8.30.2009

nuvem do caos . FIM DO MUNDO ?

  Os astrônomos a apelidaram de “Nuvem 
do Caos” porque ela dissolve tudo o que encontra em seu caminho incluindo
cometas, asteróides, planetas e estrelas inteiras. Sua direção é a Terra. A
notícia foi publicada no site do tablóide norte-americano “Weekly World News”
com a seguinte manchete: “O mundo tem o direito de saber!”.
O buraco negro do qual a nuvem foi expelida se encontra a 28 mil anos luz da
Terra. Descoberta pelo laboratório de raios X Chandra da NASA, estação espacial
norte-americana, a nuvem de poeira cósmica tem a largura de 10 milhões de
milhas e foi comparada a uma nebulosa ácida que se move em nossa direção perto
da velocidade da luz.
A data estimada para sua chegada é 1º de junho de 2014 às 9h15min. “A boa
notícia é que esta descoberta confirma muitas idéias da física teórica. A má
notícia é que a aniquilação total de nosso sistema solar é iminente”, anunciou
Albert Sherwinski, astrofísico da Universidade de Cambridge.
Os peritos acreditam que a ‘Nuvem do Caos’ é formada por partículas que se
criaram muito próximas a um buraco negro e que teriam sofrido distorção e
mutilação devido a tal proximidade.
No ano passado o eminente físico Stephen Hawking revisou sua teoria sobre os
buracos negros reafirmando que nada pode escapar ao seu poderoso campo
gravitacional.
“Imagine nossa Galáxia como uma bela escrita à mão. Agora imagine que um copo
de água foi derramado sobre esse papel. As letras se dissolvem na mancha que se
espalha. É exatamente isso que a “Nuvem do Caos” faz com tudo o que encontra
pela frente”, exemplifica Sherwinski.
Gigante destruído
Segundo o tablóide norte-americano “Weekly World News”, para evitar o pânico, a
NASA declinou de tornar a descoberta pública, mas Sherwinski pôde ver imagens
impressionantes da nuvem destruindo um asteróide gigantesco.
“É como assistir a um gigante sendo destruído por um jato de ácido”,
argumentou o cientista. Ele explica que esse fenômeno é produzido quando um par
de elétrons e prótons está no horizonte do evento de um buraco negro.
“A intensa curvatura do espaço-tempo desse buraco negro pode causar a queda
dos prótons dentro dele enquanto os elétrons escapam. Essas partículas se
transformam na ‘Nuvem do Caos’ que mutila tudo o que toca. Se continuar sua
trajetória ela, eventualmente, reduzirá nossa galáxia ao estado de caos
absoluto, o mesmo que existiu antes do nascimento do universo”, adverte o
astrofísico.
Alguns cientistas dizem que a única esperança para a salvação da humanidade
seria a construção de uma “Arca Espacial” dentro da galáxia de Andrômeda, a 2.1
milhões de anos luz de distância da Terra.
“Nós não estamos aptos a salvar toda a população, mas talvez, os melhores e
mais brilhantes”, observou o cientista de foguetes britânico David Hall quando
questionado sobre a aplicabilidade de tal projeto.
Grandes dimensões
Segundo ele, “mesmo que tal nave pudesse ser construída a tempo, evacuar a
Terra seria uma tentativa infrutífera se a teoria sobre a origem da “Nuvem do
Caos” estiver correta.
De acordo com Sherwinski, o buraco negro no centro de Andrômeda é
aproximadamente 15 vezes o tamanho deste em nossa própria galáxia. “Essa
tentativa seria o mesmo que sair da frigideira e saltar direto no fogo”,
analisa Sherwinski .
Um oficial sênior da Casa Branca que pediu para ficar no anonimato, disse que
os conselheiros do sistema super secreto da presidência estão buscando
alternativas rápidas.
“Isso é muito parecido com o aquecimento global. Os especialistas ainda estão
decidindo se a mudança climática é ou não é real. Por enquanto a existência
dessa ‘Nuvem do Caos’ é somente uma teoria. Os norte-americanos não devem se
apavorar até que todos os fatos sejam apurados”, confortou o oficial.

8.29.2009

CIENTISTA AFIRMA [A HUMANIDADE SERA HERMAFRODITA]

De Roma
Um conhecido cientista italiano está causando grande polêmica no país depois de ter apresentado uma teoria dizendo que a espécie humana está caminhando para o bissexualismo.

Durante uma conferência neste fim de semana na região da Toscana, Umberto Veronesi, que é médico e ex-ministro da Saúde, afirmou que a espécie humana deve caminhar para o bissexualismo "como resultado da evolução natural das espécies".

"O homem está perdendo suas características e tende a se transformar numa figura sexualmente ambígua, enquanto a mulher está se tornando mais masculina. Desta forma a sociedade evolui para um modelo único", afirmou Umberto Veronesi, que é oncologista.

Na opinião do cientista, o sexo no futuro será apenas um gesto de demonstração de afeto e não terá fins reprodutivos. Por esta razão, defende, poderá ser praticado entre pessoas de sexos opostos ou não.

Evolução e hormônios

Em entrevista a jornais italianos, Veronesi reafirmou sua teoria, apontando o fator hormonal como indicador da evolução rumo ao bissexualismo.

"Desde o pós-guerra a vitalidade dos espermatozóides diminuiu 50% porque as mudanças das condições de vida estão fazendo com que a hipófise (glândula responsável pela produção dos hormônios) produza cada vez menos hormônios andrógenos (masculinos)", afirma o oncologista, pioneiro no tratamento de câncer de mama na Itália.

"O homem não precisa mais de uma intensa agressividade física para sobreviver", diz ele.

Com as mulheres, que tem papel cada vez mais ativo na sociedade, acontece o mesmo.

Segundo o médico, as mulheres vem produzindo cada vez menos hormônio femininos ao longo dos anos.

"É o preço que se paga pela evolução natural da espécie, que é positivo porque nasce da busca pela igualdade entre os sexos", afirmou o oncologista ao jornal Corriere della Sera.

A menor produção de hormônios acabaria atrofiando os órgãos reprodutivos e criando uma espécie de "preguiça reprodutiva", na avaliação de Umberto Veronesi. Para o médico o sexo deixou de ser a única forma para procriar desde que novas técnicas foram criadas, como fecundação artificial e a clonagem.

Mundo das abelhas

Na opinião do médico, num futuro não muito próximo, a sociedade poderia ser organizada como o mundo das abelhas. A maior parte de seus membros seria praticamente assexuada e só uma pequena parte se dedicaria à reprodução.

"A diferença é que os homens são inteligentes e isto produz reações sentimentais, além de fisiológicas", afirmou Veronesi.

A professora de sexologia da Universidade La Sapienza de Roma, Chiara Simonelli, concorda com as previsões de Umberto Veronesi.

Ela define este processo como resultado da evolução genética e da mudança de mentalidade, fenômenos que são interligados e se influenciam reciprocamente,

"Mas este fenômeno está no começo. Para que tenha uma certa consistência é preciso esperar duas ou três gerações", afirmou Simonelli em entrevista ao Corriere della Sera.

O antropólogo Fiorenzo Facchini, da Universidade de Bolonha, discorda com a teoria da evoluçao natural para o bissexualismo.

"Do ponto de vista antropológico, a orientação sexual é definida a nível biológico pela espécie e isto não pode ser alterado".

Para Facchini, a separação entre reprodução e sexualidade humana não é positiva.

"Separar a reprodução da sexualidade e do núcleo familiar não pode ser visto como uma vantagem para a espécie humana. A reprodução nao é apenas encontro de gametes, implica relação entre duas pessoas", declarou Facchini ao Corriere della Sera.

http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2007/08/20/ult4432u534.jhtm
SIRIUS E A CAIXA DE PANDORA
Sirius sendo a mais brilhante estrela no céu, teve seus movimentos como base do Sagrado Calendário dos egípcios. Também já foi dito, por vários pesquisadores, que a Grande Pirâmide foi construída para sincronizar-se com Sirius, e desta maneira a estrela poderia brilhar através a galeria da Câmara da Rainha em um preciso momento.Escritos indicam que a luz, brilhando através desta galeria, era o meio para conferir (ou comunicar) a luz estelar de Sirius a um iniciado durante específicos rituais. Os sirianos colonizaram Marte mediante sua permissão. Ele também é identificado com Set ou Seth. A razão dos sirianos colonizarem Marte foi porque o planeta estava, naqueles tempos imemoriais, nas mais preferíveis condições atmosféricas condizentes a uma civilização. No "Projeto Montauk", foram os sirianos que providenciaram a "cadeira Montauk" usada para os experimentos da época. Foi um tal Frater X quem esteve envolvido em negociações para obter a "cadeira". Ele também afirmou a habilidade de Crowley em manipular o tempo e foi o primeiro a sugerir que os projetos "Philadelphia" e "Montauk" eram ambos efeitos resultantes da "Magik" de Crowley.Os antigos "Assirius" (Sirius) e Fenícios (Phoenix) derivaram seus nomes desta herança. Crowley identificou a Ordem da Estrela de Prata com a Ordem dos Illuminati. Como era considerado o Cabeça dos Illuminati, as correspondências vão mais fundo. O Coração de sua Corrente Mágica inspirou-se em Sirius e existem muitas tradições a serem abordadas. Na Tradição Oculta, Sirius é o Deus Oculto ou "o Sol por detrás do sol". Como a Lua reflete o Sol, assim também o Sol reflete Sírius, no sentido espiritual.No livro de Zecharias Sitchin, "O Décimo Segundo Planeta",
ele documenta fortemente que a Terra tem sido visitada por extraterrestres desde tempos imemoriais. Este trabalho traça atividades na Antiga Suméria.Geralmente identificada como a "Deusa Gata", Bast é uma das mais antigas formas de BABALON, a Deusa Mãe. Bast é retratada como uma gata ou uma leoa. Como deusa da magia sexual, ela reina sobre a luxuria e o calor sexual. Bast é prontamente identificada como a Besta porque "presidia" sobre experiências sexuais dos Atlantes (e mais tarde Egípcios) A palavra "BASTardo" derivou-se da "Caixa de Pandora (vagina), que abriu-se com a irrestrita prática da procriação que era comum durante seu reinado. Durante o reino da Deusa, a paternidade não era um problema. Casamento teve início devido a necessidade de preservar-se uma estrutura patriarcal para propósito de herança e sucessão. Quando o "deus pai" assumiu o poder, ele fez do parentesco uma "lei" e punia mulheres que tinham filhos fora da estabelecida tradição do casamento. Isto não é tanto uma lei moral como um poder estabelecido.É conhecido que na cultura das Amazonas, ela eram hábeis em parir sem o uso do macho. Porque o corpo humano é primariamente andrógino, um separação dos sexos não é teoricamente necessária para procriação. Esta alegação a respeito das Amazonas está apoiada pelo fato que a "zona pellucida" (o corpo reprodutivo na mulher que contem um saco) pode ser penetrada por uma latente proteína masculina herdada pela estrutura genética da mulher, a qual o corpo toma como esperma. Isto resulta num nascimento virginal.Seja isto verdade ou não, este não é o ponto. A cultura das Amazonas e as culturas da "deusa mulher" naqueles períodos de tempo foram suplantadas por uma cultura patriarcal, que tentou subjugar a mulher às mais intoleráveis condições. As forças masculinas venceram. "Moralidade" foi então gerada pelo poder elitista desta particular civilização.
O MITO GREGO SOBRE A ORIGEM DO MAL: A CAIXA DE PANDORA
Sempre causou perplexidade aos filósofos e teólogos a existência do mal no mundo.
Afinal se Deus é bom, justo, infalível e poderoso, como o mal pode surgir em sua obra e por que o mal parece ser tão difícil de ser suprimido?
Essa indagação gerou os mais diversos mitos explicativos nas antigas tradições, como a saga de Seth e Osíris, no Egito, Ormuz e Ariman, na Pérsia, Adão, Eva e a serpente, entre os hebreus e o mito de Pandora entre os gregos.
Embora sejamos herdeiros da tradição judaico-cristã e o mito de Adão e Eva tenha sido consagrado como verdade literal e absoluta pelos teólogos fundamentalistas judeus e cristãos, precisamos reconhecer a beleza e a profundidade do mito grego de Pandora, que é mais engenhoso e rico em nuances psicológicas.
A estória começa com Prometeu , um dos titãs, escalando o Olimpo e roubando o fogo dos deuses para oferecer aos homens (o fogo do conhecimento?).
Zeus, o rei dos deuses, furioso com tamanha ousadia, prendeu-o e o amarrou em um rochedo, onde um abutre vinha todos os dias comer-lhe o fígado, que se regenerava durante a noite, para ser comido novamente pelo abutre no dia seguinte. Esse mito sugere o sofrimento caudado pela insaciedade do homem e, em outro nível, significa o longo e penoso ciclo de morte e renascimento, que os budistas denominam roda do Sansara.
Zeus, porém, não satisfeito com a vingança desfechada contra o ladrão, resolveu vingar-se também de todos os homens beneficiários do fogo roubado por Prometeu. Então ordenou que Hefesto, o Deus-ferreiro do mundo subterrâneo, fizesse a mulher.
Hefesto fez uma mulher belíssima chamada Pandora e a apresentou a Zeus antes de ela descer à superfície da Terra. Zeus, admirado com a obra de Hefesto, despachou Pandora para a Terra, mas antes lhe deu uma grande e belíssima caixa de marfim ornamentada fechada e também lhe deu a chave, dizendo-lhe: “Quando você se casar, ofereça esta caixa como dote ao seu marido, mas a caixa só pode ser aberta após seu casamento”.
Em pouco tempo, Pandora conheceu Epimeteu, irmão mais novo de Prometeu e logo se casaram. A princípio, Pandora estava muito feliz com seu casamento e passava os dias cuidando da casa e do lindo jardim, tendo se esquecido da caixa.
Porém Epimeteu viajava constantemente e, certa vez, ficou muito tempo longe de casa. Pandora sentia-se só e triste. Lembrou-se da caixa e foi até o canto onde estava guardada examiná-la curiosamente. Enquanto observava os lindos detalhes e adornos externos, Pandora pareceu ouvir pequenas vozes gritando lá de dentro e dizendo: “Deixe-nos sair!..Deixe-nos sair...”. Pandora não podia esperar mais. Foi correndo buscar a chave e imediatamente abriu a tampa da caixa. Para sua grande surpresa centenas de pequeninas e monstruosas criaturas, parecendo terríveis insetos, saíram voando lá de dentro, com um zumbido assustador.
Muitas dessas horríveis criaturas a picaram na face e nas mãos e saíram em enxame pela janela, fazendo um barulho infernal. Logo a nuvem desses insetos cobriu o sol, e o dia ficou escuro e cinzento. Apavorada, Pandora fechou a caixa e sentou-se sobre a tampa.
As picadas dos insetos doíam muito, mas algo mais a estava preocupando: Ela estava tendo toda a espécie de sentimentos e pensamentos sombrios e odiosos que nunca tivera antes. Sentiu raiva de si mesma por ter aberto a caixa. Sentiu uma grande onda de ciúme de Epimeteu. Sentiu-se raivosa e irritada. Percebeu que estava doente de corpo e de alma.
Súbito pareceu-lhe ouvir outra vozinha gritando de dentro da caixa: “Liberte-me! Deixe-me sair daqui!”. Pandora respondeu rispidamente: “Nunca! Você não sairá ! Já fiz tolice demais em abrir essa caixa!”
Mas a voz prosseguiu de dentro da caixa: “Deixe-me sair, Pandora! Só eu posso ajudá-la!”
Pandora hesitou, mas a voz era tão doce, e ela se sentia tão só e desesperada,que resolveu abrir a caixa. De lá de dentro saiu uma pequena fada, com asinhas verdes e luminosas que clarearam um pouco aquele quarto escuro, aliviando a atmosfera que se tornara pesada e opressiva. “Eu sou a Esperança”, disse a fada. E prosseguiu: “Você fez uma coisa terrível, Pandora! Libertou todos os males do mundo: egoísmo, crueldade, inveja, ciúme, ódio, intriga, ambição, desespero, tristeza, violência e todas as outras coisas que causam miséria e infelicidade. Zeus prendeu todos esses males nessa caixa e deu a você e a seu marido. Ele sabia que você iria, um dia, abrir essa caixa. Essa é a vingança de Zeus contra Prometeu e todos os homens, por terem roubado o fogo dos deuses!”
Chorando copiosamente, Pandora disse: “Que coisa terrível eu fiz! Como poderemos pegar todos esses males e prendê-los novamente na caixa?”
“Você nunca poderá fazer isso Pandora!” Respondeu tristemente a fada da Esperança. “Eles já estão todos espalhados pelo mundo e não podem mais ser presos!”
“Mas há algo que pode ser feito: Zeus enviou-me também, junto com esses males, para dar esperança aos sofredores, e eu estarei sempre com eles, para lembrar-lhes que seu sofrimento é passageiro e que sempre haverá um novo amanhã !”
Em um ponto, o mito de Pandora é essencialmente diferente do mito de Adão e Eva.
O mal que se propagou no mundo também faz parte de uma decisão de Zeus e não da intervenção de um adversário externo, como Satã, que tem planos e desígnios contrários ao Deus Supremo.
Embora no constructo mitológico o surgimento dos males esteja descrito como uma “vingança de Zeus” está claro que foi uma Conseqüência de os homens se terem apropriado de um elemento divino – a autoconsciência e o conhecimento do bem e do mal, simbolizados pelo fogo dos deuses, mas ainda não estarem maduros para lidar com esse poderoso elemento, até então de posse exclusiva dos deuses.
Os homens adquiriram uma faculdade de conhecimento até então exclusiva dos deuses e se tornaram potencialmente divinos, mas ainda eram primários e animalizados (nos mitos, este estágio da humanidade é representado pelos titãs ou pelos homens da Atlântida) para saberem lidar com essa força divina que agora existia em sua alma.
Analogamente, podemos citar o fato de que os chimpanzés aprenderam a técnica de usar pedras para quebrar nozes, mas imaginem quantos males aconteceriam na floresta se eles aprendessem a fabricar dinamite.
O homem físico não passa de um chimpanzé ligeiramente aperfeiçoado, dotado de uma centelha de consciência que pertence à ordem divina do Universo. Essa coexistência entre nossa natureza animal e nossa natureza divina é a causa de todos os males, pois o conflito é inevitável enquanto a natureza divina ainda não “domou” e “domesticou” totalmente a natureza animal.
No mito de Adão e Eva, parece que existe uma possibilidade de se evitar o pecado e a queda, enquanto no mito grego essa inevitabilidade é evidente: Uma vez que Prometeu roubou o fogo dos deuses, as conseqüências viriam inevitavelmente: Zeus sabia que Pandora abriria a caixa, enquanto no mito hebreu parece que Deus não sabia se Adão obedeceria ou não à proibição divina de comer o fruto proibido.
Aos compararmos a versões mitológicas análogas da cultura hebraica e da grega, não queremos valorizar uma e desvalorizar a outra, mas sim destacar o fato de que as tradições refletem o contexto cultural e religioso dos povos a que se destinam.
A cultura hebraica jamais poderia supor que Deus pudesse também dar origem ao mal, visto que seria inadmissível que um Deus Bom e Justo pudesse originar o mal.
A cultura grega jamais poderia admitir que o Deus Supremo pudesse ter um adversário e opositor, visto que um Deus Sábio e Poderoso não poderia ter sua obra obstruída por algum adversário.

Sempre que aplicamos atributos e qualificações à Divindade, essas distorções são produzidas, porque as atribuições são qualificações antropomórficas feitas pelos próprios homens , que criam uma imagem de Deus, como uma imagem sublimada de si próprios, projetando nela as imagens e ideais mais valorizados pelas diversas sociedades humanas.

2 comentários:

JoJosho disse...

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Akinogal disse...

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Segunda-feira, 3 de Março de 2008

AVISTAMENTOS DE OVNIS [FOO FIGTHERS]




















Disco voador
Em Junho de 24,1947, Kenneth Arnold alegou que ele viu nove "crescente forma" errática aeronaves voando em velocidades incríveis near Mount Rainier. Ele disse que ele lembrou de saucers desnatação sobre água. Um editor do Leste Oregonian informou que Arnold viu "round" objetos. Outros relatórios notar "disco em forma de" objetos. Dentro de poucas semanas, havia centenas de relatórios nacionais de avistamentos de voar "saucers".
Um pouco antes do avistamento de Kenneth Arnold, mais precisamente durante a Segunda Guerra Mundial, houve vários relatos de pilotos dos aviões militares aliados envolvendo estranhas esferas luminosas que surgiam inesperadamente e costumavam voar em formação com seus aviões. Normalmente, enquanto esses objetos estavam próximos, os radares de bordo apresentavam falhas.

Esses objetos aéreos desconhecidos eram chamados de Foo-fighters, palavra composta da conjunção da palavra francesa "feu" (fogo) e "fou" (que significa "insano") com a palavra inglesa "fighter" (avião caça). Com o aumento da incidência de observações deste fenômeno, os norte-americanos batizaram as "bolas luminosas" de "foo-fighters". Existia uma espécie de brincadeira entre os operadores de radar da época que criaram uma associação com uma revista cômica aonde o personagem "Smokey Stover", um urso guarda-bosques muito popular nos Estados Unidos. Esse personagem dizia algumas frases repetitivas e uma delas era "...Where there´s foo there´s fire". Isto é: "onde há fumaça, há fogo", dando às estranhas "bolas fantasmagóricas" a condição de objetos de "fumaça briguentos".
Mas fileiras militares também os chamavam de "Krauts fireballs" (bolas de fogo dos "Krauts" – este último termo fazendo referência aos alemães), pois acreditava-se que os objetos eram algum dispositivo bélico de procedência nazista. E no transcurso da guerra, foram notificados inúmeros incidentes ao Comando Militar dos aliados.

Na noite de 23 de novembro de 1944, pilotos da 415ª Esquadra de Caças Noturnos dos Estados Unidos, baseado no território francês de Dijon, protagonizaram um avistamento envolvendo os Foo-fighters. Esta esquadra efetuava missões de combate e reconhecimento sobre a zona do Rim, ao norte de Estrasburgo, e sua tripulação era formada pelo piloto tenente Ed Schlueter, pelo radialista Donald J. Meirs e pelo tenente Fred Ringwald, oficial da inteligência militar que viajava como observador. Num dado momento, o tenente Ringwald ficou surpreso ao ver que algumas estrelas distantes haviam se aproximado e converteram-se em esferas luminosas alaranjadas. Eram em torno de oito a dez objetos pequenos que se movimentavam em altíssimas velocidades e mantinham-se próximas ao avião. O radar de bordo nada acusava tal qual o radar de terra. Subitamente, essas estranhas esferas luminosas desapareceram e, logo em seguida, reapareceram bem mais longe. Poucos minutos depois, elas sumiram definitivamente.

No dia 27 de novembro de 1944, dois pilotos americanos, Henry Giblin e Walter Cleary, se encontraram com uma bola de luz laranja quando voavam nos arredores da cidade de Speyer, na Alemanha, às margens do rio Reno. O objeto voava a cerca de 400 quilômetros por hora e a cerca de 500 metros sobre o seu avião. Decidiram iniciar uma perseguição ao inusitado objeto e notificaram a estação de radar de terra sobre o fenômeno, que respondeu-lhes não estar captando absolutamente nada. O radar de bordo do avião começou a apresentar falhas, levando-os a abortar a missão e a regressar à base.

Em Antuérpia, na Bélgica, em setembro de 1944, por volta da 21:00 horas, um soldado canadense observou uma esfera luminosa no céu indo à direção da fronteira. Ele estimou que o objeto não deveria ter mais que um metro de diâmetro e, ainda, parecia ser feita de vidro fumê. A esfera emitia uma forte iluminação que não parecia vir de sua superfície, mas de seu interior. Nenhum som foi ouvido. Menos de um minuto após o avistamento da esfera, outras cinco, aparentemente iguais a primeira, também foram avistadas pelo soldado e seguindo a mesma rota.

Mas os Foo-fighters não foram avistados unicamente no cenário europeu da guerra. O fenômeno foi relatado também no Extremo Oriente, sobre o Japão e sobre a Lagoa de Truk. Há registros de avistamentos dos Foo-fighters pelas tripulações dos bombardeiros B-29 sobre o Arquipélago Nipon.

No dia 12 de agosto de 1942, o sargento Stephen Brickner, da Primeira Divisão da Marinha, estava voando em formação com a sua esquadrilha sobre a ilha de Tulagi, ao sul das Ilhas Salomão. Por volta das 10:00 horas, uma formação de pelo menos 150 Foo-fighters voavam a uma altura incrível, bem acima das nuvens e sobre a esquadrilha. O sargento Stephen Brickner achou muito difícil ser máquinas japonesas ou alemães. Não houve confronto, mesmo porque seria impossível atingi-los pela enorme altitude em que se encontravam. O interessante é que esses veículos pareciam ser esféricos, de cor cinza metálico e giravam em torno de seu próprio eixo.

Terminada a Segunda Guerra Mundial, os Aliados perceberam que não havia o menor fundamento a hipótese de se tratar de alguma espécie de arma nazista. Na verdade, os Foo-fighters também importunavam os alemães. Havia tantos relatos dos pilotos da Luftwaffe sobre essas misteriosas máquinas voadoras que, em 1944, foi criado o projeto secreto de investigação denominado "Sonder Büro nº 13" (Base Especial nº 13).

Este projeto, que se ocultava sob o nome de "Operação Uranus", era composto por oficiais de aviação, engenheiros aeronáuticos e conselheiros científicos. O "Sonder Büro nº 13" tinha o objetivo de recolher, avaliar e estudar os relatórios de observações dos pilotos sobre estranhos objetos voadores que apareciam perto dos aviões alemães e, ainda, voavam com eles em formação durante alguns minutos. Com efeito, parece que os alemães começaram a ver estes estranhos objetos desde 1943, onde os relatórios começaram a chegar no Estado Maior Superior do Exército do Ar da Alemanha. A criação deste projeto de pesquisa secreto pelo alto comando militar alemão prova que os Foo-fighters eram um mistério a ser desvendado também para os nazistas.

Em 1943, um ano antes da criação do projeto "Sonder Büro nº 13" pelos alemães, os ingleses haviam criado uma pequena organização que tinha o mesmo objetivo. Dirigido pelo tenente general Massey, este projeto britânico foi chamado de "Projeto Massey" e apurou, após um inquérito preliminar, que as luzes que circulavam no meio dos bombardeiros eram flashes provocados com fins psicológicos para desorientar e assustar os pilotos – uma arma psicológica nazista.

O projeto Massey, neste inquérito preliminar, refletia a opinião dos aliados com relação aos objetos aéreos não identificados durante a guerra. Vejamos uma explicação fornecida por um ex-oficial aviador da USAF, que quis ter sua identidade resguardada porque, na época, ainda trabalhava para uma repartição da USAF. Este oficial declarou textualmente para a revista "American Legion Magazine", de Nova Iorque:

"(...) provavelmente os Foo-fighters são o desenvolvimento de uma arma psicológica usada pelos alemães. Durante as missões noturnas sobre a Alemanha Ocidental, eu avistei por várias vezes discos ou globos luminosos que perseguiam as formações aéreas. Como se sabe, os caças noturnos alemães tinham potentes faróis colocados na proa ou nos cubos das hélices... faróis que tinham a finalidade de apontar para o alvo, para enquadrá-lo melhor, e também para ofuscar as metralhadoras das torres de comando dos bombardeiros inimigos. E esses faróis resultavam em freqüentes alarmes que provocavam uma continua tensão nervosa nas tripulações de nossos aviões, baixando o rendimento das suas ações. E no último ano de guerra, os alemães enviaram contra nós um certo número de corpos luminosos aéreos radio-comandados para perturbar o dispositivo de ascensão dos motores e o funcionamento do radar de bordo". Esta é uma das raras fontes que indicava a certeza das fileiras militares de que os foo-fighters eram uma arma secreta alemã – ignorando que os próprios alemães também eram incomodados pelo fenômeno a ponto de criar um projeto especial para lidar com o assunto.

Outros comentários de oficiais dos Serviços Secretos para a revista "American Legion Magazine" sugeriam que o fenômento dos Foo-fighters nada mais eram que aparelhos radio-controlados que os alemães enviavam para interferir nos radares aliados durante os bombardeamentos noturnos.

Porém, o "Projeto Massey" progrediu nas suas investigações e, através de um espião infiltrado (um agente duplo) na Alemanha, foi descoberto que os Foo-fighters não eram dispositivos alemães, pois os próprios nazistas cogitavam a possibilidade de serem armas secretas dos aliados. Um ano depois, em 1944, o "Projeto Massey" foi extinto pelos ingleses – coincidindo com o fato de que o agente duplo foi denunciado e executado pelos alemães na primavera daquele ano.

De qualquer forma, surgiram outras explicações para o fenômeno. No dia 01 de janeiro de 1945, o editor científico da "Associated Press", Howard W. Blakes, numa entrevista radiofônica, disse que os Foo-fighters eram apenas o fenômeno dos "Fogos de Santelmo". Ou seja: luzes naturais produzidas por indução eletrostática das asas e extremidades dos aviões. Segundo Howard W. Blakes, como não eram objetos materiais, eles não poderiam aparecer mesmo nos monitores dos radares, tal qual os relatórios militares afirmavam.

Dentre aqueles que defendem que os Foo-fighters eram armas secretas alemãs, sobressai o nome de Renato Vesco, um engenheiro aeronáutico e escritor alemão. Segundo Vesco, os Foo-fighters eram veículos voadores não tripulados com o nome código de "Feuerball". A principal finalidade desses engenhos era interferir nos radares aliados através da ionização da atmosfera obtido a partir de fortes campos eletrostáticos e impulsos eletromagnéticos gerados por válvulas Klystron. Controlados a partir de terra via rádio, a propulsão era retirada de um motor de reação – um tipo especial e secreto e que era a causa do halo luminoso que daria ao engenho o nome de "Feuerball" (bola de fogo).

Será que os Foo-fighters eram realmente uma arma secreta nazista, Fogos de Santelmo ou uma manifestação do fenômeno UFO na Segunda Guerra Mundial? O fato é que, terminada a guerra, o fenômeno das "esferas luminosas" continuava e ainda continua se manifestando em diversas circunstâncias ao redor do mundo. E, em alguns casos, não são facilmente explicáveis como fenômenos naturais e humanos.

OS ALIENÍGENAS SEGUNDO O ISLÂMISMO[DJINS]

Segundo o conceito islâmico sobre a ufologia existe hoje o AEGAZ, são pesquisas cientificas retiradas do Alcorão, as conclusões obtidas pelos professores islâmicos sobre o assunto visam adaptar os relatos ufológicos a passagens do alcorão, em especial a referencia aos Djins, eles teriam o poder de se materializar e desmaterializar e fazer coisas prodigiosas de todo o tipo, entretanto não deve sem considerados anjos que são seres que trabalham para Deus ou Allá ao passo que os Djins são constantemente associados ao demônio, com intenções malévolas, a explicação do ponto de vista islâmico que os extraterrestres seriam como os Djins, e suas naves seriam compostas por radiações e só poderiam ser avistadas com câmeras especificas, infravermelhas, nas escrituras sagradas islâmicas há passagens que revelam a habilidade visual do profeta Maomé, que podia ver claramente a noite e de dia, bem como ver os demônios e os Djins,no registro do texto Sunna esta assim escrito “percorrer milhares de anos no espaço seria como 24 horas na terra, energia que pode ser obtida da luz ou do azeite de oliva da arvore que não estão no leste nem no oeste”, também podemos estabelecer um paralelo entre a ascensão aos céus de Maomé e a de Enoque, descrita no evangelho apócrifo, o profeta Maomé possui uma segunda visão, a de ferro, ela permite enxergar os anjos e os Djins, com sua habilidade visual limitada o homem não consegue perceber quando objetos voadores ficam infravermelhos ou seja invisíveis aos olhos humanos, os animais já enxergam o ultravioleta, na literatura islâmica há inúmeros relatos de Djins bons ou maus, os maus seriam os extraterrestres enganadores que iludem a humanidade, no Alcorão há uma passagem que fala “ entre os sinais de Alláh esta a criação dos céus e da terra e das criaturas que disseminou, isto se refere ao espaço exterior dos cosmos e que esta repleto de seres viventes ou animados.

Experimentos de reviver animais mortos

Cientistas soviéticos realmente mantiveram viva uma cabeça de cachorro decepada nos anos quarenta? Aqueles Frankensteins Stalinistas enlouquecidos continuaram então para criar um cão de duas cabeças em 1954? (Isto é, se “duas cabeças” for correto - era mais como duas cabeças, seis patas e um torso e meio).

E, esqueça os Soviéticos, o que dizer do cérebro de macaco que um cirurgião de Cleveland transplantou de um primata a outro? Seriam todas essas fraudes da Internet, ou a única evidência conhecida de um tema demasiado tabu para ser levado a sério - a pesquisa em transplantes de cabeça e cérebro que está sendo conduzida há décadas?

Queria ter respostas definitivas para vocês - mas não tenho. Contudo estou mais inclinado a acreditar que estas experiências de fato ocorreram do que quando topei primeiro com esta estranha sub-cultura médica. Depois de começar como um cético, passei a acreditar que organismos certamente foram revividos. Cabeças foram decepadas. Cérebros receberam transfusões. Membros cefálicos foram transplantados. Glicose permeou crânios caninos isolados. Todas essas coisas.

Tudo isso começou há algumas semanas, enquanto navegava pelo arquivos Prelinger. Acabei encontrando o filme Experimentos na Ressuscitação de Organismos, que alega mostrar uma experiência soviética de 1940 em que a cabeça de um cão foi mantida “viva” após ter sido removida de seu corpo. Se você ainda não o viu, tenha cuidado - não é para os sensíveis. E eu também poderia dizer de pronto que sou contrário à remoção e reanimação de cabeças, mesmo que para fins científicos ou culinários. Por mais fascinante que possa ser, ainda é tortura. É uma coisa manter os pulmões de um cão funcionando fora do corpo morto, e uma outra completamente diferente manter a consciência e percepção de dor em uma cabeça decepada. Talvez o horror imaginado disto é o que manteve esta pesquisa relegada ao status de ficção científica e fraudes por tanto tempo.

Mas isso não me impediu de querer descobrir se essa era ou não uma fraude. Quando você lê os comentários na página Prelinger, verá que metade das pessoas que viram o filme acharam que era uma fraude, enquanto metade estava inclinada a acreditar nele. Eu quis descobrir por mim mesmo. Certamente, se esta película fosse uma fraude, seria relativamente fácil demonstrá-lo, isso se alguém já não o tivesse feito. Mas ao invés de descobrir qualquer evidência de fraude, minhas horas de caça levaram a dúzias de trabalhos e sumários médicos que apoiavam o filme, assim como a descoberta de mais casos de experimentação em transplantes de cabeça nos EUA e Rússia, para não mencionar um grupo de cientistas que fariam Mary Shelley orgulhosa.

Primeiro, baixe e assista ao filme, já que o quebra-cabeças começa aí.

À primeira vista, Experimentos na Ressuscitação de Organismos parece uma peça de propaganda soviética da Segunda Guerra Mundial. As artérias e veias de sangue entrando e saindo da cabeça do cão não são visíveis ao espectador, e a narração que acompanha o filme (feita pelo biólogo britânico pró-comunista J.B.S. Haldane) deixa muito a desejar em termos de exatidão médica, de tão simplista que é sua descrição da experiência. O filme supostamente documenta experiências realizadas pelo Dr. S.S. Bryukhonenko no Instituto de Fisiologia e Terapia Experimental na U.R.S.S. Foi lançado em novembro de 1943, quando o Conselho Nacional de Amizade Americano-Soviética e a Sociedade Médica Americano-Soviética o exibiram a mil cientistas americanos na cidade de Nova Iorque. Aqui estão os artigos sobre aquela exibição em 1943 no New York Times (download do pdf) e na revista Time.

E sobre esse sujeito, Bryukhonenko, ele existiu mesmo? A resposta é positiva. Inventou o autojector, a máquina de circulação artificial mostrada no filme, e era uma figura bem conhecida no campo da biologia humana anos 30 e 40. O website do National Institute of Health tem índices de artigos referenciando seu trabalho, incluindo este artigo de 1969 que descreve (em Russo) algo do mesmo trabalho mostrado neste filme. Enquanto eu não pude encontrar nenhum artigo escrito pelo próprio Bryukhonenko, eu também não procurei usando caracteres cirílicos ou fui a uma biblioteca médica para buscar os artigos que são referências no website do National Institute of Health.

Apesar de suas contribuições significativas à ciência e à medicina, Bryukhonenko será recordado eternamente como o doutor da cabeça de cachorro, devido principalmente a sua figuração como a cabeça decepada do professor Dowell no romance de ficção científica de Alexander Beliaev, “A Cabeça do Professor Dowell,” que foi adaptado depois como o filme "O Testamento do Professor Dowell.”

Bryukhonenko não esteve sozinho em seu fascínio em trazer coisas mortas de volta à vida. Como se pode esperar de um país que perdeu seis milhões de pessoas contra os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, a ciência da ressuscitação era algo como uma obsessão científica e médica. O Instituto para Fisiologia e Terapia Experimentais, onde as experiências de Bryukhonenko com cães ocorreram, foi fundado em 1936 por Vladimir Negovsky, um doutor soviético que passou muito dos anos quarenta nas linhas do front da guerra com equipes de ressuscitação, trabalhando para reviver soldados soviéticos que estavam sangrando até a morte, e em alguns casos, já tinham sangrado até a morte. O trabalho de Negovsky anterior à guerra envolveu experiências com cães, e Bryukhonenko era apenas um de muitos cientistas soviéticos trabalhando neste campo.

Em 1961, Negovsky definiu sua peculiar especialidade científica como “Reanimatologia.” De seu obituário:

“Negovsky foi capaz de desenvolver a reanimatologia como uma nova disciplina médica na União Soviética e treinou e tutorou diversas gerações de “reanimatologistas” nos países comunistas, para quem a anestesiologia, tratamento de emergência fora do hospital e outras práticas clínicas intensivas se transformaram em sub-especialidades da reanimatologia. Cada hospital da Rússia e ex-repúblicas soviéticas tem um Departamento de Reanimatologia comandado em sua maior parte por pessoas treinadas por Negovsky.”

Bryukhonenko também teve seus próprios protégés, mais notavelmente Vladimir Demikhov, que em 1954 supostamente ligou uma segunda cabeça a um cão vivo. Você pode ver clipes de suas experiências aqui. A melhor visão da criatura de Demikhov está no sexto clipe (marcado com o número “005”).

É difícil ultrapassar a estranheza de um cachorro de duas cabeças, mas o cavalheiro ímpar que narra Experimentos na Ressuscitação de Organismos também tem uma história passada bizarra. JBS Haldane era um biólogo e geneticista escocês influente que apostou sua substancial reputação no trabalho de Bryukhonenko. Neste filme, Haldane afirma ter visto estas experiências com seus próprios olhos.

Haldane começou na genética criando cobaias para seu pai cientista e agindo ele mesmo como cobaia de vez em quando. Da entrada sobre Haldane no Stephen Jay Gould Archive:

“Em um episódio de sua infância, o pai de Haldane o fez recitar um longo discurso de Shakespeare nas profundezas de uma mina para demonstrar os efeitos de gases ascendentes. Quando o menino sufocado finalmente caiu no chão, descobriu que poderia respirar o ar lá, uma lição que lhe serviu bem nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Um homem corajoso, de 200 libras, Haldane continuou a tradição familiar de usar seu próprio corpo para testes perigosos. Em uma experiência, bebeu quantidades de ácido hidroclórico para observar seus efeitos na ação dos músculos; outra vez exercitou-se até a exaustão enquanto media a pressão do dióxido de carbono em seus pulmões.” Sua disposição para a auto-experimentação permaneceu. Em suas experiências com câmaras de descompressão, ele e seus voluntários sofreram tímpanos perfurados, mas, como Haldane escreveu em seu livro O que é a vida, “o tímpano geralmente sara; e se um furo permanecer, embora fique um tanto surdo, pode-se soltar fumaça de cigarro pela orelha em questão, o que é uma realização social”.

Haldane era um verdadeiro homem do renascimento; falava muitas línguas, escreveu extensamente sobre história e política, e fez contribuições importantes à química, biologia, matemática e genética. Ele remodelou a biologia evolucionária moderna com seus estudos sobre a genética populacional. Seu interesse em genética e biologia influenciou seu livro e ensaio de 1924, Daedalus, ou Ciência e o Futuro, que imaginava um dia em que as pessoas controlariam sua própria evolução com a ectogênese - o cuidado e alimentação de bebês de proveta.

Daedalus criou uma grande sensação em 1924, e Bertrand Russell ficou tão impressionado com suas implicações que escreveu seu próprio livro, Ícaro ou o Futuro da Ciência como resposta. Um outro escritor e amigo de Haldane chamado Aldous Huxley também foi inspirado por Daedalus e a resposta de Russell o suficiente para basear seu próprio romance de 1932, Admirável Mundo Novo, nas questões levantadas por Haldane e Russell.

Dez anos antes, Huxley tinha usado seu amigo Haldane como a inspiração para o personagem Shearwater em seu romance Antic Hay (1923), como “o biólogo demasiadamente absorvido em suas experiências para notar seus amigos dormindo com sua esposa.”

Haldane foi um marxista comprometido durante boa parte de sua carreira, que é porque nós o encontramos narrando um filme distribuído pelo Conselho Nacional de Amizade Americano-Soviética. Mas ao fim da Segunda Guerra, Haldane rompeu com o marxismo e mudou-se para a Índia para continuar seus estudos e escritos até sua morte em 1964.

Talvez você esteja pensando que poderia haver algo em todo este negócio de remoção de cabeças lá na U.R.S.S., mas não poderia possivelmente acontecer nos EUA, com sua longa história de práticas médicas em sua maior parte éticas.

Pense de novo.

Nos anos sessenta e setenta, o Dr. David Gilboe da Universidade de Wisconsin removeu os cérebros de mais de quarenta cães, removendo seu sangue para sufocá-los, e revivendo-os em seguida bombeando o sangue de volta, não muito diferente das experiências de Bryukhonenko nos anos trinta e quarenta. Medindo a atividade dos cérebros do cão com um eletroencefalógrafo, Gilboe concluiu que era possível manter os cérebros de cachorro funcionando por aproximadamente duas horas fora do corpo. Ao contrário de Bryukhonenko, Gilboe não estudava a ressuscitação de organismos - ele estudava a química do metabolismo do cérebro durante o processo de sufocação e recuperação. E que maneira melhor de fazer isso que removendo dúzias de cérebros de cachorro. Um artigo de Gilboe foi publicado em abril de 1973 no The Journal of Biological Chemistry, e um pdf dele pode ser baixado aqui, ou você pode ver um sumário do artigo como uma página web aqui.

Um índice de um artigo de 1964 por Gilboe e outros dois cientistas intitulado “Perfusão extracorpórea da Cabeça de Cão Isolada” pode ser visto aqui, mas você precisará se registrar para ler o índice.

Gilboe permaneceu fiel à tradição soviética de remoção de cabeça de cachorros, mas um outro cientista do meio-oeste americano começou com cães e passou então para o próximo degrau evolucionário. Nos anos sessenta um neurocirurgião de Cleveland chamado Robert J White juntou um cérebro de cachorro isolado a um segundo cachorro para ver se poderia ter alguma ação do cérebro recentemente desabrigado. A experiência foi um sucesso, se você considerar um cão com dois cérebros funcionando um “sucesso,” como White o fêz. Mas esta experiência foi meramente um aquecimento para a experiência mais notória de White, na qual ele transplantou a cabeça de um macaco para o corpo de outro macaco. Quando a cabeça de macaco recentemente incorporada tentou morder o dedo de um pesquisador, diz-se que a equipe inteira de White vibrou. Você pode ver o índice desta experiência, intitulado “Transplante de Troca Cefálica no Macaco” aqui.

White estava a mil, e tudo estava pronto para tentar o conceito no Homo Sapiens, quando algo ou alguém entrou em ação e pôs fim a tudo. Mas não antes que ele de algum modo tivesse mexido com alguns cérebros humanos:

“Nós descobrimos que você pode manter um cérebro humano vivo sem nenhuma circulação,” disse ele. “Está morto para todos fins práticos -- por mais de uma hora -- e então você o traz de volta à vida. Se você quer algo que é um tanto ficção científica, então, camarada, só pode ser isto!

Talvez seja por isto que White foi indicado mais tarde como um conselheiro para o Comitê em Bioética do Papa João Paulo II. Talvez o Papa não soubesse de Craig Vetovitz, um ciclista paralisado amigo de White que espera pacientemente que o doutor remova sua cabeça a ligue a um corpo funcionando. Ou talvez o Papa soubesse de tudo isso, e é por isso que ele está no comitê. Todo fica muito confuso. Você pode ler mais sobre White aqui.

Talvez histórias como esta sejam a razão porque o transplante de cabeça e cérebro não é tomado a sério. Assim que você chega ao cenário de pessoas escolhendo corpos de outras pessoas para carregar suas cabeças por aí, fica um pouco difícil parar de rir. Mas não é nada engraçado para alguns. (E não, eu não estou me referindo a Walt Disney, cuja cabeça, ao contrário da crença popular, nunca foi congelada esperando um corpo e dias melhores.)

Há uma companhia por aí chamada Brain Trans para a qual este é um negócio sério. Temo que não possa lhe dizer onde a Brain Trans está, porque a natureza de seu trabalho viola várias leis éticas e médicas, algumas das quais ainda são honradas internacionalmente. Mas eu posso dizer-lhe que estão em algum lugar na Ásia, que têm muitos cérebros congelados, e que têm uma variedade ainda maior de corpos humanos. Visite sua galeria de corpos!

Mas não faça perguntas demais. Como dizem em seu site, “Por causa dos aspectos éticos nós não discutimos como e onde conseguimos novos corpos humanos para o transplante de cérebro. (sic)”

Não leva muito tempo para perceber que o site Brain Trans é um dos mais engraçados, ainda que as finalidades fraudulentas para o qual foi criado sejam verdadeiras. E são sites como Brain Trans, e as lendas urbanas como aquela sobre o cérebro de Walt Disney e as dúzias de livros e filmes de ficção científica sobre cabeças decepadas vivas que mantiveram a ciência do transplante de cérebro e cabeça bem afastados no reino do boato e ficção. Contanto que o horror de tal pesquisa supere nosso fascínio por ela, as versões legítimas de companhias como a Brain Trans nunca se tornarão reais e o transplante de cérebro será outra sub-especialidade médica reservada aos cachorros.

Menina de 1 ano grávida

Um fato raríssimo e muito louco está deixando os médicos arábes em polvorosa. Do site Page Not Found:
"Uma menina saudita de 1 ano chamou grande atenção ao ser constatado que está "grávida". Explica-se: a criança na verdade carrega no corpo um irmão gêmeo, que passou a se desenvolver no seu próprio útero durante a gestação da mãe Agora discute-se o que fazer. Os médicos querem realizar uma cirurgia cesariana. Mas a conservadora sociedade saudita analisa se a retirada do feto pode ser considerada assassinato."

fotos abaixo
http://img120.imageshack.us/img120/9444/semttulonl2rs8.png

http://201.24.26.129/oimparcial/site/wp-content/uploads/2008/12/bebe.jpg

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http://blig.ig.com.br/apoiodobuteco/files/2008/12/bebe3.jpg

Canibalismo hindu

A Aghori distinguem-se de outras seitas hindus ,pelos seus sacerdotismo alcoólicos e rituais de canibalismo. Os corpos que flutuam no rio Ganges são puxados para fora e consumidos crus, a seita Aghoris acredita que lhes dá imortalidade e poderes sobrenaturais.


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PILOTO DA FAB AVISTOU PIRÂMIDES NA AMAZÔNIA

PILOTO DA FAB AVISTOU PIRÂMIDES NA AMAZÔNIA









PILOTO DA FAB AVISTOU PIRÂMIDES NA AMAZÔNIA
Vejam o depoimento do Coronel Holanda da FAB Durante essa época, o senhor tomou conhecimento de algum tipo de descoberta relacionada à Arqueologia ou alguma observação, feita por militares na Amazônia, ligada a esse tipo de programa?
Hollanda — Sim, alguns colegas tiveram experiências do gênero, principalmente um amigo meu, que relatou que estava sobrevoando a selva e ficou surpreso ao ver uma formação piramidal coberta pela vegetação, no meio do nada. Parece que ali tinha existido algum núcleo de uma civilização muito antiga e que fora abandonada, tendo a selva tomado conta de tudo. Mas havia uma formação piramidal nítida, com ângulos perfeitos no Amazonas. Só não posso precisar exatamente onde. Mas, se não me engano, foi na região do Rio Jaguari. Isso me foi relatado pelo coronel Valério. Entrevista histórica com o Coronel Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima.
A Operação Prato consistiu-se na maior investigação ufológica já realizada por órgãos governamentais no Brasil. Durante quase quatro meses a Força Aérea Brasileira (FAB) através do I Comar, A operação foi comandada pelo então capitão (depois reformado coronel) Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima que conseguiu juntamente com sua equipe fotografar e filmar atividades alienígenas em regiões distintas da selva paraense. Grande parte das ocorrências se deu em locais bastante próximos às comunidades ribeirinhas. Hollanda colheu mais de centena de relatos de pescadores, caboclos, mulheres e crianças dando conta das estranhas ocorrências que, por sinal, até hoje se mostram inexplicáveis e ainda assim, oficialmente ignoradas pelas nossas autoridades. Não menos misteriosa e chocante foi a morte de Uyrangê Hollanda, que tornou-se motivo de acirradas discussões entre pesquisadores e simpatizantes do assunto. Em 02 de outubro de 1997 Uyrangê Hollanda teria se enforcado no quarto de sua casa, situada num condomínio em Iguaba, pequena cidade do litoral carioca. No momento do suicídio, estavam em casa a sua filha e uma enteada.
O coronel que estava afastado da FAB há sete anos e que há menos de dois meses de sua morte havia concedido uma bombástica entrevista à Revista UFO.
o jornalista alemão Karl Brugger na sua busca à cidade perdida dos "deuses", Akhakor, nos confins da Selva Amazônica Brasileira. Como sabemos Brugger foi misteriosamente assassinado na Cidade do Rio de Janeiro por um misterioso e sutil "assaltante" que nada roubou e ainda se utilizou de uma rajada de Pistol-Uzi, calibre 9mm (curiosamente uma arma de fabricação israelense) quando justamente preparava aquela que seria a última expedição, a qual finalmente iria penetrar na tal misteriosa cidade. E como também sabemos, durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Adolf Hitler, o ditador nazista do Terceiro Reich, enviou expedições cientificas e militares à nossa Amazônia justamente de modo a tentar encontrar as tais cidades dos deuses (AKAHIM, AKHANIS e AKHAKOR) nas quais os "antigos deuses deixaram um objeto que começava a cantar" - evidentemente artefatos alienígenas! Cerca de 2 mil alemães vieram nessas expedições secretas ao Brasil e nenhum deles jamais retornou. Contudo, na época, Tatunka Nara se disse a Brugger filho de um soldado alemão com mãe índia. Como de fato, trata-se de um "índio" bastante estranho e surreal já que fala muito bem o Português, como também quase todos os idiomas indígenas e fluentemente o... ALEMÃO! Não há dúvida que Tatunka conhece muito bem as selvas da Amazônia, tanto que tem servido de guia a várias expedições, algumas das quais, segundo denúncias, nunca mais retornaram. Curiosamente, folheando um antigo e volumoso livro fartamente ilustrado em nosso poder, intitulado JACQUES COSTEAU'S AMAZON JOURNEY, eis que o encontramos, ainda uma vez, como tendo também servido de guia ao notável e saudoso explorador francês e sua equipe. DESCONHECIDO
Por baixo desse manto verde e rugoso, porém, pouco se sabe sobre a anatomia interna da região. A Cabeça do Cachorro fica no chamado "vazio cartográfico", uma área de 1,8 milhão de quilômetros quadrados de floresta que nunca foi devidamente mapeada, formando um "arco de desconhecimento" que se estende do extremo oeste do Acre até o extremo norte do Amapá.
Na prática, isso significa que 35% da Amazônia brasileira (uma área maior do que os sete Estados do Sul e do Sudeste) não possui informações básicas de cartografia, como altimetria de relevo, profundidade de rios e variações de cobertura vegetal - cruciais para o planejamento de defesa, desenvolvimento e pesquisa da região.
LEIAM A MATÉRIA COMPLETA E VEJAM AS FOTOS DA PIRÂMIDES NO BLOG http://rodrigoenok.blogspot.com/2008/02/as-pirmides-da-amazniapyramids-in.html
LEIAM A ENTREVISTA DO CORONEL DA FAB
Coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) rompe silêncio sobre UFOs
Um militar da reserva da FAB dá depoimento exclusivo à Revista UFO sobre pesquisas ufológicas na Amazônia. Este texto foi publicado em duas partes nas edições 54 e 55 da revista, e aqui é reapresentado na íntegra
A. J. Gevaerd, editor e coordenador
Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima . Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, hoje coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), 57 anos, foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país.
http://www.ufo.com.br/entrevistaHollandaIntro.php
O VATICANO ESCONDE OS REGISTROS DA AMAZÔNIA
A luta de fronteira da província de Madre de Dios acalmou aos poucos durante os anos de 1970 e 1971. As tribos índias selvagens fugiram para as quase inacessíveis florestas perto da nascente do rio Yaku. Aparentemente, Tatunca Nara desaparecera. O Peru fechou a fronteira com o Brasil e iniciou a invasão sistemática da floresta virgem. De acordo com testemunhas oculares, os índios do Peru partilharam da sorte dos seus irmãos brasileiros: foram assassinados ou morreram de doenças características da civilização branca.
Em 1972, Tatunca Nara voltou à civilização branca, e na cidade brasileira de Rio Branco relacionou-se com o bispo católico Grotti. Juntos pediram alimentos para os índios do rio Yaku nas igrejas da capital do Acre. Desde que a província do Acre tinha sido considerada “livre de índios” nem ao bispo foi concedido qualquer auxílio do Estado. Três meses mais tarde, monsenhor Grotti morria na queda misteriosa de um avião.
Mas Tatunca Nara não desistiu. Com o auxílio dos doze oficiais cuja vida salvara, entrou em contato com serviço secreto brasileiro. Apelou também para o Serviço de Proteção aos Índios do Brasil (a atual FUNAI) e contou a N., secretário da Embaixada da Alemanha Ocidental em Brasília, a história dos dois mil soldados alemães que desembarcaram no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e que ainda estavam vivos em Akakor, a capital do seu povo. N. não acreditou na história e recusou o acesso de Tatunca Nara à embaixada. A FUNAI só concordou em cooperar depois de muitos pormenores da história de Tatunca Nara acerca das tribos índias da Amazônia serem confirmados, durante o Verão de 1972. O Serviço organizou então uma expedição para estabelecer contato com os misteriosos Ugha Mongulala e deu instruções a Tatunca Nara para fazer os preparativos necessários. No entanto, estes planos foram interrompidos devido à resistência das autoridades da província do Acre. Devido a instruções pessoais do governador Wanderlei Dantas, Tatunca Nara foi preso.
ANTIGOS CRUZAMENTOS
Tudo nos induz a crer que, ao tempo do descobrimento, havia aqui na América duas raças, uma –que é tronco – vermelha, cuja existência remonta como disse, a muitos mil anos; outra cruzada com raças brancas.
Um dos cruzamentos com o tronco branco deixou em si documento mais autêntico do que se assenta a história, e esse documento são milhares de raízes sânscritas que se encontram no Quíchua, segundo a comparação feita pelo Sr. Fidel Lopez, de Buenos Aires, em sua recente obra- RAÇAS ARIANAS NO PERU; idênticos vestígios se encontram em outras línguas, como o demonstra o Padre Brasseur de Bourbong em sua Gramática da Língua Quiché e seus dialetos.
“Lyell’s Prino. Of Geologi t.II PAG 479 Londres 1872” porem o estabelecimento da humanidade na America, apesar de ser um fato comparativamente recente, pode remontar até o período paleolítico da Europa Oriental
ESTE TEXTO FOI EXTRAIDO DO LIVRO “O SELVAGEM” do General Couto de Magalhães
TRIBOS BRANCAS DESCONHECIDAS NA AMAZÔNIA
Na área inteira da América do Sul, nós achamos lendas relativas para “deuses brancos” para esses que já se referiram no primeiro capítulo, lendas que têm uma real fundação e baseado em fatos históricos positivos. E é que a presença de homens de raça branca na América previamente para a chegada dos espanhóis é documentado nas mesmas crônicas dos conquistadores espanhóis em que eram sua “descoberta” com os indivíduos e cidades inteiras de raça branca, e ainda é observável em regiões “indígenas”, eu como por exemplo, na região peruana andino de Chachapoyas. Nesta região montanhosa localizada nas fontes do Amazonas, na floresta americana enorme, para mais de 2.000 metros de altitude no nível do mar, já libere dos calores terríveis e mosquitos tropicais, em uma atmosfera fresca e verde, na atualidade que ainda sabem um ao outro exista como “gringoitos”, as pessoas de características européias, cabelo loiro que não vem de colonos europeus, mas bastante sua presença na região previamente é documentada como para a conquista espanhola. Os conquistadores espanhóis já fizeram menção nas crônicas deles para estes objetivos de Chachapoyas, e especialmente para a beleza das esposas deles. Em uma de crônica um compromisso faz o nascimento de um menino para o qual o chachapoyas consideraram como filho dos deuses.
GENERAL DENUNCIOU CONTRABANDO DE NIÓBIO DA AMAZÔNI
Ao relatar o depoimento de um general brasileiro no Congresso Nacional, durante uma investigação a respeito de atividades clandestinas e legais perpetradas por norte-americanos, em território brasileiro: “...o general Riograndino Kruel afirmou, diante da comissão de inquérito do Congresso, que “o volume de contrabando de materiais que contém tório e urânio alcança a cifra astronômica de um milhão de toneladas”. Algum tempo antes, em setembro de 1966, Kruel, chefe da Polícia Federal, denunciara a “impertinente e sistemática interferência “de um cônsul dos Estados Unidos no processo aberto contra quatro cidadãos norte-americanos acusados de contrabando de minerais atômicos brasileiros. A seu juízo, se houvesse sido encontrado com eles quarenta toneladas de material radiativo era suficiente para condená-los Pouco depois, três dos contrabandistas fugiram misteriosamente do Brasil. O contrabando não era um fenômeno novo, embora tivesse intensificado muito.
leiam a matéria completa aqui LEIAM A MATÉRIA COMPLETA AQUI http://rodrigoenok.blogspot.com/2008/09/amaznia-galeano-previa-em-1976-tomada.html
BAIXEM O LIVRO DE GRAÇA
A Crônica de Akakor - Karl Brugger Num outro livro referi-me ter visto Num outro livro referi-me ter visto as tais estruturas subterrâneas com os meus próprios olhos, A Crônica de Akakor dá resposta a muito do que é apenas ...
www.scribd.com/.../A-Cronica-de-Akakor-Karl-Brugger -
800 KILOMETROS DE SUBTERRANEOS MAIAS
O Coronel Percy Fawcett desapareceu, segundo se acredita, lá pelas imediações da Serra do Roncador, Mato Grosso, onde até os dias atuais os chamados Discos Voadores têm um notável ponto de atividades. Essa serra, diga-se de passagem, tem este estranho nome pelo fato de as pedras "roncarem" - existem algumas tribos de índios dotados de pele branca e também portadores de feições não condizentes com os padrões tradicionais. Por outro lado, essas regiões malditas, e portanto tabus, onde precisamente se situam tais pirâmides e outros bizarros monumentos, já sabemos que os radares de penetração subterrânea descobriram uma vasta rede de profundos túneis e galerias que atingem cerca de 800 quilômetros de extensão! Por todo o planeta acham-se espalhados os enigmáticos vestígios de uma adiantada cultura que foi transmitida às perdidas civilizações, não se sabe exatamente por quem. hoje supostamente atribuídas aos Maias, Aztecas, Toltecas e muitas outras raças -. Contudo, tal hipótese carece de consistência, uma vez que os Maias simplesmente desapareceram da face da Terra, jamais tendo sido encontrados quaisquer vestígios da sua avançada cultura. Na verdade, e conforme já está sendo provado, TODO o Continente da América do Sul, como também a América Central, são percorridos por essas galerias numa extensão incalculável e assombrosa. Essa gigantesco trabalho, obviamente fruto de uma civilização muito mais antiga e desconhecida, necessitou sem dúvida alguma de uma tecnologia extraordinária e talvez ainda hoje não disponível! Relembremos que somente sob o complexo de Tikal - atribuído aos Maias e situado na Guatemala - são comprovadamente 800 quilômetros de uma fantástica rede subterrânea que por sinal atravessa o país de um extremo ao outro!
UMA ELITE DA SS NAZISTA ESTAVA NA AMAZÔNIA
De fato, pesquisando antigos arquivos da Alemanha nazista, Brugger descobriu documentos secretos e também um certo filme muito especial, no qual era revelado que em 1945 Hitler despachara um submarino equipado com aviões anfíbios e levando soldados de elite da SS, precisamente na direção do território brasileiro! E também mais tarde foi apurado que várias equipes nazistas remanescentes (não se sabe vindas de onde) lá chegaram após o final da guerra e até mesmo vários anos depois, em 1965! Na foto, vemos um "frame" daquele filme, mostrando o hasteamento de uma bandeira nazista em pleno coração da Floresta Amazônica! Aliás, aquele filme inclusive mostrava todas as fases da montagem de uma base nazista supersecreta naquela região!

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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

OS EUA E SEU PLANO ANTIGO DE INVADIR O BRASIL




OS EUA E SEU PLANO ANTIGO DE INVADIR O BRASIL

Invasão pelo Nordeste
EUA planejavam tomar o País caso Getúlio não entrasse na guerra contra os nazistas

O governo do presidente americano Franklin Roosevelt tinha um plano para invadir o Brasil pelo Nordeste do País, caso não houvesse um entendimento com Getúlio Vargas sobre a cessão das bases militares de Natal, Recife, Salvador e Belém. As forças aliadas, que combatiam a Alemanha nazista, precisavam de uma rota para a África. O plano do Estado-Maior americano para a invasão do Brasil foi confirmado, pela primeira vez, em artigo publicado na revista Proceedings, de distribuição restrita à Marinha americana. O texto foi cedido a ISTOÉ pelo tenente Luiz Paulino Bonfim, que atuou na área de inteligência da Força Expedicionária Brasileira sob o comando do general Amaury Kruel. O general Octávio Costa, que lutou contra os nazistas na Itália, desconhecia o plano. No entanto, confirmou: “Vargas realmente hesitou entre a Alemanha nazista e os aliados e a rota do Norte e Nordeste para a África tinha uma importância estratégica para os americanos.”

O tenente Bonfim, que está terminando um livro sobre a Segunda Guerra Mundial, relatou a presença de simpatizantes do nazismo no primeiro escalão da ditadura Vargas, principalmente Filinto Muller, então chefe da Polícia e o general Góis Monteiro, ministro da Guerra. Bonfim afirma que o plano de invasão previa o desembarque das tropas americanas no litoral nordestino em 1942, com base em um planejamento aprovado no início daquele ano. Segundo Bonfim, era necessário garantir o apoio do Brasil. A rota pelo Nordeste impediria que os alemães avançassem para a África.
O artigo da Proceedings ressalta o poder ditatorial que Vargas assumira a partir de 10 de novembro de 1937, quando proclamou o “Estado Novo fascista, passando a ter plenos poderes, sem o Congresso Nacional”, registra a revista. O autor do artigo, Michael Gannon, chama a atenção para a simpatia de Vargas pelos nazistas. Uma das preocupações dos americanos era a afinidade do presidente brasileiro com os principais ditadores da época, além de Hitler: Mussolini (Itália) Salazar (Portugal) e Franco (Espanha).

O tenente Bonfim conta no livro que somente após o torpedeamento de navios da Marinha mercante por submarinos alemães é que Vargas decidiu, com atraso, assumir o estado de beligerância com as forças do eixo (Alemanha, Itália e Japão) e só depois declarou guerra. “Entramos em operação em 17 de agosto de 1944, e dependíamos dos americanos”, diz. Os brasileiros ainda tiveram, segundo Bonfim, que passar por outro constrangimento: “Nosso uniforme era parecido com o dos alemães e tivemos de usar a jaqueta dos americanos.” Com a adesão do Brasil, em encontro no Rio de Janeiro entre Vargas e Roosevelt – que antes esteve em Natal – o plano de invasão foi arquivado.
http://www.terra.com.br/istoe/1662/brasil/1662_invasao_nordeste.htm


Se não Puderem Comprar, Vão Tomar!
Sendo quatro ou sendo sete as novas bases militares americanas na Colômbia, parece bom atentar para números bem superiores e mais perigosos. Porque no mundo inteiro eram 865 os estabelecimentos castrenses que os Estados Unidos mantém fora de seu território. Aliás, agora são 872. Registre-se que por bem ou por mal, 46 países abrigam essas bases, em todos os continentes, perfazendo o total de 290 mil soldados ao preço de 250 bilhões de dólares por ano.

Some-se a esse predomínio indiscutível das forças armadas americanas no planeta a presença de sete frotas da sua Marinha de Guerra, patrulhando todos os oceanos com porta-aviões e submarinos nucleares. Para não falar, é claro, dos mísseis de todos os tamanhos e alcances, incrustados em boa parte das bases terrestres. E fora delas, também.

Até a queda do Muro de Berlim, a explicação envolvia a bipolaridade mundial, pois a extinta União Soviética dispunha, senão de igual, ao menos de razoável presença militar em países ao seu redor. Desaparecido o “perigo vermelho”, porém, faltam justificativas para a existência de tamanho poder fora de suas fronteiras. Afinal, mesmo que o complexo industrial-militar dos Estados Unidos se beneficie enormemente com encomendas sempre maiores de armas letais, 250 bilhões de dólares anuais bastariam para o presidente Barack Obama estabelecer o mais formidável sistema de saúde pública de todo o Universo, favorecendo sua população. Como isso não acontece, há que indagar porque.
Quem deu a resposta foi o Assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, general James Jones, em recente visita ao Brasil. Em demorada audiência com o ministro Edison Lobão, o gringo abriu o jogo. Reconheceu que segurança, hoje, para a nação americana, traduz-se em energia. Garantir petróleo e outras fontes energéticas transformou-se na maior preocupação e no principal objetivo de seu país. Sem combustível, que não produz mais nas quantidades necessárias ao consumo, os Estados Unidos iriam atrás da vaca, quer dizer, para o brejo. Assim, todo o aparato militar é mobilizado para sustentar o abastecimento.

O general não falou, e nem precisava, que por esses motivos os americanos invadiram o Afeganistão e o Iraque, como poderão estar a um passo de fazer o mesmo com o Irã. Fica ridículo inventar perigos e provocações inexistentes, como a existência de armas de destruição em massa ou instalações nucleares nos países cobiçados por dispor de petróleo.

Como o Brasil acaba de requerer passaporte para entrar no clubinho dos privilegiados produtores em massa, é bom tomar cuidado. Por certo que adiantará muito pouco mantermos as reservas enterradas no pré-sal. Precisamos extrair e vender, lógico que para os maiores compradores, entre os quais destacam-se os Estados Unidos. A China também, mas essa é outra história. O perigo está em nossa histórica falta de recursos e nossa natural mania de deixar para amanhã o que podemos fazer hoje. Mesmo tendo os chineses oferecido quinze bilhões de dólares, e o Eximbank, sete, para ajudar nas operações do pré-sal, a coisa pode demorar. E eles exigem pagamento em petróleo, daquele que vier a ser extraído. Se a demora causar preocupação ou acirrar necessidades prementes por parte dos Estados Unidos, explica-se a razão de tantas bases, frotas e mísseis. Se puderem obter o produto por vias comerciais, ótimo. Não podendo, tomarão…

Para comprovar não se tratar de sinistrose essa previsão, basta olhar para a História. Ao entrar na II Guerra Mundial os Estados Unidos decidiram começar pela invasão do Norte da África. Naqueles idos, nenhum avião conseguia sair de seu território e chegar ao Marrocos ou, mesmo, à Mauritânia. Tornavam-se necessárias bases intermediárias. O Nordeste e até o Norte brasileiros eram essenciais. Antes mesmo que o presidente Franklin Roosevelt se encontrasse com o presidente Getúlio Vargas, em Natal, os gringos já haviam fincado pé em Belém, Fortaleza, Recife e Salvador, para não falar na capital do Rio Grande do Norte. Construíram aeroportos, pistas e estradas que hoje fingimos só terem aparecido depois do aval do presidente brasileiro. Mentira. Já estavam sendo implantados, sabe-se lá em função de que acordo. Com a reunião dos dois presidentes mascarou-se a face da soberania nacional através da versão de que as bases só vieram depois que o americano comprometeu-se a mandar, desmontada, uma usina siderúrgica para sediarmos em Volta Redonda. Acrescente-se que os Estados Unidos estavam prontos para conseguir pela força o que conseguiram pelo diálogo a posteriori. Foi muito bom porque, naquele caso, estariam lá até hoje.

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

II GUERRA MUNDIAL - Após 64 anos, Alemanha absolve 10 mil soldados que traíram Hitler.




II GUERRA MUNDIAL - Após 64 anos, Alemanha absolve 10 mil soldados que traíram Hitler.

Em 1942, o jovem soldado alemão Ludwig Baumann decidiu que não queria mais fazer parte do massacre que Adolf Hitler estava promovendo pela Europa. Decidiu desertar. Mas foi pego e acabou condenado por trair a Alemanha. Este mês, no entanto, ele e milhares de outros "traidores" serão finalmente absolvidos pelo crime de ter abandonado a luta.

A reportagem é de Jamil Chade e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 16-08-2009.

Nesta semana, o Bundestag - o Parlamento alemão - acabará com o que está sendo chamado de o último tabu da 2ª Guerra: a reabilitação dos soldados alemães que desertaram e foram julgados por traição. No total, 30 mil jovens alemães abandonaram os campos de guerra nos anos 40. Cerca de 20 mil deles foram fuzilados por ordens da Justiça Militar nazista, que os acusaram de favorecer as tropas aliadas ou de servir como informantes.

Baumann, hoje com 87 anos, faz parte dos 10 mil soldados que, quase por milagre, escaparam da morte, seja nas trincheiras ou fuzilados após serem condenados. "Eu não queria matar ninguém. Nunca tive qualquer simpatia pelo que estávamos fazendo", afirmou Baumann, em entrevista por telefone ao Estado, de sua casa em Bremen, na Alemanha.

Por mais de 60 anos, Baumann foi considerado uma espécie de pária na sociedade alemã. Agora, ele está se preparando para o grande dia de sua "absolvição simbólica".

O debate sobre os desertores foi um tema sensível na Alemanha por décadas. Setores ligados ao Exército temiam que uma reabilitação desses soldados transmitisse um recado errado para a tropa atual, além de acabar qualificando como criminosos os juízes que decretaram a pena contra Baumann e outros 30 mil homens. "Esse é o último grande tabu da guerra", disse Baumann, que hoje lidera a associação de vítimas dos tribunais militares nazistas.

ENTRAVES

O primeiro passo para anular as sentenças nos tribunais militares na Alemanha foi dado em 1998, com a absolvição de qualquer pessoa condenada por razões políticas, militares, racistas, religiosas e ideológicas. Mas os desertores e traidores não foram contemplados.

Em 2002, uma lei reabilitou os desertores que não haviam sido julgados. Mas todos aqueles que foram condenados por "traição de guerra" continuaram sendo criminosos do ponto de vista jurídico. Na prática, contudo, a nova lei não tinha efeito, já que praticamente todos os desertores foram qualificados como traidores pelos tribunais militares nos anos 40.

Há três anos, a ministra da Justiça alemã, Brigitte Zypries, tentou dar uma explicação sobre o motivo pelo qual esses alemães não poderiam ser "perdoados": os soldados que traíram não poderiam ser absolvidos porque prejudicaram outros soldados alemães.

Foi apenas neste ano que o projeto de lei avançou. Até junho, parte do partido União Democrática Cristã (CDU), da chanceler Angela Merkel, ainda se opunha à reabilitação dos traidores. Mas, isolado e diante da pressão da opinião pública, o partido cedeu e aprovou a lei.

O principal argumento dos historiadores que defendem a absolvição dos desertores é o de que muitas das condenações por traição e milhares de fuzilamentos ocorreram de forma indiscriminada. "Hoje, estamos restaurando parte da dignidade dessas pessoas. Muitos já morreram, mas suas famílias podem tirar um peso das costas", disse Baumann.

ORQUESTRA VERMELHA

O maior temor do Exército era a Rote Kapelle (Orquestra Vermelha), nome dado pela Gestapo a um grupo de espionagem soviético que agia na Europa ocupada pelos nazistas e na Suíça durante a 2ª Guerra. A organização começou a ganhar adeptos, dentro e fora do Exército, em um movimento de oposição a Hitler. No fim de 1943, 150 membros do grupo foram mortos por defender o fim imediato do conflito.

Baumann admite que muitos dos desertores de fato passaram informações fundamentais para os americanos e para o Kremlin. "Não porque queríamos a morte de nossos companheiros. Só queríamos que a Alemanha se desse conta de que era preciso acabar com o massacre", disse o alemão.

Ao explicar o por quê de ter abandonado o Exército, Baumann diz que fugiu simplesmente para não morrer. "Nunca concordei com o que ocorria no campo de batalha. Eu me perguntava todos os dias sobre qual seria o destino das famílias dos lugares que nós ocupávamos", afirmou.

Sua fuga ocorreu em Bordeaux, cidade no sul da França, que era ocupada pelos nazistas em 1942. Baumann e seus companheiros mais próximos no quartel conversaram e decidiram que era hora de desertar.

A ideia era bastante ambiciosa: eles fugiriam para a parte da França que não estava ocupada e, de lá, para o Norte da África. O passo seguinte seria chegar aos EUA. Baumann conta que teve a ajuda da Resistência Francesa, mas que antes de chegar à França não ocupada foram capturados pelos nazistas.

"Fomos torturados e levados a julgamento. Em 40 minutos, a corte militar decretou a sentença de morte", disse. O alemão só não foi executado imediatamente porque seu pai tinha contatos no governo.

O ex-militar foi, então, levado para um presídio, onde permaneceu até 1944. Sua saga, no entanto, não terminou aí. Como não sabia que seu fuzilamento havia sido adiado, tentou fugir novamente. A ideia era promover um motim geral, com soldados espanhóis comunistas que haviam sido capturados e estavam na mesma prisão. Mas o plano fracassou.

Todos os espanhóis foram mortos. Baumann, mais uma vez, sobreviveu. A punição que ele recebeu pela tentativa de fuga foi ser enviado para combater no front soviético. A missão era considerada uma sentença de morte. Sua única escolha foi se ferir de forma tão grave que o Exército alemão não teria nenhuma outra alternativa a não ser enviá-lo de volta para casa, à espera do dia de sua execução. Mas a guerra terminou antes e ele sobreviveu novamente.

"Muitos amigos meus e vários companheiros de combate morreram com o estigma de ter traído a nação alemã. Mas a Alemanha está admitindo seus erros e permitindo que mais um tabu da pior parte de nossa história seja quebrado", concluiu Baumann.
Fonte:IHU

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