5.30.2009

EVP - A Voz dos Mortos



Durante 20 anos, Konstantine Raudive gravou 72 mil vozes em fitas magnéticas. Não, ele não trabalhava num estúdio ou numa produtora de áudio. Dizem que os sons registrados por esse psicólogo e filósofo letão vinham do além. Ele era especialista em EVP (abreviatura em inglês de "fenômeno da voz eletrônica"), uma das principais manifestações da transcomunicação instrumental - o contato entre mortos e vivos por meio de objetos inanimados. Raudive gostava tanto da sua coleção de frases e recados de espíritos que, até hoje, continua ajudando os estudiosos do assunto. O macabro dessa história é que ele morreu em 1987. A americana Sarah Estep, autora do livro Voices of Eternity ("Vozes da Eternidade", inédito no Brasil), afirma que volta e meia Raudive aparece nas ondas do rádio de algum colega ainda em atividade na Terra, enviando mensagens em prol da divulgação do fenômeno. Febre na década de 70, o EVP voltou recentemente das trevas graças ao filme Vozes do Além (de Geoffrey Sax, 2005). Ele conta a história de um arquiteto (vivido por Michael Keaton) que começa a receber declarações de sua finada esposa em gravações caseiras. No início ele é cético quanto à autenticidade das vozes, mas, aos poucos, fica obcecado com a idéia de conversar com a amada que partiu.


Nos anos 20, o americano Thomas Edison - o mesmo que inventou a lâmpada elétrica - previu que, um dia, o homem seria capaz de construir uma máquina para falar com os mortos. Ele nem chegou perto de patentear tal equipamento, mas despertou o interesse de cientistas e religiosos, principalmente os ligados ao espiritismo. Nas décadas de 30 a 50, ganhou força a tese de que os espíritos poderiam enviar mensagens por meio de rádios, vitrolas e outros equipamentos eletrônicos.
Em 1952, o frade franciscano Agostino Ernetti e o monge beneditino Pellegrino Gemelli copiavam cantos gregorianos num gravador de rolo. De repente, a fita arrebentou. Gemelli olhou para o céu e, em tom de brincadeira, pediu ajuda a seu pai. Mais tarde, no meio das músicas, escutaram a voz do pai de Gemelli dizendo: "Certo, vou ajudá-lo. Estou sempre com você". Chocados, eles repetiram o experimento, e a mesma voz disse: "Zucchini, é claro, você não sabe que sou eu?". Zucchini era o apelido de criança de Gemelli e ninguém, além dele próprio e do pai, sabia. Os dois contaram a história ao papa Pio XII, mas o caso só veio à tona em 1994, pouco antes de Ernetti morrer.
O acaso também pegou o produtor ucraniano Friedrich Jürgenson. Em 1959, ele gravava sons de pássaros para um filme, quando captou o que acreditou ser a voz de sua falecida mãe: "Friedrich, você está sendo observado. Friedel, meu pequeno Friedel, você pode me ouvir?". Impressionado, nos quatro anos seguintes, Jürgenson se aprofundou no estudo do EVP e registrou centenas deles, tornando-se um dos pioneiros da área. O que pensam os céticos disso tudo? "Hoje, parapsicólogos sérios não se interessam por EVP, e a literatura moderna da parapsicologia não mostra qualquer evidência de paranormalidade nessas gravações", escreve o psicólogo americano James Alcock, integrante do Comitê de Investigação Científica das Alegações de Paranormalidade. As pretensas vozes seriam resultado da interferência de emissoras de rádio ou modulações cruzadas, quando os aparelhos eletrônicos captam acidentalmente transmissões em outras freqüências. O EVP também surgiria de ataques de pareidolia e apofenia, mecanismos perceptivos que levam as pessoas a ver imagens e ouvir sons que não existem. Os cientistas batem pesado no fato de que as gravações mostram geralmente frases isoladas, como "alô?", "você está aí?" ou "não estamos sozinhos". É só isso que os mortos têm para nos revelar?
Quer ouvir e tirar suas próprias conclusões? http://www.transcomunicacao.net/audio1.html

EVP - A Voz dos Mortos

O acaso também pegou o produtor ucraniano Friedrich Jürgenson. Em 1959, ele gravava sons de pássaros para um filme, quando captou o que acreditou ser a voz de sua falecida mãe: "Friedrich, você está sendo observado. Friedel, meu pequeno Friedel, você pode me ouvir?". Impressionado, nos quatro anos seguintes, Jürgenson se aprofundou no estudo do EVP e registrou centenas deles, tornando-se um dos pioneiros da área. O que pensam os céticos disso tudo? "Hoje, parapsicólogos sérios não se interessam por EVP, e a literatura moderna da parapsicologia não mostra qualquer evidência de paranormalidade nessas gravações", escreve o psicólogo americano James Alcock, integrante do Comitê de Investigação Científica das Alegações de Paranormalidade. As pretensas vozes seriam resultado da interferência de emissoras de rádio ou modulações cruzadas, quando os aparelhos eletrônicos captam acidentalmente transmissões em outras freqüências. O EVP também surgiria de ataques de pareidolia e apofenia, mecanismos perceptivos que levam as pessoas a ver imagens e ouvir sons que não existem. Os cientistas batem pesado no fato de que as gravaçõe

Robert - O Boneco Assombrado


Em 1896, uma empregada - praticante de voodoo, segundo a história - descontente com seus patrões resolveu fazer algo para "retribuí-los".


Deu de presente ao filho do casal, Robert Eugene Gene, um boneco de 1m de altura e recheado de palha. Tinha um rosto humanizado e se tornou muito adorado pelo garoto. Ele decidiu chamar o boneco de "Robert".


O boneco se tornou companhia inseparável de Gene. Seu pai costumava ouví-lo constantemente falando com o boneco. Isso seria normal, se os pais não ouvissem Gene respondendo a si mesmo com uma voz completamente diferente da sua.


Coisas estranhas começaram a acontecer. Vizinhos diziam ver Robert aparecer de janela em janela, quando a família estava fora de casa. Gene começou a culpar Robert quando algo errado acontecia. Seus pais diziam ouvir risos do boneco e podiam jurar ver o vulto de Robert correndo pela casa.


Gene começou a ter pesadelos e acordar gritando. Quando seus pais entravam no quarto encontravam-o bagunçado, com móveis virados, com o menino encolhido com medo e o boneco nos pés da cama sentado. "Foi o Robert!"... O boneco foi colocado no sótão e ficou lá por muitos anos.


Quando os pais de Gene morreram ele redescobriu Robert no sótão. O poder de Robert sobre Gene era forte e no momento em que Gene pôs os olhos em Robert, sua influência pode ser sentida novamente. A esposa de Gene sentia-se desconfortável com o boneco. Um dia cansou-se do olhar incômodo do boneco e o devolveu ao sótão. Gene ficou chateado e exigiu que Robert tivesse um quarto só para ele, de onde pudesse ver a rua pela janela. Ele colocou o boneco em um quarto, próximo à janela. Pouco depois a sanidade de Gene começou a a ser questionada.


Os cidadãos de Key West ouviram falar de Robert e sua maldade. Muitos diziam ver Robert na janela rindo de suas caras quando passavam pela casa. Crianças evitavam passar perto da casa com medo do olhar maligno de Robert.


Gene, disse que certa vez ao visitar Robert em seu quarto, encontrou-o na cadeira de balanço com raiva de seu quarto. Isso fez com que Gene se enchesse de Robert, mas o boneco tinha outros planos.


Visitantes diziam ouvir passos indo e vindo no sótão e estranhas risadas, após um tempo as visitas cessaram na casa de Gene.


Gene morreu em 1972 e a casa foi vendida a uma outra família e o conto de Robert foi esquecido...


Mas Robert esperou pacientemente até ser novamente redescoberto no sótão pela filha de 10 anos dos novos proprietários da casa. Pouco tempo depois a menina começou a se queixar que Robert a torturava e infernizava sua vida. Mesmo após 30 anos ela continua a afirmar que "A boneca estava viva e queria matá-la".


Robert, ainda vestido em sua roupa branca de marinheiro vive confortavelmente, ainda que bem guardado, no Key West Martello Museum. Funcionários do museu continuam a relatar que Robert ainda faz seus velhos truques nos dias de hoje.

5.15.2009

Os três tipos de karma e a mediunidade

Existem três tipos de carma:


1 • Sanchita (acumulado) - correspondente ao reservatório de carma acumulado ao longo de muitas encarnações e ainda não processado.


2 • Prarabdha (começado) - correspondente ao carma maduro em vias de eclosão e que não pode mais ser alterado.

3 • Kryiamana (imediato) - correspondente ao carma gerado e processado na mesma vida , com efeitos quase imediatos.


O carma acumulado é processado lentamente. Em cada encarnação, recebemos o efeito de cerca da terça parte do carma total acumulado. A alma seria esmagada pelo peso do carma, e a encarnação ficaria insuportável se todo o carma fosse descarregado em uma única encarnação. O carma Sanchita ou acumulado pode ser modificado, porque as ações que adotamos no presente também vão sendo acumuladas no reservatório cármico, neutralizando ou agravando os efeitos das causas ali estocadas.O carma maduro, Prarabdha , é aquele destacado do reservatório Sanchita para ser eliminado.

Ele se subdivide em 3 modalidades: Uma maior parte fixa e inevitável, que não pode ser alterada. Uma parte que pode ser mudada e evitada, embora exija um grande esforço de vontade ou uma grande expansão de consciência. E uma pequena parte variável e flutuante, que pode ser alterada, dependendo de outras ações adicionadas ao carma já existente e de interações com o carma coletivo.O terceiro tipo de carma, Kryiamana , é aquele que tem efeitos imediatos, não havendo praticamente intervalo de tempo entre a causa e o efeito. Por exemplo: se um motorista exaltado fica furioso e ofende o guarda de trânsito, será preso por desacato à autoridade.Essa punição é um típico caso de carma Kryiamana .Deve-se lembrar sempre que o carma é a ação de uma lei universal que remete todas as causas para o seu ponto de origem, visando transformar a energia da ação em consciência da ação. Por isso, o carma não tem uma finalidade punitiva e sim educativa.


O carma visa produzir um efeito sobre a consciência e não “castigar'”. O universo tem um estado de equilíbrio original que, uma vez rompido, precisa exercer ações neutralizadoras, para restabelecer a harmonia.Essas ações são coordenadas por inteligências siderais chamadas de Lipikas ou Devarajas na tradição hinduísta. Na tradição egípcia, eram chamados os quatro filhos de Hórus: Questa, Hapi, Tuamutef e Quebsenuf. E, na tradição gnóstica cristã, são os quatro arcanjos: Miguel, Rafael, Gabriel e Uriel.Independente da maneira com que são focalizados pelas diversas tradições, trata-se de seres cósmicos do ramo angélico, de evolução extraordinariamente elevada, capazes de processar trilhões de informações simultaneamente e definir o melhor caminho para o “destino” dos seres e para o esgotamento do carma da forma mais eficaz e menos dolorosa. São seres cheios de compaixão, porém preenchidos pelo senso de justiça e equilíbrio da lei universal de retribuição.A maior parte do carma do homem comum é do tipo fixo, retirado do reservatório Snachita que se manifesta como Prarabdha - não alterável. Ele tem pouca vontade própria e sua mente é totalmente moldada pelas circunstâncias exteriores. As condições de sua vida são fruto de suas ações passadas. Com o homem mais evoluído e com o iniciado, tudo ocorre de maneira diferente. Ele tem consciência dos efeitos do carma e exerce poder sobre as circunstâncias. Por isso se diz que o sábio governa suas estrelas, enquanto o tolo é governado por elas.Há uma misteriosa passagem nos evangelhos em que Jesus afirma que “todos os pecados serão perdoados, mas que pecar contra o Espírito Santo não será perdoado”. Esse ensinamento significa que a consciência é a presença do Espírito Santo em nós. Aquele que comete um erro com a consciência do que está fazendo, da gravidade da ação e de suas conseqüências, tem um agravante cármico muito intenso, que pode levar a alma a um colapso.


O ser humano é uma criatura composta e complexa; formado por muitas camadas de ser. É óbvio que o espírito em sua instância mais alta não pode morrer porque é uma projeção focal, ou uma centelha da divindade. Mas a alma, entendida como a individualidade humana, formada por um conjunto de corpos existenciais, esta pode se desintegrar, em casos graves e extremos, deixando o espírito despido de toda a acumulação evolutiva e tendo de recomeçar sua evolução novamente do reino mineral, atravessando de novo, todo o caminho já percorrido em bilhões de anos.O grande desafio para a inteligência humana é descobrir até que ponto nosso livre arbítrio pode alterar nosso carma e como exercer uma cota cada vez maior de livre arbítrio, em vez de viver condicionado por circunstâncias cármicas. Só com consciência plena seria possível exercer um livre arbítrio pleno. Quando agimos caritativamente em prol de nossos irmãos, estamos acumulando karma positivo em nosso reservatório Sanchita e reduzindo nosso saldo devedor na balança cósmica.

A mediunidade permite um acesso mais direto ao nosso carma acumulado (Sanchita) pois conseguimos acessar essas frequências de vidas passadas e auxiliar os seres ligados a nós daquelas existências, geralmente desencarnados e vivendo em sofrimento no plano astral. É dessa maneira que 'resgatamos mais rapidamente' nossos débitos cármicos através da utilização correta do exercício da mediunidade em trabalhos de assistência extra-física, desobsessão, doação de energia, doutrinação, incorporação, etc. No transcurso 'normal' dos acontecimentos levaríamos séculos ou milênios para conseguir reencontrar esses seres com os quais temos débitos de vidas passadas, ou seja, o nosso karma acumulado vai sendo lentamente resgatado vida após vida e muitas vezes levamos várias encarnações para resolver os 'problemas' que temos com uma única pessoa. Entretanto, com o recurso da mediunidade nós conseguimos 'resolver' os problemas que temos com vários seres sem que seja necessário nos reencontrarmos no plano físico, o que na maioria das vezes ocorre de maneira animosa.


Com a mediunidade acabamos transformando o nosso karma acumulado (Sanchita) que seria regatado no decorrer de várias encarnações futuras em carma imediato (Kryiamana), produzindo tbm efeitos imediatos em nossa vida. Notemos porém que aquele que usa a mediunidade de maneira 'incorreta' tbm está trazendo para o seu presente uma grande cota de seu karma acumulado e isso acaba agravando em muito sua existência pois as energias que são movimentadas com o uso da mediunidade são muito fortes. Todos devem conhecer histórias de médiuns que abusaram da mediunidade e acabaram muito mal, até alguns romances psicografados tratam desta questão, falando de hospitias de médiuns no astral e coisas similares. Daí a importância do estudo e do preparo do médium para o desempenho de suas funções, bem como a intenção sincera de auxiliar o próximo, angariando assim o apoio dos bons espíritos pois se ficarmos apenas à merce de nossa própria vibração fatalmente cairemos novamente nos charcos do umbral, de onde saímos recentemente.

saiba agora ,Quem foram seus ANCESTRAIS


.Os povos formadores do tronco racial do Brasil são perfeitamente conhecidos, como: o índio, o negro e o branco, destacando o elemento português, nosso colonizador. Mas, quem foram estes brancos portugueses?Você precisa ler atentamente este site, pois é muito interessante, e quem sabe o sobrenome de sua família ou de seus Ancestrais esteja ai?

E depois faça você mesmo o seu comentário. Acabei me deparando com ele ao decorrer de minhas pesquisas, QUEM FOI VOCE? Achei muito interessante, e vocês não deveriam deixar de ler e tomar conhecimento.

faça o teste das cores ele e capaz de revelar sua personalidade


com um simples teste de cores voce podera te sua personalidade revelada.


faça o teste voce mesmo e tire a prova

5.14.2009

o reino canibal de nova guiné não acabou, saiba voce pode ser o prato do dia

videoÉ a matéria-prima de que são feitos os pesadelos, da história de João e Maria a O Silêncio dos Inocentes. Membros humanos desossados com a mesma consideração que um açougueiro tem com um boi, o cérebro mais complexo da Terra devorado por crianças gulosas, o tutano dos ossos engolido como quem chupa uma colher de doce de leite. Não há outro retrato aparentemente tão bem-acabado de selvageria.

Esse tipo de cena embrulha tanto o estômago que varremos o canibalismo para debaixo do tapete. Para muita gente, nenhum ser humano seria capaz de agir como antropófago de livre e espontânea vontade, sem estar morrendo de fome ou insano. Rotular outros povos e culturas de canibais teria sido um jeito conveniente de desumanizá-los, de justificar sua dominação – e só. Melhor esquecer esse assunto. Mas, então, como explicar as marcas de canibalismo que os cientistas têm encontrado em toda parte – em ossos humanos antigos e até no DNA?

Nos últimos anos, a investigação de ossos canibalizados com milhares de anos e de povos para os quais a antropofagia era corriqueira há poucas décadas mostra que o canibalismo não é só selvageria, mas também ato de coesão social e até de amor. Em uma ou em outra forma, a prática acompanhou o Homo sapiens do seu passado evolutivo até hoje, e talvez tenha sido comum a ponto de deixar uma assinatura no nosso RG biológico, os genes.

Antes de mais nada, o canibalismo é só um nome genérico para algo que abrange extremos de agressividade (devorar prisioneiros de guerra) e ternura (comer as cinzas de parentes para honrá-los, como fazem até hoje os índios ianomâmis, provavelmente o único grupo étnico do planeta no qual algum tipo de canibalismo ainda é corriqueiro). Os dois casos exemplificam bem o que os antropólogos costumam chamar, respectivamente, de exocanibalismo (comer gente de fora do grupo a que se pertence) e endocanibalismo (a devoração de membros do próprio povo). As classificações, contudo, não param por aí.

"Há o canibalismo funerário, realizado para honrar os mortos; o agressivo, que visa aos inimigos, e, é claro, o de sobrevivência, praticado em condições extremas como acidentes e naufrágios", diz a arqueóloga italiana Paola Villa, da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos. "Na Idade Média e na Renascença, houve até o que podemos chamar de canibalismo medicinal, no qual certos remédios incluíam sangue ou tecidos humanos", afirma ela.

Classificar é a parte fácil. Difícil é entender quais as raízes do ato e por que ele provoca repulsa e fascínio em igual medida. O nojo que a mentalidade européia sentia pelos banquetes canibais costuma ser personificado pelo aventureiro alemão Hans Staden. Em 1554, ele comandava o forte português de Bertioga, no litoral de São Paulo, e passou oito meses prisioneiro dos índios tupinambás, notórios apreciadores de carne humana assada sobre uma grelha de madeira. No relato que publicou depois de voltar à terra natal, Staden diz ter argumentado com o chefe indígena Cunhambebe, que mordia um pernil de gente: "Um animal irracional não come outro parceiro; um homem deve devorar outro homem?".

A resposta do tupinambá (Jauará ichê ou "sou um jaguar", em tupi) ficou famosa. Mas, se fosse mais dado a debates à moda do Ocidente, o chefe poderia ter usado um argumento melhor: uma batelada de espécies animais devora o próximo, inclusive a que mais se aparenta ao homem. "Jane Goodall observou ocorrências de canibalismo entre os chimpanzés", diz a bioantropóloga Sheila Mendonça de Souza, da Fundação Oswaldo Cruz, se referindo a uma das maiores e mais famosas primatologistas do século 20. "Uma fêmea pode tirar partido de outra que está doente, por exemplo, e comer o filhote dela", afirma a pesquisadora.

Aparentemente, o que está em jogo não é a fome do canibal, a despeito do que reza a lenda. "Tanto em seres humanos quanto em outras espécies, as razões tendem a ser evolutivas – como os macacos comendo os filhotes de uma fêmea para que ela volte a ficar no cio e tenha filhotes deles –, sociais e rituais", diz William Leonard, antropólogo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos. "A energia que uma pessoa gasta para matar e preparar outro ser humano simplesmente não compensa o que se consegue comendo-o", afirma Leonard. Essa demonstração foi uma ducha de água fria para os cientistas que tentavam explicar o canibalismo como uma forma de suprir a falta de proteína animal em algumas partes do planeta. Mesmo povos com boas quantidades de carne de caça na dieta parecem ter adicionado a de seres humanos ao menu, como os astecas no México e os waris de Rondônia.

Não quer dizer que, no desespero, um filé de gente não tenha virado opção em alguns casos. O canibalismo de sobrevivência é pelo menos tão antigo quanto o Segundo Livro dos Reis, da Bíblia, que narra um cerco a Samaria, capital de

Israel, no qual duas mães desesperadas resolvem dividir seus bebês: "Dá-me o teu filho, para o comermos hoje; amanhã comeremos o meu". Na era das navegações, marinheiros se viram forçados a tirar a sorte para ver quem morria no caso de naufrágios. Emblemático é o caso do baleeiro norte-americano Essex, que foi literalmente afundado pela baleia que caçava em 1820, no meio do oceano Pacífico (a história inspirou o romance Moby Dick, de Herman Melville). Primeiro, os 21 tripulantes, a bordo de botes, comeram a carne dos companheiros que faleciam naturalmente. Quando a fome apertou, a sorte decidiu quem morreria para alimentar os demais. O curioso é que o acidente só virou tragédia por medo de canibalismo – ao perderem o navio, eles se recusaram a navegar para a Polinésia, muito mais próxima que a costa do Peru, para onde seguiram, por medo da fama de antropófagos de seus habitantes.

Relatos de povos do planeta todo que comiam carne humana enchem páginas e páginas desde a Antiguidade até o século 20. Africanos do Congo, aborígenes australianos, tribos de toda a América, judeus da Europa, todos eles ganharam a pecha de canibais em algum momento da história, embora nenhuma acusação tenha sido comprovada. Os ancestrais do homem moderno (chamados de hominídeos pelos cientistas) também eram considerados canibais notórios, graças à quebradeira generalizada em que seus esqueletos se encontravam e às marcas de cortes nesses ossos. Essa pista se revelou ambígua, para dizer o mínimo: ossos marcados podem ser produzidos por uma simples preparação funerária do cadáver. Além disso, animais carniceiros e mudanças no solo são suficientes para desmontar qualquer esqueleto. As conclusões foram suficientes para fazer a cabeça de muitos cientistas.

"Não há evidências do canibalismo como prática socialmente aceita em nenhuma parte do mundo", disse o antropólogo norte-americano William Arens no livro The Man-Eating Myth ("O Mito do Antropófago", inédito em português), de 1979.

Apesar da conversa de Arens, cientistas resolveram escarafunchar o tabu. Saíram atrás de indícios que provassem, sem sombra de dúvida, que o canibalismo ocorria. A maneira como os corpos humanos foram retalhados, consumidos e descartados deveria espelhar o que se fazia com a carne de animais no mesmo lugar e época; a modificação do lugar do banquete por forças externas teria de ser mínima; e, se possível, traços de moléculas que só o corpo de uma pessoa produz (como trechos de DNA ou proteínas humanos) deveriam ser flagrados. Critérios tão exigentes que muitos casos suspeitos, em nome da certeza absoluta, ficaram de fora.

Com essas regras na mão, os cientistas olharam com atenção para alguns dos primeiros europeus – cerca de seis indivíduos da espécie Homo antecessor cujos restos foram descansar na caverna de Gran Dolina, no norte da Espanha, há cerca de 800 mil anos. Esses sujeitos, com um cérebro pouco menor que o nosso, tiveram as juntas cortadas, a carne do rosto, braço e perna retalhada e raspada com toscas ferramentas de pedra e os ossos quebrados para extrair o nutritivo tutano. "Não há provas que relacionem essa manipulação com nada ritual", diz o pesquisador espanhol Carlos Díez, da Universidade de Burgos. Os ossos foram encontrados amontoados em meio aos de animais carneados do mesmo jeito, como rinocerontes, cervos e elefantes. "Existem lá espécies demais para se falar em escassez de recursos ou nutrientes.

O caso de Gran Dolina é puramente nutricional-gastronômico", diz Yolanda Fernández-Jalvo, do Museu Nacional de Ciências Naturais, em Madri. É quase como se encontrássemos restos de gente na lata de lixo ao lado da churrasqueira. Quer prova melhor do nosso passado canibal?

A cena espanhola é quase idêntica à que Timothy White, paleoantropólogo da Universidade da Califórnia em Berkeley, encontrou em 1999 na caverna de Moula-Guercy, no sudeste da França. Há cerca de 100 mil anos, a gruta foi o lar de um grupo de neandertais cujas duas presas prediletas eram cervos e... outros neandertais. Todos os ossos do crânio dos seis hominídeos devorados tinham marcas de fratura, provavelmente para facilitar o acesso ao cérebro das vítimas. Novamente, não havia sinal de fome generalizada ou de ritual.

Mas falar de neandertais é uma coisa. Outra, bem diferente, é colocar a fama de comedor de gente no sábio Homo sapiens. Paola Villa mexeu sem querer nesse vespeiro ao dar de cara com o sítio francês de Fontbrégoua, muito mais recente – seus habitantes viveram há apenas 5 ou 6 mil anos e eram pastores que também caçavam cervos e javalis. "Foi totalmente inesperado", diz a arqueóloga. "Havia muitos ossos humanos e de animais misturados, tratados exatamente do mesmo jeito. Eles estavam numa região de clima ameno e tinham seus rebanhos. Não estavam passando fome. Parece-me que foi canibalismo agressivo, decorrente de alguma forma de conflito", diz.

O próprio Timothy White, descobridor dos neandertais canibais, encontrou Homo sapiens com hábitos bem parecidos ao estudar o sítio de Mancos, na fronteira do Colorado com o Novo México, nos Estados Unidos. A região foi lar dos anasazi, uma complexa cultura que dominou o cultivo do milho e a construção de vilas que chegavam a milhares de habitantes. Em Mancos, quase 30 indivíduos (homens, mulheres, adolescentes e crianças) foram esquartejados, carneados e cozinhados em recipientes de barro por volta do ano 1200. São visíveis marcas de queimadura nos ossos e até polimento na ponta de alguns, causado pelo atrito entre o osso e o fundo do pote enquanto o cozido fervia.

Por motivos pouco claros, os anasazi parecem ter recorrido ao canibalismo com freqüência perturbadora: há uma dúzia de sítios como Mancos no sudoeste dos EUA. Um deles conservou fezes fossilizadas que tinham a versão humana da mioglobina, uma proteína dos músculos. O único jeito de as fezes ganharem esse condimento macabro é a ingestão de carne de gente.

Essas pistas mexem com a imaginação de cientistas e leigos, mas não bastam para desvendar com que freqüência festins semelhantes aconteciam. Se os ossos não contam toda a história, os genes podem fazê-lo. Foi o que descobriram no último mês de abril cientistas britânicos e australianos, ao flagrar uma possível assinatura canibal no DNA de povos do mundo inteiro. O gene que investigaram contém as instruções para a produção de uma proteína conhecida como príon, que, em condições normais, é crucial para formar as conexões entre as células do cérebro. Acontece que o príon também pode ser fatal. Quando sofre uma pequena alteração de formato, ele pára de funcionar e ainda por cima começa a "infectar" outras moléculas semelhantes: príons do cérebro todo passam a ter o formato modificado. Com a mudança, enzimas que normalmente os destruiriam deixam de fazer efeito. Os príons se acumulam no cérebro e começam a matar neurônios.

O cérebro se enche de buracos, a vítima perde todo o juízo e morre de forma terrível. É a doença de Creutzfeldt-Jakob, cuja versão em bovinos é chamada de mal da vaca louca.

Por sorte, o problema aparece por ano em apenas um em cada milhão de indivíduos. Mas esse número pode aumentar. Se o cérebro de um doente for comido por alguém saudável, o príon maligno pode infectá-lo também. Ou seja, uma marca confiável de canibalismo numa população são índices excessivamente altos de Creutzfeldt-Jakob. Por exemplo, entre os forés, uma tribo das montanhas da Nova Guiné, a doença (chamada por eles de kuru) estava fora de controle nos anos 50: matava 1% da população por ano e chegou a deixar alguns vilarejos quase sem mulheres jovens, as mais afetadas pela doença. Como se descobriu mais tarde, a epidemia era causada pelo costume de comer os próprios mortos em cerimônias nas quais mulheres e crianças ficavam com o cérebro – tornando-as alvos fáceis para o príon maligno.

Não que algo fosse desperdiçado: os homens comiam os músculos do morto e até as fezes que ainda tinham sobrado no intestino grosso do falecido. "A preocupação espiritual que eles mostravam pelo corpo do parente morto e o desejo de incorporá-lo ao dos vivos são similares à crença cristã na transformação do pão e do vinho no corpo de Cristo", diz o médico australiano Michael Alpers, da Universidade Curtin de Tecnologia, um dos cientistas a descobrir como o kuru era transmitido. A mortandade só parou nos anos 50, quando o governo proibiu a prática.

Alpers e seus colegas ingleses verificaram que forés com duas versões diferentes do gene do príon, uma vinda do pai e outra da mãe, tinham uma chance muito maior de sobreviver. De 30 mulheres com mais de 50 anos que haviam participado dos festins antropofágicos, nada menos que 23 – cerca de 77% – tinham esses genes "híbridos". Os índices altos são uma prova da evolução operando – como o gene ajudava as mulheres a sobreviver depois dos banquetes, ele se tornou cada vez mais comum ao longo das gerações.

Mas surpresa mesmo veio quando os pesquisadores testaram a freqüência desses genes em outros povos do planeta. Nada menos que 48% dos turcos, 41% dos colombianos e 38% dos franceses eram como a maioria dos forés. A porcentagem alta nessas populações que, ao que se saiba, nunca foram de comer gente, é indício seguro de que, no passado delas, o endocanibalismo foi uma forma de lidar com os mortos. Geneticistas calculam que isso foi incorporado no DNA há uns 500 mil anos, mais ou menos a idade de muitos dos esqueletos canibalizados encontrados na Europa.

Como os forés, os waris, tribo de Rondônia, ainda praticavam o canibalismo até o fim dos anos 50. A etnia ajuda a entender vários aspectos da prática: à maneira dos tupinambás, eles matavam e devoravam seus inimigos, mas também comiam os próprios mortos. "O canibalismo para eles era quase uma operação lógica", diz a antropóloga Aparecida Vilaça, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que passou vários meses ao lado da tribo no fim dos anos 80 e começo dos anos 90. "O ato de predar é o que define, para eles, o que é ser humano", diz Aparecida. Quem come é wari’ (pronome da primeira pessoa do plural na língua da tribo, ou seja, "nós" – no sentido de "humano", "gente"); quem é comido é karawa (pronuncia-se "carauá"), algo como "animal", "caça" ou "comida". "Não são categorias, mas posições que mudam o tempo todo", diz a antropóloga.

Em sentido estrito, wari’ são só os membros da tribo. É por isso que eles retalhavam os braços, as pernas e a cabeça de seus inimigos durante a guerra e os comiam com raiva, rapidamente, segurando nos ossos – para afirmar nestes a condição de karawa. Um ritual totalmente diferente acompanhava a morte de um wari’. Seus parentes eram chamados das aldeias vizinhas e a carne ficava apodrecendo durante dois ou três dias, porque não se podia devorar um companheiro com prazer. Separada dos ossos, a carne era desfiada e comida só por quem não era parente consanguíneo do morto – e usando pauzinhos, para não tocá-la. Os ossos, pulverizados, eram comidos com mel. Os xamãs waris acreditavam que o desaparecimento do corpo permitia que a alma alcançasse o mundo subaquático, para onde vão os mortos.

Embora as razões e a amplitude do canibalismo sejam pouco claras, não é difícil que muitos povos o entendessem de forma parecida com a dos waris. O fato de ossos humanos serem destruídos e misturados aos de outros bichos não significa que quem comia não sentia nada. Mas as emoções não ficam preservadas sob a terra e provavelmente nunca saberemos o que passava pela cabeça desses homens. O que dá para saber, cada vez com mais certeza, é que o canibalismo, hoje banido, está na origem da natureza humana.

fonte

Prehistoric Cannibalism at Mancos 5MTUMR-2346, Timothy D. White, Princeton University Press, Estados Unidos, 1992Man Corn, Christy G. Turner II e Jacqueline Turner, University of Utah Press, Estados Unidos, 1999The Buried Soul, Timothy Taylor, Harper Trade, Reino Unido, 2002http://super.abril.com.br/superarquivo/2003/conteudo_292845.shtml

voce conhece o museu das almas do purgatorio?saiba os segredos do vaticano

videoUm segredo guardado há pelo menos 104 anos pela Igreja Católica acaba de ser desvendado: os espíritos se comunicam também no seio da própria Igreja. Quem afirma é o pesquisador de fenômenos paranormais baiano Clóvis Nunes. Ele conseguiu filmar e fotografar o Museu das Almas do Purgatório, em Roma, e revelou que ali estão registrados, silenciosamente, fatos incontestáveis que legitimam a comunicação de espíritos.

Tudo começou com um incêndio misterioso na inauguração de um altar, em 1897. Os fiéis, ao apagarem o fogo, perceberam do surgimento das chamas um rosto desenhado pelos resíduos da fumaça que se encontravam no mármore. Conforme Clóvis apurou, o curioso é que não havia nada de combustível no local. Concluíram, juntamente com o padre Victory Juet, que a materialização daquele rosto, cujos resíduos estão intactos até hoje, se tratava de um fenômeno paranormal insólito.

Com o tempo, o acervo neste sentido foi se ampliando, com peças vindas de outras igrejas. O parapsicólogo afirma que as relíquias são imagens surpreendentes que revelam que as comunicações espirituais na Igreja são evidentes e acontecem em muitas épocas. Em entrevista exclusiva, ele nos relata detalhes de sua ousadia, em driblar a segurança e trazer os segredos à tona. Cita casos de diversos padres que não só admitem a comunicabilidade com os espíritos, como também escreveram livros e fazem conferências sobre o assunto.

5.12.2009

Detector de Energias. faça seu proprio detector e saiba se a pessoa ao seu lado estar possuida

Enviado por Murilo Cardoso Silveira em 27 de Fevereiro de 2009. Escreva para o autor


Tudo que tem a fazer é seguir alguns passos muito simples de serem realizados, e sair por ai vendo tudo que tem Energia. Você vai ingressar no mundo das Energias Sutis e ser um profissional. Vamos então construir um DETECTOR DE ENERGIAS CASEIRO ?


Siga as instruções: 1- Primeiro passo - Pegue uma caneta tipo BIC e retire a carga de tinta desta.2- Segundo Passo – Consiga (compre) em uma Bicicletaria um Raio de roda de bicicleta fino, peça para o vendedor cortar as duas pontas deste raio, em seguida peça também que dobre a 90 graus nas seguinte medidas: 12 por 22 cm , conforme desenho (1) abaixo.3 - Pronto ? Então coloque este raio de bicicleta no orifício da carga da caneta e assim estará pronto o seu Detector de Energia. Conforme desenho (2 ) abaixo.















faça o teste aqui
Faça o teste aqui! Se girar para a esquerda está correto.




Quando seu Detector for apontado para algum objeto ou mesmo sobre alguma coisa e este girar para a esquerda é porque naquele local ou o objeto possua algum tipo de Energia, e esta deva ser analisada do porque existe Energia. (normal seria não ter) OBS. Não aperte o tubo da caneta com a mão, segure normalmente. Para esta funcionar perfeitamente, você terá que mantê-lo alinhado na horizontal. Quando estiver investigando alguma Energia com seu Detector, não segure nada com a sua mão Esquerda, esta deva estar inclusive limpa e seca.
Para você ingressar no mundo das Energias Sutis é necessário entender o porque de todas as Energias encontradas, e isto eu darei a você gradativamente pelo Blog. Veja alguns exemplos : Localizar Fantasmas em sua Cama, Localizar Energias prezas em paredes, roupas, jóias, objetos, moveis e até em toda sua casa ou trabalho. Pode também verificar se algum alimento esta estragado, saber a verdade sobre ter Energia, saber se uma pessoa esta com possessão, e um monte de outras possíveis investigações, tudo muito simples de ser realizado. Seja um verdadeiro investigador de eventos Sobrenaturais e um graduado Radiestesista.

E ai ? tudo certo ? Vamos agora ensinar como deva ser manuseado o seu Detector de Energia, para que este venha lhes oferecer informações muito importantes para você investigar.


Para continuar, vamos chamar o raio de roda de bicicleta de : Haste ou Antena , colocando a haste no tubo de caneta conforme desenho acima, você ira treinar com este andando pela casa e segurando o Detector com a mão DIREITA , mesmo que você seja canhoto, deixe a haste sempre apontando para sua frente e bem nivelada.


Depois que você já tenha dominado seu Detector, vamos então aferir este aparelho em seu Monitor e da seguinte forma: Aponte a ponta da haste para este quadrado disposto abaixo e obedecendo a distancia ( +/- ) 10 cm da tela do monitor, veja se a haste movimente para sua esquerda, movimentou ? então esta tudo certo, você já pode trabalhar com seu Detector. Não movimentou ? tente novamente ou então veja se sua haste esta livre para girar.




alguns acredtitam que beber urina pode cura doenças

Os costume de usar a urina com meio de tratamento existe no mundo há muito tempo. O veda hindu chamado SHIVAMBUKALPA (5.000 aC) dedica 107 capítulos à Urinoterapia. Entre os budistas da Ásia sempre houve a prática da Urinoterapia. No Japão, um mestre do budismo chamado IPPEN criou uma seita com mais de um milhão de crentes. Seu sucesso estava nos fundamentos da seita baseada na Urinoterapia. Os monges tibetanos tem a tradição e costumes de tomar sua própria urina e vivem até 150 anos de idade.



No Golfo Pérsico os odontólogos árabes usavam urina para tratar cáries e problemas das gengivas como antibióticos e analgésico. Na América Central o uso da urina é comum. Em El Salvador o costume é muito difundido nas zonas rurais. Na Nicarágua os curandeiros recomendavam a seus pacientes o uso da urina para o combate de diversas enfermidades.



hoje em dia há quem voltou a fazer uso desta terapia tem ate comunidade no orkut dos bebedores de urina.



onde eles trocam receitas para o dia a dia , como suco de maracujá com urina, urina com leite etc...



comunidade orkut

http://www.orkut.com.br/Main#CommTopics.aspx?cmm=1672122





video

crianças indigos


As crianças índigo vem do movimento da Nova Era e a ciência espiritual modernos. Chamam-se crianças índigo a certos seres que supostamente trouxeram características que os diferenciam das crianças normais, tais como : intuição, espontaneidade, resistência à moralidade estrita e uma grande imaginação, juntando-se frequentemente também entre tais capacidades, os dons paranormais. As crianças índigo podem ser vistas como uma espécie de milenarismo, no qual se afirma que tais seres mudarão o mundo até a um estado mais espiritual.Há que notar que uma boa quantidade das crianças índigo foram classificados de hiperactivos ou com o polémico síndrome de défice de atenção. O qual explicaria em boa medida o interesse de pais e educadores por este assunto.Também há quem diga que a crença das crianças índigo, é uma reacção de pânico moral à terapia medicamentosa em crianças, particularmente, à ritalina, que tem tido efeitos desastrosos em muitas crianças.Índice[esconder]1 Origem 2 Características gerais 3 Tipos de Crianças Índigo 4 Ligações externas [editar] OrigemNo ano de 1982, a parapsicóloga Nancy Ann Tappe desenvolveu um sistema para classificar os seres humanos de acordo com a côr da sua aura espiritual. No seu livro: "Compreenda A Sua Vida Através Da Cor" faz um estudo sobre "as cores da vida". Segundo Tappe, cada pessoa possui uma certa côr na sua aura em função da sua personalidade e interesses.No caso das crianças índigo, a sua aura tende a mostrar cores anis ou azuis, a qual reflecte uma espiritualidade mais desenvolvida.A citada Nancy Ann Tappe disse ter detectado pelo seu método, que as auras de côr índigo começaram a aparecer década de 80 do século XX e que tem uma tendência a proliferar, o que parece justificar o seu papel de transformação da sociedade num futuro breve.


Características geraisAs crianças índigo mostram uma série de atributos sensoriais recorrentes, como a hipersensibilidade auditiva ou a hipersensibilidade táctil.De igual forma, estas crianças têm um padrão de comportamento similar entre eles, a mencionar:Chegam ao mundo sentindo-se reis, e a curto tempo se comportam como tais. Têm a sensação de merecer estar a onde estão, e se surpreendem quando os outros não a partilham. Não têm problemas de valorização pessoal, a curto tempo os dizem a seus pais quem são. Custa-lhes aceitar a autoridade que não oferece explicação nem alternativa. Negam-se a fazer certas coisas, como por exemplo esperar numa fila. Sentem-se frustrados com os sistemas ritualistas que não requerem um pensamento criativo. A curto tempo encontram formas melhores de fazer as coisas, tanto em casa como na escola. Parecem ser anti-sociais, a menos que se encontrem com pessoas como eles. Não reagem pela disciplina da culpa. Não são tímidos para manifestar as suas necessidades. [editar] Tipos de Crianças ÍndigoSegundo os investigadores, há quatro tipos de Índigos: humanista, conceptual, artista e interdimensional.Humanistas: Muito sociais, conversam com toda a gente e fazem amizades com muita facilidade. São desastrados e hiperactivos. Não conseguem brincar só com um brinquedo, gostam de espalhá-los pelo quarto, embora as vezes não peguem na maioria. Distraem-se com muita facilidade. Por exemplo: se começam a arrumar o quarto e encontram um livro (são leitores apaixonados!), nunca mais se lembram de acabar as arrumações. Como profissões, escolherão ser médicos, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos. Trabalharão para servir as massas e, claro, actuarão sempre activamente.Conceptuais: Estão muito mais virados para projectos do que para pessoas. Assumem uma postura controladora. Se os pais não estiverem pelos ajustes e não permitirem esse controlo, eles vão a luta. Tem tendência para outras inclinações, sobretudo drogas aquando



da puberdade (quando se sentem rejeitados ou incompreendidos). Daí a redobrada atenção por parte de pais e educadores em relação aos seus padrões de comportamento. No futuro serão engenheiros, arquitectos, pilotos, projectistas, astronautas e oficiais militares.Artistas: São criativos em qualquer área a que se dediquem, podendo, inclusive, vir a ser investigadores, músicos ou actores altamente conceituados. Entre os 4 a 10 anos poderão vir a interessar-se ate 15 áreas diferentes (ou instrumentos musicais, por exemplo), largando uma e iniciando outra. Quando atingirem a puberdade, aí sim, escolherão uma área definitivamente. Serão os futuros professores e artistas.Interdimensionais: Entre os seus 1 e 2 anos os pais não podem tentar ensinar-lhes nada, pois eles responderão que já sabem e que podem fazer sozinhos. Normalmente, porque são maiores que os outros tipos de índigos, mostram-se mais corajosos ainda e por isso não se enquadram nos outros padrões. No futuro serão os responsáveis pela introdução de novas filosofias ou espiritualidade no mundo.


5.11.2009

a primeira serial killer detectada na historia da humanidade.

ruinas do castelo
esta imagem foi colocada no tumulo de elizabeth




A Condessa Elizabeth Bathory (Erzsebet Báthory, do original), foi uma das mulheres mais perversas e sanguinárias que a humanidade já conheceu. Os relatos sobre ela ultrapassam a fronteira da lenda e a rotulam através dos tempos como A Condessa de Sangue.






Nascida em 1560, filha de pais de famílias aristocráticas da Hungria, Elizabeth cresceu numa época em que as forças turcas conquistaram a maior parte do território Húngaro, sendo campo de bata-lhas entre Turquia e Áustria. Vários autores consideram esse o grande motivo de todo o seu sadismo, já que conviveu com todo o tipo de atrocidades quando criança, vendo inclusive suas irmãs sendo violentadas e mortas por rebeldes em um ataque ao seu castelo. Ainda durante sua infância, ficou sujeita à doenças repentinas acompanhadas por uma intensa ira e comportamento incontrolável, além de ataques epiléticos. Teve uma ótima educação, inclusive sendo excepcional pela sua inteligência. Falava fluentemente húngaro, latim e alemão. Embora capaz de cometer todo tipo de atrocidade, ela tinha pleno controle de suas faculdades mentais.









Aos 14 anos engravidou de um camponês, e como estava noiva do Conde Ferenc Nadasdy, fugiu para não complicar o casamento futuro; que ocorreu em maio de 1575. Seu marido era um oficial do exército que, dentre os turcos, ganhou fama de ser cruel. Nos raros momentos em que não se encontrava em campanha de batalha, ensinava a Elizabeth algumas torturas em seus criados indisciplinados, mas não tinha conhecimentos da matança que acontecia na sua ausência por ação de sua amada esposa.






Quando adulta, Elizabeth tornou-se uma das mais belas aristocratas. Quem em sua presença se encontrava, não podia imaginar que por trás daquela atraente mulher, havia um mórbido prazer em ver o sofrimento alheio. Num período em que o comportamento cruel e arbitrário dos que mantinham o poder para com os criados era algo comum, o nível de crueldade de Elizabeth era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava motivos para aplicar punições e se deleitava na tortura e na morte de suas vítimas; muito além do que seus contemporâneos poderiam aceitar. Elizabeth enfiava agulhas embaixo das unhas de seus criados. Certa vez, num acesso de raiva, chegou a abrir a mandíbula de uma serva até que os cantos da boca se rasgassem. Ganhou a fama de ser "vampira" por morder e dilacerar a carne de suas criadas. Há relatos de que numa certa ocasião, uma de suas criadas puxou seu cabelo acidentalmente aos escová-los. Tomada por uma ira incontrolável, Bathory a espancou até a morte. Dessa forma, ao espirrar o sangue em sua mão, se encantou em vê-lo clarear sua pele depois de seco. Daí vem a lenda de que a Condessa se banhava em sangue para permanecer jovem eternamente.






Acompanhando a Condessa nestas ações macabras, estavam um servo chamado apenas de Ficzko, Helena Jo, a ama dos seus filhos, Dorothea Szentos (também chamada de Dorka) e Katarina Beneczky, uma lavadeira que a Condessa acolheu mais tarde na sua sanguinária carreira.






Nos primeiros dez anos, Elizabeth e Ferenc não tiveram filhos pela constante ausência do Conde. Por volta de 1585, Elizabeth deu à luz uma menina que chamou de Anna. Nos nove anos seguintes, deu à luz a Ursula e Katherina. Em 1598, nasceu o seu primeiro filho, Paul. A julgar pelas cartas que escreveu aos parentes, Elizabeth era uma boa mãe e esposa, o que não era de surpreender; visto que os nobres costumavam tratar a sua família imediata de maneira muito diferente dos criados mais baixos e classes de camponeses.






Um dos divertimentos que Elizabeth cultivava durante a ausência do conde, era visitar a sua tia Klara Bathory. Bissexual assumida e muito rica e poderosa, Klara tinha sempre muitas raparigas disponíveis para ambas "brincarem".






Em 1604 seu marido morreu e ela se mudou para Viena. Desse ponto em diante, conta a história que seus atos tornaram-se cada vez mais pavorosos e depravados. Arranjou uma parceira para suas atividades, uma misteriosa mulher de nome Anna Darvulia (suposta amante), que lhe ensinou novas técnicas de torturas e se tornou ativa nos sádicos banhos de sangue. Durante o inverno, a Condessa jogava suas criadas na neve e as banhava com água fria, congelando-as até a morte. Na versão da tortura para o verão, deixava a vítima amarrada banhada em mel, para os insetos devorarem-na viva. Marcava as criadas mais indisciplinadas com ferro quente no rosto ou em lugares sensíveis, e chegou a incendiar os pêlos pubianos de algumas delas. Em seu porão, mandou fazer uma jaula onde a vítima fosse torturada pouco a pouco, erguendo-a de encontro a estacas afiadas. Gostava dos gritos de desespero e sentia mais prazer quando o sangue banhava todo seu rosto e roupas, tendo que ir limpar-se para continuar o ato.






Quando a saúde de Darvulia piorou em 1609 e não mais continuou como cúmplice, Elizabeth começou a cometer muitos deslizes. Deixava corpos aos arredores de sua moradia, chamando atenção dos moradores e autoridades. Com sua fama, nenhuma criada queria lhe servir e ela não mais limitou seus ataques às suas servas, chegando a matar uma jovem moça da nobreza e encobrir o fato alegando suicídio.









As investigações sobre os assassinatos cometidos pela Condessa começaram em 1610. Foi uma excelente oportunidade para a Coroa que, há algum tempo, tinha a intenção de confiscar as terras por motivos de dívida de seu finado marido. Assim, em dezembro de 1610 foi presa e julgada. Em janeiro do ano seguinte foi apresentada como prova, anotações escritas por Elizabeth, onde contava com aproximadamente 650 nomes de vítimas mortas pela acusada. Seus cúmplices foram condenados à morte e a Condessa de Bathory à prisão perpétua. Foi presa num aposento em seu próprio castelo, do qual não havia portas nem janelas, só uma pequena abertura para passagem de ar e comida.






Ficou presa até sua morte em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras de Bathory, em Ecsed. O seu corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe, mas os habitantes acharam repugnante a idéia de ter a "Infame Senhora" sepultada na cidade.






Até hoje, o nome Erzsebet Báthory é sinônimo de beleza e maldade para os povos de toda a Europa.









garoto é possuido por espirito maligno de cachorro bravo

videogaroto e possuido por espirito de cachorro bravo, pede ajuda de exorcista.

5.04.2009

combustão espontânea em seres humanos (VOCE PODE PEGAR FOGO DO NADA)

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pois é a combustão humana é um misterio, voce pode pegar fogo do nada, e não sobrar nem um ossinho pra contar a historia.(MEDO)










Em dezembro de 1966, o corpo do Dr. J. Irving Bentley, de 92 anos, foi descoberto na Pensilvânia, ao lado do medidor de consumo de eletricidade de sua casa. Na realidade, apenas parte da perna dele e um pé, ainda com o chinelo, foram achados. O restante do seu corpo tinha se transformado em cinzas. A única evidência do fogo que causara sua morte, era um buraco que havia no piso do banheiro: o resto da casa estava intacto e não sofrera nada.










Como se explica que um homem pegou fogo - sem nenhuma origem aparente de faísca ou chama - queimando completamente o próprio corpo, sem espalhar as chamas para nenhum objeto próximo? O caso do Dr. Bentley, e centenas de outros casos semelhantes, ficaram conhecidos como eventos de "combustão humana espontânea" (Spontaneous Human Combustion - SHC). Embora ele e outras vítimas do fenômeno tenham sofrido combustão quase total, as redondezas de onde se encontravam, ou as próprias roupas, muitas vezes não sofriam dano algum.
Vivemos em um mundo perigoso. Cercados por coisas que inflamam facilmente, entram em combustão e explodem.E quanto a nós? Os humanos conseguem de repente arder em chamas? A idéia exite a séculos e cenas bizarras de incêndios parecem dar credibilidade a isso."Um dos maiores mistérios que confrontam a humanidade, certamente em âmbito induvidual, é este incrível fenômeno de combustão espontânea humana. Parece que pode acontecer a qualquer um, a qualquer hora.""A idéia de que a combustão espontânea humana existe é duvidosa ao extremo.""O corpo não pode queimar de dentro para fora. Não há razão para isto acontecer. Nenhuma razão biológica ou médica. Nenhuma razão mesmo!"A combustão espontânea humana é real ou pura fantasia? Examinem as provas com crentes e céticos, enquanto a ciência e o sobrenatural se chocam com resultados incendiários."O corpo sumiu totalmente, havia um pedaço da cabeça e da perna direita. O que pode ter acontecido? Como aconteceu?"
a verdade é ninguem nem a ciençias nem a religião sabe o porque estas pessos pegaram fogo do nada.

relatos -

Uruffe, Lorrain pequena cidade perto de Toul. Ginette Kazmierczak leva uma vida solitária, discreta e bastante apegada na sua habitação, de acordo com o seu filho, o professor da aldeia.

Na noite de 12 de Maio de 1977, ela estava sozinha no apartamento, porque seu filho estava fora.

Cerca de 03:00 da madrugada, seu vizinho mais próximo foi acordado pois seu quarto é simplesmente fumaça. Ele sai e vê as pequenas chamas devoram a parte inferior da porta da Sra. Kazmierczak.


Ele alerta os bombeiros que chegaram muito rapidamente, e viram um espetáculo de horror. O corpo da Sra. charred Kazmierczak deitado no chão contra a porta, mas as pernas e braço direito estão intactos, enquanto a cabeça, tronco e abdômen são mais do que cinzas. Foi um enorme temperatura (2000 ° C) para alcançar este resultado macabro.


Curiosamente, apenas o piso abaixo do busto da vítima revelaram vestígios de fogo. As paredes e o piso estavam manchadas de fuligem, mas nada mais foi queimado no apartamento.


O óleo do fogão e aquecedores estão desligados. Uma caixa de fósforos está intacta sobre a janela. A electricidade está funcionando corretamente. Crime, suicídio? Estas teorias são descartados. A acusação de Nancy abriu um inquérito e encarregou o capitão Laurain especializado no assunto. O último exclui todos os pressupostos: a explosão de um aerossol ou gás (mas os gravetos de mobiliário teria sido total), o crime (mas a porta do apartamento estava trancada por dentro), raios ( o tempo bom invalida esta possibilidade).


O perito deve admitir que este é um caso de combustão espontânea. Assim, em 18 de Janeiro de 1978, o procurador Nancy emitiu uma ordem de demissão neste caso.







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foto da vitima

5.03.2009

Zumbis haitianos (tenha medo , muito medo !!)

Os zumbis são personagens comuns no folclore haitiano. Pesquisadores que estudam a cultura haitiana relacionaram inúmeras histórias de corpos que voltaram à vida graças aos sacerdotes ou feiticeiros de vodu. Os zumbis são escravos descerebrados. Eles não têm autoconsciência e não chegam a representar perigo, a não ser que comam sal, o que restaura seus sentidos. Essas histórias são muito difundidas e parecidas com as lendas urbanas: elas mexem com os medos mais profundos dos ouvintes e parecem reais, apesar de improváveis.

Mesmo depois de documentar várias histórias e boatos, os pesquisadores encontraram poucas evidências sólidas que explicassem ou provassem o fenômeno. Em geral, os supostos zumbis receberam nenhum ou poucos cuidados médicos antes de morrerem. Os pesquisadores também tiveram problemas em lidar identidades trocadas e fraudes.

Em 1980, um homem apareceu numa vila rural do Haiti dizendo ser Clairvius Narcisse, que havia morrido no Hospital Albert Schweitzer, de Deschapelles, Haiti, em 2 de maio de 1962. Ele se dizia consciente mas paralisado durante sua suposta morte: ele até teria visto o médico cobrir seu rosto com um lençol. Narcisse disse ter sido ressuscitado e transformado em zumbi por um sacerdote.

VODU
O vodu é uma religião haitiana, com raízes nas tradições africanas. Também chamada de voodoo, voudou, vodun ou voudoun, tem pouca videosemelhança com a maneira como ela é vulgarmente retratada pelos filmes.

Uma vez que o hospital documentou sua doença e morte, os cientistas o viram como uma possível prova dos zumbis haitianos. Narcisse respondeu perguntas sobre sua família e infância que nem um amigo íntimo saberia responder. No final das contas, sua família e muitos observadores externos concordaram que ele era um zumbi que havia ressuscitado.

O Dr. Wade Davis organizou seus estudos sobre os zumbis haitianos nas crônicas"The Serpent and the Rainbow" e "The Passage of Darkness"


Os zumbis e a lei haitiana

Uma lei que condena a criação de zumbis entrou em vigor no Haiti em 1835 [ref (em francês)]. O artigo 246 do Código Penal Haitiano (em francês) classifica o uso em alguém de uma substância que gera um período prolongado de letargia sem causar a morte como tentativa de assassinato. Se a substância causar aparência de morte e resultar no enterro da vítima, o ato é classificado como assassinato.

Davis viajou para o Haiti a pedido do Dr. Nathan S. Kline, que criou a teoria de que uma droga tinha sido a responsável pelas experiências de Narcisse como zumbi. Uma vez que tal droga poderia ser usada medicinalmente, particularmente no campo da anestesiologia, Kline esperava reunir amostras, analisá-las e determinar como elas funcionavam.

Davis observou que os haitianos que acreditavam em zumbis também acreditavam que eles eram criados pela feitiçaria de um sacerdote (e não por um veneno ou uma droga). Segundo a sabedoria local, o sacerdote pega o ti bon ange da vítima, ou seja, a sua alma, para criar o zumbi, mas durante sua pesquisa Davis descobriu que o sacerdote usava pós elaborados, feitos de plantas secas e animais em seus rituais.

Davis reuniu oito amostras desse pó de zumbi em quatro regiões do Haiti. Seus ingredientes não eram idênticos, mas sete das oito amostras tinham quatro ingredientes em comum:


O baiacu, um ingrediente do pó de zumbi

uma ou mais espécies de baiacu, que normalmente contém uma neurotoxina mortal chamada tetrodotoxina;

uma espécie de sapo boi (Bufo marinus) haitiano, que produz inúmeras substâncias tóxicas;

um sapo de hyla (Osteopilus dominicensis), que produz uma substância irritante, porém não mortal;
restos humanos.

Além disso, os pós tinham outros ingredientes de plantas e animais, como lagartixas e aranhas, que poderiam irritar a pele. Alguns deles tinham até vidro triturado.

O uso do peixe-bola intrigou Davis. A tetrodotoxina provoca paralisia e morte, e as vítimas de envenenamento por tetrodotoxina normalmente ficam conscientes até poucos instantes antes de morrer. A paralisia os impede de reagir a estímulos, bem parecido com o que Clairvius Narcisse descreveu sobre sua própria morte. Os médicos também documentaram casos nos quais as pessoas ingeriram tetrodotoxina e aparentavam estar mortas, mas se recuperaram completamente.

Bufo marinus, um ingrediente do pó de zumbi

De acordo com a teoria de Davis, o pó, aplicado topicamente, irritava e rachava a pele da vítima. A tetrodotoxina poderia então passar para a corrente sangüínea, paralisando a vítima e causando sua morte aparente. A família enterraria a vítima e o sacerdote retiraria o corpo do túmulo. Se tudo corresse bem, acabaria o efeito do veneno e a vítima acreditaria ser um zumbi.
Embora a teoria de Davis tenha potencial, ela apresenta algumas falhas. A seguir, veremos as controvérsias em torno da pesquisa de Davis.

Natureza x alimentação

No Japão, o baiacu é uma iguaria chamada fugu. Servido cru e preparado por um competente chef, ele tem apenas tetrodotoxina o suficiente para causar formigamento e tontura. Mas se o chef errar no preparo do fugu, o resultado pode ser fatal.

Mas quando as pessoas comem porções tóxicas de fugu e se recuperam, tornam-se vítimas de envenenamento - e não zumbis. A teoria de Davis é que a cultura e a crença fazem com que alguns haitianos acreditem ser zumbis após se recuperarem dos efeitos do pó. Alguns sacerdotes dizem que a alimentação de um zumbi inclui uma pasta de Datura stramonium, conhecida localmente como "pepino de zumbi". Chamada de erva jimson nos EUA e de figueira do diabo no Brasil, essa planta provoca febre, alucinações e amnésia, aumentando potencialmente a crença da vítima de que houve uma transformação.


O sal e os zumbis

Segundo o folclore haitiano, um zumbi se cura ao ingerir sal. O que costuma acontecer então é que ele ataca o sacerdote que o criou ou volta para o local onde foi enterrado e morre. Ironicamente, a tetrodotoxina funciona bloqueando os canais de sódio nos músculos e células nervosas. Não se conhece a cura para o envenenamento por tetrodotoxina e é improvável que a quantidade de sódio em um punhado de sal tenha qualquer efeito fisiológico sobre uma pessoa envenenada.
Autodefesa contra zumbis

Seja retratando zumbis tradicionais e lentos ou uma geração mais nova e esperta deles, a maioria dos filmes e jogos concorda sobre como sobreviver a um ataque de zumbis:


não entre em pânico;


fuja dos zumbis. Na maioria das vezes, você se move mais rapidamente do que eles;


junte comida, água, um rádio de emergência, lanternas e armas e fique num local seguro;


se for possível, fuja para um shopping, loja de departamento ou outros lugares onde você terá fácil acesso a comida e suprimentos;


fique longe de áreas muito populosas, onde a infestação é mais provável;


coloque obstáculos em todas as entradas e fique em seu lugar a qualquer custo;


não fique cercado ou enfiado num canto ou outro espaço fechado;


lembre-se de que qualquer pessoa que for mordida ou morta por um zumbi se tornará uma ameaça para você;


espere pacientemente por ajuda e faça preparativos de longo prazo para poder sobreviver.

Além disso, não caia nos erros comuns como:
abrigar-se em um carro cujas chaves não estão com você;
deixar lâminas, bastões ou outras armas à vista;
ensinar os zumbis a usarem armas de fogo;
dar sua única arma para alguém que está histérico;
fugir para um porão ou sótão sem levar suprimentos com você;
entrar no elevador em um prédio cheio de zumbis;
deixar sentimentos e argumentos pessoais impedirem sua sobrevivência.

Miooooolos

Filmes como "A volta dos mortos-vivos" popularizaram a idéia de que os zumbis comem os cérebros (em inglês) das pessoas. Isso tem pouco sentido lógico, uma vez que o cérebro é relativamente pequeno e mais protegido do que qualquer outro órgão do corpo humano. De qualquer forma, algumas fontes explicam que os zumbis só comem os cérebros dos vivos quando seus mestres mandam.

Zumbis haitianos

Os zumbis são personagens comuns no folclore haitiano. Pesquisadores que estudam a cultura haitiana relacionaram inúmeras histórias de corpos que voltaram à vida graças aos sacerdotes ou feiticeiros de vodu. Os zumbis são escravos descerebrados. Eles não têm autoconsciência e não chegam a representar perigo, a não ser que comam sal, o que restaura seus sentidos. Essas histórias são muito difundidas e parecidas com as lendas urbanas: elas mexem com os medos mais profundos dos ouvintes e parecem reais, apesar de improváveis.


Mesmo depois de documentar várias histórias e boatos, os pesquisadores encontraram poucas evidências sólidas que explicassem ou provassem o fenômeno. Em geral, os supostos zumbis receberam nenhum ou poucos cuidados médicos antes de morrerem. Os pesquisadores também tiveram problemas em lidar identidades trocadas e fraudes.


Em 1980, um homem apareceu numa vila rural do Haiti dizendo ser Clairvius Narcisse, que havia morrido no Hospital Albert Schweitzer, de Deschapelles, Haiti, em 2 de maio de 1962. Ele se dizia consciente mas paralisado durante sua suposta morte: ele até teria visto o médico cobrir seu rosto com um lençol. Narcisse disse ter sido ressuscitado e transformado em zumbi por um sacerdote.


Vodu


O vodu é uma religião haitiana, com raízes nas tradições africanas. Também chamada de voodoo, voudou, vodun ou voudoun, tem pouca semelhança com a maneira como ela é vulgarmente retratada pelos filmes.


Uma vez que o hospital documentou sua doença e morte, os cientistas o viram como uma possível prova dos zumbis haitianos. Narcisse respondeu perguntas sobre sua família e infância que nem um amigo íntimo saberia responder. No final das contas, sua família e muitos observadores externos concordaram que ele era um zumbi que havia ressuscitado.


O Dr. Wade Davis organizou seus estudos sobre os zumbis haitianos nas crônicas"The Serpent and the Rainbow" e "The Passage of Darkness"


Narcisse foi o incentivo para o Projeto Zumbi: um estudo sobre as origens dos zumbis feito no Haiti entre 1982 e 1984. Durante essa época, o etnobotânico e antropólogo Wade Davis viajou pelo Haiti na esperança de descobrir o que dá origem aos zumbis haitianos.



Os zumbis e a lei haitiana


Uma lei que condena a criação de zumbis entrou em vigor no Haiti em 1835 [ref (em francês)]. O artigo 246 do Código Penal Haitiano (em francês) classifica o uso em alguém de uma substância que gera um período prolongado de letargia sem causar a morte como tentativa de assassinato. Se a substância causar aparência de morte e resultar no enterro da vítima, o ato é classificado como assassinato.

5.02.2009

curiosidades sobre os casamentos indianos

videoparte I

video

CASAMENTO NA INDIANa India, a maioria dos casamentos continuam sendo arranjados e o dote é uma regra geral. O casamento não é visto como uma atitude de dois indivíduos, mas uma ação em família, que compromete a reputação das pessoas envolvidas por gerações e deve ser muito bem planejado.

Um dos fatores que mais contribuem para a difícil situação da mulher é a exigência, por parte da família do noivo, de um dote que deve ser oferecido pela família da noiva, em dinheiro e que tem como objetivo "ajudar os recém-casados em sua nova vida". A explicação dada é que o dote é como se fosse uma compensação à família do noivo pelas despesas que tiveram para educá-lo e prepará-lo para sustentar a noiva e sua nova família pelo resto da vida.

Na verdade, muita gente vê o dote como algo prático, como uma verba que a mulher teria, como segurança, no caso de morte do marido, por exemplo. Claro que na maioria das vezes, a mulher nunca vai ter nenhum acesso a esse dinheiro.

O dote acaba pesando muito e até desestruturando financeiramente uma família. Sendo assim, ter filhas meninas é visto como um problema e o motivo da plaquinha nas clínicas de ultrassonografia e aborto clandestino que dizem: "pague 500 rupias (moeda indiana) agora e economize 50.000 no futuro".

O dote é uma prática de todas as classes sociais e, nas famílias mais ricas, além de aumentar muito o valor do dote, os custos para a realização de um casamento, sempre super luxuoso também é enorme e responsabilidade da família da noiva.

Apesar de amplamente praticado, o dote é ilegal e seu recebimento torna o noivo passível de prisão.

Claro que o dote não é a causa de tudo. Na India, a sociedade é patriarcal e oprime a mulher desde seu nascimento, explora sua força de trabalho, ignora os inúmeros casos de estupro e violência doméstica.

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