11.30.2009

Evidências ou Documentos Secretos - Exclusivissimo

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Evidências ou Documentos Secretos - Exclusivissimo

To colocando na Pasta Evidências ou Documentos Secretos, exclusivo da TecnoS, agora em 1ª mão aqui pra vcs todos, os documentos da Revista TecnoS nº1 e vou colocar + coisas raras e q vc não encontrará na net, pois não estarão, só se hackear lá na NASA, Pentágono, a CIA, NSA e etc...
Com todo o risco, vou colocar aos poucos, e quem manja bem no inglês tá ótimo, pois quem não souber aprenda pois é a lingua dos conspiracionistas do mundo.
Por exemplo:
Parte do acordo entre os EUA e URSS:
Não preciso explicar a não ida à Lua, monte o quebra-cabeça...
Memo from JFK on UFOS - Top Secret_TecnoS
Tudo Trá na pasta de Evidencias ou Documentos Secretos
http://www.4shared.com/dir/19697769/b513e5ae/Torrents__Legendas_ou_Dublados.html
receio q um dia eles deletem esse hd virtual, por isso baixe tudo o quanto antes...

Hooligans

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Hooligans.

O hooliganismo surgiu tradicionalmente na Inglaterra na década de 60, mas ficou mais evidente na década de 70
Hooligans são grupos de torcedores de eventos esportivos que existem na Europa, mais precisamente: Inglaterra, Rússia, Polónia, Alemanha e Croácia e que sentem prazer em brigar, usando o futebol como o evento alvo para isso. Eles vão aos estádios preparados para brigar, fazendo do futebol uma desculpa para os atos de violência. Em diversos países a entrada desses torcedores é barrada, principalmente se tem um grande evento marcado para aquela data. Pois os Hooligans sentem prazer ao entrar em confronto com torcedores de outro time, seria uma forma de tentar medir o poder, disputando qual deles seria o mais forte.
Misturam a paixão pelo clube com a vontade de fazer vandalismo, na maioria das vezes alcoolizados. Alguns grupos hooligans além da paixão pelo clube, defendem ideologias políticas (geralmente de Direita e Extrema Direita). Alguns factos ilustram o perigo que essas pessoas levam ao estádios. Um exemplo foi a final da Liga dos Campeões, entre Liverpool e Juventus da Itália; nesse episódio morreram mais de trinta pessoas. Ocorreu no dia 29 de Maio de 1985, ficou conhecido como a Tragédia do Estádio do Heysel.
http://www.youtube.com/watch?v=uQbW5ww1mCo
balanço final da tragédia apontou 38 mortos e um número indeterminado de feridos. A polícia não efectuou nenhuma detenção. Os hooligans ingleses foram responsabilizados pelo incidente, o que resultou na proibição das equipas britânicas participarem em competições europeias por um período de cinco anos. As reacções do povo inglês foram todas no sentido da reprovação e incredulidade pelos actos violentos dos adeptos do Liverpool, o que levou a própria rainha Isabel II a condenar publicamente o comportamento dos hooligans e a apoiar a suspensão das equipas inglesas.

Algumas medidas são tomadas a respeito hoje em dia, A polícia local das cidades, onde ocorrem os eventos futebolísticos, prepara um forte esquema para inibir a violência antes, durante e depois da partida, porém os Hooligans encontram formas de se confrontarem.

Um estudo elaborado por especialistas em comportamento de massas da Universidade de Liverpool e da Academia de Polícia holandesa, denominado 'Low-profile', que teve muito sucesso na Eurocopa 2004, tornou-se referência pela Europa



Denominada “Dinâmica, policiar e “hooliganism” multidão em Euro2004”, a pesquisa foi conduzida pelo Dr. Clifford Stott e pelo Dr. Otto Adang, da Universidade de Liverpool - Psicologia, treinou 16 observadores do Academia Portuguesa das Polícias e as Universidades de Coimbra, de Porto e de Lisboa (Portugal foi o país sede da Eurocopa 2004). Realizaram 300 entrevistas com torcedores, policiais (de vários países), responsáveis por seguranças em jogos de futebol e representantes da UEFA e da Liga Inglesa de futebol.Pontos principais da pesquisa do 'Low-profile':

1. Fora da vista, mas próximo:

Misturar policiais devidamente caracterizados com uma identificação fácil, bem visível (coletes nas cores verde limão) com policiais à paisana. Os fardados, em menor número, e numa distância que dificulte a provocação dos vândalos, que eram imediatamente identificados e presos pelos policiais à paisana.

2. Resposta rápida

Apesar de uma presença visível de um pequeno número de policiais (facilmente identificáveis pelas suas roupas) os potenciais incidentes eram imediatamente contidos, numa resposta veloz e apropriada (sem o uso extremo e desafiador da força policial), o que acaba por acalmar a situação.


Os limites de atuação, seja dos torcedores, seja dos policiais é claro para ambas as partes, que se conhecem. A atuação era tão rápida e de sucesso, que outros torcedores nem percebiam que haviam policiais à paisana entre eles.

A conclusão do estudo é de que o uso de oprissão e da força bruta pode controlar o conflito no curto prazo, mas a tendência é que amplie os conflitos na seqëncia, tanto em tamanho como em intensidade.

Para o professor Adang, a existência de poucos incidentes durante a Eurocopa é reflexo de "uma abordagem de polícia não visível, prestável mas firme, e não provocadora" diz o pesquisad

muito estranho alguem sabe o que é isto ?

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muito estranho alguem sabe o que é isto ?

c vcs escrever illuminati no google do lado ao contrario [ itanimulli] e clika estou com sorte

aparece uma piramide e todas letras do site esão do lado ao contrario

http://www.illuminatiorder.info/

11.29.2009

Como mover objetos com a mente - Telecinese

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Disallow:- Oque é Telecinese?

A telecinésia é a alegada capacidade de mover fisicamente um objeto com a força psíquica (da mente), fazendo-o levitar, mover-se ou apenas ser abalado pela mente. Tal poder está agrupado na paranormalidade. A telecinese, telecinésia, telecinesia ou telecinética, é também conhecida como TK.

A palavra telecinese origina das palavras gregas tele e kinese, que significam "mover à distância".

- Polêmica:

Há muita polêmica sobre o assunto, havendo quem defenda a existência de tais poderes e quem afirme que não há evidências disso. Os que concordam com a existência de tal fenômeno dizem que conheceram pessoas assim, costumam dizer que se trata de parapsicologia ou manifestações naturais.

- Fenômeno:

A idéia da telecinésia, vista pelos TKs, é de que tudo no mundo é feito da mesma coisa: energia. Os átomos são feitos de energia e, conseqüentemente, nós somos energia. Por isso podemos controlar objetos pela livre vontade, temos que interagir com a energia do meio ao nosso redor, e interagimos com a energia que o objeto possui.

- Evidências Científicas:

Não existem evidências científicas de que esta aparente capacidade possa ser controlada conscientemente. Estudos na parapsicologia demonstram que, se a telecinese existir, seria incontrolável, espontânea e inconsciente. Muito diferente do que é visto na ficção ou alegado por paranormais.

- Histórias de Ficção:

A telecinésia é bastante ressaltada em histórias de ficção, principalmente nos quadrinhos e na televisão. O poder é um dos preferidos pelos autores, que já deram essas atribuições a muitos seres animados. Bons exemplos são a mutante Jean Grey de X-Men, Prue do seriado Charmed, Ravena (DC Comics) de Os Jovens Titãs...

Como mover objetos com a mente!

- Movendo pequenos objetos com a mente:

Escolha um pequeno objeto e o coloque numa mesa, em frente à você. Relaxe e
limpe sua mente de tudo, foque apenas no objeto. Visualize um “túnel” entre o objeto
e você mesmo, a única coisa que deve estar presente na sua mente é o túnel e o objeto no fim do túnel.
Agora, imagine suas ‘mãos mentais’ saindo e puxando o objeto. Após você sentir o puxão, você deve querer que façam sons na sua cabeça que sugiram um campo magnético (nnn... n....) LEMBRE - SE, telecinese é como projetar seu desejo!

- Parede Telecinética:

Sente-se e olhe fixamente para o objeto que você deseja mover. Agora, com
algum tipo de energia, comece a fazer uma parede de energia na sua frente. Quando a parede estiver pronta, visualize a como uma parede de vidro. Coloque sua mão(s)na sua frente e ‘atire’ um pequeno ki para empurrar a parede. Faça a parede quebrar dentro do objeto. Com um pouco de sorte, o objeto irá se mover um pouco.
Começe com algo pequeno, como um anel de plástico barato.

- Entortando Uma Colher:

Pegue uma colher, e segure-a em sua mão principal. Segure-a de forma que
seu polegar esteja logo antes da cabeça da colher, e os outros 4 dedos estejam atrás.Feche seus olhos e sinta a energia em volta de você. Feche seus olhos. Comece a esfregar seu polegar para cima e para baixo na colher. Depois de um minuto, a colher começará à ficar quente. Em sua mente, visualize o polegar e a colher se juntando. Neste ponto, seu polegar deve ser a colher, e a colher parte de sua mão (na sua mente). Agora entorte a colher como se você estivesse entortando seu polegar. Abra seus olhos e veja se você conseguiu.

O que você pode fazer com telecinese:

-Mover objetos (revistas, xícaras, etc...)
-Entortar objetos (colheres, garfos, canetas, etc...)
-Abrir/fechar janelas.
-Trancar portas.
-Ligar Luzes.

Entre outras coisas legais! Obs > Algumas coisas só podem ser feitas quando você já é experiente!


 https://marketplace.zanox.com/zanox-publisher/2187757

Bactérias detectadas em Marte

Um relatório divulgado por cientistas da Nasa, agência espacial americana, aponta que bactérias originadas em Marte teriam chegado à Terra a bordo de um meteorito que se despedaçou na Antártida há 13 mil anos. Restos fossilizados da forma de vida foram descobertos na rocha que partiu do planeta vermelho 16 milhões de anos atrás, quando o Sistema Solar ainda estava em formação, divulgou a Nasa. As informações são do jornal britânico Telegraph.
O meteorito, batizado de Allen Hills 84001, foi tema de manchetes dos principais jornais do mundo em 1996. Na época, após as primeiras análises, os pesquisadores concluíram que as bactérias eram da própria Terra e teriam contaminado o Allen Hills 84001 no gelo antártico. No entanto, o novo relatório afirma agora que são fortes os indícios da bactéria ter vindo realmente de Marte, noticiou o jornal britânico The Sun.
"Muitos cientistas argumentaram que o que parecia ser um fóssil no meteorito foi causado por algum evento explosivo, como o impacto de um asteroide", disse Emily Baldwin, editora da revista astronômica UK's Astronomy Now. Segundo ela, a "equipe da Nasa anunciou agora ter provado que as bactérias podem não ter se produzido na explosão em si". "Se os traços tiverem sido de um extraterrestre, de origem biológica, que não se formou nos 13 mil anos que o meteorito esteve instalado na Terra, isso pode implicar profundamente na nossa compreensão de como a vida evoluiu no Sistema Solar", acrescentou Baldwin.
Para o professor Colin Pillinger, da Open University, mais provas convincentes devem ser adicionadas ao estudo, apesar dele ser de boa qualidade, muito cuidadoso e ter sido feito por pessoas respeitáveis. Liderada por Kathie Thomas-Keprta, a equipe encontrou discos de carbonato e minúsculos cristais de magnetita (mineral magnético formado pelos óxidos de ferro II e III) no interior da rocha espacial, utilizando microscópios com alta resolução de elétrons que não estavam disponíveis há 13 anos.
Os pesquisadores concluíram que as "propriedades químicas e físicas incomuns" encontradas no meteorito estavam "intimamente associadas aos discos de carbonato". Ou seja, de acordo com o relatório, este fator é uma "evidência da interação com a água de Marte há 3,5 bilhões de anos".
Ainda nesta semana, a Nasa deve anunciar mais resultados sobre o Allen Hills 84001, no Centro Espacial Johnson, em Houston, no Texas.


Novo relatório afirma que bactérias devem ter vindo realmente de Marte, no meteorito batizado de Allen Hills 84001 Novo relatório afirma que bactérias devem ter vindo realmente de Marte, no meteorito batizado de Allen Hills 84001

satanismo no chile

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O satanismo está mais perto do que pensamos. Os grupos não medem as consequências, e profanam cemitérios e realizam missas negras.
Parecia que os ritos satânicos só existiam em filmes ou em lugares distantes. No entanto, a profanação de cemitérios e o achado de uma espécie de templo satânico em diferentes cidades do Chile causa calafrios e sugere que a busca pelo mal está viva, apesar de sua atuação silenciosa.
O que está acontecendo no Chile que durante esse mês soube de duas noticias assustadoras? Em meados de Outubro, foram encontrados por um pedreiro que ia avaliar um sótão de uma casa em Chillán, onde até recentemente funcionava um atelier, ossos humanos e de animais.
O lugar estava cheio de desenhos, pentagramas, cruzes invertidas e todos os elementos necessários para realizar missas satânicas, incluindo um altar com figuras cristãs quebradas e pintadas.
Além disso, as paredes foram pintadas com figuras de dragões, lobos, monges, cruzes invertidas e os pentagramas usados nas missas satânicas.
Eles também encontraram um altar cheio de figuras assustadoras como anjos pintados de preto, pinturas de Jesus rasgadas, virgens pintadas com tinta vermelha e a cara preta.
Quem está por trás de tudo isso? Moradores disseram que após a casa ficar desabitada, grupos de jovens vestidos de preto, entravam no local à noite.De acordo com especialistas da PDI que investigaram o lugar, os ossos são antigos, com mais de 50 anos, e provavelmente foram obtidos em cemitérios.
Mas este fato se junta com um outro no norte do país. No final de Outubro se encontrou um túmulo violado no Cemitério Geral de Antofagasta. O pior é que até agora foram registrados sete casos de magia negra, de acordo com a administração.
O túmulo foi deixado semiaberto e com vestígios de um ritual satânico, como um macaco de gesso e uma imagem de um homem com vários pinos presos em sua cabeça, coração, órgãos genitais e membros.
De acordo com entrevistas dadas à imprensa local, a administração disse que a magia negra foi detectada em várias ocasiões.
Além disso, quando se trata de um pedido, as bruxas vão nos túmulos e utilizam cinco copos de sangue e orações, que lêem para pessoas que supostamente exerceram feitiçaria para prejudicar principalmente mulheres.Por exemplo, é comum encontrar "trabalhos" para separar ou causar danos a uma pessoa quando é usada uma fotografia cravada com alfinetes.

11.27.2009

Oceano de Plástico

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Um Oceano de Plástico


Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, uma área enorme ganhou um triste apelido: o Lixão do Pacífico. Levadas pela corrente marítima, toneladas e toneladas de sujeira, produzidas pelo homem, se acumulam num lugar que já foi um paraíso.
Um oceano de plástico, uma sopa intragável, de tamanho incerto e aproximadamente 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí e que, segundo estimativas, seria maior do que a soma de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.
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http://www.youtube.com/watch?v=2bSN9JXsS90

11.26.2009

historia,Os 20 experimentos mais bizarros e terrivelda história

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Sergei Brukhonenko e a cabeça decepada

Desde a Revolução Francesa, quando a guilhotina enviou milhares de cabeças rolando para cestas, cientistas se perguntam se seria possível manter uma cabeça viva sem o corpo, mas foi só em 1920 que alguém conseguiu uma resposta.
O médico soviético Sergei Brukhonenko criou uma máquina primitiva que exercia as funções do coração e do pulmão à qual ele batizou de “autojetor”. Com o auxílio do aparelho ele conseguiu manter viva a cabeça de um cachorro.
Brukhonenko exibiu uma cabeça viva de cachorro em 1928 diante de uma audiência de cientistas internacionais no Terceiro Congresso de Fisiologistas da URSS.
Para provar que a cabeça sobre a mesa realmente estava viva ele a fez reagir a estímulos. Brukhonenko bateu com uma marreta na mesa, e a cabeça hesitou. Lançou luz em seus olhos, que piscaram. O médico chegou ao ponto de alimentá-la com um pedaço de queijo, que imediatamente caiu pelo tubo esofagueal do outro lado.
A cabeça de cachorro foi assunto de discussões em toda a Europa e inspirou o dramaturgo George Bernard Shaw a dizer “Estou tentado a ter minha própria cabeça cortada de forma que eu possa continuar a ditar peças e livros sem ser importunado por doenças, sem ter que me preocupar em me vestir e comer, tendo como única ocupação a criação de obras primas das artes dramáticas e da literatura”.
http://www.youtube.com/watch?v=ap1co5ZZHYE&feature=player_embedded#
 

Vladimir Demikhov e seus cachorros de 2 cabeças

Em 1954 Vladimir Demikhov chocou o mundo quando revelou uma monstruosidade cirurgicamente criada. Um cachorro de duas cabeças.
Ele criou a criatura em um laboratório localizado nos arredores de Moscou, onde enxertou a cabeça, ombros e pernas frontais de um filhote no pescoço de um pastor alemão.
No decorrer dos quinze anos seguintes Demikhov criou um total de vinte outros cachorros de duas cabeças. Nenhum deles viveu por muito tempo, sendo vítimas inevitáveis das conseqüências de rejeição de tecido. O recorde foi de um mês.
http://www.youtube.com/watch?v=NJC5-G7KnKY&feature=player_embedded 
 

Elefantes e LSD

O que acontece se você der LSD a um elefante? Numa sexta-feira, dia 3 de agosto de 1962, um grupo de pesquisadores de Oklahoma decidiu descobrir.

Warren Thomas, diretor do zoológico municipal, aplicou 297 miligramas de LSD em Tusko, o elefante. Dois outros cientistas, Louis Jolyon West e Chester M. Pierce, da faculdade de medicina da Universidade de Oklahoma, o acompanhavam.

A dose usada corresponde a 3 mil vezes a dose típica utilizada em seres humanos. É a maior dose de LSD jamais administrada a um ser vivo.

Posteriormente os cientistas explicaram que a experiência foi planejada para descobrir se o LSD induziria o elefante ao estado de musth (um frenesi temporário que alguns machos às vezes experimentam durante o qual se tornam extremamente agressivos e secretam uma substancia de odor desagradável pelas glândulas temporais). Alguns críticos, no entanto, alegam que não passou do desejo de satisfazer uma curiosidade doentia.

Seja lá qual foi a razão do experimento, ele não saiu como planejado. Tusko reagiu como se tivesse sido picado por uma abelha. Trombeteou por seu cercado por alguns minutos e então caiu de pernas para o ar. Horrorizados, os pesquisadores tentaram revivê-lo, mas cerca de uma hora depois o elefante estava morto. Os três cientistas concluíram constrangidos “Parece que elefantes são altamente sensíveis aos efeitos do LSD”.

Nos anos que se seguiram houve controvérsia acerca da causa da morte do animal. Alguns alegavam que não foi o LSD o causador do óbito, mas sim as drogas utilizadas para tentar reanimá-lo. Então, vinte anos depois, Ronald Siegel, da Universidade de Los Angeles, decidiu dar fim ao debate administrando a mesma dose de LSD a dois outros elefantes. 
 
Ao invés de injetar o LSD, Siegel misturou a droga na água. Quando administrado dessa forma o LSD parece não ser fatal aos animais. Os elefantes não só sobreviveram como permaneceram calmos. Ficaram vagarosos, balançando para frente e para trás e emitiram ruídos estranhos parecidos com chios e trinados, mas em algumas horas já estavam de volta ao normal.

Entretanto, Siegel observou que a dosagem que Tusko recebeu pode ter excedido o limiar de toxicidade, de forma a ser impossível precisar a causa da sua morte.

A polêmica continua.


Obediência

Imagine que você é voluntario para um experimento científico. Quando você chega ao laboratório descobre que os pesquisadores querem que você mate uma pessoa. Você protesta, mas os cientistas são categóricos “O experimento requer que você faça isso”. Você concordaria e mataria a pessoa?

Quando perguntados sobre o que fariam em uma situação semelhante quase todos respondem prontamente que obviamente se recusariam a cometer o assassinato. Mas o famoso Experimento da Obediência de Stanley Milgram, conduzido na universidade de Yale na década de 60, revelou que essas pessoas estão erradas. Se o pedido for feito de maneira adequada, quase todos nós cederíamos e nos tornaríamos assassinos obedientes.

Milgram disse aos voluntários que eles faziam parte de um experimento para determinar o efeito da punição no aprendizado. Um dos voluntários (que era na verdade um ator em cooperação com Milgram) faria o papel do Aprendiz e tentaria memorizar uma série de palavras. Os outros voluntários (os voluntários reais) acompanhariam a leitura com um gabarito e dariam uma descarga elétrica no argüido a cada vez que ele errasse. A cada resposta errada os choques aumentavam 15 volts de potência.

O experimento começava. O aprendiz errava propositalmente e logo a potência do choque chegava a 120 volts. Nessa altura o aprendiz começava a chorar e a reclamar da dor. Em 150 volts o aprendiz começava a gritar de dor e a implorar pra que o deixassem sair. É claro que era tudo atuação, mas os voluntários, que nada sabiam, começaram a hesitar e perguntaram aos pesquisadores o que deveriam fazer. A resposta era sempre a mesma “O experimento requer que você continue”. 
Milgram não tinha nenhum interesse nos efeitos da punição no aprendizado. O que ele queria na verdade era saber quanto tempo as pessoas demorariam para se recusar a apertar o botão de choque. Será que permaneceriam obedientes à autoridade dos pesquisadores a ponto de matar alguém?

Para a surpresa de Milgram, mesmo podendo ouvir os gritos agonizantes do aprendiz que vinha da sala ao lado, dois terços dos voluntários continuaram a pressionar o botão até atingir a potência máxima de 450 volts, quando o aprendiz caiu em um silencio assustador, aparentemente morto.

Alguns dos voluntários tremiam e suavam, enquanto alguns riam histericamente, mas continuaram a apertar o botão. Mais perturbador ainda: quando os voluntários não podiam ver nem ouvir o aprendiz a cooperação era de quase 100%. O que os olhos não vêem o coração não sente, afinal.

Posteriormente Milgram comentou “Eu diria, com base em milhares de pessoas que observei durante os experimentos e na minha própria intuição, que se um sistema de campos de extermínio como os da Alemanha nazista fosse implantando nos Estados Unidos, seria possível encontrar trabalhadores e encarregados pelo seu funcionamento em qualquer cidade





A iniciação de comportamento heterossexual em um..

homossexual masculino

Em 1954 James Olds e Peter Milner da Universidade de McGill descobriram que a região septal é o centro de prazer do cérebro. Estímulos elétricos nessa região produzem sensações de intenso prazer e excitação sexual.

Os cientistas demonstraram sua descoberta inserindo fios no cérebro de um rato e mostrando que quando o rato descobria que podia se proporcionar prazer pressionando um pedal (que envia um estímulo elétrico para o cérebro) ele passava a pressionar o pedal compulsivamente, mais de duas mil vezes por hora.

Em 1979, Robert Heath da Universidade de Tulane concebeu uma aplicação ainda mais original para a descoberta de Olds e Milners. Heath decidiu testar se o repetido estímulo da região septal poderia transformar um homossexual em heterossexual.

Heath se referia a seu paciente homossexual como B-19. Eletrodos de teflon foram inseridos na região septal do cérebro de B-19 para a qual eram enviados estímulos cuidadosamente controlados.

Em pouco tempo o jovem começou a relatar indícios de motivação sexual. Heath então improvisou um aparelho que permitia que o paciente B-19 se auto-estimulasse. 
 
Heath se referia a seu paciente homossexual como B-19. Eletrodos de teflon foram inseridos na região septal do cérebro de B-19 para a qual eram enviados estímulos cuidadosamente controlados.

Em pouco tempo o jovem começou a relatar indícios de motivação sexual. Heath então improvisou um aparelho que permitia que o paciente B-19 se auto-estimulasse.

B-19 logo se tornou obcecado com o botão do prazer. Em uma sessão de três horas pressionou o botão 1.500 vezes até o ponto que, segundo Heath, “estava sofrendo de uma euforia subjugante e teve que ser desconectado”.

A essa altura a libido de B-19 estava tão em alta que Heath decidiu iniciar o último estágio da experiência no qual B-19 seria apresentado a uma parceira.

Com permissão judicial Heath providenciou o encontro de B-19 com uma prostituta de 21 anos em seu laboratório. Os dois foram deixados a sós em uma sala e por mais de uma hora B-19 não fez nada. Quando a garota de programa tomou a iniciativa, no entanto, B-19 correspondeu e os dois transaram.

Pouco se sabe sobre a vida de B-19 depois disso. Heath declarou que o homem voltou à antiga vida de prostituição homossexual, mas que também teve um caso com uma mulher casada.

Heath concluiu que o “tratamento” foi parcialmente bem sucedido, mas nunca mais tentou converter outros homossexuais.

Leia mais sobre esse experimento em
http://www.wireheading.com/index.html
 

Homem Macaco

Por décadas circularam rumores acerca de experiências soviéticas com o intuito de criar um híbrido entre o homem e o macaco através do cruzamento de chimpanzés com humanos. Mas foi só após o colapso da União Soviética e a abertura dos arquivos russos que os rumores foram confirmados.

O Doutor Ilya Ivanov era um especialista em biologia reprodutiva veterinária mundialmente reconhecido. Em 1927 ele viajou para a África a fim de pesquisar meios de criar um híbrido.

Suas pesquisas não foram bem sucedidas, em grande parte graças à equipe do laboratório na Guiné Ocidental onde ele trabalhou. Temendo as conseqüências, Ivanov teve que esconder de seus companheiros o real propósito de suas pesquisas. A necessidade de conduzir o experimento em segredo tornou impossível obter resultados positivos, embora tenham sido registradas duas tentativas bem sucedidas de inseminar chimpanzés fêmeas com esperma humano.

Frustrado, Ivanov eventualmente voltou à União Sovietica trazendo consigo um orangotango, batizado de Tarzan, com quem ele esperava dar prosseguimento a suas pesquisas.

Anúncios foram feitos em busca de voluntárias para carregar o filho do macaco e, surpreendentemente, algumas mulheres se interessaram. Mas o orangotango morreu e Ivanov foi enviado para um campo de prisioneiros, dando fim à sua pesquisa. 
 

O Experimento da Prisão de Stanford

Philip Zimbardo queria descobrir porque as prisões são lugares tão violentos. Seria pela natureza violenta dos prisioneiros ou pelo efeito corrosivo da estrutura de poder característica do lugar?

Para descobrir, Zimbardo criou uma prisão falsa no porão do departamento de psicologia da Universidade de Stanford. Aos voluntários, todos com ficha criminal limpa e resultados normais em exames psicológicos, foram designados aleatoriamente os papeis de prisioneiro ou de guardas. Seu intuito era de não interferir por duas semanas e observar como eles interagiriam.

O que aconteceu em seguida virou lenda.

As condições sociais na prisão de mentira deterioraram-se com uma velocidade incrível. Na primeira noite os prisioneiros encenaram uma revolta e os guardas, se sentimento ameaçados pela insubordinação, reagiram com dureza. Inventaram formas de impor a disciplina usando métodos como revistas aleatórias durante as quais os prisioneiros eram deixados nus, minimizar os privilégios do banheiro, abuso verbal, privação de sono e de comida.

Sob essa pressão os prisioneiros começaram a ruir. O primeiro desistiu apenas trinta e seis horas depois, gritando que se sentia “como se estivesse queimando por dentro”. Dentro dos seis dias que se seguiram outros quatro prisioneiros desistiram, um dos quais sofria de erupções na pele por todo o corpo causadas pelo estresse. Ficou claro para todos eles que os novos papeis estavam rapidamente se tornando mais que apenas um jogo. 
Até mesmo Zimbardo se sentiu seduzido pela psicologia corrosiva da situação. O médico começou a ter delírios paranóicos de que os prisioneiros estariam planejando uma fuga e chegou a contatar a polícia real. Felizmente, a essa altura o pesquisador percebeu que as coisas haviam ido longe demais. Apenas seis dias haviam se passado e os estudantes felizes e saudáveis haviam se tornado prisioneiros deprimidos e guardas sádicos.

Zimbardo convocou uma reunião no dia seguinte e disse que todos podiam ir pra casa. Os prisioneiros restantes se sentiram aliviados, mas os guardas ficaram nervosos, estavam se acostumando e gostando do novo papel.


Expressões faciais ao decapitar um rato

Em 1924 Carney Landis, um estudante de psicologia na Universidade de Minnesota, desenvolveu um experimento para descobrir se as emoções evocavam expressões faciais características. Por exemplo: há uma expressão que todos usamos para demonstrar choque? E uma expressão para demonstrar nojo?

A maioria dos voluntários do experimento de Landis eram colegas de faculdade. Ele os levou até seu laboratório e pintou linhas em seus rostos para poder observar melhor os movimentos de seus músculos faciais. Em seguida os voluntários eram expostos a uma variedade de estímulos projetados para provocar uma forte reação psicológica.

Landis registrava cada reação com fotografias. Os voluntários tinham que cheirar amônia, olhar fotografias pornográficas e enfiar a mão em um balde cheio de sapos pegajosos. O clímax da experiência era quando Landis entregava-lhes uma bandeja com um rato vivo e pedia-lhes que o decapitasse.

A maioria resistia ao pedido, mas no fim, dois terços dos voluntários fizeram o que lhes foi pedido. Diante da resposta negativa do um terço que se recusou a obedecer, Landis pegou a faca e decapitou o rato ele mesmo.

O experimento demonstrou o grande desejo e disposição das pessoas de obedecerem aos pedidos dos pesquisadores, a despeito do quão bizarro os pedidos possam ser, antecipando os resultados da experiência de Milgram em quase 40 anos. Entretanto, Landis nunca percebeu que a obediência dos voluntários era muito mais interessante que suas expressões faciais. O cientista se manteve fixo em seu objetivo, mesmo não tendo obtido sucesso em encontrar um padrão de expressões. 

O médico bebedor de vômito

Até onde você iria para comprovar uma teoria? No começo do século 19 Stubbins Ffirth, um estagiário de medicina na Filadélfia, foi mais longe que a maioria das pessoas. Bem mais longe.

Tendo observado que a febre amarela se alastrava durante o verão, mas desaparecia durante o inverno, Ffirth conclui que não se tratava de uma doença contagiosa. Segundo sua teoria a doença seria causada por um excesso de estimulantes como o calor, comida e barulho.

Para provar seu ponto de vista Ffirth se prontificou a mostrar que por mais que fosse exposto à febre amarela, ele não a contrairia. Inicialmente o estudante de medicina fazia pequenas incisões em seu braço e derramava sobre elas vômito colhido de pacientes com febre amarela. Ele não ficou doente.

Então ele pingou um pouco de vômito em seus olhos. Fritou um pouco da substancia em uma frigideira e inalou o vapor. Colocou um pouco em uma pílula e a ingeriu. Finalmente começou a tomar copos cheios de vômito puro. Mesmo assim não ficou doente.

Ffirth finalizou seu experimento untando-se com outros fluidos de pacientes de febre amarela: sangue, saliva, suor e urina. 
Com a saúde intocada Ffirth considerou sua teoria provada. Infelizmente ele estava enganado. Hoje sabemos que a Febre Amarela é muito contagiosa, mas é preciso que a transmissão seja feita diretamente através da corrente sanguínea, geralmente pela picada de um mosquito, para causar a infecção. Ainda assim, considerando tudo que Ffirth fez pra se infectar, é um milagre que tenha permanecido vivo.

Lavagem cerebral benéfica

O Dr. Ewen Cameron acreditava ter encontrado uma cura para a esquizofrenia. Sua teoria era de que o cérebro poderia ser reprogramado para ser saudável através da imposição de novos padrões de pensamento.

Seu método consistia em fazer os pacientes usarem fones
de ouvido e ouvirem mensagens tocadas repetidas vezes por dias ou até mesmo semanas. Ele chamava o método de “condução psíquica”, mas a imprensa o batizou de “lavagem cerebral benéfica”.
Durante a década de 50 e o início da década de 60 centenas dos pacientes do Dr. Cameron na Allan Memorial Clinic em Montreal, se tornaram suas cobaias inconscientes – tendo ou não esquizofrenia. Alguns pacientes deram entrada na clínica com problemas simples como ansiedade causada pela menopausa para se verem sedados com barbiturato, amarrados a uma cama e forçados a ouvir por dias a mensagens como “As pessoas gostam de você e precisam de você. Você confia em si mesmo”.

Em uma ocasião, para testar a técnica, Cameron fez os pacientes dormirem com drogas enquanto ouviam à mensagem “Quando você avistar um pedaço de papel, você irá pegá-lo”. Posteriormente ele os levou a um ginásio vazio, no meio do qual havia um pedaço de papel. Cameron observou com alegria que muitos dos pacientes foram direto até o pedaço de papel para pegá-lo.

A CIA se interessou pelas experiências de Cameron e passou a financiá-lo, mas eventualmente a agência concluiu que os experimentos eram um fracasso e cortou a verba. O próprio médico declarou que os experimentos haviam sido “uma viagem de dez anos pela estrada errada”.

No final da década de 70 um grupo de ex pacientes de Cameron processou a CIA pelo apoio dado a seu trabalho e conseguiram, em um acordo extra judicial, um ressarcimento em dinheiro cujo valor é desconhecido. 
 

Transplante de cabeça de macaco

A revelação do cachorro de duas cabeças de Vladimir Demikhov em 1954 desencadeou uma disputa bizarra entre os dois super poderes da época: EUA e URSS.

Determinado a provar que os seus cirurgiões eram os melhores do mundo, o Governo Americano passou a financiar o trabalho de Robert White, que então trabalhava em uma série de cirurgias experimentais em seu centro de pesquisas cerebrais em Cleveland, resultando no primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo.

O transplante ocorreu em 14 de março de 1970. White e seus assistentes levaram horas para remover cuidadosamente a cabeça de um macaco e transplantá-la para um corpo novo. Ao despertar e descobrir que seu corpo havia sido trocado, o macaco fulminou White com os olhos e brandiu-lhe os dentes.

O animal sobreviveu um dia e meio antes de sucumbir a complicações da cirurgia. As coisas poderiam ter sido piores pra ele, no entanto. White observou que, do ponto de vista cirúrgico, teria sido mais fácil implantar a cabeça ao contrário.

O médico imaginou que se tornaria um herói, mas o público ficou extremamente chocado com a experiência. A despeito da rejeição, White prosseguiu com uma campanha em busca de fundos para financiar a pesquisa para um transplante de cabeça humana. 
 
Ele viajou o país na companhia de Craig Vetovitz, um quase quadriplégico, voluntário para ser o primeiro a ser submetido ao procedimento. Embora ainda não tenha acontecido, Robert White ainda espera realizar a cirurgia.
Leia mais esse experimento em:
http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_J._White
http://en.wikipedia.org/wiki/Whole-body_transplant
http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/1263758.stm
http://www.freetimes.com/stories/14/46/whites-anatomy
http://www.clevescene.com/cleveland/Home
 

O touro de controle remoto

Parado sob o sol quente em uma arena em Cordova, Espanha, Jose Delgado, um pesquisador de Yale, encarava um touro imenso. O animal tomou distância, e arremeteu contra o cientista, ganhando cada vez mais velocidade. Delgado, embora aparentemente indefeso, não expressava medo. Quando o touro estava a poucos centímetros, o cientista sacou um controle remoto e apertou um botão. O aparelho enviou um sinal para um chip implantado no cérebro do animal que imediatamente parou, bufando algumas vezes e, em seguida, se afastando pacificamente.

O experimento de Delgado na arena foi uma demonstração da habilidade de seu “stimoceiver” de manipular o comportamento. O stimoceiver era um chip de computador, operado via controle remoto, que poderia ser usado para estimular diferentes regiões do cérebro do animal. Tais estímulos produziam uma variedade de efeitos, incluindo o movimento involuntário dos membros, a indução de emoções como amor ou ódio e inibição de apetite.

É de se surpreender que um experimento que parece tanto ficção cientifica tenha ocorrido em 1963. Durante as décadas de 70 e 80 os pesquisadores da área de estímulos elétricos do cérebro foram desaparecendo, estigmatizados pela idéia de que seus experimentos poderiam controlar a vontade e os desejos das pessoas.

Recentemente a área tem entrado e evidência novamente com relatos de ratos, pombos e até mesmo tubarões controlados por controle remoto. 
 
 

O macaco e a criança

A história está repleta de relatos sobre bebês criados por animais. Na maioria destes casos as crianças continuam a agir como animais mesmo quando reintegrados à sociedade. O psicólogo Winthrop Kellogg se perguntou o que aconteceria em uma situação contrária. E se um animal fosse criado por humanos como igual? Ele agiria como um deles?

A fim de responder a essa questão em 1931 Kellogg levou uma chimpanzé de sete meses para sua casa. A macaca, chamada Gua, foi criada por ele e por sua esposa como se fosse humana e tratada exatamente da mesma forma que tratavam Donald, o filho de 10 meses do casal.

Donald e Gua brincavam juntos, comiam juntos e eram ambos submetidos a testes regulares para registrar seu desenvolvimento. Em um desses testes Kellogg suspendeu um biscoito no teto da sala e cronometrou quanto tempo seus “filhos” levavam para pegá-lo.

Gua geralmente se saía melhor nesse tipo de testes, mas em termos de aquisição de linguagem seu desempenho foi frustrante. A chimpanzé parecia não conseguir assimilar a capacidade de fala. Surpreendentemente o mesmo parecia acontecer com Donald. Nove meses após o início do experimento suas habilidades de comunicação não eram muito melhores que a de Gua.

Quando um dia o garoto demonstrou fome emitindo um “latido” semelhante ao que Gua usava para pedir com
ida, o casal decidiu que o experimento havia ido longe demais. Donald evidentemente precisava de amigos de sua própria espécie e em 28 de março de 1932 Gua foi enviada de volta para o centro de primatas. Nunca mais se ouviu falar d


“Minhas unhas são terrivelmente amargas”

Numa noite de verão de 1942 o Professor Lawrence Leshan se encontrava parado na escuridão de uma cabana em um acampamento no norte do estado de Nova Iorque. À sua frente um grupo de garotos dormia. Leshan começou então a repetir em voz alta “Minhas unhas são terrivelmente amargas. Minhas unhas são terrivelmente amargas”.

Hoje esse tipo de comportamento poderia colocar alguém em um hospício ou na prisão, mas Leshan não era louco nem criminoso. Ele estava conduzindo um experimento de aprendizado durante o sono. Todos os garotos haviam sido diagnosticados como roedores de unha crônicos, e Leshan queria descobrir se a exposição noturna à sugestão negativa sobre roer unhas poderia livrá-los do hábito.

Inicialmente o pesquisador usou um fonógrafo para transmitir a mensagem. O aparelho repetia a mensagem 300 vezes por noite enquanto os garotos dormiam. Mas cinco semanas após o início do experimento o fonógrafo quebrou. Leshan improvisou ficando parado no escuro e recitando a mensagem ele mesmo.

Ao fim do verão Leshan examinou as unhas dos garotos e concluiu que 40% deles haviam parado com o hábito. O efeito de sugestão durante o sono parecia ser real.

A conclusão foi posteriormente contestada, entretanto. Em 1956, em um experimento na Faculdade de Santa Monica, William Emmons e Charles Simon utilizaram um eletro encefalograma para se certificarem que os voluntários estavam realmente dormindo antes de enviar a mensagem. Os efeitos da sugestão desapareceram. 

A eletrificação de cadáveres humanos

Em 1780 o professor de anatomia italiano Luigi Galvani descobriu que uma fagulha de eletricidade poderia fazer os membros de um sapo morto se moverem. Logo cientistas de toda a Europa estavam repetindo seu experimento. Mas não demorou muito até que se cansassem de sapos e decidissem tentar um animal maior. O que aconteceria se um cadáver humano fosse eletrificado?

O sobrinho de Galvani, Giovanni Aldini, viajou pela Europa oferecendo espetáculos de revirar o estômago. Sua mais celebrada demonstração ocorreu em 17 de janeiro de 1803 quando ele aplicou os pólos de uma bateria de 120 volts ao corpo do assassino executado, George Forster.

Quando Aldini introduziu fios na boca e nas orelhas do morto, os músculos de sua mandíbula se agitaram e seu rosto se contorceu em uma expressão de dor. Seu olho esquerdo abriu como se para observar seu carrasco. Para o grand finale Aldini prendeu um fio em sua orelha e outro em seu reto. O cadáver de Forster iniciou uma dança repugnante. O London Times escreveu “Pareceu aos desinformados da platéia que o cadáver estava sendo ressuscitado”.

Outros pesquisadores conduziram experiências semelhantes na esperança de reviver os mortos sem sucesso. 


 

Vendo através dos olhos de um gato

Em 1999 um grupo de pesquisadores liderados pelo Dr. Yang Dan, um professor de neurobiologia na Universidade da Califórnia, anestesiou um gato com pentotal de sódio e o prendeu firmemente a uma armação cirúrgica. Em seguida colaram receptores feitos de metal em seus globos oculares e o forçaram a olhar para uma tela que mostrava repetidamente cenas de árvores balançando ao vento e um homens usando uma camisa de gola rulê.A experiência que lembra a lavagem cerebral mostrada em Laranja Mecânica era na verdade uma tentativa de entrar no cérebro de outra criatura e ver diretamente através de seus olhos.
Os pesquisadores inseriram eletrodos no centro responsável pelo processamento da visão do gato. Os eletrodos mediam a atividade elétrica das células cerebrais e transmitiam essa informação para um computador que a decodificava e transformava em imagem. As mesmas imagens que o gato observava na tela eram transferidas, através de seus olhos, para o computador no outro lado da sala.
O potencial comercial da tecnologia é ilimitado. Câmeras que gravam através dos olhos, fotografias tiradas com um piscar de olhos, espionagem. Use a imaginação.
Leia mais sobre esse experimento em
http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/471786.stm
http://www.youtube.com/watch?v=tFdZ9eGTG5A 

Desestimulando sexualmente perus

Perus machos não são muito exigentes. Dê a um peru qualquer coisa parecida com uma fêmea que ele vai tentar acasalar com ela satisfeito.

Esse comportamento intrigou Martin Schein e Edgar Hale da Universidade da Pensilvânia, e os fizeram questionar qual seria o estímulo mínimo necessário para excitar um peru. A fim de descobrir, os dois pesquisadores embarcaram em uma série de experimentos que envolveram remover, pedaço por pedaço, partes de um modelo criado para parecer com uma fêmea até que o macho perdesse o interesse.

Cauda, patas e asas foram todas removidas, mas ainda assim a ave amorosa caminhou em direção ao modelo e tentou copular. Os pesquisadores continuaram a remover partes do modelo até que restou apenas sua cabeça presa a uma estaca. Surpreendentemente o macho continuou a mostra grande interesse. Na verdade, ele preferia a cabeça presa na estaca que o corpo sem a cabeça.

Cabeças de animais reais funcionavam melhor, mas na ausência de uma o macho não hesitava em cortejar a cabeça feita de madeira que os pesquisadores providenciaram.

Procurando saber se o comportamento se repetia em outras aves domésticas os pesquisadores experimentaram a mesma idéia com galos. Suas observações podem ser encontradas no artigo “Efeitos de variações morfológicas de modelos de galinhas na resposta sexual de galos”. 
 

“Você iria para a cama comigo hoje à noite?”

Alguns dos homens que caminhavam tranquilamente pelo campus da Universidade da Flórida em 1978 foram abordados por uma bela mulher que dizia: “Eu tenho observado você. Te acho muito atraente. Você iria para a cama comigo hoje à noite?”.

Os rapazes provavelmente pensaram que se tratava de seu dia de sorte, mas na verdade eles estavam tomando parte involuntariamente num experimento criado pelo psicólogo Russell Clark.

Clarck convenceu os estudantes de seu curso de psicologia social a ajudarem-no a descobrir qual sexo seria mais receptivo a uma oferta sexual de um estranho. A única maneira de descobrir, segundo ele, seria ir para a rua e observar o que aconteceria em uma situação real. Instruídos por ele alunos e alunas saíram pelo campus fazem a proposta
a estranhos.

Os resultados não surpreenderam. Setenta e cinco por cento dos homens aceitaram a proposta (e aqueles que recusaram, em sua maioria, alegaram que eram casados ou tinham namorada).

Das mulheres abordadas, no entanto, nenhuma aceitou. Na verdade, grande maioria se sentiu ofendida e exigiu que o rapaz se afastasse.

Inicialmente o experimento de Clark foi rejeitado pela comunidade psicológica como sensacionalista, mas eventualmente ganhou aceitação e admiração por mostrar o quão discrepantes são as atitudes sexuais de homens e mulheres. Hoje é considerado um clássico. 

Eletrocutando o filhotinho

Quando Stanley Milgram publicou os resultados de seu experimento da obediência em 1963, a comunidade científica ficou abalada. Alguns pesquisadores acharam difícil acreditar que as pessoas pudessem ser tão facilmente manipuladas e iniciaram uma busca por algum erro de julgamento que Milgram possa ter cometido.

Charles Sheridan e Richard King teorizaram que talvez os voluntários estivessem colaborando por terem percebido que tratava-se de uma encenação. Para testar essa possibilidade os dois pesquisadores resolveram refazer o experimento original adicionando um novo elemento. Ao invés de usar um ator eles usariam uma vítima real que seria eletrocutada de verdade. Obviamente a experiência não poderia ser feita com uma pessoa, então eles decidiram utilizar um filhotinho.

Sheridan e King disseram aos voluntários – estudantes de um curso de psicologia – que o cachorro estava sendo treinado para distinguir entre uma luz forte e uma fraca. Ele teria que se posicionar à esquerda ou à direita dependendo do tipo de luz. Se ele se posicionasse de maneira errada o voluntário teria que pressionar o botão para dar o choque. Assim como no experimento de Milgram o choque aumentava em 15 volts a cada resposta incorreta, mas dessa vez o filhote realmente recebia o choque.

À medida que a voltagem aumentava o filhote começava a latir, depois a pular inquieto e, finalmente, a uivar em dor. Os voluntários ficaram aterrorizados. Andavam pra frente e para trás, ofegando e gesticulando com as mãos para tentar mostrar ao cachorro onde ele deveria se posicionar. Muitos choraram. Ainda assim a grande maioria, 20 dos 26 voluntários, continuaram a pressionar o botão até a voltagem máxima.

Curiosamente todos os seis estudantes que se recusaram a pressionar o botão eram homens. Todas as treze mulheres a participar do experimento obedeceram prontamente até o fim. 

A batida do coração durante a morte

Em 31 de outubro de 1938, John Deering deu a última tragada em seu cigarro, sentou-se em uma cadeira e deixou que um guarda colocasse um capuz negro sobre sua cabeça e pregasse um alvo em seu peito. Em seguida o guarda prendeu eletrodos em seus pulsos.

Deering era voluntário em um experimento, o primeiro do gênero, no qual teria seus batimentos cardíacos gravados enquanto era fuzilado por um pelotão de execução. A idéia foi do médico da prisão, Dr. Stephen Besley, que achou que o condenado à morte poderia prestar um serviço à ciência em seus últimos segundos de vida.

O eletrocardiograma mostrou que, apesar da aparente calma, o coração de Deering batia muito acelerado com 120 batidas por minuto. Quando o xerife deu a ordem para que atirassem o coração de Deering subiu para 180 batidas por minuto. Quatro balas atravessaram seu peito, arremessando-o contra a cadeira. Uma dos projeteis perfurou o lado direito de seu coração. Por quatro segundos o órgão teve espasmos. Logo depois teve mais espasmos. Então o ritmo caiu gradualmente até que, 15.4 segundos após o primeiro tiro, parou.

No dia seguinte o Dr. Besley descreveu a experiência à imprensa: “Ele parecia calmo. Mas o eletrocardiograma mostrou que sua aparente placidez escondia as verdadeiras emoções dentro dele. Ele estava morto de medo”
 
 
 

 

 

11.25.2009

traficante

  Narcotráfico


O traficante
É o tipo mais perigoso que existe, entre os indivíduos ligados às drogas. Através de sua atuação, o vício difunde-se, deteriorando o organismo e despersonalizando a pessoa.
Tanto o plantio, como a importação, exportação e comércio das substâncias tóxicas, nada mais são facetas do tráfico de entorpecentes.
O ponto básico de toda a degradação moral e social dos toxicômanos, nada mais é do que o próprio traficante.
Enriquecem à custa das vicissitudes alheias, exploram a miséria e vivem sobre a degradação moral daqueles que imploram a manutenção do vício. Vão ao ponto de não permitir uma recuperação de quem quer que seja, indo da perseguição até às últimas consequências.
Seu campo de ação vai desde os portões de colégios, às praças públicas, portas de prisões, etc., sempre à espreita de uma nova vítima.
O traficante é um indivíduo frio, calculista, inteligente, ardiloso e insinuante, capaz de perceber o ambiente propício para sua investida e a predisposição psíquica de sua nova vítima.
Chega, às vezes, introduzir a droga sem fazer referência a ela, simplesmente ministrando-a como tratamento para um mal-estar da vítima, provocando, de conformidade com a natureza do entorpecente, o inicío de uma dependência física e/ou psíquica.
Encontrar um traficante, é uma tarefa árdua. Conseguem um perfeito sistema de proteção, com um serviço de informação, que faz inveja a própria polícia, na maioria das vezes com a participação de menores.
O traficante dificilmente entregará a "muamba" diretamente ao dependente. Sempre age indiretamente, daí a dificuldade do flagrante e da prisão.
Geralmente o traficante deixa a droga em local pré-estabelecido, que tanto pode ser uma carrocinha de sorvete, refrigerante, ou doce, como pode ser uma reentrância em um muro de edifício, ou simplesmente um ponto determinado nas areias de uma praia.
Exterminado o traficante, estaremos nos aproximando do ponto final de uma longa e irreparável escala de tóxicos.

O Dependente- Traficante
O traficante dependente age como elemento induzidor e desinibidor perante os novatos. Uma vez efetuada a demonstração do uso (quer fumando, quer ingerindo ), exercita a sua atividade de traficar, vendendo o tóxico aos precipiantes.
Não é comum um traficante descer a dependente, ou seja, passar do comércio ao simples uso, pois a dependência, para os negociantes, é uma fraqueza suscetível de exploração.
É evidente que se um traficante dependente é preso, seu comportamento é totalmente diferente do de um dependente, pois além da atividade de fornecimento, precisa suprir-se também da droga.
Entre os traficantes, de um modo geral, incluindo o traficante dependente, existe como que um código de honra, onde fica proibida, sob pena de execução sumária, a revelação dos outros traficantes.

As Drogas e o Crime

As drogas estão ligadas ao crime em pelo menos quatro maneiras:

1. A posse não-autorizada e o tráfico de drogas são considerados crimes em quase todos os países do mundo. Só nos Estados Unidos, a polícia prende por ano cerca de um milhão de pessoas por envolvimento com drogas. Em alguns países, o sistema judicial está tão lotado de processos criminais ligados às drogas que a polícia e os tribunais simplesmente não conseguem dar vazão.
2. Visto que as drogas são muito caras, muitos usuários recorrem ao crime para financiar o vício. O viciado em cocaína, por exemplo, talvez precise de uns mil dólares semanais para sustentar o vício. Não é para menos que os arrombamentos, os assaltos e a prostituição floresçam quando as drogas fincam raízes numa comunidade.
3. Outros crimes são cometidos para facilitar o narcotráfico, um dos mais lucrativos negócios do mundo. O comércio ilícito das drogas e o crime organizado são mais ou menos interdependentes. Para garantir o fluxo fácil das drogas, os traficantes tentam corromper ou intimidar as autoridades. Alguns têm até mesmo um exército particular. Os enormes lucros dos barões da droga também criam problemas. Sua fabulosa receita poderia facilmente incriminá-los se esse dinheiro não fosse "lavado". Assim, bancos e advogados são usados para despistar a movimentação do dinheiro das drogas.
4. Os efeitos da própria droga podem levar a atividades criminosas. Familiares talvez sofram abusos por parte de usuários de drogas crônicos. Em alguns países africanos afligidos pela guerra civil, crimes horríveis têm sido cometidos por soldados adolescentes drogados.

Como e por onde a cocaína entra no Brasil?*
Uma das mais escancaradas portas de entrada de cocaína no Brasil é o município de Tabatinga (AM), fronteira terrestre com a cidade colombiana de Leticia, onde há um radar instalado, mantido e protegido por fuzileiros navais norte-americanos. Tabatinga fica numa das margens do rio Solimões. Na outra, está o Peru. Essa área é chamada de Alto Solimões.
Do Pará, no norte do país, ao Paraná, no sul, uma extensa faixa fronteiriça brasileira é território livre para o ingresso de abundantes carregamentos de droga.
A tendência é, quanto mais acima (Pará, Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia) entra a cocaína, maior a chance de o seu destino ser o exterior. Se a porta for Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná, haverá mais possibilidades de a escala final ser o mercado nacional. Isso é tendência, não a regra.
Relatório da Divisão de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal com o balanço de 1999 relaciona os veículos nos quais as drogas (fundamentalmente cocaína) provenientes do exterior foram apreendidas pelas autoridades brasileiras: aviões (70%), caminhões (15%), carros (10%) e ônibus (5%). Há transporte fluvial, pelos rios amazônicos, e marítimo, mas a polícia evita flagrar os traficantes na embarcação - deixa a droga seguir, para conhecer as conexões. Aí, então, intervém.
Uma das facilidades com que os traficantes brasileiros contam é a abundância de pistas de aviões cuja existência é omitida às autoridades aeronáuticas. No Pará, herança dos garimpos de ouro, há 3 mil anos. No estado de São Paulo, levantamento da Secretaria de Segurança contabilizou 366 "aeroportos clandestinos" em 166 cidades.
O espaço para pouso e decolagem de aeronaves carregadas de drogas, a rigor, não é necessário. As de pequeno e médio porte sobrevoam fazendas a baixa altitude e jogam os pacotes. É o padrão no interior de São Paulo.

Como e por onde a cocaína sai do Brasil?*
A cocaína segue para o exterior por via marítima e aérea. Os principais portos de saída são os de Santos e do Rio. Quantidade volumosa é embarcada, em alto-mar, em barcos que partem da região Norte, principalmente de Belém.
A mercadoria é levada às embarcações em aviões, que a jogam no oceano, de onde é recolhida. O Deprtamento de Estado dos EUA aponta os aeroportos de Guarulhos (SP), Antônio Carlos Jobim Galeão (RJ) e Porto Alegre (RS) como os mais usados para a saída de cocaína.
Nas operações robustas, a cocaína é acondicionada em contêineres, como fumo, frangos, soja, arroz, eletrônicos - tudo o que servir ao disfarce elaborado pelos traficantes.
O tráfico com "mulas", pessoas que levam consigo a mercadoria, responde pela saída de menos droga, mas envolve muita gente. A sofisticação dos truques é tamanha que roupassão engomadas com cocaína, que depois sai na lavagem. Método semelhante é usado com cabelo, pintado com loção impregnada com a droga.
O repertório é vasto. Usam-se latas, pranchas de surfe, pacotes amarrados no corpo. Até um padre com 11,5 quilos de pó sob a batina já foi flagrado. No Brasil, agem "mulas" de dezenas de nacionalidades.
Uma das variantes desse tipo de trabalho implica arriscar a vida, para receber de US$ 3 mil a US$ 5 mil por viagem: a droga viaja dentro de cápsulas ingeridas pelo passageiro. Se uma cápsula se rompe, o transportador pode morrer.
* "Texto extraído do livro Folha Explica O Narcotráfico, de autoria de Mário Magalhães. Publifolha ( www.publifolha.com.br ), 2000."
Quem é quem no tráfico
- Soldado: é o traficante que anda armado dentro da favela e protege as bocas-de-fumo. Ele mora no morro
- Boca-de-fumo: é o local dentro do morro ou da favela onde os traficantes passam a droga para os distribuidores
- Vapor: é o morador do morro que vende a droga na boca-de-fumo. Ele também faz entregas na estica
- Estica: é um posto avançado das bocas-de-fumo da favela no asfalto. Os moradores das redondezas ficam na estica e revendem a droga vinda do morro
- Formiguinha: é o microtraficante que compra pequenas quantidades e revende aos amigos nos bares, academias e escolas. Com o pequeno lucro, custeia o próprio vício
- Disque-drogas: o serviço é bancado pelo traficante autônomo, que compra nos morros boas quantidades, com maior grau de pureza. Ele entrega o produto por meio de motoboys e entregadores de pizza
- Quiosques: além de água-de-coco e refrigerantes, vendem entorpecentes e servem de ponto de contato entre os consumidores e os formiguinhas
- Fume-táxi: motoristas de táxi de fachada utilizam os carros para entregar drogas em pontos chiques da cidade


A CRUZ INVERTIDA USADA PELO PAPA É SÍMBOLO DO ANTICRISTO?

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A CRUZ INVERTIDA USADA PELO PAPA É SÍMBOLO DO ANTICRISTO?


Por Carlos Martins Nabeto
Um protestante tomou a iniciativa de me encaminhar duas fotos da visita do papa à Terra Santa. Nelas aparece o Santo Padre sentado em um trono contendo uma cruz invertida. Desconhecendo totalmente o simbolismo da Igreja, passou esse irmão a atacar o papa (em azul), considerando-o o Anticristo. As minhas respostas seguem em preto.
E-Mail nº 1: "PAPA NO TRONO DE SATANÁS"
Contra fatos não há argumentos. Todos sabemos que a cruz invertida é o símbolo do anticristo. Veja o trono de satanás e quem está nele! (André)



Você está deixando a emoção sobrepor a razão (aliás, é o que mais ocorre em suas mensagens). A cruz invertida para os cristãos simboliza a forma como São Pedro morreu: crucificado de cabeça para baixo, como atestam inúmeros testemunhos primitivos. Portanto, não há nenhum símbolo anticristão na cátedra usada pelo papa em sua visita à Terra Santa e não há o porquê de se estranhar o uso de tal símbolo pelo legítimo sucessor de São Pedro. Pesquise a História antes de sair por aí espalhando semelhante atestado de desconhecimento, que apenas depõe contra a sua seriedade...
[]s. Que Deus te ilumine.
E-Mail nº 2: "CRISTÃO CRÊ EM CRISTO"

O catolicismo tem de tudo, menos cristianismo.
Que poder ou significado tem a cruz de Pedro?
Cristão crê em Cristo! A cruz de cabeça para baixo significa anticristo, não descendência de Pedro. Se o catolicismo fosse cristão realmente, colocariam a cruz de Cristo!
"Não se engane com vãs filosofias"...
Como não poderia deixar de ser diferente, você continua a se guiar mais pela emoção (anticatólica) do que pela razão...
Poder e significado não são palavras sinônimas! Que poder tem a cruz de Pedro para o cristão? Nenhum, porque fomos salvos *unicamente* por Cristo, por sua morte redentora na cruz. Que significado tem a cruz de Pedro? Vários: o valor do martírio, sua sucessão, e, principalmente, a lição de humildade deste servo dos servos de Deus, já que foi o próprio São Pedro que pediu para ser crucificado de cabeça para baixo por se julgar indigno de morrer exatamente da mesma forma que seu Mestre e Senhor, Jesus (certamente já prevendo que depois, num mundo paganizado e blasfemo, existiriam pessoas - como você mesmo! - que poderiam fazer alguma espécie de confusão, não sabendo distinguir *com precisão* o significado da morte de ambos por crucifixão, embora de maneira distinta para salientar as diferenças de significado).
A cruz de cabeça para baixo significa anticristo? Isto é o que *você* diz! Mas de onde você retirou esta afirmação??? Da Bíblia?? Qual?? Onde se encontra essa passagem??? Tenho 11 Bíblias, sendo 5 de origem protestante e nenhuma delas diz que a cruz invertida é símbolo do anticristo. Ao contrário, parece que esta sua afirmação provém de algum livro de magia negra ou satanismo, escrito por pessoas que ignoram completamente *o fato* de Pedro ter sido crucificado de cabeça para baixo e usam a *"criatividade"* da cruz invertida para demonstrar a total contrariedade entre Satanás e Deus. Ou será que você vai querer afirmar que Satanás foi crucificado também (o que, aliás, não me causaria espanto; afinal, recentemente, um pastor da Assembléia de Deus afirmou que Satanás se converteu... O que não permite a "sola scriptura", não?)?? Ora, entre a Bíblia e os livros de origem satânica, fico com a Bíblia pois ela é verdadeiramente inspirada por Deus e nela não se encontra qualquer afirmação de que a cruz invertida não pode ser usada como símbolo cristão, por ser "símbolo do anticristo".
A cruz invertida não pode significar descendência de Pedro? Então por que no túmulo de São Pedro, na Basílica do Vaticano, aparece gravada a mesma cruz invertida? Não apenas expressa o seu martírio na cruz, de cabeça para baixo, como também a descendência petrina de seus sucessores, os papas, já que estes ocupam a mesma cátedra episcopal de Roma e, portanto, têm relação direta e ininterrupta - no tempo - com Pedro. Mera questão de história combinada com simbologia de origem cristã, amplamente documentado, mas que muitos protestantes - a maioria por ignorância mesmo - interpretam erroneamente (às vezes recorrendo a fontes não-cristãs e até mesmo anti-cristãs, como neste caso sobre a cruz invertida, onde você precisa se basear em fontes satânicas medievais esquecendo que a cruz invertida já era usada muito e muito antes pelos cristãos, na Idade Antiga, como símbolo do martírio de São Pedro, entre outros).
Você escreve: "não se engane com vã filosofias", certamente retirada de Col. 2,8. Eu, porém, retribuo mostrando que a simbologia da cruz invertida tem *origem cristã*, deturpada depois (bem depois!), por total ignorância, pelos satanistas e feiticeiros (lembre-se: Satã não foi crucificado!), mas que, mesmo assim, pode também ser usada pelos cristãos, pois estes sabem interpretá-la corretamente devido à sua cultura e contexto eclesial (exceto quando querem fazer uso de expedientes pouco condizentes com a caridade cristã [é princípio cristão julgar com benevolência as ações do próximo enquanto um sinal evidente de maldade não se verifique] ou antibíblicos [como a doutrina da "sola scriptura", cujo pressuposto fundamental contraditoriamente não se encontra na Bíblia]). Ficam assim, para você, duas lições retiradas da Bíblia e não de livros de ocultismo:
    • Jo 7,24: "Não julgueis pela aparência mas julgai segundo o reto juízo". Não se esqueça que julgar temerariamente pode ser pecado gravíssimo. Logo, "não julgueis, para que não sejais julgados" (Mt 7,1), principalmente quando não houver provas sólidas.
    • 2Ped 1,20; 3,15-16 cc. At 8,31; Jo 16,13; 1Tim 3,15 etc.: Nada na Bíblia é de particular interpretação. Cabe à Igreja (a verdadeira Igreja, não essas portinhas que pululam pelas esquinas) a tarefa de interpretar legitimamente as Escrituras, pois somente aos apóstolos (e seus sucessores) foi dada essa tarefa com a certeza de inerrância graças ao apoio do Espírito Santo.
O cristão crê em Cristo? Pois então obedeça ao que Ele ensinou, começando por parar de julgar sem provas sólidas e reconhecendo seus legítimos pastores.
E-Mail nº 3: "CATOLICISMO / SATANISMO"
Defendendo a verdade. Confira o url da HP Artigos da Cutting Edge e veja se pode contrariar as verdades!
O que está acontecendo com você? Perdeu a personalidade, ficou sem resposta, ou o "Espírito Santo" parou de inspirá-lo diretamente?? Agora você deu para mandar artigos de outros protestantes fundamentalistas que, como você, precisam recorrer a fontes de magia negra e satanismo para "explicar" a cruz invertida?? Você não respondeu ao meu e-mail anterior e, por isso, volto a perguntar: afinal de contas, *para você* o que vale é o que está escrito na Bíblia ou o que consta nos manuais satânicos, escritos por homens ignorantes que desconheciam que a cruz invertida também tem origem cristã (com uma antecedência de quase 1000 anos)?
Você acusa levianamente os católicos (ou pelo menos o papa) de satanistas, no entanto, é *você* e o "pr." Bay que estão recorrendo ao Satanismo (e, por extensão, ao Ocultismo e Magia Negra), defendendo o ponto de vista *deles* e a explicação *deles* para tal simbolismo! Não sei quanto ao "pr." Bay, mas acaso você abandonou a "sola Scriptura" para recorrer ao "sola 'Satanás'"? A Bíblia não é mais suficiente para você??
O *fato*, até o momento, é apenas um: nem você, nem o "pastor" David Bay - que "defendem" tanto a Bíblia (segundo a [falsa] interpretação de vocês e conforme a heresia da "sola scriptura") - mostram *onde* a Bíblia afirma que a cruz invertida é símbolo do anticristo... Vamos! Você acusou, você tem a obrigação de provar: em que parte da Bíblia está escrito que a cruz invertida é símbolo de Satã ou do anticristo?? Mas, por favor, não me venha com malabarismos ou interpretações artificiais, arduamente construídas; lembre-se: já fui protestante como você e já ataquei a Igreja Católica como você; e, como protestante, seguia a sola Scriptura (como você e o "pr." Bay teoricamente deveriam fazer, sem precisar recorrer a fontes satânicas); logo, para mim valia o que estava *explicitamente* na Bíblia, sem qualquer tipo de rodeio (e é assim também que *todo* protestante crê)... Então, simplesmente prove o que afirma com a sua Bíblia Sagrada ou pare de "atirar no escuro", com prejuízo para a sua própria alma.
Fico, portanto, aguardando a sua *rápida*, *clara* e *breve* resposta: Livro, capítulo e versículo(s). Apenas isso é o suficiente; não precisa recorrer a outras pessoas que, em seu delírio, também só sabem ficar falando, falando, falando, sem nada provar...
E-Mail nº 4: "*RÁPIDA*, CLARA E BREVE RESPOSTA"
Prezado André,
Pax!
Para quem pediu apenas a indicação do livro, capítulo e versículo(s) da Bíblia, sua resposta não foi rápida (demorou 2 dias), não é clara (resolveu abordar outros assuntos como o "símbolo de shiva" e a "cruz vergada", baseados no "pr." Bay) e, muito menos, é breve (aproximadamente 10 parágrafos, tornando-se a maior de suas mensagens até o momento).
Mas vamos lá; vamos analisar o que você escreveu...
A cruz invertida, dentre outros símbolos, não está na bíblia.
Ótimo! Logo você não pode afirmar categoricamente que ela é símbolo do Anticristo ou de Satanás, ao contrário do número 666 que ali se encontra e que você pode afirmar que é o símbolo do Anticristo ou de Satanás.
Isso basta para não crermos, ou melhor, para ficarmos com um pé atrás. Porque pregar "além do que está escrito" já não é mais ser cristão.
Perfeito! E assim você acaba de cair em contradição porque em suas mensagens você está pregando *além* do que está escrito. Foi você mesmo que escreveu acima: "a cruz invertida, dentre outros símbolos, não está na bíblia". Ora, se não está na Bíblia, está *além* dela...
Conhecer as crenças não é ir "além das escrituras", como pensa, porque eu não sigo nem creio em outras doutrinas, apenas tomo conhecimento, assim como fiz com a doutrina católica (tenho TODO o teu site offline para estudo, dentre outros) tb tenho a doutrina satânica, mulçumana, macumbeira, etc...
Uma coisa é querer conhecer as crenças para saber o que *expressamente* contradizem a Palavra de Deus escrita (ou seja, a Bíblia); outra coisa, completamente diferente, é colocar todas as crenças "dentro de um mesmo saco" e interpretá-las juntas conforme a sua visão protestante (que - deixemos bem claro - pode ser diametralmente diferente de milhares de outras visões protestantes que usam a mesma Bíblia que a sua), misturando elementos não reconhecidos de uma nas demais, como você insiste e persiste em fazer neste caso da cruz invertida. Portanto, meu caro, não basta conhecer, é necessário aprender e o principal: saber discernir!
O que fiz foi uma comparação entre o catolicismo e o satanismo. Realmente existe a cruz invertida no satanismo e também no catolicismo. Ou seja, existe algo em comum.
O que você tem feito até agora é faltado com o seu dever de caridade cristã, fazendo acusações sem apresentar provas sólidas e contundentes; verdadeiro terrorismo religioso. Não é porque você encontra o mesmo símbolo em duas religiões, totalmente diferentes (e completamente opostas entre si), que irá significar que, no fundo, são comuns, uma vez que a *origem* de seu simbolismo é diferente, o que refletirá no seu *significado* final. Você não sabe que não se deve julgar por aparências? Se sabe, talvez ainda não tenha aprendido!
Ora, os judeus e os romanos semelhantemente queimavam incenso para as suas divindades; essa semelhança, porém, não significa que o Deus único Javé dos judeus era falso, nem que os ídolos romanos eram verdadeiras divindades. Em cultos pentecostais (cansei de ver isso em minha ex-igreja) muitos fiéis entram em êxtase e diversos falam em línguas desconexas, o que também ocorre nos terreiros de umbanda e candomblé (como você já deve ter lido em seus "estudos", já que freqüenta esses tipos de site também); isso, contudo, não significa que espíritos impuros incorporam em *fiéis* cristãos ou que o Espírito Santo freqüenta terreiros de baixo espiritismo. Aqui em Santos, existe um terreiro chamado "Igreja 'Jesus a Chave da Umbanda'"; então, por isso, significaria no seu ponto de vista que estes umbandistas são cristãos? Poderiam se tornar uma igreja como as milhares de denominações cristãs protestantes que você conhece?
Não preciso ir muito longe para mostrar como o seu raciocínio da "semelhança" como prova de "algo comum" está completamente equivocado, devendo ser totalmente desprezado. Infelizmente, sua visão fundamentalista o torna cego para essas coisas.
Com relação a cruz invertida, é mais lógico crer que significa o inverso do cristianismo do que crer na suposta morte de Pedro.
Esta é a *sua* livre interpretação (condenada em 2Ped). E, como tal, dependerá do público-alvo da sua pregação. Se você fala para satanistas, ignorantes da origem inicial da cruz invertida em meio cristão, isso é verdade; se você fala para protestantes fundamentalistas, mais avessos à cultura, talvez também possa ser encarado como verdade; se você fala para protestantes históricos, mais sérios e comprometidos com a exegese bíblica, dificilmente se convencerão disso; falando para católicos e ortodoxos, que reconhecem também a Sagrada Tradição Apostólica, isso não será aceito como verdade.
O problema é que você, apenas com a Bíblia, não tem como provar que a cruz invertida é símbolo satânico. Se você recorre a outra fontes (de tradição cristã ou satânica), estará desprezando a doutrina fundamental do Protestantismo que é a "Sola Scriptura" e, fazendo-o, das duas uma: ou você não é protestante ou você está criando um Protestantismo do Protestantismo, admitindo que a doutrina da "Sola Scriptura" não pode ser levada a sério pelos cristãos [protestantes]...
(Como será que conseguiram deixar uma cruz invertida em pé, cravada no chão?)
Me admira você escrever uma coisa destas! Você não sabe que a haste vertical da cruz já se encontrava "plantada" no terreno e que o condenado carregava a haste horizontal até o local do súplicio, sendo esta então fixada na haste vertical? Assim, qual a dificuldade? Recorde-se ainda que na época de Cristo a crucificação era pena tão comum que os soldados romanos se divertiam crucificando os condenados nas mais variadas formas possíveis, inclusive de cabeça para baixo... Portanto, pode estar certo que, quando o próprio Pedro pediu para ser crucificado dessa maneira, os soldados adoraram ainda mais a idéia.
Quer provas? Ei-las:
    1. Enciclopédia "Conhecer", ed. Abril (1971), artigo "A cruz antes e depois de Cristo", vol. 4, pág. 839: "Os soldados romanos divertiam-se pregando as vítimas nas posições mais variadas, e tal era o número delas, que não havia mais espaço para as cruzes, nem cruzes suficientes para os condenados". O historiador judeu contemporâneo Flávio Josefo diz exatamente o mesmo.
    2. (a) "História Eclesiástica: os primeiros quatro séculos da Igreja cristã", Eusébio de Cesaréia, ed. CPAD-Casa Publicadora das Assembléias de Deus (2000), pág. 79: "Pedro parece ter pregado aos judeus da dispersão em Ponto, Galácia, Bitínia, Capadócia e Ásia, e no fim chegou a Roma e foi crucificado de cabeça para baixo, pois pediu para si esse sofrimento"; (b) Antes de Eusébio, já Orígenes (+253) falara a mesma coisa: "Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo".
    3. Se você também consultar a "Grande Enciclopédia Larousse Cultural", ilustrada, vol. 7 (1998), verbete "Cruz", na pág. 1713, poderá ver que existe um quadro contendo 26 tipos de cruzes, entre elas (a nº 3), uma cruz invertida devidamente chamada "cruz de São Pedro", por fazer referência ao martírio do bem-aventurado Apóstolo. Como você pode ver, então, a cruz invertida invoca muito mais apropriadamente uma origem cristã do que satânica.
E também não é só o trono do papa que possui esta cruz, o gesto que os católicos fazem da cruz: testa, peito, esquerda, direita, dá uma cruz invertida também!
Só se o seu peito ficar à altura do início do pescoço ou o sinal for mal feito... Quando feito da forma prescrita, o sinal da cruz tem a sua "trave horizontal" (esquerda/direita) exatamente à meia altura da "trave vertical" (testa/peito); nem mais pra cima, nem mais pra baixo, tal como uma cruz grega (diga-se, para reforçar, que tal gesto tem mesmo origem nos primitivos cristãos de cultura grega e não latina). Além do mais, tal sinal é tão antigo quanto o Cristianismo, sendo respeitado (e feito) também por ortodoxos, cristãos orientais cismáticos e, inclusive, algumas denominações protestantes mais antigas.
Logo, o que você está falando, também não tem qualquer fundamento, nem histórico, nem lógico...
O catolicismo está longe do cristianismo, mais perto de um "pedrianismo" ou "marianismo"...
Aqui você cai novamente em contradição (embora talvez já seja sinal de algum avanço): primeiro você liga a Igreja Católica ao satanismo/anticristo (v. título de seu e-mail nº 3), o que é essencialmente mau; agora, você a liga a Pedro ou Maria (provavelmente querendo se referir a uma possível "idolatria" por parte dos católicos), o que já não pode ser considerado mau, mas muito pelo contrário quando devidamente entendido...
Creio que você está ficando confuso ou desesperado... Você ainda não provou que a cruz invertida é símbolo do Anticristo (a não ser para os satanistas e ocultistas, e, mesmo assim, quase um milênio após seu uso pelos cristãos) e, mesmo ligando o Catolicismo a Pedro ou Maria - grandiosas, respeitáveis e santas figuras do Novo Testamento - está ainda querendo insinuar que o Catolicismo não é cristão?? Alto lá! Prove primeiro o que você disse quanto à cruz invertida usando apenas o que está escrito na Bíblia! Para mim - assim como para qualquer católico, ortodoxo e protestante em são juízo - o que está escrito ou o que provém de fontes satânicas, ocultistas, espíritas, gnósticas ou esotéricas *nada valem*, pois não gozam de inerrância na nossa fé, ao contrário da Igreja que é "a coluna e fundamento da Verdade" (cf. 1Tim 3,15), graças à promessa de Jesus Cristo, *único Senhor e Salvador nosso*.
Não sei se viu o papa recebendo o simbolo de shiva na testa... (deus da destruição), ou usando a cruz vergada, usada para fazer bruxarias...
Por enquanto, o que sei é que você *afirmou* que a cruz invertida é símbolo de Satã/Anticristo, mas até agora você não mostrou onde a Bíblia afirma isso (mas pelo contrário, já até "confessou" que a Bíblia não o declara). Não nos desviaremos do assunto enquanto você não provar o que diz mediante a "Sola Scriptura", que você contraditoriamente afirma seguir (v. parágrafo seguinte).
*** Não larguei a "sola scriptura", porque não sigo outros ensinamentos além do que as escrituras nos apresenta. Ela é a minha única regra de fé e prática.
João 8,44 afirma (com toda razão): "O diabo é o pai da mentira". Você, por outro lado, afirma:
    • "Todos sabemos que a cruz invertida é o símbolo do anticristo" (e-mail nº 1)
    • "A cruz de cabeça para baixo significa anticristo" (e-mail nº 2)
    • "A cruz invertida [...] não está na bíblia" (neste e-mail, 1º §)
    • "Pregar 'além do que está escrito' [na Bíblia] já não é mais ser cristão" (neste e-mail, 2º §)
    • "Conhecer as crenças não é ir 'além das escrituras' [...] porque eu não sigo nem creio em outras doutrinas" (neste e-mail, 3º §)
    • "Não larguei a 'sola scriptura', porque *não sigo* outros ensinamentos além do que as escrituras nos apresenta" (neste e-mail, § supra)
Vamos às conclusões lógicas derivadas de suas próprias palavras, combinadas com as palavras inspiradas do apóstolo João:
    • SE, E SOMENTE SE, não devemos pregar OU crer em *outros* ensinamentos OU doutrinas *além* dos apresentados na Bíblia E se o simbolismo da cruz invertida como símbolo satânico/anticristo não é *expresso* na Bíblia LOGO *ensinar* que a cruz invertida é símbolo do Anticristo é *mentira* porque a "Sola Scriptura" não o permite afirmar.
    • SE o pai da mentira é o diabo LOGO quem ensina (ou defende) uma mentira é seqüaz do demônio.
Desta forma, meu caro, diante de tantas contradições, faço um paralelo com o que você escreveu mais acima: "isso basta para não crermos, ou melhor, para ficarmos com um pé atrás" com o que você, o "pr." Bay e outros falsos mestres ensinam. Como diz o apóstolo Pedro, com a livre interpretação, vocês distorcem as Escrituras para a própria perdição. Que Deus tenha piedade de vocês!
Apenas tomo conhecimentos de fatos e acontecimentos e estudo o máximo de crenças possível.
Absolutamente não. Percebe-se que você apenas lê o que lhe interessa e interpreta os fatos conforme o seu bel prazer. Seu estudo não é imparcial, mas parcial - bem parcial mesmo. Não sabendo interpretar fatos e registros históricos, como poderá bem interpretar as Escrituras?
O problema é que vc está achando que estudar, conhecer, é deixar de crer apenas na biblia.
Não; para mim estudar é, além de conhecer, aprender! E aprender não é somente decorar, mas analisar, saber discernir o que é, o que não é e o que pode ser; em outras palavras: é formar senso crítico.
Eu sei que a cruz invertida não é o correto, porque não está na biblia.
Volto a insistir, diante de tantas contradições:onde a Bíblia afirma isso?? Por favor cite: livro, capítulo e versículo(s).
Mas fui atrás do que significa.
Em fontes satânicas e de magia negra? Procurou saber se alguma vez no tempo, antes do papa João Paulo II usá-la, algum outro papa a usou? Se os cristãos primitivos a usaram? Não!
Tentou perguntar seu significado para algum católico, já que era o papa que a estava usando? Não! Você preferiu interpretar diretamente e lançar a acusação contra o papa e a Igreja Católica!
Tudo isto demonstra a sua parcialidade! Você recorre a fontes parciais, anticatólicas! Você não está interessado em conhecer o porquê dos fatos, *da parte de quem os produz* e, portanto, sabe o significado; você está apenas interessado em propagar a sua opinião, a sua interpretação, o seu achismo. Você quer se fazer ouvido, não quer ouvir. Sua intenção é puramente proselitista...
Acaso poderia um cristão pedir para um judeu explicar a divindade de Jesus ou a Santíssima Trindade? Óbvio que não, a menos que você queira pôr em risco a sua própria fé. E é exatamente isso o que você encontra vasculhando uma fonte satânica para explicar um símbolo cristão: a total deturpação, com risco total para a sua fé!
Assim como eu sei que vcs se curvam perante Maria, e saber isso não é sair das escrituras.
Sim, até porque se curvar diante de alguém nas Escrituras nem sempre é sinônimo de adoração, mas também de veneração e respeito (v. p.ex.1Sam 25,23), como fazem os católicos diante de Maria e dos demais santos, como exemplos que apontam unicamente para Cristo, este sim único Salvador e digno de toda e qualquer adoração.
Mas não nos desviemos por enquanto do assunto principal: prove que a cruz invertida é símbolo do Anticristo/Satã segundo as Escrituras Sagradas. Isto você ainda não o fez...
=> "Ir além das escrituras é ACEITAR outras doutrinas, e não simplesmente CONHECÊ-LAS."
Perfeito: é exatamente o que você faz, *afirmando* que a cruz invertida é símbolo de Satanás e do Anticristo. Tal afirmação (que você acaba convertendo em doutrina, já que visa ligar fundamentar a sua crença de que o Catolicismo é satânico) não consta nas Escrituras; logo, é doutrina adicional, outra doutrina. Conseqüentemente, está *além* das Escrituras e a sua "Sola Scriptura" cai totalmente por terra, bem como a sua seriedade e a sua classificação como "cristão", já que você precisa recorrer a uma "verdade" citada pelo Ocultismo para explicar algo que não está na Bíblia. Pense bem agora em quem é discípulo de Satanás...
Fico pedindo - agora mais do que nunca - para que Deus o ilumine e o livre das garras do demônio que o impede de raciocinar. []s.
Carlos Nabeto

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