6.22.2009

o gato preto


A história de vida do gato preto é impressionante. Sacrificado por uns, adorado por outros, o gato preto sobreviveu a tudo simplesmente para reclamar o lugar que mais gosta de ocupar: um sítio quente, junto à janela.

As superstições acerca dos gatos começaram desde muito cedo. Os primeiros povos a atribuir uma aura mística ao gato foram os egípcios que o idolatravam, tendo mesmo um deus com a sua forma física, Bast. Em honra desta divindade, os egípcios mantinham gatos pretos nas suas casas e davam-lhes honras reservadas a faraós, mumificando-os depois de mortos.

Mas foi na Idade Média que o gato viu a sua sorte mudar. Apesar de concederem um importante serviço ao homem, caçando os ratos que eram considerados uma praga por todo o lado, a verdade é que havia grupos de gatos vadios que faziam das cidades o seu território. A sobrepopulação terá sido o primeiro motivo pelo qual o gato deixou de cair em graça para passar a cair em desgraça.

A Idade Média ficou marcada pela bruxaria, superstição e febre religiosa. O gato, como animal independente e solitário, captou a atenção tanto de cristãos como pagãos.

No paganismo, o gato representa protecção e sabedoria, mas na magia negra, o gato preto macho personifica o diabo. No tarot, no baralho de Rider Waite, a Rainha de Paus é representada com um gato preto a seus pés, significando energia instintiva, mas domesticada.

O gato é um animal que caça durante a noite e era acolhido na Idade Média por pessoas sozinhas. Os gatos vadios eram os animais de estimação de pedintes e pobres, o que não favorecia a imagem do gato. Os olhos penetrantes que iluminam as noites contribuíram provavelmente para a catalogação do gato como espírito diabólico. A cor preta era a cor do mal e das trevas, o que tornou os gatos desta pelagem os mais perseguidos pelos inquisidores e cristãos. A sua associação a práticas pagãs provocou um maior distanciamento entre os cristãos e o gato. O facto de o gato ser várias vezes sacrificado em rituais pagãos tornou-o num símbolo a combater.

Depressa começaram a surgir relatos que ligavam os gatos a bruxarias. Diz a lenda que por volta de 1560, em Linconshire, filho e pai foram assassinados por um gato preto que lhes cruzou o caminho. O animal coxeava com vários arranhões e dirigiu-se para a casa de uma mulher que os habitantes da região suspeitavam que fosse bruxa. No dia seguinte, a mulher apareceu a coxear com uma ligadura no braço.

Outra história relatada conta que durante a noite um agricultor cortou a orelha de um gato.

O homem acreditava que o gato estava a assombrar a sua propriedade. No dia seguinte, o agricultor regressou ao local apenas para encontrar parte da orelha de um humano. Na Alemanha, as histórias sobre a dualidade bruxa/gato preto são comuns. Uma mulher após ter sido acusada de bruxaria e condenada à fogueira, transformou-se em gato preto enquanto ardia. Foi assim que surgiu o mito de que as bruxas se transformam em gatos pretos durante a noite. E foi também desta forma que se encontraram justificações para perseguir estes animais.

Juntamente com as lendas surgem também outros factos históricos que na altura serviam de base de sustentação a muitas superstições. O Rei Carlos I de Inglaterra tinha um gato preto como animal de estimação. Ele acreditava que o seu gato lhe trazia sorte. Coincidência ou não, o gato morreu um dia antes de o Carlos I ter sido preso por Oliver Crommwell. O Rei foi acusado de traição e mais tarde decapitado.

Surpreendentemente, o gato preto sobreviveu a décadas, se não séculos de perseguição. A sua pelagem negra, pela qual era perseguido, era também uma vantagem quando caçava à noite, fundindo-se com a escuridão. Naqueles tempos, não faltava alimento para os gatos, uma vez que os ratos abundavam pelos campos e cidades.

Na altura do Renascimento, a Igreja Católica tinha já abrandado a caça aos pagãos. Esta foi uma boa notícia para o gato pois os cristãos tinham conseguido reduzir a prática do sacrifício de animais, e em particular dos gatos com pelagem preta e alem disso deixaram de ser perseguidos pelos próprios cristãos.

No entanto da Idade Média resistiram as superstições profundamente enraizadas na cultura popular. Apesar de em Portugal ser mais comum associar o gato preto a um mau presságio, são várias as crenças que lhe são favoráveis noutros países.

Algumas Superstições Comuns

Na Escócia
Um gato preto no alpendre traz prosperidade.

Na Itália

Ouvir um gato preto a espirrar traz boa sorte.
Se um gato preto se deita na cama de uma pessoa doente, significa que a morte dessa pessoa está perto.
Em Portugal

O gato preto que cruza o nosso caminho traz má sorte

Na Irlanda

O gato preto que cruza o caminho de alguém durante noites de luar, é prenúncio de epidemia.

Na Inglaterra

Na costa de Yorkshire, as mulheres dos pescadores acreditam que os seus maridos regressarão sãos e salvos da faina se mantiverem em casa um gato preto.
Entre os pescadores é comum a crença de que os gatos pretos mantidos em casa enquanto saíam para pescar era sinónimo de bom tempo no alto mar. Há quem defenda que o preço dos gatos pretos chegou a aumentar de tal forma que vários marinheiros não tinham dinheiro para comprar um.

Em algumas regiões da Inglaterra acredita-se que oferecer um gato preto à noiva trás sorte.

Na França

No Sul deste país, acredita-se que cuidar de um gato preto trás boa sorte.

Na Alemanha
Um gato que cruza o caminho de uma pessoa da direita para a esquerda é mau presságio, mas da esquerda para a direita é boa sorte.

Na Letónia

Para os agricultores deste país, encontrar um gato preto nos reservatórios de sementes é uma óptima notícia. Para eles, estes gatos são o espírito de Rungis o Deus da Colheita.

Superstições Actuais

Hoje em dia, o gato preto continua a ser mais do que um gato de pelagem escura. Ainda há quem veja nele sinal de boa ou má sorte. Num estudo realizado em associações de animais dos Estados Unidos da América, constatou-se que o gato preto era a segunda pelagem menos desejada. A primeira era a castanha. Assim, o gato preto era sempre dos últimos a ser adoptado numa ninhada de gatos de várias cores.

A acentuar a ideia de que o gato preto ainda não é visto como um outro gato qualquer, nos Estados Unidos da América, onde há uma forte tradição de festejar o Halloween (Noite das Bruxas), algumas associações de animais têm uma política especial que implementam nessa época. Neste feriado manteve-se em alguns locais a tradição de sacrificar animais, entre eles o gato preto. Por esta razão, a adopção destes gatos fica suspensa algumas semanas antes e depois desta festividade.

Em Portugal, as superstições sobre gatos pretos não parecem ter tanta força e é bastante comuns encontrar um gato preto como animal de estimação. Não deixa de ser curioso que na Inglaterra, apesar da caça às bruxas e aos gatos vivida na Idade Média, as superstições que resistiram aliam invariavelmente o gato a bons sinais.

No entanto, o gato preto parece ainda estar longe de reconquistar a posição que tinha no Antigo Egipto. Ou talvez não, uma vez que, tal como os outros gatos, parecem ser peritos em ganhar a adoração dos donos.

espiritos


O hotel Decebal na Roménia tem sido o alvo das atenções desde que a fotografia de um fantasma no seu interior foi publicada nos jornais e falada nas televisões daquele país.

O fantasma de uma mulher alta e com um longo vestido branco, foi visto diversas vezes nos corredores e nas escadas do edifício.

Pensa-se que o hotel, com mais de um século e meio, esteja assombrado pelo fantasma de uma mulher que pretende assim guardar um tesouro que estará supostamente enterrado por baixo dos alicerces do edifício.

O hotel tem estado fechado para obras, no entanto, várias pessoas que lá entraram afirmam ter visto e fotografado o fantasma.


fantasma de um carrasco no museu



O jornalista da BBC Chris Sandys, encontrava-se no museu Edward Jenner na Inglaterra quando capturou esta imagem na sua máquina fotográfica.


Chris estava a tirar uma fotografia de 360º ao sótão do museu que foi recentemente aberto ao público.


A figura, apareceu entre duas camas que realmente existem e parece ter a cara coberta por uma máscara de carrasco.


A casa, hoje museu, pertencera ao Dr. Jenner, que ali viveu desde o ano 1785 até 1823. Já por várias vezes pessoas afirmaram que o museu é assombrado por soldados dos séculos 19 e 20.

a Companheira Desconhecida

Na cidade de Iquique no Chile, um grupo de amigos desloca-se para a cave do prédio e decidem levar a câmara e filmar.

Com a câmara a filmar em modo nocturno activado e sem se aperceberem de nada no momento, acabam por captar em vídeo aquilo que o guarda-nocturno e vários vizinhos haviam já presenciado; uma menina sozinha andando por ali e desaparecendo inexplicavelmente

A certo momento pode ver-se a figura de uma menina de cerca de 5 anos caminhando junto ao grupo. No momento não havia nenhuma criança com eles.

Câmaras Fantasma





Câmaras Fantasma

Visualize em tempo real diversos locais conhecidos como assombrados.
Um conjunto de câmaras fantasma com actualização automática.

atualizado a cada 20 segundos

a serva assassina



Tirada na Quinta Myrtles, umas das casas mais assombradas dos Estados Unidos, esta fotografia é segundo os actuais proprietários, o fantasma de Chloe, uma serva morta por enforcamento como castigo por ter envenenado um bolo de aniversário e causado a morte de 3 pessoas.

6.20.2009

coisas que o FBI escode ou ja escondeu de voce.


FBI
Federal Bureau of Investigation


Animais / Mutilação de Gado - Estes documentos contém informações sobre vários casos de mutilações de animais, registrados em vários estados americanos na década de 70. Muitas teorias foram expostas para tentar explicar as mutilações, inclusive OVNI's, cultos satânicos, agências governamentais desconhecidas, ou predadores naturais. O FBI entrou no caso quando 15 mutilações ocorreram em uma cidade do Novo México. A investigação foi negativa com respeito a identificar os indivíduos responsáveis.

Caso Roswell - Os documentos, datados de 8 de Julho de 1947, contém informações da Força Aérea dos Estados Unidos de que um objeto supostamente sendo um disco-voador teria sido recuperado nesta data perto de Roswell, Novo México (New Mexico).

Majestic 12 - Esses arquivos relatam uma investigação do FBI, onde um documento aparentemente classificado como "ultra-secreto" veio a público sem autorização. A investigação foi encerrada após concluir-se que o referido documento era totalmente falso.



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FBI
Federal Bureau of Investigation

O Caso

No ano de 1947 em uma fazenda na cidade de Roswell, algo espetacular aconteceu, um disco-voador teria caído nos Estados Unidos, o alarde em jornais, revistas e rádios foi total. Documentos oficiais da Força Aérea Americana confirmavam o boato, porém por pouco tempo. Logo a explicação de que o estranho OVNI era apenas um balão meteorológico predominou entre as agências governamentais, até hoje quatro explicações diferentes para o ocorrido em Roswell foram dadas pelo ministério da defesa. leia mais

Documentos

Um grupo da Força Aérea informa o FBI de que um OVNI teria sido recuperado em Roswell.


Um investigador da Força Aérea relata que três discos-voadores foram encontrados na cidade de Roswell, em cada disco haviam três seres com aspecto humanóide.


Documentos obtidos pelo ato da liberdade de informação:
Freedom Of Information Act (FOIA) foia.fbi.gov

Site do FBI na internet


FBI
Federal Bureau of Investigation

O Caso

No ano de 1947 em uma fazenda na cidade de Roswell, algo espetacular aconteceu, um disco-voador teria caído nos Estados Unidos, o alarde em jornais, revistas e rádios foi total. Documentos oficiais da Força Aérea Americana confirmavam o boato, porém por pouco tempo. Logo a explicação de que o estranho OVNI era apenas um balão meteorológico predominou entre as agências governamentais, até hoje quatro explicações diferentes para o ocorrido em Roswell foram dadas pelo ministério da defesa. leia mais

Documentos

Um grupo da Força Aérea informa o FBI de que um OVNI teria sido recuperado em Roswell.


Um investigador da Força Aérea relata que três discos-voadores foram encontrados na cidade de Roswell, em cada disco haviam três seres com aspecto humanóide.


Documentos obtidos pelo ato da liberdade de informação:
Freedom Of Information Act (FOIA)
foia.fbi.gov

Site do FBI na internet:
www.fbi.gov



FBI
Federal Bureau of Investigation

O Caso

Durante três anos mais de 1.500 mutilações de animais ocorreram em cerca de 22 estados. Alguns animais foram mortos e mutilados, o sangue foi completamente drenado de seus corpos, e órgãos selecionados foram removidos com precisão cirúrgica. O FBI entrou no caso quando 15 mutilações ocorreram em uma cidade do Novo México. A investigação foi negativa com respeito a identificar os indivíduos responsáveis.

Documentos

Começam as ocorrências, alguns animais são encontrados sem seus órgãos sexuais, orelhas, lábios, e sem sangue no corpo. Veterinários acreditam na hipótese de tal fenômeno ser causado por Raposas.


O senador Floyd K. Haskell informa que incidentes envolvendo mutilações de gado estão acontecendo no Colorado. O senador relata ainda que 130 casos foram reportados aos oficiais locais e pede a entrada do FBI nas investigações lembrando que casos similares estão ocorrendo em nove estados do país.

Um oficial do Colorado expõem novamente os casos que estão ocorrendo na região, ela ressalta que os fazendeiros estão se armando e pede a entrada do FBI nas investigações antes que alguém possa vir a se machucar.


A imprensa divulga alguns casos e o FBI entra nas investigações.



As mutilações começam a ser registradas, alguns casos não possuem nenhuma evidência. O primeiro registro é de Agosto de 1975.



O último registro data do verão de 1977.


Os investigadores colhem relatos de moradores e fazendeiros, muitos envolvem observações de OVNI's. Uma grande parcela dos exames laboratoriais não chega a uma conclusão definitiva, o que dificulta ainda mais as investigações.


Um documento de um agente da Divisão de Crimes reporta as 15 mutilações que ocorreram na cidade de Indian Country no Novo México. A ligação com rituais macabros foi descartada. Novamente um pedido para que o FBI tome conta das investigações é expedido.


Documentos obtidos pelo ato da liberdade de informação:
Freedom Of Information Act (FOIA)
foia.fbi.gov

Site do FBI na internet:
www.fbi.gov



US Navy
Marinha dos Estados Unidos

O Caso

Uma série de estranhas cartas recebidas por um cientista em 1956 falam de um experimento secreto de invisibilidade no qual um destroyer da marinha dos Estados Unidos teria se tele-transportado de um lugar a outro. Experimento Filadélfia seria o nome que teria recebido o suposto projeto ultra-secreto da marinha dos Estado Unidos em 1943, que visava a invisibilidade absoluta de um navio, tanto para o radar inimigo como para o olho humano. leia mais

O Parecer Oficial

US Navy documento: Tradução
Projeto Filadélfia

Departamento da Marinha
Escritório de Pesquisa Naval
Arlington, Virgínia 22217,

Durante os anos a Marinha recebeu inúmeras perguntas sobre o Projeto Filadélfia, e junto com elas um alegado papel do Escritório de Pesquisa Naval (ONR em inglês). A maioria destes inquéritos são dirigidos ao Escritório de Pesquisa Naval ou para o Quarto Distrito Naval da Filadélfia. A freqüência destas perguntas intensifica a cada momento que a experiência é mencionada pela imprensa popular, freqüentemente em um livro de ficção científica.

O mito do Experimento Filadélfia surgiu em 1955, com a publicação de "O Caso dos OVNI's" pelo falecido Morris K. Jessup.

Algum tempo depois da publicação do livro, Jessup recebeu uma correspondência de Carlos Miguel Allende que deu seu endereço como sendo R.D. #1, Box 223, New Kensington, Pa. Na correspondência, Allende faz um comentário sobre o livro de Jessup e dá detalhes da alegada experiência naval administrada pela Marinha na Filadélfia em 1943. Durante a experiência, de acordo com Allende, um navio se tornou invisível e se teletransportou em alguns minutos, com posteriores efeitos colaterais para a tripulação. Supostamente, este feito foi realizado aplicando-se a teoria do campo unificado de Einstein. Allende informou que ele tinha testemunhado a experiência abordo de um outro navio e que o incidente foi informado em um jornal da Filadélfia. A identidade do jornal nunca foi estabelecida. Similarmente, a identidade de Allende é desconhecida, e não há nenhuma informação sobre seu endereço.

Em 1956 uma cópia do livro de Jessup foi remetida anonimamente a ONR. Foram intercaladas algumas páginas do livro com comentários escritos manualmente que alegavam um conhecimento sobre os OVNI's, seu meio de locomoção, a cultura e o biótipo dos seres que ocupam estes OVNI's, descritas em condições pseudo-científicas e incoerentes.

Dois escritórios, então ligados a ONR, se interessaram pelo livro e informaram isto a Jessup. Jessup concluiu que o escritor desses comentários em seu livro seria a mesma pessoa que teria lhe escrito sobre o Experimento Filadélfia. Estes dois escritórios tiveram o livro pessoalmente redactilografados e organizaram para a reimpressão, em forma mecanografada, de 25 cópias. Os dois escritórios se desvincularam da ONR há muitos anos atrás, e a ONR não tem nenhuma cópia do livro em questão.

Pessoalmente o Quarto Distrito Naval acredita que o mito sobre Experimento Filadélfia surgiu das pesquisas bastante rotineiras que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial no Estaleiro Naval da Filadélfia. Até recentemente acreditávamos que a história teria surgido de experiências que tem o objetivo de fabricar navios indetectáveis, ou invisíveis, a minas magnéticas. Outra provável explicação para as estranhas histórias sobre levitação, teletransporte e efeitos colaterais em humanos, poderia ser atribuída a experiência com a planta geradora de um destroyer, o USS Timmerman. Nos anos 50 este navio era parte de uma experiência para testar os efeitos de um pequeno, gerador de alta-freqüência que geraria 1,000 hz ao invés do padrão de 400 hz. O gerador em sua capacidade máxima produziu uma coroa de descarga, e outros fenômenos bem conhecidos associados com geradores de alta-freqüência. Nenhum homem da tripulação sofreu efeitos colaterais durante as experiências.

A ONR não conduziu nenhuma investigação sobre invisibilidade, seja em 1943 ou em qualquer outro momento (a ONR foi estabelecida em 1946), devido ao atual conhecimento científico a ONR não acredita que tal experiência pudesse ser possível a não ser no reino da ficção científica.

08 de Setembro de 1996

*para ver o documento original da Marinha dos Estados Unidos sobre o Projeto Filadélfia, clique aqui.


Documento obtido no site da Marinha Americana:
www.history.navy.mil

Site da Marinha Americana na internet:
www.navy.mil







mutações em angra I

> Erro Abafado


Angra 1 vazou em silêncio, a população e a imprensa não souberam de nada. Às 23 horas de 28 de maio, quatro operadores entraram na sala de controle de Angra 1, usina nuclear que garante energia a 1,8 milhão de habitantes do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Iniciavam o turno da madrugada. No ambiente asséptico, acomodaram-se diante dos monitores dos computadores. A descontração do início da jornada de oito horas de trabalho cessou rapidamente. Uma das telas alertava: a água que refrigera o reator apresentava excesso de pressão. Foram minutos tensos. Vasculharam-se falhas, mas não se conseguiu detectar a origem do problema. O sistema automático de segurança entrou em ação e parte da água superaquecida vazou para o tanque de alívio. A temperatura baixou um pouco.

Os técnicos, contudo, não comemoraram. Era preciso localizar e corrigir o defeito. Nervosos, movimentaram controles, reviram as operações, esquadrinharam condutores – e nada. Enquanto isso, o segundo sistema automático de segurança entrou em funcionamento para evitar o estouro do tanque ao receber líquido em demasia. Um total de 22 mil litros de água radioativa, equivalente ao volume de uma piscina infantil, foi despejado na parte interna do vaso de contenção de Angra 1 – edifício de concreto em forma de uma lata gigante de refrigerante onde fica o reator. Nunca na história de 16 anos das centrais nucleares brasileiras ocorrera vazamento dessa proporção.

O defeito original acabou descoberto logo depois. O grupo de operadores do turno anterior esquecera de fechar a válvula de controle da pressão da água. Foi a primeira falha. Os recém-chegados demoraram a localizar a deficiência. Foi a segunda. A série de erros humanos só não teve conseqüências mais drásticas porque a água radioativa ficou contida no tanque do vaso de contenção. Não se espalhou. O vazamento não foi divulgado, mas está registrado em documentos arquivados na Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

Orçada em US$ 308 milhões, Angra 1 custou US$ 2 bilhões. A produtividade não era o ponto forte da usina fornecida pela americana Westinghouse. Logo depois de inaugurada, com sete anos de atraso, ganhou o apelido de vaga-lume, por sempre acender e apagar. De propriedade da estatal Eletronuclear, Angra 1 opera com um sistema de segurança eficiente. Nos três últimos anos, contudo, emite sinais de alerta. Em 1998 e 1999, houve 11 paradas de operação não programadas – quatro delas por excesso de tensão na rede elétrica de transmissão, sem responsabilidade da central. As outras foram motivadas por falhas humanas e de equipamentos, parte deles adquirida há mais de 20 anos. Em 2000, registraram-se quatro interrupções de funcionamento. Neste ano, uma.


Texto parcialmente retirado da Revista Época 1

Transgênicos

Transgênicos



Greenpeace
Contra a liberação de Organismos Geneticamente Modificados no meio ambiente.

O Greenpeace se opõe à "última novidade" das multinacionais do ramo químico, os organismos geneticamente modificados (também conhecidos como transgênicos), por considerar que os resultados de sua aplicação no meio ambiente são imprevisíveis, incontroláveis e desnecessários. O objetivo da engenharia genética é transferir genes de uma espécie para outra, visando adicionar alguma propriedade nova a uma outra planta ou animal. Por exemplo, tornar plantas resistentes à aplicação de herbicidas ou antibióticos, de modo que os agricultores possam aumentar o uso desses agrotóxicos, sem matar os seus cultivos. Alguns tipos desses organismos geneticamente modificados (OGMs) já estão sendo cultivados em escala comercial e são ingeridos como alimentos em algumas partes do mundo, como a soja RR da Monsanto, o milho BT da Novartis, e a canola BT, também da Novartis.

O Greenpeace se opõe à esse tipo de experiência, porque sabemos que as conseqüências nocivas de novas tecnologias muitas vezes só poderão ser percebidas após muitos anos. Entre as possíveis conseqüências da engenharia genética, os cientistas prevêem o empobrecimento da biodiversidade, na medida em que a mistura (hibridação) dessas plantas modificadas geneticamente com outras variedades possa criar "super-pragas", a eliminação de insetos benéficos ao equilíbrio ecológico do solo, o aumento da contaminação dos solos e lençóis d'água, devido ao uso intensificado de agrotóxicos e, consequentemente, o desenvolvimento de plantas e animais resistentes a uma ampla gama de antibióticos e agrotóxicos.

Conseqüências preocupantes para a saúde humana seriam o aparecimento (ou o aumento) de alergias provocadas por alimentos geneticamente modificados, o aumento da resistência a antibióticos e o aparecimento de novos vírus, mediante a recombinação de vírus "engenheirados" com outros já existentes no meio ambiente. Caso algumas dessas conseqüências negativas da engenharia genética ocorram, será impossível controlá-las, pois à diferença de outros poluentes químicos, os OGM, por serem formas vivas, são capazes de sofrer mutações, se multiplicar e se disseminar no meio ambiente. Ou seja, uma vez aí introduzidos, não podem ser removidos.

Finalmente, o Greenpeace considera uma peça de cinismo "marquetológico" o argumento de que a engenharia genética ajudará a reduzir a fome nos países pobres. Os especialistas nesse tema são unânimes em afirmar que a melhor maneira de garantir a segurança alimentar é proteger e desenvolver a diversidade das agriculturas locais, combater as práticas agrícolas que causam empobrecimento dos solos, poluição química e esgotamento dos recursos hídricos, estimular a agricultura familiar e comunitária e trabalhar para eliminar a pobreza. As multinacionais que estão promovendo a engenharia genética são as únicas que têm a ganhar com essa perigosa experiência com a natureza. Mas infelizmente muito governos, seduzidos pelos lucros de curto prazo com que ela acena, têm financiado a pesquisa em engenharia genética e reduzido as restrições legais ao plantio e comercialização de alimentos geneticamente modificados. Nos países onde estes OGMs já estão nas prateleiras dos supermercados, sequer o direito de escolha do consumidor vem sendo garantido, pois em nenhum deles está em vigor uma legislação que obrigue a sua rotulagem. E isso apesar de várias pesquisas de opinião terem mostrado que a opinião pública não deseja consumir esse tipo de alimentos.

Na luta contra a liberação de organismos geneticamente modificados no meio ambiente, o Greenpeace está trabalhando junto com outras entidades ambientalistas, de consumidores, cientistas independentes, produtores agrícolas e pecuaristas, populações indígenas, fabricantes de alimentos, comerciantes atacadistas e varejistas. O Greenpeace tem bloqueado navios que chegam a portos trazendo soja e milho geneticamente modificados, de procedência norte-americana ou argentina, organizado manifestações e abaixo-assinados contra órgãos governamentais que autorizaram comercialização e plantio destes produtos e apoiado as iniciativas para criar redes de produtores e consumidores de alimentos convencionais.

A liberação de produtos geneticamente modificados na Natureza constitui-se em uma ameaça ambiental sem precedentes, pois agride a própria integridade dessa Natureza. O Greenpeace propõe que sejam proibidas quaisquer liberações de organismos geneticamente modificados no meio ambiente. Permitir que empresas movidas pela lógica do lucro manipulem plantas e animais pode trazer conseqüências catastróficas.

Mapa: campos experimentais de transgênicos no Brasil



1

ECHELON

> Echelon

Um sistema que envolve Canadá, Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos. Apoiados por uma rede de navios, aviões e radares localizados em pontos chave no mundo, estabeleceram a maior cadeia espiã da história. Seu nome, Echelon (Escalão em português).

A tecnologia pós guerra-fria transformou o Ocidente em uma fábrica de super espiões, que manipulam um sistema volumoso que pode capturar e estudar todas as chamadas de telefone, fac-símile e mensagens de e-mail ao redor do globo. Originalmente criado para interceptar as comunicações da Ex-União Soviética, hoje tenta descobrir enredos terroristas, planos de traficantes de drogas, inteligência política e diplomática. Alguns críticos afirmam que o Echelon poderia ser usado por tais países com o intuito de promover suas empresas comerciais no exterior.

Alguns jornais sensacionalistas dos EUA dizem que o Echelon já fez uma empreitada no Brasil interceptando ligações do presidente Fernando Henrique que falava sobre o futuro do projeto SIVAM (projeto brasileiro de vigilância aérea na Amazônia). Há também notícias sobre o uso do Echelon nas recentes guerras.

O Echelon pode capturar todos os sinais de satélite, micro-onda, celular e todo tráfico de comunicações de fibra ótica. Os sinais capturados são processados então por uma série de super computadores, que procuram por palavras e textos chaves.

Estação de interceptação de dados Echelon na Colina Menwith, Inglaterra.

Mas o que realmente sabemos sobre o Echelon ?

O que você viu acima são apenas meras especulações, porém há de concreto uma base de computadores localizada na Inglaterra. Mantida pela NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) o devido uso dos computadores ninguém sabe.
Alguns documentos da Inglaterra, e dos EUA mencionam uma cadeia de inteligência onde muitas vezes é mencionado o nome Echelon. Desde então as especulações não pararam de crescer.

Se o objetivo do Echelon é espionar o mundo, e se realmente ele tem essa capacidade. É óbvio que os EUA e os outros países envolvidos nunca chegarão a público e dirão que tal sistema de espionagem existe, resta apenas para nós que os governos tomem as medidas necessárias para saber o que o complexo Echelon faz ao certo.


clonagem humana

Clonando



Uma equipe de especialistas em reprodução humana anunciou nesta terça-feira, dia 07 de Agosto de 2001, na abertura de uma conferência sobre clonagem, em Washington, que pretende fazer cópias de seres humanos, o que deu origem a um extenso debate ético, moral, religioso e científico sobre o assunto. O médico italiano Severino Antinori e o professor aposentado Panos Zavos, que hoje dirige uma corporação com base em Kentucky que vende tratamento para infertilidade, informaram, durante a conferência promovida pela Academia Nacional de Ciências, que a clonagem humana será usada como alternativa para a infertilidade.

A conferência começou com um alerta por parte de um dos cientistas, que pediu a seus colegas que evitassem "ataques pessoais". A apresentação do projeto pela equipe de especialistas em reprodução humana, que pretende ajudar 200 casais inférteis de diferentes partes do mundo a terem filhos por meio da clonagem, foi o ponto alto da conferência. A proposta já atraiu críticas na comunidade cientifica e política, que alertam a equipe quanto às implicações éticas de se criar uma vida humana em laboratório, e mesmo antes do projeto ser oficialmente anunciado, um dos cientistas teve que defender seu ponto-de-vista.

"Eles podem nos chamar de cientistas malucos, o que nós não somos, mas isso é muito importante", afirmou Zavos, um dos grandes defensores da clonagem humana, em resposta a um colega que alertou que o procedimento era perigoso. "Esperamos que em novembro iniciemos a transferência nuclear, que na verdade é a transferência do núcleo de uma célula somática em um óvulo de uma mulher com o objetivo de criar um embrião", explicou, "E o embrião será implantado no útero, gerando uma gravidez." Segundo o ex-professor, o experimento deve ser realizado fora dos Estados Unidos, onde uma lei em tramitação pelo Congresso tenta proibir a clonagem humana para fins reprodutivos e científicos. Ele não esclareceu onde a experiência acontecerá.

Além da oposição dentro dos Estados Unidos, a experiência tem sofrido críticas também em outros países. Na Itália, a associação médica nacional já entrou com uma ação disciplinar contra Antinori por seus anunciados planos, que também violam uma convenção do Conselho Europeu que proíbe a clonagem humana, em vigor desde março. O código de ética médica italiano estabelece ainda que experimentos médicos só são permitidos para prevenção e correção de problemas médicos.

O Dr. Ian Wilmut, que criou a ovelha Dolly, o primeiro mamífero de grande porte clonado com sucesso, também é contra a clonagem humana e diz que cabe à sociedade impor limites a esse tipo de experimento. "Se a sociedade decide que não gosta de algo em particular, ela pode impedi-lo", frisa Wilmut. Wilmut também questiona o uso da clonagem para ajudar casais inférteis, afirmando que "não conhece nenhuma causa de infertilidade que só possa ser solucionada por meio da clonagem".



CNN International: www.cnn.com 1

ataques

>EUA sob ataque

O maior atentado terrorista da história

A começar pelas torres gêmeas do World Trade Center, principal símbolo de Nova York, os Estados Unidos foram alvejados, na manhã do dia 11 de Setembro de 2001, por uma série de ataques terroristas de proporções inimagináveis. Em Washington, parte do Pentágono, o Departamento de Defesa norte-americano, desabou após uma explosão. Dois aviões de passageiros seqüestrados pouco antes em Boston, no estado do Massachusetts, um da American Airlines e outro da United Airlines, chocaram-se em cheio contra as torres mais altas de Nova York, com intervalo de 20 minutos, dando início à ação orquestrada que chocou o mundo.

Em sua primeira reação aos ataques, o presidente George W. Bush fez um rápido pronunciamento na tv. “Hoje, tivemos uma tragédia nacional. Dois aviões atingiram o World Trade Center”, disse Bush, acrescentando ter convocado uma reunião de emergência com todas as agências de segurança nacional. À exceção de Bush, nenhuma autoridade norte-americana fez comentários sobre a tragédia. Nos 90 minutos que se seguiram ao primeiro ataque ao World Trade Center, os dois arranha-céus foram reduzidos a pó. O número de vítimas pode chegar a milhares.

Faltavam sete minutos para as nove horas da manhã, horário local (1300 GMT), quando um avião atingiu a primeira torre do World Trade Center, desencadeando uma pesada explosão. Emissoras de televisão do mundo inteiro transmitiam imagens ao vivo do incêndio quando um segundo avião chocou-se em cheio contra a outra torre, que ainda estava intacta. Os prédios, de 110 andares, concentravam centenas de escritórios e atraíam uma multidão de turistas diariamente ao centro de negócios na ilha de Manhattan. Cerca de uma hora após o ataque inicial, a torre sul desaba. Dezenas de pessoas corriam desesperadas pelas ruas, tentando escapar da torre norte e de edifícios e lojas vizinhos quando o segundo arranha-céu ruiu.

“Foi terrível. Primeiro, ouvimos uma explosão. Depois, as pessoas pulavam pelas janelas do World Trade Center para escapar das chamas”, contou o funcionário de uma empresa que funcionava no prédio, que saiu ileso. Todas os acessos à ilha de Manhattan foram fechados em pouco tempo: pontes, túneis, o cais e os aeroportos. O FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, logo informou que um dos aviões envolvidos no ataque ao World Trade Center era um Boeing 767 da companhia American Airlines, que havia sido seqüestrado em Boston. A American Airlines informou a perda de dois Boeings: o primeiro, que havia saído de Boston, e um segundo, com decolagem no aeroporto de Dulles, em Washington.

A Administração Federal de Aviação suspendeu o tráfego aéreo em todo o país. Os vôos internacionais que deveriam chegar aos Estados Unidos foram desviados para o Canadá. Este foi o segundo ataque terrorista contra as torres. Em fevereiro de 1993, seis pessoas morreram na explosão de uma bomba no subsolo.

O Pentágono: prédio mais seguro dos EUA também não escapou da ação terrorista.

O 1º suspeito

Osama bin Laden, o homem que o serviço de inteligência norte-americano aponta como o principal suspeito de planejar os atentados terroristas que destruíram completamente o World Trade Center, em Nova York e parcialmente o Pentágono, em Washington, é o líder de uma organização que se acredita ter nos Estados Unidos seu maior alvo desde o início da década passada. Fundamentalista islâmico e filho de um bilionário saudita, bin Laden está na lista dos Dez Fugitivos Mais Procurados pelo FBI desde 1999 e sua captura vale uma recompensa de cinco milhões de dólares.

Os promotores norte-americanos dizem que bin Laden é o líder da al-Qaeda (que em português significa "a Base"), uma organização mundial acusada de diversos ataques a alvos norte-americanos nos cinco continentes, alguns fracassados e outros bem-sucedidos. Entre as atividades da al-Qaeda estariam o plano de um atentado a bomba durante a virada do milênio, o ataque ao destróier norte-americano USS Cole no Iêmen, no ano passado, e os atentados a bomba contra as embaixadas dos Estados Unidos na Tanzânia e no Quênia, em 1998. O ressentimento de bin Laden contra os Estados Unidos remonta à decisão da Arábia Saudita, em 1990, de permitir que tropas norte-americanas atacassem dali as forças iraquianas no Kuwait e no Iraque. Após a vitória, a presença militar norte-americana no país tornou-se permanente.

Em uma entrevista concedida à CNN em 1997, bin Laden afirmou que a contínua presença militar norte-americana na Arábia Saudita era uma "ocupação da terra e dos locais sagrados". Bin Laden deixou seu país em 1991, após um desentendimento com a monarquia saudita, e levou consigo uma herança estimada em 250 milhões de dólares. Em 1996, emitiu uma "fatua", um decreto religioso convocando todos os muçulmanos a matar os soldados norte-americanos na Arábia Saudita e na Somália. Uma segunda "fatua" expedida em 1998 conclamava ataques contra civis norte-americanos.

Organização remonta à Guerra do Afeganistão

Bin Laden começou a formar sua rede de operações em 1979, quando foi ao Afeganistão combater as tropas soviéticas ao lado da resistência conhecida como mujahedin. Usando seus recursos financeiros e as relações de sua família, bin Laden levantou dinheiro para a resistência e forneceu aos mujahedins apoio logístico e humanitário, tendo participado de várias batalhas. Quando a guerra com os soviéticos se aproximava de um fim, bin Laden formou a al-Qaeda, uma organização composta por ex-mujahedins e outros colaboradores da resistência. E quando as tropas soviéticas retiraram-se do Afeganistão, ele retornou para a Arábia Saudita para trabalhar com a empreiteira se sua família, o Grupo bin Laden. Nesta época, o milionário envolveu-se com grupos sauditas que se opunham à monarquia da família Fahd. Em 1994, o governo saudita retirou-lhe a cidadania e congelou seus ativos no país.

Ligações com outros grupos radicais

Acredita-se que bin Laden esteja no centro de uma coalizão de radicais islâmicos. A al-Qaeda aliou-se a grupos fundamentalistas de princípios semelhantes, como a Al Jihad, no Egito, o Hezbolá, no Irã, e a Frente Nacional Islâmica, no Sudão, além de outros grupos que defendem a Guerra Santa, no Iêmen, Arábia Saudita e Somália, segundo o governo norte-americano. A organização de bin Laden também tem vínculos com o "Grupo Islâmico", que já foi liderado pelo xeque Omar Abdel Rahman, o clérigo egípcio que cumpre prisão perpétua desde sua condenação, em 1995, pelo plano de explodir diversos marcos da cidade de Nova York. Sabe-se inclusive que dois dos filhos do xeque Rahman se uniram às fileiras de bin Laden no fim dos anos 90.

Os Estados Unidos alegam que, desde 1992, bin Laden e outros membros da al-Qaeda fixaram como alvo as forças militares norte-americanas na Arábia Saudita e no Iêmen, além daquelas posicionadas no Chifre da África, o que inclui a Somália. Em outubro de 1993, 18 soldados norte-americanos que trabalhavam em operações humanitárias na Somália foram mortos durante uma operação em Mogadíscio e seus corpos, arrastados pelas ruas da capital. Em 1996, bin Laden foi indiciado sob acusação de treinar pessoas envolvidas no ataque. Um ano depois, em entrevista à CNN, o dissidente saudita admitiu que seus seguidores, junto com muçulmanos que viviam na cidade, mataram os soldados. A polícia norte-americana também o acusa de estar envolvido em ataques fracassados a dois hotéis iemenitas que hospedavam soldados norte-americanos a caminho da Somália. No dia 7 de agosto de 1998, oito anos após a entrada das tropas norte-americanas na Arábia Saudita, dois caminhões-bomba explodiram em embaixadas norte-americanas na África, um em Nairóbi, no Quênia, e outro em Dar es Salaam, na Tanzânia.

Bin Laden negou sua responsabilidade nos ataques, mas os promotores norte-americanos afirmam que sua culpa pode ser provada por mensagens de fax enviadas através de seu celular em Londres para pelo menos três órgãos de imprensa internacionais. Também citaram afirmações incriminadoras feitas por supostos terroristas envolvidos nos atentados, que admitiram ser membros da al-Qaeda. Quatorze dias depois, em 20 de agosto, o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, ordenou ataques com mísseis contra supostos campos de treinamento terroristas no Afeganistão e a uma fábrica química em Cartum, no Sudão.

Bin Laden sobreviveu aos ataques e, em novembro do mesmo ano, foi indiciado nos Estados Unidos sob acusação de tramar os ataques às embaixadas. Quatro suspostos membros de sua organização foram condenados este ano à prisão perpétua pelos atentados e vários outros suspeitos aguardam julgamento sob custódia. Ahmed Ressam, o homem que se declarou culpado pela tentativa fracassada de explodir uma bomba no Aeroporto Internacional de Los Angeles durante as comemorações da virada do milênio, também alegou ter sido treinado em um campo no Afeganistão por bin Laden, onde aprendeu a montar bombas e a manejar revólveres, metralhadoras e lançadores de granadas. Suspeita-se que Bin Laden viva no Afeganistão como um convidado do Talibã, milícia fundamentalista islâmica que governa 95 por cento do país. As autoridades talibãs, por sua vez, condenaram os ataques do dia 11 de setembro contra os Estados Unidos, mas questionaram o envolvimento de Bin Laden.



guerras biologicas

Antraz


17 de Novembro de 2001 - Autoridades americanas fecharam dois prédios do Senado após a descoberta de uma carta que pode ter esporos da bactéria que causa o antraz.

O selo postal da carta, endereçada ao senador democrata Patrick Leahy, indicava que ela foi enviada no dia 9 de novembro de Trenton, Nova Jersei - a mesma procedência da correspondência contaminada recebida pelo líder democrata no Senado, Tom Daschle. O prédio onde Leahy trabalha e outros gabinetes foram fechados neste sábado enquanto especialistas conduziam testes na carta suspeita de conter antraz.

Quarentena

A carta foi encontrada por investigadores que estavam examinando correspondências deixadas em quarentena desde que a carta contaminada enviada a Daschle foi descoberta. "Sempre houve receios de que poderia existir uma segunda carta no sistema postal do Congresso", disse o porta-voz da polícia responsável pela segurança do Congresso, Dan Nichols. "Essa carta agora foi encontrada." Há mais de duas semanas não são registrados novos casos de antraz nos Estados Unidos.

Quatro pessoas morreram e 13 contraíram antraz desde o início de outubro, em meio a receios de que os Estados Unidos estariam sendo alvo de um ataque biológico apenas semanas depois de terem sofrido o pior atentado de sua história. Se a presença de antraz na carta enviada ao senador Leahy for confirmada, será o segundo caso de correspondência contaminada em Washington. Duas outras cartas foram enviadas à redação do jornal New York Post e à rede de TV NBC. Na semana passada, foram encontrados vestígios de antraz nos gabinetes de três senadores - Dianne Feinstein, Larry e Bob Graham - cujos gabinetes ficam no mesmo prédio do gabinete do senador Daschle. O gabinete de Leahy fica em outro prédio, mas não está claro onde a carta estava quando a entrega de correspondências ao Congresso foi suspensa, no último dia 15 de outubro.

Perfil psicológico

O FBI (polícia federal americana) disse na semana passada que tudo leva a crer que os ataques partiram dos Estados Unidos, e não de fora do país. Além disso, as cartas contaminadas com antraz poderiam ter sido organizados por uma só pessoa: um homem adulto, com conhecimento técnico inferior ou equivalente ao de um técnico de laboratório, segundo o FBI. O equipamento necessário para manipular os esporos de antraz não custaria mais de US$ 2.500,00 e poderia ser instalado em uma garagem ou em um sótão. De acordo com o perfil traçado pelo FBI, o autor dos ataques seria um homem solitário e metódico "sem as habilidades pessoais necessárias para confrontar outras pessoas".


Fonte BBC Brasil
Para ver o especial da BBC sobre o antraz, .

projeto lanterna magica

Lanterna Mágica



14 de dezembro de 2001 - Um porta-voz do FBI confirmou que o governo dos Estados Unidos está trabalhando em uma tecnologia de espionagem para a Internet, que atende pelo codinome Magic Lantern (Lanterna Mágica) e poderia ser usada para interceptar as comunicações de suspeitos pela rede mundial. "É um projeto em andamento", disse o porta-voz Paul Bresson. "Não podemos comentar nada porque ele ainda está sendo desenvolvido".


O FBI já admitiu ter usado um software que registra a digitação feita em um computador para obter senhas de encriptação de e-mails e outros documentos durante investigações criminais. O Magic Lantern permitiria que a agência plantasse o software de registro de digitação enviando um vírus ao computador-alvo pela própria Internet, sem a necessidade do acesso físico à máquina para instalá-lo. Segundo especialistas em segurança de computadores, os hackers já usam este tipo de recurso há bastante tempo.

Quando as primeiras informações sobre o Magic Lantern vazaram na imprensa, em novembro, os defensores das liberdades civis disseram que o programa poderia facilmente ser usado por agências policiais para violar os direitos dos cidadãos. Quando perguntado sobre a necessidade de um mandado judicial para usar o novo programa, Bresson disse: "Como todos os projetos de tecnologias ou ferramentas utilizadas pelo FBI, ele só será usado mediante o processo legal adequado".

Várias grandes companhias de software antivírus disseram esta semana que não vão cooperar com o FBI, continuando a atualizar seus produtos contra qualquer tipo de vírus, não importando sua origem, a menos que haja uma ordem da justiça pedindo o contrário. O FBI já abriu um precedente para casos assim quando pediu aos provedores de acesso que instalassem em suas redes certos sistemas através dos quais os investigadores tinham total acesso ao correio eletrônico de suspeitos. Embora o FBI necessite de uma ordem judicial para utilizar esta ferramenta, conhecida como "Carnivore", alguns provedores costumam não oferecer resistência. Além disso, dizem os defensores dos direitos civis, ordens judiciais são fáceis de conseguir.

Depois dos ataques de 11 de setembro, é compreensível que o governo americano solicite a ajuda de companhias privadas na luta contra o terrorismo e em seu esforço de guerra, diz Michael Erbschloe, vice-presidente de pesquisa da Computer Economics, uma empresa que analisa o impacto dos vírus de computador. "Em guerras anteriores, inclusive na Segunda Guerra Mundial, o governo tinha poderes para solicitar o auxílio das empresas", disse Erbschloe, autor de Information Warfare: How to Survive Cyber Attacks (Guerra da Informação: Como Sobreviver a Ataques Cibernéticos). "Em tempos de guerra, acredito que o governo possa solicitar a cooperação das empresas de tecnologia de várias formas, inclusive fornecendo o acesso a informações e sistemas de computadores via backdoors".

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Rapa Nui

Os moais, imensas e intrigantes estátuas de pedra simbolizam os mistérios que pairam sobre a remota Ilha de Páscoa ( Rapa Nui - em idioma polinésio ) pertencente ao Chile. Em toda a ilha já foram localizadas mais de mil esculpidas em diversas formas e tamanhos na mole e porosa pedra tufo.

Datados do Séc. VIII, têm de 5 à 21 metros de altura. Personificam os chefes fundadores das 10 grandes tribos da ilha, muitos tiveram que ser deslocados por grandes distâncias e depois dispostos de costas para o mar. Perto do vulcão Rano Raraku, vários deles espalhados no chão indicam que deixaram de ser produzidos de repente. A maior estrutura megalítica do planeta chama-se Ahu Tongariki e é composta por 15 moais sobre uma plataforma de 250 metros. Uma lenda, transmitida de boca em boca, reza que em tempos imemoriais aportaram homens voadores e acenderam o fogo. A lenda encontra sua confirmação em esculturas de seres voadores com grandes olhos fixos.

Infelizmente os missionários ocidentais queimaram plaquilhas com caracteres Rongorongo (única forma de escrita desenvolvida entre os povos polinésios), proibiram os antigos cultos religiosos e destruíram qualquer tradição impedindo que hoje possamos compreender os mistérios destas incríveis formações.

A maior estrutura megalítica do planeta

O Ahu é uma plataforma retangular de pedras justapostas que serve de base para os moais. No Ahu Tongariki estão 15 moais colocados sobre uma plataforma de 250m, é considerada a maior estrutura megalítica do mundo. Essas plataformas normalmente delimitam uma espécie de praça pública, em volta da qual eram erguidas as moradias.

Os Ahu continham os ossos das pessoas representadas pelos moais que o sustentavam. Na frente dessas plataformas, um círculo de pedras desenhado no chão indica o local onde ocorria um dos rituais mais importantes da cultura local: a evocação dos espíritos dos sábios mortos. Hoje, esses círculos sagrados são locais muito procurados por espíritas, videntes, mágicos de toda parte, que ali tentam estabelecer um contato direto com os detentores do antigo saber rapanui. Estudiosos de várias épocas apresentaram teorias para explicar como esses monolitos frágeis e pesados foram movidos intactos desde o canteiro das obras até os Ahu de destino, alguns localizados na extremidade oposta da ilha. Para os rapanui, no entanto, a verdade é uma só e não cabe na estreita visão de mundo dos cientistas: os moais teriam sido simplesmente levitados pelos maoris.

Os arqueólogos também batem cabeça para decifrar o significado preciso dessas estátuas. Sabe-se que elas personificam os chefes fundadores das dez grandes tribos que repartiam a ilha. São, portanto, parte de um culto comum em toda a Polinésia. Mas por que quase todas estão dispostas de costas para o mar, com o rosto voltado para o interior da ilha? A tradição explica que a proteção mágica chamada mana, dispensada pelos moais partia de seus olhos. "...Cada ramo da família polinésia tem um mana numa parte do corpo, e os que povoaram a ilha o possuíam nos olhos..." Essa teoria também explica por que os moais do Ahu foram encontrados abatidos com o rosto para o chão: num período de guerras tribais, cada adversário teria assim procurado cancelar a proteção sobrenatural de seu antagonista.



esfinge





Esfinge



Metade homem, metade leão, a estátua que guarda as pirâmides de Gizeh, desde os tempos remotos ainda é um completo mistério. Segundo a teoria mais enraizada, a Esfinge foi construída por volta do ano de 2.500 A.C. pelo faraó Quefrén, o construtor da grande Pirâmide, a razão que fez os egiptólogos acreditarem que a esfinge havia sido construída por Quefrén é que seu rosto se parecia com o do faraó. Contudo, não há nenhuma inscrição na Esfinge que identifique o faraó; é estranho que alguém construa um monumento desse porte e não coloque nele seu nome para a posteridade. Outras pesquisas idicaram que a Esfinge teria sido construída bem antes do reinado de Quefrén e que ele apenas a restaurou em sua gestão.

A teoria recente
Em 1993, testes com um tipo de sonar, revelaram que existe uma câmara entre as patas dianteiras da Esfinge. Isso colocou as previsões do paranormal americano Edgar Cayce em evidência, pois nos anos 30, ele previu que os arquivos de Atlântida (o continente perdido) seriam encontrados na última década do século, em uma câmara entre as patas da esfinge.


2.500 ou 10.500 antes de Cristo?
Em 1989, um egiptologista americano propôs que as três Grandes Pirâmides, estavam alinhadas com as três estrelas do Cinturão de Órion no ano de 10.500 A.C. Os últimos estudos arqueológicos revelam que somente a esfinge mostra sinais de erosão por chuvas torrenciais, que só poderiam acontecer nessa região do Egito em 10.500 A.C., quando Gizeh era uma planície verdejante.

Sua teoria abriu a porta para uma série de pesquisas relativas a esta data, e mais coincidências foram sendo encontradas pelo caminho. Exatamente em 10.500 A.C., ascendia a leste do céu a Constelação de Leão; em outras palavras, a Esfinge (parte leão) foi feita para olhar a sua própria imagem no horizonte.

Isso implica que, enquanto a Esfinge olhava para a constelação de Leão a Leste, em cima das três pirâmides, as três estrelas de Órion se alinharam. Mas isso são apenas teorias, pois não se sabe ao certo quando ou quem construiu a Esfinge, talvez a abertura da câmara que se encontra debaixo das patas do monumento nos desce algum esclarecimento, porém isso cabe somente ao governo egípcio.

efeito kirlian

> Efeito Kirlian


Semyon Davidovitch Kirlian é internacionalmente conhecido como o inventor da Máquina Kirlian, ele construiu sua primeira Máquina Kirlian (Máquina de Bioletrografia), em 1939, na cidade de Krasnodar, na ex-União Soviética. Porém o que esta máquina fotografa ainda é um mistério, muitos afirmaram que as supostas fotos eram retratos das auras humanas, e mais hipóteses foram surgindo ao longo dos anos. Fracassadas teorias tentaram por diversas vezes desmistificar as fotos, mas sem sucesso.

Foto Kirlian de um polegar humano
Existem publicadas, na atualidade, cerca de dezenas de hipóteses, todas elas tentando explicar o que é uma Foto Kirlian, e aquilo que é fotografado pelas Máquinas Kirlian. Mas a grande realidade, é que ninguém sabe quase nada sobre o assunto, apenas tem algumas suspeitas do que possa vir a ser. No entanto, como você verá mais adiante, a partir de 1993, já se chegou a conclusões interessantíssimas a respeito do que está acontecendo no exato momento em que uma Foto Kirlian é tirada. Em 1993, o Físico Russo, Dr. Konstantin Korotkov, Ph.D. em Física, comandando uma equipe de físicos e outros cientistas da Universidade de São Petersburgo, na Rússia, após examinar vários objetos (inclusive corpos de seres humanos, vivos e mortos) com um espectrofotômetro de massa e com um contador de fótons ultra-sensível, chegou à conclusão de que, ao redor de corpos humanos, de animais, de plantas (e de outros objetos também), existe uma espécie de nuvem de gases e também uma fraquíssima emissão de radiação que vai do infravermelho passando pela luz visível, chegando até mesmo ao ultravioleta, emanados por esses corpos. Segundo ele, essa mistura de gases e vapores, em contato com o campo elétrico da placa de qualquer Máquina Kirlian, provocaria a ionização dos mesmos, o que criaria o halo luminoso. A essa ionização fotografável, deu o nome genérico de VISUALIZAÇÃO DE UMA DESCARGA ELÉTRICA EM UM MEIO GASOSO, nome muito mais elegante, substituindo definitivamente o nome EFEITO KIRLIAN que segundo ele, já está muito desgastado.

Mas a misteriosa interpretação das fotos Kirlian ainda continua, sejam apenas gases ou até mesmo a alma de uma pessoa, as fotos continuam a intrigar o meio científico e enquanto uma conclusão definitiva não aparece, muitas outras teorias e falsas explicações irão surgir para tentar solucionar este estranho fenômeno.












o despertar do mamute

Mamute



Quem nunca assistiu um filme onde o tema principal era trazer de volta a vida criaturas já extintas? Pois é, parece que a ficção se tornou realidade. Trata-se de um animal de 23 mil anos de idade, um dos maiores mamíferos que já pisaram no planeta. Apesar da idade ele foi encontrado em ótimo estado, e foi erguido por cientistas do solo gelado da Sibéria.

É o Mamute, uma espécie de Elefante pré-histórico, encontrado no final de 1999. Este animal foi tirado das gélidas terras da Sibéria pela equipe do explorador francês Bernard Buigues, ganhando logo após destaque internacional pela imprensa. A emissora de TV a cabo "Dicovery", apresentou no último dia 12 de Março, um incrível documentário apresentado simultaneamente em 146 países. Trata-se do programa "O despertar do Mamute".



O animal é do sexo masculino e aparentemente encontra-se em bom estado, os cientistas optaram por levar o inigualável exemplar para uma caverna localizada em Khatanga, Sibéria, onde a temperatura se mantém sempre abaixo de 0 graus. Estudos mais detalhados podem vir a confirmar se o sêmen do animal pode ser retirado para uma possível clonagem, trazendo de volta a vida o Mamute.



Mas como o clonaríamos?
Os cientistas já trabalham com a hipótese de uma gestação feita a partir de uma "Elefanta", apesar de isto ainda ser uma mera especulação, quem sabe o que poderemos aprender pesquisando este animal que cruzou os limites do tempo preso em uma sepultura de gelo.




Discovery Channel
O Despertar do Mamute (Inglês)
www.discovery.com/exp/mammoth/mammoth.html
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