesp�cies de Tartaruga Gigante de Galapagos antes da descoberta das Ilhas pelo homem, hoje em dia somente 11 subesp�cies sobreviveram. Os grandes vil�es dessa hist�ria s�o os marinheiros de navios ca�adores de baleias e pescadores, que ao passarem pelas ilhas formavam estoques enormes de tartarugas, pois elas garantiam grandes estoques de comida e por um longo per�odo de tempo, pois as tartarugas gigantes poderiam sobreviver por mais de um ano dentro de navios sem comida e sem �gua, por�m as tartarugas ao se banharem podem absorver cerca de 15% de seu peso em �gua. Geralmente eram levadas primeiramente as f�meas, pois elas s�o menores que os machos e podiam ser encontradas com maior freq��ncia pr�ximas as costas durante as temporadas de desova, at� Charles Darwin chegou a comer algumas Tartarugas Gigantes de Galapagos.
    O golpe final que extinguiu diversa das subesp�cies foi a inclus�o de mam�feros nas Ilhas de Galapagos, propositalmente foram adicionadas cabras nas ilhas nos anos de 1950 como fonte de alimento alternativa para os marinheiros, esta tornaram concorrentes diretas das tartarugas, pois se alimentavam das mesmas plantas e como a popula��o de cabras cresceu rapidamente, ocorreu uma destrui��o da vegeta��o e uma grande eros�o nos solos. Outro fator crucial foi a inclus�o de ratos nas ilhas, que fugiram de navios ancorados, eles come�aram a atacar os ovos de tartarugas diminuindo a taxa de natalidade e dificultando ainda mais a sobreviv�ncia das Tartarugas Gigantes de Galapagos rec�m nascidas. Por�m em 1959 foram criados O Parque Nacional de Galapagos e a Funda��o Charles Darwin, que a partir de 1965 vem conseguindo recuperar com seus programas a popula��o de Tartarugas Gigantes de Gal�pagos. Onde os ovos s�o incubados artificialmente e as tartaruguinhas s�o criadas at� atingirem 20 cent�metros de comprimento de carapa�a, na qual j� podem ser soltas em suas ilhas de origem e as vegeta��es das ilhas est�o sendo recuperadas para suportar novamente uma grande popula��o. At� hoje aproximadamente 2500 tartaruguinhas j� foram soltas em suas ilhas de origem.
    Existem basicamente dois tipos de carapa�as uma chamada de carapa�a de sela, pois possu� formato de sela de cavalo, o qual facilita que o pesco�o da tartaruga atinja locais altos e sua ocorr�ncia � mais comum em ambientes ( Ilhas ) mais secos e a carapa�a em formato de domo, mais redondo, que ocorre em ambientes ( Ilhas ) bem �midas.
Casco em formato de sela                                  Casco em formato de domo
                    
   O mantenimento em cativeiro, embora n�o recomendado fora de zool�gicos por serem animais de grande porte, pr�ximo da extin��o e de exigir diversos cuidados, deve ser apresentar um cercado bem robusto com cerca de 1 a 1,2 metros de altura, para resistir as fortes investidas desses animais que pode chegar a pesar 300 kg. O recinto deve ser ao ar livre e de grande tamanho, cerca de 300 m� por exemplar adulto, deve receber grande quantidade de luz solar, de possuir bastante arbustos comest�veis e �rvores de grande porte para prover sobra aos animais, sendo indispens�vel um tanque com cerca de 0,5 a 1,5 metros de profundidade, com rampas de pouca angula��o (m�x. 30�) para permitir o acesso a banhos, o recinto deve tamb�m possuir um abrigo aquecido para evitar que os animais hibernem nos meses de inverno.
   Sua alimenta��o � basicamente on�vora, pois em ilhas remotas como as de Gal�pagos, os animais n�o se podem dar ao luxo de escolherem muito os alimentos. Se alimentam de ervas, ramos, frutos, cactos, restos de animais mortos e at� excrementos. Em cativeiro deve-se ter o cuidado de fornecer uma dieta rica em fibras, para se evitar problemas intestinais, como por exemplo figos da ind�a ( frutos e palmas ), Opuntia arborea e Opuntia autoctona, al�m de hortali�as, pasto, feno, dentes le�o, frutas como mel�o, melancia, ma��s, peras, jabuticabas, amoras, etc. N�o deve faltar tamb�m uma parcela de prote�nas, que pode ser a base de carne mo�da com pouco teor de gorduras.
   O acasalamento ocorre quase sempre nas �pocas de chuva, onde os machos que s�o bem maiores, s�o muito persistentes ao cortejar as f�meas, perseguindo a mesma onde quer que ela v�, dando voltar em torno dela e mordendo suas patas. Quando a f�mea para e se esconde na carapa�a em posi��o submissa, o macho inicia a montaria, subindo com suas patas dianteiras em cima da carapa�a da f�mea. A c�pula dura muito pouco tempo, para evitar o risco de esmagamento das f�meas. Durante a c�pula o macho emite fortes ru�dos que podem ser ouvidos a enormes dist�ncias.
   As f�meas costumam desovar de 4 a 10 ovos em �reas limpas, ensolaradas e com pouca inclina��o. Os ovos s�o esf�ricos e medem cerca de 6 cent�metros de di�metro, o tempo de incuba��o varia entre 80 a 200 dias dependendo da temperatura e da quantidade de chuvas.

   A Chelonoidis nigra abingdoni (G�nther, 1878) habitava a Ilha Pinta, por�m hoje em dia s� existe um exemplar dessa subesp�cie de tartaruga de galapagos. O nome dele � George ("O Solit�rio George"), tem cerca de 90 anos de idade, pesa cerca de 100 Kg e mede 106 cent�metros de carapa�a. Ele vive atualmente na Esta��o de Pesquisa Cient�fica Charles Darwin na Ilha de Santa Cruz. George foi encontrado por um guardi�o do Parque Nacional, ca�ador de cabras, na Ilha de Pinta em 1971, esta foi considerada uma grande surpresa, pois essa subesp�cie era considerada extinta desde 1906.
   Desde ent�o foi iniciada uma busca para encontrar uma parceira da mesma subesp�cie para George, por�m n�o foi encontrada nenhuma na Ilha de Pinta, foram encontrados apenas 15 restos de tartarugas gigantes mortas a bastante tempo, ofereceu-se ent�o uma recompensa de US$10.000,00 para quem encontrasse um outro exemplar, foi ent�o encontrado um exemplar ainda jovem,com poucos anos de vida na Ilha de Pinta, por�m n�o se tem certeza da subesp�cie do mesmo. Ent�o a solu��o encontrada foi colocar duas f�meas da subesp�cie chelonoidis nigra becki, as quais acreditavam ser as parentes mais pr�ximas, por causa da proximidade geogr�fica. Por�m George n�o demonstrou muito interesse pelas f�meas.
   Estudos atuais demonstraram que a subesp�cie geneticamente mais parecida com George � a chelonoidis nigra hoodensis que habita a Ilha Espanhola, gerando ent�o um projeto para colocar uma f�mea dessa subesp�cie junto com George e tentar a reprodu��o. As chances de reprodu��o dessa subesp�cie ainda s�o boas, pois 90 anos de idade para uma Tartaruga Gigante de Galapagos ainda representa uma meia vida, pois normalmente elas vivem em torno de 150 � 200 anos. E existem j� estudos para tentar clonar George e alterar seu sexo, tentando assim gerar uma f�mea, mas essa hip�tese � considerada distante.

   A Chelonoidis nigra becki (Rothschild, 1901) habita a Ilha Isabela, pr�ximo ao Vulc�o Wolf. Atualmente existem cerca de 2000 tartarugas gigantes dessa subesp�cie e seu desenvolvimento se encontra est�vel.

   A Chelonoidis nigra chathamensis (Van Denburgh, 1907) habita a Ilha S�o Cristobal. Atualmente existem cerca de 500 a 700 tartarugas gigantes dessa subesp�cie. Alguns ovos dessa subesp�cie est�o sendo removidos da natureza para a realiza��o de incuba��o artificial na Reserva Charles Darwin e posteriormente as tartaruguinhas est�o sendo devolvidas na ilha de origem.

   A Chelonoidis nigra darwini (Van Denburgh, 1907) habita a Ilha Santiago, atualmente existem cerca de 115 exemplares na ilha de origem e um grande n�mero n�o estimado espalhados em zool�gicos pelo mundo, seu exemplar mais famoso � a f�mea chamada Harriet, que faleceu em 2006 no Zool�gico Australiano chamado Australia Zoo. Provavelmente Harriet nasceu em novembro de 1830 ( Seu anivers�rio � celebrado em 15 novembro ), quando ela tinha 5 anos de idade foi capturada por Sir Charles Darwin em sua viagem no HMS Beagle e foi levada para a Inglaterra juntamente com outras 3 tartarugas gigantes para estudos ciet�ficos, Robert FitzRoy, o capit�o, recolheu dois exemplares da ilha de Espa�ola, Darwin um de S�o Salvador e o seu empregado Syms Covington outro de Santa Maria. duas delas morreram nos primeiros meses, em 1841, o naturalista ofereceu a sua tartaruga e a de Covington a John Wickham, um colega da viagem, que depois a doou ao Jardim Bot�nico de Brisbane City Botanic Gardens ( na austr�lia ) em 1842 , onde o clima era mais parecido com o seu local de origem ( Arquip�lago de Gal�pagos ), em 1952 ela foi transferida para um santu�rio animal chamado Australia's Gold Coast.
    No come�o da d�cada de 1960 que finalmente descobriram que ele era ela, pois antes disso Harriet era chamada de Harry e se pensava que era um macho. As Tartarugas Gigantes de Galapagos demoram muitos anos para apresentarem dimorfismos sexuais ( diferencia��o entre os sexos ).
   Finalmente em 1988 ela foi transferida para o Australia Zoo onde faleceu com seus 178 anos de idade, 180 quilos e sendo considerada um dos animais mais velhos do mundo !
    Por�m existem controv�rsias sobre a "est�ria" dessa Tartaruga, com certeza sabe-se que o animal estava no Jardim Bot�nico de Brisbane em 1870. A partida para a Austr�lia de Wickham em 1841 � confusa, uma vez que os censos australianos mostram que este marinheiro j� estava l� nesse ano. A hist�ria da vida de Wickham conta que ele s� reviu Darwin ap�s a viagem do Beagle numa reuni�o realizada em Londres em 1862. Contrariando assim a hip�tese de Harriet ter sido o animal de estima��o de Darwin. Atrav�s da correspond�ncia de Robert FitzRoy, sabe-se que as tartarugas recolhidas pelo capit�o do navio morreram pouco depois da chegada, n�o podendo se tratar de Harriet. Recentemente, foram realizados estudos do DNA mitocondrial de Harriet, que desacreditam mais ainda a sua liga��o a Darwin. A an�lise gen�tica mostra que Harriet pertence � subesp�cie chelonoidis nigra porteri, t�pica de Santa Cruz, uma ilha que Darwin e os seus companheiros n�o visitaram. Este estudo confirma, no entanto, que Harriet estava viva em 1835 e que tem por isso, pelo menos possu� 178 anos de vida.

   A Chelonoidis nigra duncanensis (Garman, 1817) ou Chelonoidis nigra ephippium habita a Ilha Pinz�n e s�o umas das menores subesp�cies das Tartarugas de Gal�pagos, raramente ultrapassando os 80 cent�metros de comprimento. Sua popula��o atualmente gira em torno de 350 individuos, composto por 150 animais adultos e o resto de jovens introduzidos na ilha pelo programa de preserva��o da Esta��o Charles Darwin.

   A Chelonoidis nigra guntheri (Baur, 1889) ou Chelonoidis nigra elephatopus habita a Ilha Isabela, pr�ximo aos Vulc�es Sierra Negra e Cerro Azul, estima-se que sua popula��o atual gira em torno de 700 individuos, que juntamente com o programa de preserva��o da Esta��o Charlis Darwin vem se recuperando com grande rapidez.

   A Chelonoidis nigra hoodensis (Van Denburgh, 1907) habita a Ilha Espanhola e esteve a beira da extin��o no ano de 1965, quando restavam apenas 14 exemplares vivos, compostos de apenas 2 machos e 12 f�meas, por�m atualmente com o aux�lio de programas de reprodu��o em cativeiro e posteriormente na natureza em sua pr�pria ilha de origem, j� existem mais de 700 animais dessa esp�cie.

   A Chelonoidis nigra microphyes (Gunther, 1875) habita a Ilha Isabela, pr�ximo ao Vulc�o Darwin, sua popula��o atual � estimada em aproximadamente 1000 individuos e seu crescimento populacional continua apresentando bons resultados.

   A Chelonoidis nigra porteri (Rothschild, 1903) habita a Ilha de Santa Cruz e s�o uma das subesp�cies de Galapagos que mais crescem, podendo ultrapassar facilmente os 1,10 metros e podendo chegar a 1,30 metros.

   A Chelonoidis nigra vandenburghi (de Sola, 1930) habita a Ilha Isabela, pr�ximo ao Vulc�o Alcedo e � a subesp�cie de Tartaruga de Gal�pagos que possu� a maior popula��o, sendo estimada a existencia de cerca de 10 mil a 15 mil animais e seu crescimento populacional continua apresentando bons resultados.

   A Chelonoidis nigra vicina (G�nther, 1875) habita a Ilha Isabela, pr�ximo aos Vulc�es Cerro Azul e Sierra Negra.

A Chelonoidis nigra galapagoensis (Baur, 1889), hoje extinta, habitava a ilha Floreana.


    A Chelonoidis nigra phantastica (Van Denburgh, 1907), hoje extinta, habitava a ilha Fernandina.

   O Arquip�lago de Gal�pagos originou-se de uma s�rie de erup��es vulc�nicas h� cerca de 30 milh�es de anos atr�s, desde ent�o diversas esp�cies vegetais come�aram a habitar as ilhas, passado algum tempo as ilhas j� suportariam vida animal de grande diversidade, acredita-se que algumas foram introduzidas por acaso, acidentalmente, pois algumas esp�cies animais s�o parentes pr�ximas das esp�cies existentes nos continentes sul-americano, como as iguanas terrestres e marinhas de Gal�pagos, as aves marinhas e finalmente as Tartarugas Gigantes de Gal�pagos. Elas possuem um parentesco bem pr�ximo com as tartarugas sul-americanas Jabuti Tinga, Jabuti Piranga e a Tartaruga do Chaco, sendo esta �ltima, uma das menores da fam�lia chelonoidis, sua parente mais pr�xima, pois acredita-se que essas pequeninas tartarugas poderiam ser facilmente transportadas por balsas ( troncos, galhos e outros restos vegetais flutuantes ) para as ilhas de Gal�pagos por mais de 1000 km de dist�ncia, ocorrendo at� v�rias vezes e em �pocas diferentes, dando assim origem as diversas subesp�cies de Tartarugas que nas ilhas, sem concorrentes diretos, tornaram-se uma das maiores representantes da Ordem Chelonia.
   
Dados do Quel�nio:
Nome: Tartaruga Gigante de Galapagos
Nome Cient�fico: Chelonoidis nigra
�poca: Holoceno
Local onde Vive: Am�rica do Sul
Peso: Cerca de 317 quilos
Tamanho: 1,80 metros de comprimento
Alimenta��o: On�vora

Reino:
Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Testudines
Familia: Testudinidae

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